Brinquedos Sexuais

Brynn Paulin · Capítulo 1 de 1

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Brinquedos Sexuais

Brynn Paulin

(Antologia Brit Party e Círculo dos Três)

O título do trabalho de Dana é cientista, e não babá. Ela fica irritada quando seu chefe a escala à acompanhar os meninos maus do departamento, Christopher e Jason, para uma reunião em Londres, em seu fim de semana de folga. Desde a transferência do seu trabalho para a Inglaterra, ela tem escondido sua atração aos muitos jovens homens. Infelizmente, a atração parece estar crescendo cada dia e cada noite, ela fantasia sobre eles. Três dias virtualmente sozinha com eles não serão fantasia, e podem ao invés disso ser um embaraçante desastre. Mas...

Jason e Christopher tem colocado os olhos em Dana desde que ela se uniu ao departamento deles. Através de uma pequena trapaça, eles arranjam para ela ser parte desta viagem. Eles estão certos que o trabalho dela é o ponto que falta para complementar o deles, e a presença dela será uma adição ideal à cama deles. Agora tudo o que eles tem que fazer é convencê-la que os meninos maus serão seus perfeitos brinquedos sexuais. Para Sempre.

Disp./ Tradução: Dyllan

Revisão Inicial: Lu Machado

Revisão Final/ Formatação: Dyllan

Capítulo Um

 

Dana Matthews olhou para fora da janela do carro à saída da área rural Inglesa e tentou cobrir seu ressentimento sobre essa tarefa. Certo, talvez não fosse ressentimento. Era mais frustração, do que algo mais.

Desde que sua posição de pesquisa científica nos Estados Unidos havia sido eliminada, ela esteve dançando numa corda tensa — Pegando o mesmo trabalho dentro de uma das ramificações da empresa, se transferindo para um novo país, deixando para trás seu marido. Ex marido agora, ela lembrou a si mesma. Ele tinha estado pronto para se unir a ela, até que ela descobriu há poucos meses atrás que tinha sido muito para ele. Ele dormiu com a vizinha deles, Senhorita calças apertadas. — Senhorita calças apertadas Eu-tenho-vinte-e-dois-anos-e-você-não. — E tentou dizer que era uma crise de meia idade.

— Você está bem, Dana?

Dana olhou sobre o homem de cabelo castanho ao lado dela e assentiu. Jason Kerzi e o outro passageiro do carro, Christopher Brown, eram parte do problema. Também cientistas pesquisadores, mas trabalhando em projetos diferentes, os dois seguiam a Londres para encontrar os aspirantes à poderosos e explicar o resultado do seu último trabalho... Algo sobre o DNA de sapo e um gene canceroso. Ela não tinha trabalhado no experimento deles, em nada mais que testemunhar excitados suspiros do outro lado do laboratório enquanto eles trabalhavam modelos no computador, ela não pretendia descobrir o que eles descobriram.

O trabalho deles tinha pouca coisa relacionada ao dela. O que a fazia questionar sua presença nessa viagem.

Não havia dúvida em sua mente, ela tinha sido mandada para acompanhar a dupla dinâmica enquanto eles encontrassem com os grandões que estavam voando dos Antigos Territórios Ingleses, também conhecidos como Estados Unidos. Isso a irritava. Porque ela devia bancar mamãe deles? Trinta e sete não era velha, maldição. Certamente não oitenta. Certamente os vinte-e-alguma-coisa podiam se manter na linha por alguns dias.

Essa missão colocou seu último nervo gasto na borda. Não porque a reunião ia arruinar seu fim de semana. Nem mesmo porque ela teria que ser acompanhante. Ela tomou uma respiração profunda e inalou a intoxicante essência dos perfumes dos seus companheiros.

Sua tensão vinha do fato que ela achava ambos os homens incomodamente atraentes. Atraentes? Essa era uma forma pequena de dizer. Ela queria os dois com uma luxuria adequada a sexys companheiros. E ela fez seu melhor para esconder ao longo dos últimos oito meses. Aquilo não a parou de fantasiar alternativamente sobre um ou outro em sua cama cada noite.

Ela suspirou, esperando que nenhum deles pegasse seu desejo por eles essa semana. Quão embaraçante isso seria? Esperançosamente, eles chegaram ao seu hotel e ela podia fechar a si mesma em seu quarto até a manhã. Depois de várias horas trancada nesse carro com eles, ela podia dar uma pausa do seu magnetismo.

Talvez estivesse passando por algum tipo de crise de meia idade. Ela reprimiu um bufo. Ela sempre disse a seu marido que o trocaria por dois com a metade da idade dele. Aos vinte e sete cada, Christopher e Jason quase se qualificavam.

Christopher se virou em seu banco para olhar a ela, o sol do fim de tarde pegando seu cabelo loiro dourado.

— Você tem certeza que não está se sentindo mal? Nós deveríamos estar lá cedo o suficiente, e você pode dormir um pouco antes de hoje a noite.

Ela levantou suas sobrancelhas.

— Hoje á noite? — Ela repetiu lentamente, olhando entre os dois.

Os olhos azuis de Jason brilharam com travessura.

— Sim, nós estivemos conversando.

— Tramando, você quer dizer. — Ela interrompeu.

Ele riu, e sua vagina imediatamente apertou. Seus dedos apertaram no banco ao lado dela. Por favor, Deus, não os deixem sentir o cheiro de quanto excitada eu estou. Excitada? Patético. O que eles iriam pensar se soubessem que sua colega de trabalho, uma mulher dez anos mais velha, queria foder com eles? Eles provavelmente estariam horrorizados... Especialmente quando descobrissem que ela abrigava pensamentos de ter os dois ao mesmo tempo.

Jason deu um tapinha em sua mão, enviando um tremor a seu centro.

— Você nunca visitou Londres exceto por uma breve viagem por Heathrow. Nós queremos mostrar a você algumas vistas.

— Eu acho melhor não. — Ela respondeu, sua voz um pouco instável. — Tem sido um longo dia. Vocês dois vão sair, — Ou o que seja que tem planejado — E eu vou para o meu quarto.

Os homens trocaram um olhar, então cada um voltou para sua posição para a frente. Ela repentinamente suspeitou que houve muita comunicação silenciosa em sua pequena troca. Ótimo. Agora ela estava paranóica, também? Ela respirou profundamente e tentou se lembrar de como era uma respeitada cientista em seu campo. Essa falta de auto confiança não era necessária.

Ela alisou a saia com a mão, consciente dos poucos quilos que ganhou desde seus vinte e poucos anos. Ela não teria chance com um homem se ficasse lado a lado com a senhorita calças apertadas.

Pare! Seu cérebro gritou. Suas unhas afundaram no descanço de braço do carro. Bom Deus! Precisava sair desse carro. Desligando seus pensamentos, recitou mentalmente a tabela química periódica de cor. Uma sensação de calma veio sobre ela, e ela relaxou temporariamente conforme as letras e números flutuavam através de sua cabeça como carneirinhos sendo contados na hora de dormir.

Ela quase esqueceu que Jason e Christopher estavam com ela. Quase, mas não muito. A presença deles estava tão inteiramente incrustada em seu subconsciente, que eles nunca eram completamente removidos.

Droga. Ela era muito velha para uma paixão. Ou seriam paixões? O que seja. Ela aparentemente perdeu a cabeça.

Quarenta minutos depois, o veículo rolou para uma parada a frente do Hotel Blakesbury. Um porteiro uniformizado correu em direção a eles enquanto Dana observava com admiração ao prédio de cinco andares, como um caipira deslumbrado. Sua empresa, Empreendimentos Cranston não tinha economizado em suas acomodações. O Blakesbury era excelente.

Para sua surpresa, Christopher pulou do carro e abriu a porta para ela. Ela olhou a sua mão extendida, então tentativamente colocou a sua nela. Uma estranha faísca subiu rapidamente por seu braço. O que diabos? Seus olhos alargaram, e ela engoliu com dificuldade olhando longe dos profundos olhos castanhos dele.

Aquilo era interesse no olhar dele?

Você está louca, Dana. Ela olhou de novo, e o que quer que seja que ela tenha visto, sumiu.

Reprovou a si mesma, que porvavelmente nunca tinha estado lá. Desesperada... Era isso o que ela era? Não era bom. Talvez devesse visitar o bar hoje á noite e achar um bom cavalheiro mais velho para passar a noite. Sim, alguém mais parecido a sua idade poderia arrancar essa idiótica paixão sobre seus colegas.

Súbita confiança a encheu, e ela sorriu enquanto se endireitava e alisava sua roupa. Excitação correu por ela enquanto seus saltos batiam no pavimento. Passar a noite com alguém podia ser exatamente o gatilho.

Jason assistiu o rebolado dos quadris de Dana e se perguntou como infernos ele iria sobreviver o fim de semana se ela recusasse a passar qualquer tempo com qualquer um deles. O braço de Christopher se envolveu ao redor de seus ombros enquanto seu amigo virava a cabeça e olhava sua colega ingressar no prédio.

Ele soltou um suspiro dramático.

— Se acalme, companheiro. — Christopher disse. — O fim de semana é novo. Ela vai voltar. — Christopher sempre sabia o que ele estava pensando. Não era surpreendente desde que eles eram companheiros de pesquisa desde a faculdade.

— Novo pode ser exatamente o problema. — Ele respondeu. — Eu não quero fazer besteira com isso. Nossa pesquisa—

— Não se preocupe com o nosso capital. Nós trabalhamos muito duro para fazer besteira agora... Além de que, ninguém está tão perto da cura da leucemia quanto nós estamos. Eles precisam do nosso cerébro.

Os dois sabiam que estar perto ainda estava há um milhão de quilômetros longe, de qualquer modo.

— E Dana. Eles precisam do cerébro de Dana. Talvez nós não devessemos passar por isso... Se ela se irritar e fugir, nós iremos estar no tapete.

Ela não sabia, mas sua pesquisa poderia ser a chave exata que eles precisavam para quebrar o código que ele e Christopher estiveram decifrando por tanto tempo.

Ele pegou sua maleta da cabine do carro e virou para encontrar Christopher encarando-o.

— O que?

Seu amigo sacudiu a cabeça.

— Eu estou só me perguntando quem infernos é você. O que você fez com Jason? Quem planejou essa viagem e por debaixo dos panos arrastou Dana junto? Quem praticamente escreve sonetos sobre as pernas dela? Quem rosna quando outro homem fala com ela?

— Todas essas coisas se aplicam a você também. Olhe, eu não estou me acovardando... estou apenas sendo cauteloso.

A rosnada que Christopher havia mencionado subiu na garganta de Jason enquanto ele olhava em direção as portas eletrônicas na frente do hotel. Dana estava parada lá, flertando com o porteiro— Um idiota que parecia dez anos mais velho que ela. Christopher segurou a parte de trás de sua camisa enquanto ele começava a seguir para frente.

— Calma companheiro. Ela não está realmente interessada nele. Olhe o jeito que ela tem os braços cruzados na frente.

Jason tomou uma profunda respiração.

Ele conhecia o plano... Havia um plano. Antes que a noite de hoje terminasse, Dana iria saber exatamente como eles se sentiam. E onde eles a queriam.

Seus braços tremeram razoavelmente com a vontade de segurá-la. Seja paciente, Christopher avisou— Dane-se sua pequena parte em psicologia. E ele tinha estado certo, mas não tinha sido fácil. O primeiro momento que a viu, ele a quis. Foi como uma faca no peito descobrir que ela era casada. Besteira! E então ele se sentiu um bastardo quando quis brindar sobre o divórcio dela. Claro que ao mesmo tempo, quis estrangular aquele idiota na América por causar dor a ela.

Dana pareceu passar bem por tudo, mesmo que um pouco da vibrância dela houvesse terminado. Ele queria recolocar o brilho nos olhos dela. Ele sabia que podia. Ele viu traços daquilo cada vez que eles conversavam... ou se tocavam... ou ele a pegava olhando para ele.

Foi aquela faísca o que havia precipitado esse plano. Os grandões da sede das Indústrias Cranston, a compania para que eles trabalhavam, estariam voando amanhã por um dia, o que era o porque do grupo estar se encontrando em Londres ao invés da pequena cidade que residenciava os escritórios subsidiários. Não havia tempo para atravessar o país dirigindo para o norte.

Vendo uma oportunidade, ele sublinhou as razões por que Dana precisava estar envolvida na viagem e porque a pesquisa dela deveria encaixar com a dele e de Christopher... Não uma mentira, o que fazia o plano muito mais viável.

