Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas

André João Antonil · Capítulo 2 de 76

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Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas

Indice.

 

Pag.

Aos Senhores de engenho, etc. 1

PRIMEIRA PARTE.

Proemio 3

Licenças 5

LIVRO PRIMEIRO.

C I. Do cabedal que hade ter o senhor de hum 7

engenho real

C II. Como se hade haver o senhor de engenho 11

na compra, e na conservação das terras, e nos

arrendamentos dellas

C III. Como se hade haver o senhor do engenho 14

com os lavradores, e outros visinhos, e estes com o

senhor

C IV. Como se hade haver o senhor do engenho 17

na eleição das pessoas, e officiaes que admittir ao seu

serviço, e primeiramente da eleição do capellão

C V. Do feitor mór do engenho, e dos outros 21

feitores menores, que assistem á moenda, fazendas, e

partidas da canna, suas obrigações, e soldadas

C VI. Do mestre do assucar, e soto-mestre a 25

quem chamão banqueiro, e do seu ajudante, a quem

chamão ajuda-banqueiro

C VII. Do purgador do assucar 28

C VIII. Do caixeiro do engenho 29

C IX. Como se hade haver o senhor de engenho 31

com seus escravos

C X. Como se hade haver o senhor do engenho 38

no governo de sua familia, e nos gastos ordinarios da

casa

C XI. Como se hade haver o senhor do engenho 40

no recebimento dos hospedes, assim religiosos, como

seculares

C XII. Como se hade haver o senhor do engenho 42

com os mercadores, e outros seus correspondentes na

praça, e de algum modo de vender e comprar o assucar,

conforme o estylo, e uso do Brazil

LIVRO SEGUNDO.

C I. Da escolha da terra para plantar cannas de 45

assucar, e para os mantimentos necessarios, e

provimentos do engenho

C II. Da planta, e limpar das cannas, e a 47

diversidade que ha nellas

C III. Dos inimigos da canna, emquanto está no 50

cannaveal.

C IV. Do córte da canna, e sua conducção para o 52

engenho.

C V. Do engenho, ou casa de moer a canna; e 56

como se move a moenda com agoa

C VI. Do modo de moer as cannas, e de quantas 63

pessoas necessita a moenda

C VII. Das madeiras de que se faz a moenda, e 66

todo o mais madeiramento do engenho, canôas e barcos;

e do que se costuma dar aos carpinteiros, e outros

semelhantes officiaes

C VIII. Da casa das fornalhas, seus apparelhos, e 69

lenha que ha mister: e da cinza, e sua decoada

C IX. Das caldeiras, e cobres, seu apparelho, 73

officiaes, e gente que nellas ha mister; e instrumentos de

que usão

C X. Do modo de alimpar, e purificar o caldo da 77

canna nas caldeiras, e no parol de coar, até passar para

as taxas

C XI. Do modo de coser e bater o melado nas 80

taxas

C XII. Das tres temperas do melado, e sua justa 82

repartição pelas fôrmas

LIVRO TERCEIRO.

C I. Das fôrmas do assucar, e sua passagem do 85

tendal para a casa de purgar

C II. Da casa de purgar o assucar nas fôrmas 87

C III. Das pessoas que se occupão em purgar, 89

mascavar, secar e encaixar: e dos instrumentos que para

isso são necessarios

C IV. Do barro que se bota nas fôrmas do 91

assucar: qual deve ser, e como se hade amassar: e se he

bom ter no engenho olaria

C V. Do modo de purgar o assucar nas fôrmas: e 93

de todo o beneficio que se lhes faz na casa de purgar até

se tirar

C VI. Do modo de tirar, mascavar e secar o 97

assucar

C VII. Do peso, repartição, e encaixamento do 100

assucar

C VIII. De varias castas de assucar, que 102

separadamente se encaixão: marcas das caixas, e sua

conducção ao trapiche

C IX. Dos preços antigos, e modernos do assucar 106

C X. Do numero das caixas de assucar, que se 108

fazem cada anno ordinariamente no Brazil

C XI. O que custa huma caixa de assucar de 110

trinta, a cincoenta arrobas, posta na alfandega de Lisboa,

e já despachada: e do valor de todo o assucar que cada

anno se faz no Brazil

C XII. Do que padece o assucar, desde o seu 114

nascimento na canna até sahir do Brazil

SEGUNDA PARTE.

