O Culto da Arte em Portugal de Ramalho Ortigão, capa do livro
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O Culto da Arte em Portugal

Primeira publicação
1896

Sobre este livro

Todo o subtítulo é a tese em lista: monumentos arquitectónicos, restaurações, desacatos, monumentos arquitectónicos, restaurações, desacatos, pintura e escultura, artes industriais, o génio e o trabalho do povo, indiferença oficial, decadência, anarquia estética, desnacionalização da arte, urgência de uma reforma. Ortigão começa pela Renascença e pela Idade Média, quando reis, monges e burgueses erguiam catedrais que eram verdadeiramente os palácios do povo, doados pelos mais poderosos aos mais humildes. Depois compara com o que via à volta. Vai dedicado à Comissão dos Monumentos Nacionais, o que diz quem ele queria que o lesse. Lisboa, Antonio Maria Pereira, 1896.

Sumário

  1. O Culto da Arte em Portugal
  2. Ramalho Ortigão
  3. O Culto da Arte
  4. Portugal
  5. Lista de erros corrigidos

Sobre o autor

Ramalho Ortigão

José Duarte Ramalho Ortigão, 1836 a 1915, escreveu com Eça de Queirós as Farpas, a crónica mensal que passou vinte anos a criticar Portugal. Foi também dos primeiros a lutar pelos monumentos nacionais como património, e não como pedra velha.

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Dados do livro

Primeira publicação
1896
Idioma
Português
Gênero
Ensaios
Formatos
PDF, EPUB, Ler online