O negócio era... O projeto era querido para ele, mas verdade seja dita, sua necessidade por Dana repelia tudo, menos a maior profunda preocupação sobre o projeto.

Ele engoliu em seco enquanto ela espiava sobre o ombro agora.

— Você está vindo?

Não ainda.

Christopher pausou enquanto Jason entrava no prédio depois de Dana. Por mais que repreendesse seu amigo, ele também tinha resevas sobre esse fim de semana. Jason queria achar a cura por que sua mãe havia morrido de leucemia. Ele, por outra mão, tinha algo a provar.

Não escapou a atenção dele que Jason era tratado como o cérebro da operação, enquanto ele era visto como o companheiro seguidor. o que mais um bad boy poderia esperar? Apesar de seu esforço por respeitabilidade, ele não conseguia arrancar aquela marca.

Mas Dana não o via daquele jeito. Ele amava o fácil, provocante sorriso dela. Seu pênis se sacudia ao sorriso que ela atirava sobre o ombro. Ela estava preparada para algo. Ele estudou a sexy caminhada dela enquanto se perguntava o que estava rolando naquela cabeça dela.

Se você tirar os olhos do traseiro dela, você poderia adivinhar, seu ignorante idiota.

O carro saiu da calçada e Christopher se apressou para encontrar seus colegas na recepção.

— Nós temos um quarto listado. — O homem no balcão disse a Jason e Dana enquanto Christopher se juntava a eles. Ele arrumou suas mãos casualmente, nas costas de Dana, a seda da blusa dela suave sob sua palma. Ele sufocou a vontade de traçar a costura do sutiã dela com a ponta dos dedos.

— Oh, pelo amor de Deus, — Dana murmurou. — Quão clichê é isso? Você está brincando comigo certo? — A respiração dela acelerou embaixo da mão dele, e não havia engano na batida rápida do coração dela. Uma rápida olhada mostrou que ela não estava particularmente nervosa. Excitada, então?

— Devia haver dois quartos, — Christopher disse. — Eu tenho a confirmação se você precisar. Dois quartos, já pagos totalmente pela nossa empresa.

O balconista piscou a ele, então começou a digitar em seu computador de novo. Poucos minutos depois — Infelizmente — ele ofereceu as chaves para dois quartos em dois diferentes andares. Não era o que ele queria, mas era a coisa certa. Idiota no entanto, se ele e Jason conseguissem o que queriam, eles estariam usando um quarto, de qualquer maneira.

Dana virou a eles do elevador.

— Vejo vocês amanhã de manhã. Nós podemos nos encontrar no saguão?

— Você tem certeza que não quer ver o lugar? — Jason respondeu. — Não é tão tarde para que nós não consigamos entradas para um show.

Ela riu e sacudiu a cabeça.

— Não, vocês dois, vão em frente. Se divirtam. A senhora do grupo vai descansar.

Christopher ralhou. Dana era qualquer coisa, menos velha. Ela poderia ter poucos anos mais que ele e Jason, mas bom Deus, ela não parecia um dia mais velha. Ele nunca conheceu uma mulher para exalar classe e sensualidade com a flama que Dana tinha. Qualquer lugar que ela fosse, ganhava olhares de homens, e eles não eram apenas bêbados admirando seu brilhante cabelo castanho em seu balançado corte, nem a marca dos matadores saltos altos. Christopher não podia ter adivinhado a marca, tudo o que ele sabia era que eles eram ereções garantidas. Apenas uma olhada à suas longas pernas, Ele ajustava sua bolsa para pendurar parcialmente sobre sua virilha. O que havia sobre ela que o fazia querer transar o dia — e noite — todo? Ele não era nenhum adolescente tarado. Havia superado esse tipo de quase incontrolável necessidade anos atrás.

— Você vai ficar no seu quarto a noite toda, então? — Ele perguntou sem acreditar.

Um fraco rubor tingiu as bochechas dela.

— Uh... — Ela olhou para o outro lado e ele soube que ela tinha planos que não envolviam seus dois colegas de trabalho, ou ficar a noite toda em seu quarto. — A maior parte do tempo. Se eu sentir fome mais tarde, desço e pego alguma coisa... para comer.

Comer? Certo.

Jason olhou para ele por cima da cabeça dela. Agora o que? O olhar dele parecia dizer.

— Tudo certo, amor. — Christopher concordou, mesmo que fosse a última coisa que ele quisesse. — Falamos com você depois. Ligue se não estiver tão cansada mais tarde.

Jason virou para ele tão rápido quanto a porta do elevador fechou, fechando Dana deles.

— Maldição! O que foi isso? Eu poderia ter convencido ela.

— Você realmente queria arrastá-la para mostrar o Palácio de Buckingham, o Big Ben e o Tâmisa? — Christopher riu. Jason estava caído. Ele nunca havia visto-o tão agitado. Não o Sr. Encantador. Não, normalmente ele podia seduzir uma mulher fora suas meias em cinco ponto dois segundos— A menos que o nome dela fosse Dana Matthews.

— Não, mas eu não quero passar a noite brincando de zeros e cruzes com ela, também.

Bom senhor, nem ele queria.

Capítulo Dois

Um banho quente, alguns pensamentos quentes, talvez uma rápida, mas quente masturbada, e talvez ela relaxasse. Precisava esquecer a idéia de sexo com Christopher e Jason. Eles eram seus colegas de trabalho, pelo amor de Deus. Ela poderia precisar de afirmação de que ainda era uma mulher sensual, mas não com eles. O problema era, ela realmente não queria ninguém mais, mesmo se fosse suícidio de carreira.

Ela apenas precisava manter essa obsessão para si mesma. Eles não precisavam saber.

Quatro horas num carro com eles era média de três horas e cinqüenta e nove minutos muito longos. A presença deles pareceu encher o veículo com a essência de cada um...

As colônias eram diferentes, ainda similares com sub-notas amadeiradas que se mixavam com o aroma natural deles, para tirá-la de equílibrio. Era uma mistura tão intoxicante de... homem. Seu sexo tremeu enquanto ela relembrava. O perfume do seu ex nunca tinha incitado tanta excitação. Era fracote ao melhor, e não inspirava pensamentos de ser arrastada contra um quente, peito duro. Ou dois.

Ela sorriu. Era tão má, imaginando Christopher e Jason ao mesmo tempo. Foder com os dois, tinha sido o tema de suas fantasias por meses, e ela não avaliava que isso mudaria em qualquer tempo próximo. Tinha algo decididamente travesso sobre a idéia de tomar seu prazer com dois homens... Mas o fato de que eles eram ambos dez anos mais novos, titilava seus sentidos além da razão. Ela deu uma risada. Em seus sonhos, eles poderiam ser seus brinquedos sexuais.

Mmm... Sim. Seus brinquedos sexuais pessoal feitos para suas ordens.

Lentamente, ela desabotoou a camisa. Seus olhos fecharam vagamente quando pensou em Jason, e sua intenção nos olhos castanhos chocolate cheios de paixão, ele estendeu a mão para ela enquanto Christopher estendeu a mão para a braguilha. Jason seria o tipo de desabotoar. Cristopher seria um despedaçador. Como ela não queria estragar a blusa, foi menos destrutiva.

Seus dedos arranhavam os seios enquanto ele lentamente empurrou um botão perolado após o outro através dos furos. Sua respiração ficou ofegante quando juntas roçaram sua pele. Seus mamilos endureceram sem serem tocados e, de repente seu sutiã rendado parecia muito apertado. Um suspiro tremia por entre os lábios quando sua blusa escorregou de seus braços e flutuou para o chão de azulejos cor terra do banheiro ao lado da saia que havia retirado antes.

Umidade inundou sua boceta, lubrificando as dobras que ela logo acariciou. Gemendo, ela colocou as mãos em concha sob os seios fechados no mais refinado Victoria's Secret's. Sexys Lingerie eram a sua indulgência e um segredo que nunca tinha alimentado quando estava com seu ex. Ele não se importava com o que ela usava... ela o fazia. Agora, ela comprava o que queria e o que queria era travessas calcinhas e sutiãs. Ninguém via, mas a faziam sentir-se bem.

Seu creme infiltrou-se na seda sobre seu sexo quando ela imaginou os brinquedos sexuais vendo o que ela usava sob seus ternos. Uma mão caía sobre a barriga ligeiramente arredondada. Ela correu a palma da mão sobre a cinta-liga da sua meia. Christopher se ajoelhou à frente dela e correu as mãos sobre as pernas dela revestidas com seda. Dos dois, era o mais tátil. Ela quase atravessou o telhado, quando ele pôs a mão nas costas dela mais cedo. Apenas uma mordida no interior de seu lábio tinha parado um gemido e a vontade de pedir-lhe para deslizar a mão para o sul.

Ela gemia agora, enquanto atormentava o mamilo com uma das mãos e empurrava os dedos da outra sob sua calcinha de cetim e renda. Sensações dispararam entre os seios e a vagina, fazendo tremer suas coxas. Os músculos em seu abdômen enrijeceram enquanto o calor deslizava em seu ventre e seu corpo preparava-se para uma explosão iminente.

Ainda não. Queria que durasse. Ela queria estar tão saciada que não pensaria em Jason e Christopher por algumas horas. Como isso ia acontecer... mas felizmente ela se enganou quando deslizou os dedos abaixo dos cachos. Suas dobras estavam escorregadias quando ela acariciou vagarosamente, passando a mão através delas, excitada por quão excitada estava. Ela esfregou levemente sobre o clitóris, estremecendo quando relâmpagos subiram por ela.

Ela saltou quando um golpe soou em sua porta. Lutou contra a neblina sexual que a tinha envolvido. Girando, ela espiou o robe branco deixado como cortesia pela camareira do hotel. Escorregando para a túnica volumosa, ela amarrou o cinto apertado em volta da cintura e chutou seus saltos. A batida veio novamente acompanhada por uma profunda voz, "serviço de quarto."

Ela suspirou. Christopher. Coincidência. O que ele pensaria se soubesse que estava fantasiando sobre ele tocá-la momentos antes? Depois de balançar a fechadura, ela abriu a porta. Seus olhos ficaram arregalados na visão de não um, mas dois de seus companheiros fora da porta. Eles tinham se trocado e agora estavam vestidos com jeans desbotados de cintura baixa e camisetas que se agarrava às suas curvas musculosas. Demônios, estes homens não pareciam com cientistas... eles pareciam modelos. Quentes modelos bem desenvolvidos.

Eles encheram o quarto antes que ela pudesse detê-los, e Jason empurrou e fechou a porta. Ele trazia uma taça de champanhe na mão. Ela percebeu que Christopher atuou bem, na verdade, ele tinha duas taças e uma garrafa de espumante. Onde diabos eles tinham conseguido isso? Ela apostaria que estava mesmo refrigerado.

— Nós pensamos que talvez você gostaria de uma bebida, — disse ele, colocando o conjunto das taças e garrafas sobre o balcão um pouco além dela. Jason o seguiu.

Ela balançou a cabeça, seu coração batendo em um ritmo irregular.

— Gente, isso não é uma boa idéia.

— É uma idéia perfeita, — respondeu Christopher, se aproximando de modo que o espaço entre eles desapareceu. Assim fez o seu ar. Ela não conseguia respirar. Não podia pensar. A neblina sexual voltou, nublando sua visão.

— E um bom tempo... — Jason acrescentou, tomando a mão trêmula. Seus lábios sobre seus dedos na boca quando Christopher cobriu a dela. Todos os pensamentos de dizer não, todas as razões para negar isso, desapareceram. Ela envolveu seu braço livre em volta do pescoço de Christopher. Elevando-se na ponta dos pés, ela abriu a sua boca empurrando a língua enquanto pressionava os seios contra o peito. O veludo espesso bloqueava de senti-lo completamente, mas não conseguia disfarçar os seus planos e duros mamilos empurrando.

— Mmm, o que é isso que eu saboreio? — Jason resmungou. — Travessa, menina travessa. Estávamos tendo um pouco de diversão?

Os olhos de Dana arregalaram quando ela percebeu que ele tinha chupado os dedos com sua boca. Oh homem... suas dobras encharcadas tremeram. Isso estava realmente acontecendo. Eles estavam realmente aqui, juntos, tendo o que eles queriam e o que ela queria dar a eles por tanto tempo. Ela gemeu na boca de Christopher quando seus olhos se fecharam novamente.

— Pensando em nós? — Christopher perguntou contra seus lábios.

— Sim— ela respondeu sem pensar. Constrangimento disparou através dela, e ela tentou se afastar deles, mas o aperto de Christopher em torno de sua cintura parecia como o ferro, como o de Jason em seu pulso.

— Não fique constrangida, amor — disse Christopher. — Nós queríamos você também. Tarde da noite, sozinho em minha cama, eu pensei em suas coxas exuberantes me abraçando. Seu doce corpo pressionado ao meu, enquanto me perco em você.

Ela sentiu as mãos no cinto do robe, em seguida o ar fresco quando o vestuário caiu aberto. Uma mão espalmou sobre sua barriga.

— Nós tentamos ser sutis. Isso não funcionou — disse Jason, os dedos avançando mais abaixo. — Agora é hora de duro e rápido. Diga não. Se você não quer isso, diga não agora. — Sua respiração embaralhou os cachos perfeitos em sua têmpora, enquanto as pontas dos dedos sondaram sua cintura, logo abaixo. — Diga agora, antes que seja tarde demais.

Christopher removeu-se uma fração de centímetro. Ela arfou, sentindo seu calor e a mão de Jason sempre tão perto de onde ela queria sentir os dois.

— Eu não posso— respondeu ela. — Não posso... parar...

Isto era loucura. Ela deveria fazê-los sair de seu quarto. Eles deviam esquecer, pois nada disso aconteceu. O que acontece em Londres, fica em Londres e tudo o que...

Pode ser. Eles poderiam ter este fim de semana, em seguida, ir para casa e esquecerem, porque isso nunca aconteceu. Ela queria uma aventura. Aqui estava uma pronta.

— Eu preciso te ver — anunciou Christopher. Ele deu um passo para trás e ela lutou contra o desejo de cobrir-se. Eles queriam, ela adivinhou que eles deveriam ver o que eles estavam recebendo. Ela mordeu o lábio... iriam pensar que ela era muito gorda? Caras como eles poderiam ter garotas magras tipo a senhorita calças apertadas em vez de uma mais arredondada, mais do tipo como ela.

Ou será que eles achavam que ela era muito devassa? Um tipo de excitada Sra. Robinson1? Ela só podia imaginar o que veria quando eles olharam para ela em sua lingerie sexy com o robe envolto em seus braços onde ele tinha parado sobre as curvas de seus cotovelos. Endireitou os braços e o deixou cair no chão.

1 Do longa metragem, A Primeira noite de um homem. (The Graduate) A personagem Sra. Robinson, uma mulher casada seduz Benjamin, um rapaz que está de volta da faculdade na casa de seus pais. Seu marido é sócio do pai dele, e eles são todos vizinhos e amigos íntimos. Numa festa, ela pede para Benjamin levá-la para casa, pois bebeu demais, e ao chegarem, a casa está vazia. A cena que segue, é uma das mais conhecidas no cinema norte-americano, onde o rapaz pergunta a ela:

— Sra. Robinson, você está tentando me seduzir?

A frase foi adaptada diversas vezes em outros filmes e séries de TV.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Graduate

— Inferno amaldiçoado... — Jason murmurou, suas palavras soavam mais como uma oração do que uma maldição.

— Sim... — Christopher se uniu. — Dana, eu nunca... você é tão... Cristo...

Os lábios dela viraram nos cantos, mas o sorriso desvaneceu-se quando Jason se aproximou sobre ela. Ela não pôde sorrir a vista da luxúria atravessando através dela. Ela mal conseguia fazer nada, apenas sentir.

Jason virou-a em seus braços. — Eu quero provar mais de você, diretamente da fonte.

— Oh Deus — ela respirou.

— Quais são seus pensamentos sobre bondage? — Christopher perguntou por trás deles.

— Uh... — Pensamentos? Supunha-se que ela tivesse pensamentos?

— Ser amarrada, atormentada pelos dois homens quentes que você tem atormentado durante seis meses.

— Eu não...

— Oh sim, você tem— Jason interrompeu. — Seus sapatos foda-me, o seu caminhar sexy, os olhares de desaprovação quando fazemos travessuras... não nos dando à hora do dia, mesmo quando tentamos corteja-la com barras de chocolate e margaridas.

— Eu não sabia...

— E pensar que você está escondendo estas lindas rendas debaixo de suas roupas. Definitivamente, uma mulher muito, muito travessa.

Flashes de seu agora óbvio cortejo a bombardeavam. Como ela tinha perdido isso?

— Muito travessa— acrescentou Christopher. — Eu acho que ela vai definitivamente precisar ser amarrada.

— Christopher está em um pouco de bondage — sussurrou Jason. Ele piscou para ela. — Acho que eu também estou.

— Ok? — ela chiou, sua resposta era mais uma pergunta. Eles queriam amarrá-la? E fazer o quê? Se ela estivesse contida, eles seriam capazes de fazer tudo o que diabos eles quisessem.

Seu nível de calor subiu diversos graus. Ela nunca tinha fantasiado sobre isso...

Jason colocou-a de pé frente à cama, quando Christopher se sentou na beira, e a cercou com as pernas. Movendo-se atrás dela, Jason deslizou levemente as mãos sobre suas costas. — Tão, bom— lhe disse quando os dedos foram para o fecho do sutiã. Arrepios correram através dela como um arrepio descontrolado, vibrando a partir do epicentro, em seu núcleo. Ela gostava de ser tocada e esse algo, tinha sido o que ela tinha sentido mais falta quando veio para a Inglaterra. O toque. A proximidade.

Os dois homens reuniram-se perto, afastando com a mão a solidão que a estava atormentando. O calor da sua presença inundou sobre ela.

— Coloque suas mãos em seus seios, bebê— disse Jason atrás dela. Mostre ao Christopher o que você faz quando você está sozinha e pensando em nós.

Olhando fixamente nos olhos de Christopher, ela ergueu as mãos e fez como Jason tinha instruído. Os globos cheios pesavam em suas palmas. Ela esperava que não vergassem demais, que eles o achassem atraentes, que pelo menos um deles a foderia logo...

As mãos de Jason subiram abaixo da dela e apertaram-nas. — Aperte esses bonitos mamilos rosa. — Ela puxou as pontas, choramingando quando uma outra onda de excitação inundava sua vagina. Cada vez que ela rolou os picos duros, seu corpo respondeu até as pernas tremerem sob seus pés.

Christopher recostou-se nos cotovelos a assisti-la. Sua mão foi para o zíper, correndo sobre a dura excitação ali. Seus olhos pareciam completamente pretos, a respiração irregular.

— Deus, eu quero te foder.

Bom. Porque ela não queria nada mais. Ela olhou para ele, nunca quebrando o seu olhar quando dançou seus dedos sobre seus mamilos.

De repente, Jason a empurrou e ela pousou no peito de Christopher, empurrando-os para o colchão. Ele riu e enganchou as mãos debaixo dos seus braços, deslizando para baixo em direção aos pulsos. Agarrando-lhe os pulsos, ele puxou os braços até que ela estava presa e não podia empurrar para cima de sua posição. Cada cume rígido de seu corpo jovem pressionando nela.

— Bondage— ele murmurou em seu cabelo, seus dedos apertando um pouco nos pulsos. — A nossa mercê.

Um tremor passou por ela.

— Você gosta disso, não é? — Perguntou ele.

Se ela gostava? Seu creme estava prestes a escapar de sua calcinha e escorrer por suas pernas. Ela assentiu com a cabeça, pressionando o rosto queimando em seu pescoço.

— Dana, olhe para mim.

Lentamente, ela levantou a cabeça e olhou em seus olhos escuros.

— Eu quero ver cada reação. Eu quero ver o seu prazer.

Jason espalmou a mão nas costas dela. A pressão incitou seu sexo contra a pélvis de Christopher. Imaginou montar o grande pênis obviamente escondido dentro da calça, as imagens devassas empurraram sua excitação a novos patamares. Ela nunca se sentiu assim!

— Relaxe— Jason disse quando alisou as mãos ao longo das suas pernas. Ele brincou com o início de sua fina meia. — Eu gosto destas. Quentes. Você sabe o que vai ser mais quente?

— Não, — ela engasgou enquanto seus dedos enganchavam na calcinha, arrastando-a para baixo.

Christopher olhou diretamente para ela. Seria possível foder alguém com o olhar fixo...? Porque ele estava fazendo isso. Ele mordiscou o lábio inferior nunca quebrando o contato visual. Ela estremeceu, tentando não olhar para longe.

— Quando estiverem cobertas com sua liberação... e a nossa— disse Christopher raspando. Um gemido involuntário escapou e ele capturou com seus lábios, avidamente, tendo a sua boca e festejando como se nunca tivesse experimentado uma mulher antes.

— Afaste mais as pernas — Jason ordenou suavemente, sua voz distante quando Christopher devastou sua boca e fez girar seus sentidos. Ela automaticamente obedeceu, ofegante, quando Christopher deslizou seus joelhos sob as pernas dela e empurrou-as afastadas, abrindo-as.

Isso era bondage, que ela nunca tinha imaginado. Contida e aberta, não por cordas ou aço, mas pela carne.

Mantida aberta, ela não pôde esquivar e se afastar quando Jason lambeu o interior de sua coxa, a partir da seda e trabalhando seu caminho até sua vagina. Separando-a com os polegares, ele deslizou a língua ao longo de sua dobra. Um orgasmo quase caiu sobre ela quando ela gritou, empurrando seus quadris sob o prazer.

— Sim amor, — Christopher sussurrou. — Dê a ele. Deixe-o provar seu doce creme. Eu amo os sons que você faz quando grita mais. A maneira como você treme em nossos braços. Queremos tudo o que você tem.

Que diabos aconteceu aqui? Os brinquedos sexuais que ela fantasiou agora aqui em carne e osso e dando-lhe ordens. Ela não tinha considerado esse cenário. Em seus pensamentos, ela sempre tinha sido a única responsável, embora na realidade, era a última coisa que queria.

Os ombros largos de Jason acariciaram a parte superior de suas coxas.

— Tão, molhada— murmurou quando arrastou seus dedos ao longo de suas dobras orvalhadas. — E quente. — Ele empurrou dois dedos em sua capa, alongando os músculos apertados. Foi há muito tempo. Mesmo antes dela e o marido se separaram, tinha se passado meses que tinham dormido juntos.

— Bebê, eu não posso esperar para sentir você apertar o meu pau e ordenhar cada gota de meu gozo de mim.

Seus olhos arregalaram e Christopher sorriu, o movimento do seu tórax, fazendo sua camisa esfregar seus mamilos.

— Seu ex não falava sujo?

— Penso que ele não sabia como — ela conseguiu, embora agora mesmo não conseguisse lembrar seu nome. Quase não lembrava dela. Os dedos de Jason empurraram para dentro e para fora dela. Suas costas arquearam quando ela conseguiu mais prazer. Ele pressionou a boca nela, colocando o clitóris entre os lábios, e ela não conseguia conter os gritos. A liberação pulsou sobre ela disparando um prazer parecido a um punhal sobre seus membros.

Incansavelmente, ele continuou fodendo-a com os dedos enquanto lambia seus fluidos que escapavam.

— Mmm, tão bom— ele disse.

Puxando os dedos dela, ele chegou até tocarem seus lábios. Ela congelou. Ela nunca...

Mas isso era tudo novo. Timidamente, ela separou os lábios e chupou o suco de seus dedos, surpresa com o picante, e não desagradável gosto. Sua língua corria ao longo de suas juntas, limpando cada bocado longe e acariciando a carne como se fosse o seu pênis. Ele gemeu quando ela chicoteou a ponta dos dedos. Ele puxou fora a mão. — Você vai me fazer perder o controle.

— É a minha vez— disse Christopher antes que ela pudesse responder com um comentário atrevido. Ela pensou que ele iria derrubá-la sobre o colchão e mergulhar entre suas pernas, em vez disso, com a mão atada em seu cabelo, arrastou-a para baixo para outro beijo, varrendo sua língua no interior para recolher o sabor de seu creme.

Em seguida, ele tirou suas roupas. Seus braços foram em torno de seus ombros e ela percebeu que ele a libertou. Pressionando os calcanhares na borda do colchão, ela se moveu para o meio da cama. Christopher seguiu. Suas mãos estavam por toda parte.

Para sua surpresa, ela sentiu as mãos de Jason também quando ele desabotoou e puxou as calças de Christopher descendo o zíper. Ela puxou sua boca longe de Christopher quando as calças eram puxadas para baixo.

— Vocês dois são... — Gays? Eles não poderiam ser.

— Não é malditamente provável— Jason murmurou.

— Não, não exatamente— disse Christopher ofegante, usando a pausa para arrancar a camisa.

— Então, como exatamente?

Ele acariciou-lhe com os dedos abaixo de sua bochecha. Ele continuou em seu ombro e, em seguida, para os seios. Seus polegares acariciaram sobre os picos tensos, enviando fragmentos de prazer através dela. Ela pressionou para cima em seu toque, querendo mais. Sua respiração ofegante quando ele beliscou uma ponta.

— Amor, nenhum de nós, é. Minhas mãos estavam ocupadas, e Jason é impaciente. Ele quer que eu comece, então ele pode... começar.

Ele ajoelhou-se entre os seus joelhos, sua ereção impressionante subia de uma moita de cachos louros, sua calça jeans presa em torno de seus joelhos.

Jesus, ele estava quente.

Seus lábios se contraíram e ela tentou usar o olhar desaprovador de professora rígida, que dava a eles quando eles ficavam de brincadeiras no local de trabalho.

— Eu não vou foder com você com suas calças enroladas nos seus joelhos como um adolescente que toma furtivamente sua primeira relação sexual.

— Não?

Ok. Talvez ela fosse. Levantou os joelhos e fixou os pés apoiados a parte pra dar-lhe as boas vindas em seu interior. Ele cheirava a sexo ilícito, não rápido e quente... não que ela realmente quisesse isso rápido.

Christopher sorriu seu sorriso cafajeste, que sempre a fez louca de necessidade.

— Eu acho que você vai gostar.

Ela pensou que ele provavelmente estava certo. Suas meias, calça jeans desgastada e músculos, a lembrou da velha fantasia da socialite e o faz-tudo. Tinha algumas coisas que ela gostaria que ele consertasse e ela sabia exatamente onde ele poderia colocar a sua ferramenta. Ela estendeu a mão para Christopher, ainda mais excitada do que tinha estado antes.

— Eu quero que você me foda. Muito.

— Eu quero que você use esses— disse Jason e de repente ela percebeu que ele tinha desaparecido e retornado. Agora, ele voltava do banheiro, os sapatos pendurados nos dedos. — Eu quero foder você com os seus sapatos ‘foda-me’.

Ela mordeu o lábio, levantando um pé ao lado de Christopher. Ele agarrou o tornozelo, segurando-a. Jason lentamente colocou o primeiro salto, acariciando seus dedos até sua panturrilha. Ele gentilmente colocou seu pé para trás na cama. Eles repetiram o processo com o outro pé.

Espanto duelou com sua excitação. Ninguém jamais a tratou com tanto cuidado. E ela certamente nunca pensou que alguém estaria exitado com seu calçado. Ela pressionou os calcanhares nos cobertores sentindo-se sexy e impertinente e bem... desejada. No casamento, ela sentiu-se como uma mercadoria, como a eletricidade ou água corrente. Christopher e Jason fizeram-na se sentir como uma iguaria rara.

Olhando nos olhos de Christopher, ela ergueu os quadris e traçou a sua vagina com os dedos. — Eu quero você aqui. Por favor... — ela sussurrou.

Ele se inclinou para frente, à ponta de seu pênis dividindo suas dobras. — Oh bolas— jurou.

— O que?

— Preservativo... amor, você me tem trabalhado assim, eu quase esqueci. Nunca me esqueço.

Ela sorriu de modo pretensioso quando ele puxou um quadrado de plástico do bolso e rasgou-o abrindo com os dentes. Então ela o fez esquecer? Uma digna, se perigosa meta de repetir-se.

Chegando entre eles, se separou dela. Ele subiu a frente. Ela gritou em uníssono com ele quando ele sentou-se ao máximo, enchendo-a com um golpe forte. Mesmo quando seu corpo adaptou-se ao seu pênis largo, ela adorava a sensação de cada centímetro. Enchendo-a. Esticando-a. Reclamando-a.

Ele começou um ritmo de condução, empurrando profundamente com cada impulso. Ao lado dela, Jason empurrou para baixo as calças e subiu na cama. Ela chamou-lhe mais perto com um braço ao redor de sua cintura. A cabeça de seu pênis balançou-se ante seu rosto e ela levou-o entre os lábios. Sua língua agitando ao longo da parte inferior, pressionando o cume enquanto trabalhava para cima e para baixo o eixo com o mesmo ímpeto que Christopher empurrava dentro e fora de sua vagina.

— Inferno amaldiçoadoo Chris. Eu posso senti-lo batendo-lhe, — Jason suspirou.

E sensações eram tão boas, nunca pensou, reduzir a velocidade. Sua consciência se dividiu quando ela recebeu os golpes de Christopher, mas deu atenção igual ao Jason. Suas mãos enterraram-se em seus cabelos, puxando ligeiramente quando ela moveu-se. E ela adorou. Ela queria mais e mais da sua posse. Mais e mais da sua atitude desleixada.

Ela gemeu ao redor do pênis em sua boca quando um acariciou abaixo através de seus tecidos sensibilizados. Tensão se amontoou em seu ventre, atingindo pequenos graus para a liberação. As vertentes continuamente tentavam libertar-se e explodir através de seu corpo apenas para serem retidas em sua borda. O orgasmo tremia lá. Quase... Quase...

Seus lábios apertaram em torno de Jason enquanto ele fodia sua boca, a cabeça de seu pênis deslizando ao longo do céu da boca em um empurrão e pressionando contra sua língua em outro.

— Oh bebê. Oh meu Deus... — ele gritou quando ela aumentou a sucção, raspando levemente com os dentes em seguida, acalmando o comprimento rígido com movimentos de sua língua. Ele endureceu quando empurrou profundamente, uma última vez. Seu gozo borrifou-se abaixo sua garganta e ela engoliu convulsivamente, lutando para engolir sua homenagem salgada.

Ela lambeu os lábios e sorriu quando ele puxou liberando-a. Respirando pesadamente, ele se deitou ao lado dela e beijou-a. Sua mão pressionou sobre sua barriga e ela quase gritou quando a sensação dos golpes de Christopher se intensificaram. Sua respiração ficou ofegante quando Jason abandonou sua boca e se mudou para sua orelha.

— Você sabe como você é quente? Deixando nós dois te foder? Eu posso sentir sua barriga tremendo sob minha mão. Você está prestes a perder o controle, não é?

Ela choramingou, suas palavras focando o seu ser em sua boceta e o pau de Christopher.

— Ele está vindo não é? — Jason continuou. — Você o está apertando até que ele mal consegue se mover. Esses pequenos músculos apertados que senti vão sugá-lo seco.

Ela arfava, inconscientemente, sua mão indo para o peito, apertando o monte, e deslizando até beliscar seus mamilos.

Jason beliscou sua orelha.

— Eu não posso esperar para estar dentro de você, também. Eu vou foder você até você se contorcer para a liberação, mas não vou parar... não até que você esteja gritando em seu segundo ou terceiro... orgasmo. Então eu vou foder sua bunda, mas não vou usar preservativo. Eu vou enchê-la com meu esperma.

Ela gritou, suas palavras empurrando-a ao longo da borda quando cambaleou para cima no pau de Christopher, sua boceta batendo em sua virilha. Um incêndio de sensação correu através dela, que todo o seu corpo convulsionou em explosões de fogo rápido.

— Sim, você gosta assim. Apertá-o. Termine-o. Então eu posso ter a minha vez.

Sua cabeça balançou de um lado para outro quando Christopher continuou com os movimentos dentro e fora apunhalando sua boceta. Ela não podia ter mais. Como poderia Jason falar mais? Um segundo orgasmo veio na sequência do primeiro. O corpo dela jorrou em torno dele, encharcando sua pélvis e coxas.

— Oh sim amor— ele gemeu. — É tão bom. — Seus dedos apertaram-se nos quadris. Ele continuou.

— Bebê, ele está quase lá— Jason falou roucamente. — Seus dentes estão cerrados. Os tendões do pescoço estão bem apertados. Olhe para os músculos em seus braços.

Ela mal podia ver a neblina sexual sobre ela. Quando olhou para cima, os olhos escuros de Christopher olhando para ela, a fez desviar o olhar para o peito dele arfando. Capturado em seu olhar, outro lançamento tomou-a. Seus dedos empunharam as almofadas quando ela gritou. Onda após onda de prazer lavava-se em cima dela.

Ele gemeu, do fundo do peito, e bombeou pela última vez. Drenado, caiu para o lado. Jason imediatamente tomou seu lugar.

— Não— suspirou Dana, balançando a cabeça no travesseiro. Ela não podia ter mais.

— Sim, — Jason sibilou, seu grande pênis deslizando em sua passagem ainda em convulsão. Novo disparo de prazer através dela enquanto ele calmamente ficava dentro e fora dela.

— Sim... — ela suspirou. Seu corpo se acalmando um pouco.

— Bebê, a sinto tão bem. — Virou-se assim ela estava sobre ele. Ela engasgou quando ele deslizou mais profundamente. Ele agarrou seu traseiro incitando-a a se mover. Cautelosamente, ela mudou a sensação de exposição nessa posição. Não houve nada de escondido que saltou ou bamboleou ou vergou. Ela estava distantemente ciente de Christopher que se deslocava da cama.

— Mais duro— Jason murmurou. — Deus, você é linda. Monte meu pau. Foda-me. — Ela fez, mas ele encontrou-a golpe por golpe, subindo seus quadris para cima e agarrando-a para puxá-la abaixo sobre ele. Suas coxas queimaram, a sensação viajando até seu traseiro, em seguida, sua vagina, aquecendo-a e deixando-a selvagem.

A cama abaixou atrás dela e ela sentiu Christopher contra suas costas. Suas mãos trabalharam sobre seu corpo, acariciando, amassando seus seios e rolando os mamilos. Uma mão abaixou para esfregar seu clitóris. Ela gritou de modo selvagem, jogando os braços para trás abraçando o corpo mais perto. Ela fechou os olhos, sentindo a sensação dos pelos pubianos e das coxas de Christopher abrasarem sua bunda enquanto ela subia e descia no pênis de Jason, sempre cuidando de não ficar demasiado selvagem, ou apunhalaria os saltos que ainda usava na coxa dele. Descendo, ela puxou, os atirando de lado, em seguida, abraçou Christopher novamente.

Ela sentiu que sua mão trabalhava entre eles, acariciando a fenda do seu traseiro e lentamente trabalhando entre os globos. Ela endureceu quando p dedo circulou seu ânus.

— Relaxe, amor. Eu não vou te machucar — disse ele. Ele beijou seu ombro. Jogou um pequeno pacote na cama ao lado deles no mesmo momento que ela percebeu que seu dedo estava escorregadio e que ele trabalhava-o passando por seu anel de músculos inexperiente. Ela ficou rígida e afundou os dentes em seu ombro. Ela moveu-se na dor, mesmo enquanto era despertada por seu movimento primitivo.

E o seu dedo estava todo o tempo nela.

Ele mordeu-a como uma distração. Homem muito mau. Deslizando a mão para baixo, ela beliscou seu traseiro como castigo. Faixas selvagens de prazer ilícito teceram-se por meio dela, quando ela viajou por um caminho que nunca tinha tomado... montando um outro homem... com os dedos, pelo menos dois agora em seu traseiro. Christopher imitou seu ritmo sobre Jason, mergulhando e retirando na hora de cada golpe.

Quem era esta mulher devassa?

Revigorada, ela se inclinou para frente ficando de quatro sobre Jason, batendo abaixo em seu pênis e esfregando sua pélvis contra a dele com cada estocada.

— Mais rápido— pediu Christopher.

Os lábios de Jason apertaram em cima de um mamilo, puxando e repuxando quando ela balançou. Seus dentes roçaram a ponta sensível e ele acalmou-a com sua língua do jeito que ela fez com seu pênis.

Seus pensamentos escaparam e ela se tornou uma bola de sensações. Corpos, mãos e bocas se tornaram como um. Tudo que ela sabia era o prazer circulando sobre, ela como ondas elétricas que dançavam sobre sua pele e por seu sangue. Orgasmo após orgasmo desceu por ela, que gritou roucamente. Ela podia ter gritado. Não sabia. Estava vagamente ciente de Jason enrijecido abaixo dela, seu semên de derramando dentro dela. Seu líquido quente revestindo seu pênis e escorrendo quando ele continuou a se mover.

O aroma picante do sexo encheu o ar. Dana quis que a enchesse, e ainda despertasse seus sentidos. Atrás dela, Christopher retirou os dedos e deixou-a para completar a sua viagem apenas com o pênis de Jason enchendo-a. Outro lançamento suave ondulou através dela, antes cair sobre o peito de Jason.

Ela caiu de lado sobre o colchão, exausta, seus fluidos, e o gozo de Jason correndo em suas coxas.

— Oh meu Deus— ela murmurou.

— Sim — Christopher respondeu.

— Você não usou preservativo— disse ela, vagamente indiferente ao conhecimento. Ela não devia preocupar-se? Era esforço demais agora. Se preocuparia de manhã.

— Doenças— Jason murmurou. — ...Estéril e limpo.

— Desculpe.

— Está bem. Christopher está bem... quando nós decidirmos ser pais. Torna o sexo mais fácil para mim.

— Mmm... bem nós vamos ter que fazer isso novamente. — Mas não agora... ela não conseguia se mexer.

— À suas ordens, — Jason arquejou.

— Sempre que você quiser — disse Christopher, ao mesmo tempo.

Juntos, os homens a puxaram para cima da cama para colocá-la corretamente na cama, em vez de deitada no meio.

Ela sorriu, afundando sua cabeça no travesseiro quando Christopher aninhava-se à sua frente, sua coxa entre as dela, e Jason curvando-se em suas costas. Seus brinquedos sexuais...

Franziu a testa. Mas por quanto tempo ela poderia acompanhá-los?

Não importava. Esta era uma aventura de fim de semana. Antes que ela soubesse, eles estariam em qualquer coisa jovem e ela teria algumas grandes memórias.

Ela fechou os olhos apertando-os, quando uma dor esmagadora a atravessou. Como ela suportaria?

— Quanto tempo antes que você esteja pronto novamente? — ela perguntou. Hoje foi sobre o sexo... amanhã sobre o negócio e domingo sobre ir para casa. Até então, ela não queria pensar.

Capítulo Três

 

Dana despertou lentamente. Levou um momento para lembrar que não estava em casa, na sua própria cama. Ela levou alguns segundos mais para se lembrar por que dois pesos pesados cruzavam seu meio, segurando-a com firmeza.

Jason e Christopher. A noite passada foi...

Ela não tinha palavras, e pela primeira vez em sua vida, não ia fazer a coisa cientista e analisá-lo ate a morte. Eles foderam como uns loucos e ela ainda estava formigando.

E ela precisava de um banho. Ela passou, sentindo as pernas ligeiramente pegajosas de suas secreções. Hum, sim. Ela precisava muito de um banho.

Cuidadosamente, ela saiu do meio dos dois homens que instantaneamente se aconchegaram juntos como cachorros. Ela não pôde reprimir um sorriso. Se eles estivessem em ménage, então estavam acostumados a se tocarem de vez em quando, de forma não-sexual. Os dois eram tão adoráveis que ela queria tirar uma foto. Eles não apreciariam isso.

Tirando a visão de sua cabeça, ela andou levemente para o banheiro e fechou a porta silenciosamente. Com cuidado, retirou as meias, pensando que elas não eram tão quentes agora que estavam furando sua pele. Depois de jogá-las no balcão, abriu o registro da água do chuveiro. Enquanto a temperatura ajustava, ela pegou a toalha e colocou seus objetos de higiene no recinto, em seguida, entrou.

A água, como picadas de agulhas esmurraram sua pele já sensibilizada. Ela suspirou e relaxou sob o jato, mas apressou-se para que pudesse voltar para seus amantes. Em poucos minutos, ela desligou a torneira e foi pegar a toalha. E encontrou a porcelana vazia.

Empurrando o cabelo de seus olhos, ela esquadrinhou o chão. Nenhuma toalha. E a porta estava aberta.

— Quem pegou minha toalha? — Ela gritou. Ela procurou no armário sobre o banheiro e encontrou o metal vazio. — Ei! Quem pegou todas as toalhas?

Jason apareceu na porta, nu, os braços cruzados sobre o peito.

— Venha, bebê. Vamos secá-la.

Christopher pisou ao lado dele, tomando a mesma posição. Os dois bloquearam a porta, dois deuses com músculos enrijecidos e pênis eretos.

— Eu acordei abraçando Jason— Christopher resmungou. — Não foi legal.

— Eu não me importo com você beijando meu ombro.

Christopher empurrou-o.

— Cala a boca.

Jason fez uma careta, claramente ganhando o jogo e voltou-se para Dana. — Você saiu da cama sem permissão. Parece que é motivo para punição.

Permissão?

— Venha— disse Christopher, entortando o dedo. — Nós vamos secá-la, amor. Você está tão molhada.

Dana olhou para eles do chuveiro. Sua pele estava ficando um pouco fria, enquanto seu interior estava a aquecer e derreter, pronto para mais diversão com seus homens. E eles eram... os homens... independentemente do que ela chamou de auto-defesa. E isso foi o que aconteceu quando ela os chamou de brinquedos sexuais. Era sua maneira de dormir com dois homens dez anos mais novos, de forma aceitável aos olhos dela, como uma aventura, mas nada mais.

— Eu vou precisar de outro banho— disse ela secamente.

— Tomara que sim. — Christopher inclinou a cabeça. — Você vem junto, ou devo ir buscá-la?

Oh, as escolhas. Ela ficaria feliz com qualquer uma.

Empurrando os cabelos de seus olhos novamente, ela levantou a cabeça e endireitou os ombros, em seguida, pisou regiamente fora do chuveiro. Eles se separaram quando ela chegou a eles. Agarrando seus pênis, ela continuou a andar e puxou-os para o quarto.

Ela soltou um deles e cruzou os braços sob os seios.

Christopher estendeu a mão para uma toalha. Havia várias outras empilhadas perto, levando-a a acreditar que os rapazes tinham feito um pouco de limpeza no tempo que esteve no banho. Ela esperava que ele a secasse, mas ao invés, Jason a guiou para uma cadeira estofada no outro lado da sala. Gentilmente, ele a inclinou sobre o braço almofadado. Quando ela se mexeu para colocar os braços na frente dela, ele puxou-os para trás dela e amarrou seus pulsos com algo que pendia sobre suas nádegas. Um relance revelou uma de suas meias. Ele arrastou sobre sua pele que secou rápido, fazendo cócegas enquanto ela se contorcia.

Eles eram sérios sobre bondage.

Antes que ela pudesse contemplar as implicações e o que poderia vir em seguida, a outra meia cobriu seus olhos, mas não de imediato, amarrando-o atrás de sua cabeça, Jason enrolava ao redor e dirigiu as duas extremidades entre seus lábios, separando-os antes de amarrar as pontas para trás. Umidade que não tinha nada a ver com seu banho, inundava sua vagina. Dana choramingou atrás da mordaça, perguntando o que diabos ela tinha conseguido. Ansiedade e emoção se mesclavam quando ela esperou por Christopher e o próximo movimento de Jason.

Ela ficou surpresa quando teve o tecido macio e suave esfregado sobre seu corpo. Um dos homens guiou de volta ao pé, e foi quem empunhou a toalha, trabalhando em seu torso e as pernas, evitando sua vagina. O processo foi repetido nas costas.

Um momento depois, ela ouviu o baque do tecido úmido batendo no chão. Grandes mãos dobraram sobre a cadeira de novo. Não, sobre os joelhos. Um deles sentou-se na cadeira e agora ela estava deitada sobre suas coxas.

— Pernas abertas— disse um deles, sua voz áspera e irreconhecível. Ela obedeceu sabendo que sua boceta devia brilhar com sua excitação.

Ela não tinha nenhuma maneira de saber qual homem foi para onde. Nenhum dos dois falou mais uma vez, nem deu qualquer indicação.

Uma mão acariciava seu traseiro, e ela estremeceu. Ela não tinha sido espancada desde que era uma criança pequena, mas já tinha lido coisas... coisas excitantes sobre isso. Ela gemeu esperando que acontecesse rapidamente. Certamente era a isso que eles se destinavam.

As pontas da meia amarrada nos pulsos foram levantadas e caíram nas costas. De repente, a mão se foi apenas um momento para voltar mais tarde com um sonoro tapa em suas nádegas. Apesar do som, a palmada não era particularmente dura. Ainda assim, as agulhadas de dor picaram o local. Ela gritou, mas o som mal tinha escapado dela, quando pousou a mão novamente e novamente.

A dor modificou-se rapidamente, se transformando em calor que fluía através dela. Ela elevou-se, oferecendo sua parte de trás para mais, enquanto prazer começava a preenchê-la. Mais uma vez ela se perguntou quem era essa mulher devassa que se entregou com tanta naturalidade a estes homens. Quem quer que fosse, Dana gostava dela. Ela queria continuar como esta mulher que estava longe da puritana que tinha sido como uma mulher casada.

Os golpes continuaram duros o suficiente para que ela pudesse senti-los, mas leve o suficiente para que não tivesse dúvidas de que seria capaz de sentar-se durante sua reunião esta tarde. Ela queria mais.

De repente, veio o castigo de outra direção e ela sabia que o outro homem havia assumido. Sua mão caiu mais fortemente e parecia cobrir mais de sua parte inferior. Ela gemeu e se contorceu quando o calor viajou para cima, em suas costas, e para baixo por sua vagina. Ansiava para pressionar as pernas juntas, e aliviar a tensão e necessidade de seu sexo.

Duas pernas fixaram-se a seu lado, quando ela começou a se mover e ela gemia de frustração. Ela precisava... Precisava ser fodida.

Novamente? Depois de todas as vezes que tiveram na noite passada? Sim. Duro e rápido, felizmente, tal como Christopher e Jason pareciam gostar.

Em vez disso, ela recebeu outro golpe contra seu traseiro.

Ela gritou quando o frio repentino substituiu o calor. Lentamente, um cubo de gelo foi arrastado ao longo da sua carne ardente. Quando ele foi embora, outro o substituiu. Seu algoz fez trilhas preguiçosas em cada nádega, traçando o lado inferior, antes de viajar abaixo até as coxas. Ela tentou se esquivar de outro cubo que caminhou até sua coxa. Um braço segurou-a no lugar.

Frios fios de água corriam abaixo nela, enquanto o gelo continuava a derreter. Ela se encolheu quando o cubo traçou o centro de seu sexo. O frio parecia insuportável no começo. Quando foi pressionado dentro, a sensação tornou-se prazer. Os dedos ágeis apertaram um novo pedaço de gelo sobre o clitóris, em seguida, trabalhou-o em seu canal latejante. Os dedos permaneceram empurrando dentro e fora dela.

Ela se contorcia, sua passagem inundada com a água fundida em seu creme. Qual seria a sensação de ter Christopher ou o pênis fogoso de Jason abrindo caminho em sua passagem gelada? Quanto tempo antes que ela descobrisse?

Dois dedos mais sondavam seu traseiro e ela sentiu um frio não relacionado ao gelo quando o lubrificante foi usado dentro e fora de sua passagem apertada. Lentamente, algo estranho sondava nessa área, deslizando devagar até que encaixou em seu lugar, a base pressionando suas nádegas.

Um plug anal? De jeito nenhum!

Novamente ela foi transferida, até que estivesse em todo o braço da cadeira de novo. Seus ombros descansaram contra o banco e ela virou a cabeça, esperando. Excitação pulsava através dela, e apesar do gelo, seu corpo estava aquecido. Ela suspirou de prazer quando um pênis pressionou sua entrada. Lentamente, ele escorregou para dentro.

Deus, como ela desejava que eles falassem. Ainda assim suas ações anônimas, silenciosas a excitaram mais do que ela alguma vez teria pensado. Por que sempre pensava neles como brinquedos sexuais ou pensava que podia assumir o controle dessa situação? Ela nunca pôde. Eles tomaram. E estavam mostrando agora, em sua lenta sedução de seus sentidos e de posse de seu corpo.

Ela estremeceu quando se submeteu a tudo o que eles queriam. Suas coxas tremiam e ela queria pedir-lhes para fodê-la duro do jeito que ela gostava. Ela gemeu, empurrando a cabeça larga excitada que separava os vincos escorregadios em sua entrada.

Jason, ela decidiu quando ele foi para frente. Ela não tinha ouvido o barulho de um preservativo sendo aberto. Seu eixo cravou nela, embora seus tecidos estivessem sensíveis. Ele estava tão grosso. Ela não imaginava como seria o plug anal introduzido contra a sua passagem, e as duplas sensações. Negligentemente, ela tentou tirar mais dele quando ele puxou com a mesma rapidez, mas não conseguia controlar nada nessa posição. Talvez esse tivesse sido o ponto. Enfiou uma, duas vezes mais, de repente, se retirou.

Não! Ele não podia fazer isso! Lágrimas de frustração encheram-lhe os olhos quando o sentiu mover-se para o lado.

Mas, então, um segundo pênis estava lá, empurrando dentro, reivindicando cada centímetro de sua passagem sensível. Novamente, houve mais dois golpes, e ele foi embora. Não era de admirar que ela não ouviu o preservativo, Christopher não tinha a intenção de gozar. Nenhum deles tinha.

Mais e mais, eles a foderam, não tendo mais que alguns golpes duros. No entanto, a pressão construía dentro dela até que ela soube que sua liberação era iminente. Ela apareceu à sua frente, uma porta aberta cumprimentando, promissora.

Ela cambaleou quando foi puxada para ficar de pé. Dois conjuntos de dedos sondaram sua vagina.

— Tão, quente e molhada, bebê. Você quer gozar?

Eles esfregaram seu clitóris quando ela acenou com a cabeça. Ela tinha que gozar. Precisava. Isto não era apenas sobre desejar. Um deles apertou seu pequeno botão e disparou um raio através dela. Ela cambaleou, um grito preso na garganta. Os joelhos fraquejaram e ela teria caído se braços fortes não a tivessem segurando.

Cruelmente, eles atormentaram a protuberância, trazendo-a para orgasmos após orgasmos até que ela se pendurava fracamente nos braços deles, indefesa pelo prazer e a necessidade se agarrando a ela. Em cada liberação, seu corpo clamava por ser preenchido, mas eles a negavam, dando o que agora reconhecia como uma meia-vida. Liberação sem um verdadeiro preenchimento. Ela precisava deles nela. Precisava deles sobre ela.

Ela nunca poderia voltar para as fantasias que se acostumou a usar.

Como eles sabiam sobre seus pensamentos? Como eles souberam que ela tinha planejado voltar a isso e tentar esquecer tudo depois do fim de semana?

Mas eles souberam, e não podia voltar atrás.

Finalmente, a colocaram na cama. As pernas dobradas sobre a borda. Seus braços amarrados embaixo dela ergueram a sua pélvis em direção a eles. Ouviu-se um envoltório de preservativo. Christopher. Graças a Deus. Ele levantou suas pernas, puxando-as para que seus pés descansassem no colchão, e ela foi aberta para ele. Com qualquer outra pessoa, ela poderia ter tentado se esquivar de ser exibida. Mas não com Christopher. Não com Jason.

Christopher penetrou nela, tão rápido e tão profundo, que não teve tempo para respirar. Sua libertação veio tão rapidamente, surpreendendo-a. Seu corpo fechoy em torno do plug, fechou em torno de Christopher.

A cama afundou ao lado dela e ela sentiu que Jason se debruçava sobre ela. Sua boca se agarrou ao seu seio. Ele puxou a ponta, puxando-a profundamente quando ela continuou a apertar o pênis de Christopher — não que ele parasse de bombear implacável ou os tremores incríveis que estremeciam através dela. Christopher gemeu, enfiando profundamente pela última vez. Seus dedos cravaram em suas coxas.

A boca de Jason afagou sua orelha.

— Nos assustou esta manhã...

Mas ela estava apenas no chuveiro.

— Você fez pouco caso de nós tantas vezes. Nós pensamos que talvez...

Ela balançou a cabeça, negando suas palavras.

— Não nos afaste mais, Dana — Christopher se aproximou.

— Você precisa nos ver como os homens que somos... Nós não somos crianças brincando na idade adulta.

— Nós somos homens adultos, com responsabilidades de adultos, compromissos e desejos. E nós sabemos o que queremos.

Jason passou o dedo entre seus seios, antes de espalmar a mão sobre seu peito. — Nós queremos você, Dana. Tudo em você. Seu companheirismo, seu corpo.

— Diga-nos que você nos quer também, amor.

— Nós precisamos de você, bebê.

Ela assentiu com a cabeça, surpresa, mas tão cheia de amor por eles, que mal podia suportar.

Puxaram-na aos seus pés novamente. Curiosidade a encheu, e ela especulou sobre o que viria a seguir. Deus sabia. Estes dois a surpreendiam á cada ocasião.

E eles fizeram novamente.

Eles começaram a vesti-la. Ela tentou fugir. Não podia se vestir. Precisava tomar banho novamente.

Christopher puxou-a contra seu peito e respirou profundamente.

— Adoro o cheiro de sua excitação. Basta saber que é porque você nós fodeu... Por hoje, eu vou ser muito imprudente, poderia te foder a noite toda de novo.

Bem quem precisava dormir de qualquer maneira?

— E eu não gozei ainda— Jason acrescentou. — Quem sabe quando pode me superar? Eu posso ter que arrastar você para um canto escuro do metrô, e ter meu momento com você, enquanto os trens passam rápido.

Ela fez um pequeno som excitado em sua garganta. Agora mesmo, ela provavelmente o deixaria fodê-la em público se ele quisesse. Ela não podia esperar para passar o dia com eles antes de voltar aqui, para encontrar com os executivos que chegariam da sede das Indústrias Cranston.

Quanto mais cedo ela estivesse vestida, mais cedo eles poderiam ir. Ela não lutou quando eles prenderam sua cinta-liga em torno de sua cintura e ajudaram-na com as meias limpas. Uma saia seguiu. Seus punhos foram liberados, e uma blusa de seda deslizou por seus braços e foi abotoada. Sem sutiã. Sem calcinha. Eles esperavam que ela perambulasse desse jeito hoje?

— Não remova a venda, ainda, — Christopher ordenou quando ela levantou as mãos. Obediente, ela deixou cair os braços para os lados. Esse era o jogo que estava jogando e tinha que respeitar as regras.

Uma mão acariciou seu traseiro, indo até o plug.

— Você gosta de nosso presente? — Jason perguntou.

Ela não podia responder com a boca amordaçada então levantou um ombro.

O som de roupas chegou a ela, em seguida, o abrir da porta.

— Depois de sairmos, você pode tirar a venda dos olhos — disse ele. — Encontre-nos no saguão, em vinte minutos. Como você está.

A porta fechou. Deixando-a sozinha no silêncio. Ela ficou lá por um momento, ouvindo os sons do edifício. Ela não ouviu nada, apenas o tique taque do relógio na mesa de cabeceira.

Erguendo as mãos, tirou à meia. Ela piscou com a luz do sol que entrava pela janela. O quarto estava em ruínas e parecia que uma orgia tinha acontecido lá. Ela ignorou a confusão e foi direto para o espelho verificar sua aparência.

A caminhada foi... interessante. Suas pernas ainda balançavam — Deus tinha sido um sexo incrível. Cada passo acentuava o plug em seu traseiro, e chamava sua atenção para o jogo de músculos lá. Experimentando, ela se sentou na beirada da cama. O plug puxou um pouco e pressionou mais profundo dentro dela. Um gemido foi arrancado dela, do prazer perverso. Era suposto sentir desse jeito? Ela tinha sido enganada sobre a surra também. Suas nádegas a lembraram o que havia acontecido, logo que ela sentou-se. Já, ela precisava gozar novamente, e o prazer da dor só lhe lembrou disso.

Necessidade ou não, ela não tinha vontade de se auto-liberar. Não depois desta manhã.

Ela se levantou e voltou para o espelho, olhando para os seios livremente por trás da blusa branca de seda. As pontas dos seus mamilos empurravam contra o tecido macio. Ela se endireitou e os bicos despertos, tornaram-se mais evidentes. Se ela se concentrasse o suficiente, também podia ver a sombra fraca de sua aréola. Os músculos em sua vagina flexionaram em reação.

Ela arfou, tentando expirar sua excitação, e apenas conseguiu inalar a essência de sexo. Oh Senhor! Poderia ela realmente deixar esse quarto desse jeito? Ela era um feixe andante com uma energia de 'foda-me agora'.

O que seus superiores pensariam? Ela mordeu o lábio e percebeu como seus olhos brilhavam. No momento, não se importava com o que pensavam. Ela já estava contratada. Seu trabalho era valorizado. Eles não iriam despedi-la ou a rebaixariam por não usar um sutiã e apenas três pessoas na sala sabiam que ela não usava calcinha.

Felizmente, o plug não era visível através de suas roupas. Ela não poderia continuar isso.

Este fim de semana poderia ter começado apenas como uma viagem de negócios, mas agora se tratava de Christopher e Jason. Para alguém que sempre se focou nos negócios, era como se tivesse enlouquecido.

Já não era sem tempo, também.

 

* * * *

 

Jason andava pelo saguão.

— Quanto tempo devemos dar a ela?

Christopher inclinou-se contra um dos lugares em frente ao elevador. Ele olhou para o relógio.

— Só se passaram quinze minutos.

Jason inclinou o ombro contra o poste por um momento e depois voltou ao ritmo novamente.

— Uh, companheiro... — Christopher disse, tentando muito não rir. — Você devia apenas ter acabado de fodê-la. Por que não o fez?

Os lábios dele curvaram.

— Sinceramente? Eu imaginei que uma vez que começasse — uma vez que realmente começasse — eu não seria capaz de deixar a cama. Eu iria querer ficar lá com ela o dia todo. E agora... eu estou aterrorizado que nós tenhamos dado um susto mortal nela, e ela não vá aparecer agora. E se ela não aparecer, eu aposto meu pau como ela não irá no deixar passar da porta do seu quarto novamente. Eu nem mesmo ligo para essa parte parte também. Bem eu me importo, sim. Mas realmente, eu só quero ficar com ela.

— Sim. Eu, também.

— Como você pode ser tão malditamente frio sobre isso?

Frio? Seu interior era uma imensa confusão agora. Dormir com uma colega de trabalho não era exatamente a maneira de ser levado a sério no serviço. Ou na vida. A menos que as coisas funcionassem, o que ele esperava que sim. Ainda assim, se as coisas funcionassem a seu favor e de Jason, e Dana realmente os quisesse, eles ainda teriam problemas. A pequena cidade deles era tão apertada como um nó, e certinha quanto um lugar poderia ser. Um homem casa com uma mulher. Fim da história. Ninguém era gay. Ninguém tinha um caso de ménage, por não dizer um relacionamento. Casais não viviam juntos, a menos que eles estivessem casados.

Dois homens e uma mulher apaixonada iriam se destacar.

Ele olhou para Jason. Talvez eles tivessem que discutir esse movimento.

A campainha tocou sobre o elevador e ele agarrou Jason no meio do ritmo e virou-o no sentido da abertura do elevador. Dana estava ali, mais linda do que nunca, um belo sorriso no rosto. Este não era o sorriso que ela utilizava no trabalho, nem o sorriso brincalhão ou impertinente. Este era um sorriso completo, cheio de dentes.

Ela encaminhou-se para eles, a felicidade nunca esmorecendo.

— Sim — disse ela. — Eu quero você. Vocês dois.

— Mesmo nós sendo jovens? — Jason perguntou. Christopher conhecia a origem daquela pergunta. Jason tinha aceitado duramente ser tratado como um jovem inferior por toda sua vida. O caçula de cinco filhos, ele tinha sido mimado. Quando sua mãe morreu, aqueles mimos haviam apenas intensificado. Mesmo agora, suas irmãs mais velhas estavam certas de que ele não poderia funcionar por si próprio. Ele não queria ninguém pensando nele assim... especialmente Dana.

— Mesmo assim.

— E mesmo que o nosso gosto nos relacionamentos é considerado... ah... desviantes por parte de alguns — perguntou Christopher.

— Mesmo assim.

— Por quanto tempo? — Ele pressionou.

— Christopher! — Jason advertiu.

Ele sacudiu-a.

— Dana, eu não quero que você faça isso porque é tabu e excitante. Nós não somos uma caminhada no lado selvagem.

— Christopher— ela sussurrou. Gentilmente, ela puxou a cabeça dele em direção a ela para beijá-lo. A boca dela se abriu lentamente, acariciando a dele, adorando. As mãos dele seguravam levemente a cintura dela, enquanto seus macios lábios alisavam contra os dele. — Eu disse que queria você— ela repetiu. — Não sua imagem.

— E sobre mim bebê? — Jason riu. — Eu tenho um complexo também.

Deixando seu abraço, ela pressionou-se nos braços de Jason. Christopher mordeu o lábio enquanto ela apertou a pélvis de seu amigo. Cara de sorte... mas depois, ele tinha uma vindo.

— Você é perfeito para mim— disse a Jason e beijou-o quase da mesma maneira.

— Maldição, gatinhas inglesas são quentes! — Exclamou um jovem americano que aconteceu de estar sentado próximo no saguão. — Você viu isso? — Ele perguntou ao seu amigo. — Ela está com os dois caras.

Dana soltou uma risadinha e se aproximou mais de Jason, puxando Christopher em seu abraço, enquanto olhava sobre o ombro de Jason para o rapaz.

—Você tem uma irmã que mora aqui perto? — O outro americano perguntou.

—Desculpe rapazes — ela riu. —Nenhuma irmã e eu não sou britânica.

—Merda santa! Você é americana, também. Deixe-nos saber se você gostaria de jogar com os

rapazes da cidade natal.

Christopher resmungou sob sua respiração, mostrando seu olhar mortal para o par.

— Ou não — ambos disseram, se arrumando em suas cadeiras. — Jesus, pessoas sensíveis.

Sim, ele era sensível. Dana pertencia a ele e Jason. Ninguém tinha melhor... toque.

 

* * * *

 

Dana ainda estava rindo quando eles voltaram para o hotel horas depois. Christopher e Jason

tinham-na arrastado por todas as partes de Londres. Logo eles souberam que ela sempre quis ver a Ponte de Londres, tinham-na levado, mostrando-lhe o Tamisa e apresentando-a ao metrô ao longo do caminho. Ela tinha visto o Big Ben, a famosa catedral, cujo nome ela não se lembrava e o interior de um pub muito questionável. Mas a comida tinha sido boa.

Um sorriso bobo curvou seus lábios com a lembrança. Mãos tinham andado debaixo de sua

mesa em um canto escuro nos fundos, serpenteando debaixo de sua saia, enquanto ela acariciava os seus pênis. E cada vez que um deles estava perto de gozar, o garçom aparecia. Ela estava pronta para gritar com a frustração, até que Christopher apertou seu clitóris, enquanto os dedos de Jason lançavam-se dentro e fora dela. Ela apertou a boca no ombro de Jason para reprimir o grito quando gozou ali mesmo no meio do pub.

Ela insistiu para eles deixarem para o garçom uma gorjeta bem grande.

E pobre Jason...

Ainda duro, sem alívio à vista.

Posteriormente, eles passearam pelo Hyde Park, aproveitando o sol e a fria brisa de verão.

Dana esteve encantada com o verde no meio da próspera cidade. Se rendendo ao seu lado devasso, ela considerou a sugerir aos rapazes encontrar um lugar isolado... mas até mesmo seu lado devasso não queria uma corrida com a polícia ou os tiras, como Jason os chamou a um ponto durante sua excursão.

Muito rápido, era hora de voltar para o hotel e comparecer à reunião.

 

* * * *

 

Jason seguiu Christopher e Dana pelo corredor para o quarto de Dana antecipando o que iria

certamente seguir quando eles entraram. Eles tinham uma hora e trinta antes de precisarem aparecer embaixo, e todos eles estavam vibrando com a energia sexual mal contida.

Christopher recuou para falar com ele quando se aproximava da porta e Dana continuou.

— Eu acho que vou ao nosso quarto para revisar a apresentação.

Jason olhou para ele como se ele estivesse drogado. Que diabos...? Ele olhou para Dana, em

seguida, voltou a Christopher interrogando-o.

— Nós sabemos tudo de trás para frente.

— Você sabe tudo de trás para frente. Eu poderia me refrescar um pouco. E você poderia usar

um pouco de — bem, eu apreciei o que você fez essa manhã.

De repente, ele compreendeu. Droga, para um cientista brilhante, ele era um grosso às vezes.

Por alguma razão, Christopher estava saindo para que ele pudesse estar com Dana.

— Você tem certeza? Você não me deve nada. Foi apenas a maneira como as coisas

aconteceram.

— Eu estou muito certo. Olha, nós dois temos de enfrentá-lo. Na maioria das vezes será nós

três, mas ocasionalmente iremos cada um ter um tempo a sós com Dana. Eu não tenho ciúmes ou ressentimento com isso, e sei que você não trabalha dessa maneira.

Jason olhou para ele, sentindo o difuso sentimento único de pertencer com a família.

—Amo você, companheiro.

Christopher fez um som em sua garganta enquanto olhava para longe.

— Plonker2. — Ele sacudiu a cabeça. — Sempre soube que você diria primeiro.

— Sempre soube que você evitaria.

Christopher socou-o no ombro e ele socou de volta.

Dana pigarreou.

— Devo ir somente ler um romance?

Jason correu para seu lado, arrastando-a para o quarto.

—Absolutamente não!

Tão logo entraram no quarto e fecharam a porta, Dana caiu de joelhos e abriu sua braguilha.

— Você tem sido tão paciente — disse ela, empurrando suas calças e cueca aos seus joelhos.

Ela imediatamente tomou-o na caverna quente de sua boca. Ele usou a parede como suporte.

As mão dela esfregaram a parte de trás das coxas dele, até que ela pegou seu traseiro.

Gentilmente, apertou, puxando-o em sua direção, enquanto o tomava profundamente em sua boca. Sua língua lambeu ao longo do comprimento dele, antes dela se afastar e alisar sobre a calça.

O tempo todo que ela olhou para ele, seus olhos o adoravam enquanto amava seu pênis. Suas

bolas se atraíram enquanto ela as trabalhava, sua mente focada em sua boca e o modo como seus lábios se alargaram ao redor dele.

Rodeando sua base com a mão, ela começou um rápido movimento para trás e para frente, e

seus dedos frisaram contra a parede.

— Não Dana. Bebê, você tem que parar.

Ele retrocedeu, livrando-se seus lábios. Quando o ar frio tocou sua pele, quase lamentou pará-

la. Rapidamente, ele puxou a camisa e saiu de sua calça.

Dana veio espontaneamente quando ele a puxou de pé. Mesmo através da camisa, seus seios

sentiam-se tão bem contra ele. Ele alcançou a mão embaixo da blusa dela, até que achou seu maravilhoso seio voluptuoso. Ele sabia que algumas mulheres reclamavam que elas eram muito pequenas nesse tamanho, mas ele achou perfeito.

 

2 Idiota

Ela estremeceu enquanto ele esfregava seu polegar sobre seu mamilo. Correspondente

satisfação a preencheu. Ele gostava de trazer o prazer dela. Ele adorava olhar seu rosto a cada sensação que a tomava.

—Eu estava morrendo de vontade de te foder de novo —, disse ela. —Hoje foi agonizante.

—Eu não estive pensando sobre outra coisa desde esta manhã. Ver o Big Ben foi ótimo, mas

eu não podia tirar minha mente de Big3 Jason e sua promessa.

— Promessa?

Ela inclinou-se nas pontas dos pés até que estivesse com os lábios na orelha dele. O hálito

mentolado dela se arrastou através da bochecha dele.

— Você irá me foder no traseiro e me encher com seu semêm. Eu nunca fiz antes, sabe. Nunca

tive um homem... ou um vibrador lá. Apenas esse plug. Hoje.

— Maldição, bebê! Você vai me fazer perder o controle!

Ela riu e virou-se, debruçando-se sobre a cama e puxando a saia para cima em torno de sua

cintura.

— Jason, por favor. Eu preciso de você.

Ele mordeu o lábio inferior, olhando seu arredondado traseiro, iluminado por suas escuras

cintas liga e meias, também pela saia enrolada ao redor dela. Ela era a fantasia de um garoto de escola, e agora como um adulto, ele finalmente conseguiu que seu sonho virasse realidade. Lambeu os lábios. A base rosa do plug aparecia por entre as bochechas de suas nádegas. Lentamente, ele puxou-o dela, seu gritou baixo se enrolando ao redor dele enquanto ele o deixava livre.

— Agora — ela ofegou. — Por favor, agora.

Ele sabia que deveria cortejá-la a um nível mais elevado de excitação, mas não queria. O dia

inteiro tinha sido de preliminares. Nenhum deles poderia mover-se muito mais ao longo do plano sexual.

Rapidamente, ele encontrou um dos preservativos que ele e Christopher tinham deixado de

fora quando prepararam Dana naquela manhã. Apesar de sua promessa anterior, ele queria foder tanto seu traseiro, quanto sua vagina. Este era o único caminho.

Ele deslizou sobre a borracha, enxarcando generosamente o comprimento de seu pênis com o

lubrificante que estava na pilha de preservativos.

3 Grande.

— Tenha cuidado — ela implorou, quando ele colocou sua ponta em sua abertira enrugada. —

Primeira vez.

— Eu vou, Bebê. Eu vou. — Pouco a pouco, ele trabalhou dentro dela medindo seu progresso

por seus choramingos e súplicas roucas. Sua abertura apertando em torno dele, apertando-o quando ele entrou. Tão fodidamente apertado.

— Por favor, todo o caminho. Mais.

Satisfeito por ela poder segurá-lo, ele empurrou o último centímetro até que sua virilha

batesse contra sua bunda.

— Dana — ele gemeu.

— Oh Deus, eu posso senti-lo tão profundamente. — Tomou várias respirações embargadas.

—É assim... Eu nunca pensei que seria assim... — Ela empurrava para ele. — Mais — ela exigiu com uma voz gutural.

Cuidadosamente, ele moveu-se, consciente de sua passagem inexperiente, mas logo seguindo

em um ritmo de profundas estocadas. Seus dedos cravaram-se em seus quadris, e ele puxou-a em seus impulsos. Ela estremeceu, seus músculos já apertados ao redor dele. Ele perderia o controle rápido nesse ritmo e queria muito mais.

—Não! — Ela chorou quando ele retirou-se.

— Shh... Está tudo bem, bebê. Suba na cama.

Ele descartou o preservativo e a seguiu. Dana virou em seus braços, suas pernas entrelaçando

com as dele.

— Quando eu gozar, quero estar dentro de sua vagina, com você apertando ao redor de mim,

enquanto eu olho para você — ele lhe disse. Empurrando as pernas de Dana, ele cresceu dentro dela, seu único pensamento era de se unir à sua mulher e de encontrar finalmente liberação. Suas mãos enterraram-se em sua camisa de seda e ele percebeu que estava tão obcecado com seu traseiro que tinha esquecido a roupa. Porra, isto era diferente sem Christopher. Juntos, eles teriam Dana nua, um dando prazer para ela enquanto o outro tomava conta dos negócios, fazendo-a se contorcer muito.

Ele liberou o botão de cima da blusa dela, beijando a pele no meio enquanto se movimentava

em sua vagina, alargando a passagem e tirando cânticos roucos de prazer dela.

— Sim — ela gritou. — Sim, Jason!

Com um puxão, rasgou liberando o resto dos seus botões, pelo menos, três voaram. Ele não se

importava. Ele precisava de sua pele. Precisava do gosto dela e sentir o cheiro floral que ela tinha entre os seios.

Não houve nenhum modo de remover facilmente a saia, portanto ele a deixou, junto com sua

cinta liga. A vagina dela estava nua e quente quando o envolveu, e ele estava no céu... com roupa ou não. Dana se contorceu e ele sabia que não estava sozinho. Seus brilhantes cabelos castanhos espalhavam-se nos travesseiros, ficando presos entre os dedos enquanto ela agarrou os travesseiros.

— Você gosta disso? Rápido e quente? —, Ele murmurou.

Ela assentiu com a cabeça, fazendo um som não verbal com a boca aberta, e arqueando abaixo

dele. Seu corpo apertou com a liberação, e ele lutava para não gozar. Ele levantou suas pernas para seu peito, segurando-a aberta enquanto continuava empurrando.

Bolas! Tinha sido tão longo hoje, se segurando desde de manhã. Ele não conseguia parar.

Enquanto o segundo clímax de Dana passava sobre ela, agarrou-o e arrastando-o junto também. Um grande choque começou em suas bolas, atirando avante, e sua semente explodiu nela, marcando-a como sua.

— Melhor? — Dana perguntou.

—Deus, sim.

Ela bocejou. — Você acabou comigo. Lamento não termos tempo para uma soneca. — Ela

espreguiçou-se e fechou os olhos. — Mmm... não posso. Supunha-se que deveria mantê-los fora de problemas.

— O quê? — Exigiu.

Ela abriu um olho. — É por isso que estou aqui, não é? Eu estou fazendo um trabalho muito

ruim.

—Não, bebê. Nem perto disso.

Alcançando o telefone, ligou para Christopher e disse-lhe para vir para cima. Todos eles

precisavam conversar. Ele não queria se mover, mas forçou-se para fora da cama e foi recuperar suas calças. Depois, esperou perto da porta pela batida de seu companheiro.

Christopher revirou os olhos quando viu Dana meio vestida e dormindo no meio da cama.

— Estragou tudo, não é?

— Não.

— Huh. Okay. Ela não queria as roupas dela?

— Cale a boca. Eu não chamei você para criticar o meu desempenho, mas a julgar pelo seu

sono profundo, realmente não foi ruim.

— Nunca pensei que foi.

— Ela pensa que está aqui para tomar conta de nós.

Christopher franziu a testa, obviamente irritado por isso.

— Isto não soa nada bem... Dana, amor — disse ele, sentado ao lado dela e empurrando seu

ombro. —Nós precisamos falar com você.

Murmurando, ela se virou e enterrou o nariz no seu quadril. Ele olhou para Jason.

— Realmente não foi ruim.

— Nem de perto — murmurou Dana. Ela se espreguiçou, seu adorável rosto se amassando

enquanto ela fazia. — Por favor me diga que alguém está fazendo café.

— Em um minuto, querida. Precisamos falar com você.

— O quê? — ela perguntou. Seus olhos estavam repentinamente alertas, quando ela puxou

um travesseiro sobre sua frente e sentou-se, olhando cautelosamente para eles. Dor trespassou Jason quando ele reconheceu seu olhar ferido em pânico. Senhor, ela pensava que ele ia despejá-la no lixo com os restos.

Christopher pegou sua mão frouxamente.

— Não há maneira fácil de dizer isto e quero fazer antes de descermos...

Ela se afastou.

— Está tudo bem. Eu entendo.

Ela, obviamente, não entendeu nada.

Enfiou os dedos nos seus cabelos.

— Vocês dois podem sair. Vou me vestir e...

—Dana! Ouça — Jason exigiu. — Nós amamos você pelo amor de Deus. Você vai parar de

tentar fugir ou empurrar-nos para fora?

— A-amor? — Ela olhou dele a Christopher. Ambos concordaram. Christopher abriu os

braços. Por um momento, ela olhou para ele, então mergulhou em seus braços. Jason subiu atrás dela e apertou-a.

— Diga-me, — ela disse.

— Eu te amo — disse ele, beijando seu ombro. Christopher murmurou o mesmo.

Não era o que eles pretendiam dizer, mas funcionou do mesmo jeito. Eles falariam o resto

mais tarde.

— Ei, você não nos disse, — Jason brincou.

Ela revirou os olhos.

— É claro que eu disse.

Christopher se inclinou para ele, batendo-lhe no ombro.

— Pelo menos ela não o chamou de plonker.

— Calado.

— Um o quê? — Dana perguntou. —O que é um plonker?

 

* * * * *

 

— E esse é o nosso projeto em poucas palavras. Você já analisou os dados que enviamos, mas

podemos revisar os números ou quaisquer dúvidas que possa ter. — Jason fechou a pasta na frente dele, que delineava a pesquisa que ele e Christopher tinham feito, bem como a direção proposta do projeto. Ele tomou um gole de uma das águas engarrafadas que o hotel tinha fornecido como um serviço de cortesia, em seguida, olhou para trás e para frente entre os homens a quem ele e Christopher tinham se dirigido.

Dana olhou para os amantes espantada, a realidade de sua inteligência na resolução mais uma

vez. Como ela pensou neles como brinquedos sexuais? Eles estavam destinados a grandes coisas. Em poucos anos, os seus nomes seriam famosos na comunidade científica médica.

Kyle e Marcus, os executivos da visita de Cranston, entreolharam-se, em seguida, assentiram.

Marcus pigarreou.

— Como você mencionou, nós revimos os dados. O progresso que você fez é impressionante e

nós sentimos que é apenas o começo do que vão fazer. Queremos avançar neste projeto voltando para o complexo Cranston nos Estados Unidos. Tão logo quanto possível. No próximo mês, o mais tardar. Você não vai encontrar dificuldades para acomodar melhor esta determinada pesquisa. Nossos advogados já começaram o processo para testar as permissões.

Não! Supunha-se que eles deveriam apoiar o projeto, não movê-lo. A realidade do que eles

estavam dizendo, socou Dana no estômago e ela pensou que poderia estar doente. Isso não podia estar acontecendo. Jason e Christopher estavam partindo, indo para a América enquanto ela ficava na Inglaterra.

Todas as coisas boas devem chegar ao fim...

— Desculpe-me — ela disse, levantando-se da mesa. Ela teve que sair de lá antes que

vomitasse.

— Dana... — Christopher disse quando ela passou. Ela balançou a cabeça e continuou se

movendo. Eles só tiveram um fim de semana juntos. Ela não devia estar tão apegada. Por que então se sentiu como se alguém tivesse sugado o ar da sala?

Pontos obscureceram sua visão enquanto ela seguia para o toalete algumas portas abaixo da

sala de conferência. Ela tropeçou através do átrio de espera das damas, e seguiu para a pia no atual banheiro. Ela fechou os olhos, agarrando a bancada de mármore. A pedra fria fez pouco para aliviar o calor pinicando através de sua pele.

Ela deveria ter prestado mais atenção à sua respiração de yoga... Calma Dana.

Estaria perfeita. Então, tinha tido um fim de semana de felicidade. Era o tipo de fantasia que a

maioria das mulheres de sua idade apenas tinha sonhado, sexo desenfreado, com dois homens mais jovens. Dois homens que a tinham tratado como se o sol e a lua saíssem de sua vagina. Eles tinham-na feito de seu alimento e o ar que respiravam.

Ela sentiu o mesmo.

Mas não podia negar-lhes esta oportunidade para realizar o sonho que tinham compartilhado

por tantos anos. Eles encontrariam uma cura. Ela sabia que eles iriam. Ambos os homens eram brilhantes além de seus anos. Ela não podia negar egoisticamente ao mundo o que eles ofereciam... apenas para mantê-los em sua cama.

Respirando profundamente, ela abriu a torneira e molhou o rosto, em seguida, secou com

toalha de papel. Sua visão continuou ardendo. Fluxo de sangue acelerado, respiração acelerada, ela disse a si mesma. Começou um aperto. Então você vai para casa e irá sonhar com eles um pouco mais, enquanto se toca. Qual será a diferença?

Agora ela sabia que a coisa era real, e era uma mera sombra da realidade. Ela soube como os

dois homens interagiram, como amaram ela... como ela os amava.

Apoiando-se contra a parede ao lado das pias, ela deslizou para baixo no mármore até que se

agachou. Inclinado para frente, ela apertou a cabeça entre os joelhos.

Caía na realidade Dana. Caía na realidade.

—Dana? — Veio a voz frenética de Jason. —Você está bem?

— Ele estava na sala das senhoras? Um homem?

—Dana? — Christopher. Igualmente aflito.

—Eu estou bem — disse. Ela deslizou de volta até a parede até que ficou estável em seus pés

novamente. As linhas frisadas agora bloqueavam a metade de sua visão. Uma enxaqueca. Grande. Ótima coinscidência. Em cerca de vinte minutos, ela seria capaz de ver novamente, mas a dor seria cegadora.

Seu quadril bateu contra o balcão, e ela tropeçou enquanto lentamente caminhava para a

porta. Ela ouviu um assobio, quando foi empurrada.

— O que há de errado? — Christopher exigiu. Sua voz parecia um trovão nas paredes.

— Uma enxaqueca. Por favor, não grite.

— Oh amor. — Encontrou-se levantada e sendo transportada de volta para a área de espera

mais escura. Ele sentou-se com ela em seu colo e ela apertou o rosto em seu ombro.

— Você tem pílulas em sua bolsa? — Jason perguntou.

—Sim, mas... — Ela percebeu que não tinha idéia de onde a bolsa se localizava. Na sala de

conferência? Ou teria deixado-a cair no banheiro? Ou no caminho para o banheiro...? Oh merda.

Ela ouviu barulho, então alguns comprimidos foram apertados em sua mão.

— Você deixou-a em sua cadeira quando saiu. Aqui. Você parecia doente, então eu lhe trouxe

uma das águas engarrafadas também.

Murmurando um agradecimento, ela tomou a medicação. Com sorte, os medicamentos fariam

efeito antes que a dor começasse.

Jason deslizou para o divã ao lado de Christopher e puxou-a para que ela se sentasse em seu

colo, enquanto ela estava esticada sobre o peito do amigo. Lentamente, ele acariciou as costas e seu quadril, enquanto Christopher protegia a cabeça dela com a sua própria, embalando-a contra ele.

—Nós não estamos indo sem você — Christopher murmurou.

—Você tem que ir, — ela insistiu fracamente. —Vocês fizeram tanto progresso. Vocês podem

fazer tanto.

— Você também pode. Queremos que você trabalhe com a gente. Vamos deixar isso claro.

—A sua pesquisa genética coincide com o nosso trabalho de câncer — acrescentou Jason. —

Juntos, eles aparecem para nos levar um passo mais perto da cura. Achamos que sua pesquisa pode segurar uma chave.

Eles tinham verificado sua pesquisa sem o seu conhecimento? Devia revoltar-se, mas ela não

tinha energia para isso. Ela riu levemente.

— Então você quer que a velha senhora com o seu cérebro.

Christopher apertou os braços em volta dela.

— Chame-se d velha outra vez, e eu juro que vou bater em você.

Mais uma vez? Ele não percebia que não era muito uma ameaça? Depois desta manhã, ela

sabia que gostava.

— Você tem um par de anos sobre nós. E daí? — Continuou ele. — Você é linda. Eu sinto que

você está revirando os olhos. Pare com isso. Você é perfeita para nós. Nenhuma garota-palito, tem uma chance ao seu lado. Você é uma mulher com curvas e profundidade. Além disso... entre seus anos de casamento sem inspiração e nossos anos solteiro selvagem, eu acho que nossas idades são equilibradas.

— Agora você está caçoando.

Jason pegou seu queixo, fazendo-a olhar para ele e ela ficou contente ao ver que sua visão

estava começando a limpar.

— A coisa da idade não importa. Diga.

— Mais ou menos.

Ele suspirou, inclinando a cabeça para trás no divã.

— Dana!

— Bem... vamos lá. Na minha idade, nós vamos ter que ter os filhos que você mencionou

imediatamente. — Ambos olharam para ela, e o constrangimento a inundou.

— Eu quero dizer...

—Não se atreva a voltar atrás Dana Matthews! Você é nossa para sempre — Jason

interrompeu.

Bem, isso não era exatamente o que ela disse. Embora fosse o que queria.

Christopher beijou-a, em seguida, Jason o fez, nenhum parou, até que formaram um

amontoado de pernas entrelaçadas no sofá. E então eles começaram novamente.

Uma tosse discreta finalmente quebrou o encanto.

— Desculpem-me.

Com os olhos arregalados, Dana olhou para os dois homens de pé em cima deles. Calor

inundava seu rosto. Espere! Este era o recinto das damas, não era? Que diabos estavam todos esses homens fazendo aqui? E agora ela estava excedida em número quatro por uma. Esquisito.

— Eu vejo que vocês três estão juntos — disse Marcus. — Um trio?

— Sim — seus amantes disseram enfaticamente, abraçando-a apertado.

Marcus olhou para seu parceiro, Kyle.

—Isso resolve o problema da habitação. Um... nós odiamos interromper os três, mas o pessoal

no corredor chamou-nos por você. Temos que correr com o nosso plano. Nossa esposa está esperando ganhar bebê a qualquer momento, e nós queremos estar em casa, mas antes de ir, só queria te dizer, Dana, lamentamos arrancá-la novamente. Esta deve ser a última vez, nós esperamos. Esperamos que todos vocês adorem Cranston.

Kyle sorriu.

— Você vai encontrar na cidade muita aceitação de nosso estilo de vida.

A dupla apertou as mãos de Jason e Christopher, inclinando-se respeitosamente a Dana. —

Parabéns, este pode ser o começo de algo grande.

Dana olhou para Jason e Christopher e quando os homens partiram, seu coração encheu de

amor por eles. O começo de algo grande? Ela tinha a sensação de que certamente seria.

 

Fim

Você terminou Brinquedos Sexuais

Brynn Paulin

Livros como este