C I. Como se começou a tratar no Brazil da planta 117

do tabaco; e a que estimação tem chegado

C II. Em que consiste a lavra do tabaco: e de 119

como se semêa, planta e alimpa; em que tempo se hade

plantar

C III. Como se tirão e curão as folhas do tabaco; 122

como dellas se fazem e beneficião as cordas

C IV. Como se cura o tabaco depois de torrado 124

em corda

C V. Como se enrola e encoura o tabaco: e que 125

pessoas se occupão em toda a fabrica delle, desde a sua

planta até se enrolar

C VI. Da segunda e terceira folha do tabaco; e de 128

diversas qualidades delle, para se mascar, cachimbar e

pisar

C VII. Como se pisa o tabaco: do granido, e em 129

pó; e como se lhe dá o cheiro

C VIII. Do uso moderado do tabaco para a saude, 131

e da demasia nociva á mesma saude, de qualquer modo

que se use delle

C IX. Do modo com que se despacha o tabaco na 134

alfandega da Bahia

C X. Que custa hum rolo de tabaco de oito 136

arrobas, posto da Bahia na alfandega de Lisboa, e já

despachado, e corrente para sahir della

C XI. Da estimação do tabaco do Brazil na 137

Europa, e nas mais partes do mundo, e dos grandes

emolumentos que delle tira a fazenda real

C XII. Das penas dos que levão tabaco não 139

despachado nas alfandegas; e das industrias de que se

usa para se levar de contrabando

TERCEIRA PARTE.

C I. Das minas de ouro que se descobrirão no 141

Brazil

C II. Das minas de ouro que chamão geraes, e 143

dos descobridores dellas

C III. De outras minas de ouro no Rio das Velhas 145

e no Caeté

C IV. Do rendimento dos ribeiros; e das diversas 146

qualidades de ouro que delles se tira

C V. Das pessoas que andão nas minas e tirão 149

ouro dos ribeiros

C VI. Das datas ou repartições das minas 151

C VII. Da abundancia de mantimentos, e de todo 153

o usual que hoje ha nas minas: e do pouco caso que se

faz dos preços extraordinariamente altos

C VIII. De diversos preços de ouro vendido no 157

Brazil, e do que importa o que cada anno ordinariamente

se tira das minas

C IX. Da obrigação de pagar a El-Rei nosso 160

senhor a quinta parte do ouro que se tira das minas do

Brazil

C X. Roteiro do caminho da villa de S. Paulo para 173

as Minas Geraes e para o Rio das Velhas

C XI. Roteiro do caminho velho da cidade do Rio 177

de Janeiro para as Minas Geraes dos Cataguas, e do Rio

das Velhas

C XII. Roteiro do caminho novo da cidade do Rio 178

de Janeiro para as minas

C XIII. Roteiro do caminho da cidade da Bahia 181

para as minas do Rio das Velhas

C XIV. Modo de tirar o ouro das minas do Brazil e 183

ribeiros delles, observado de quem nellas assistio com o

governador Artur de Sá

C XV. Noticias para se conhecerem as minas de 188

prata

C XVI. Modo de conhecer a prata, e beneficiar os 191

metaes

C XVII. Dos damnos que tem causado ao Brazil a 194

cobiça, depois do descobrimento do ouro nas minas

QUARTA PARTE.

C I. Da grande extensão de terras para pastos 197

cheios de gado, que ha no Brazil

C II. Das boiadas, que ordinariamente se tirão 201

cada anno dos curraes, para as cidades, villas, e

reconcavos do Brazil, assim para o açougue, como para o

fornecimento das fabricas

C III. Da conducção das boiadas do sertão do 203

Brazil: preço ordinario do gado que se mata, e do que vai

para as fabricas

C IV. Que custa hum couro em cabello, e hum 205

meio de sola beneficiado até se pôr do Brazil na

alfandega de Lisboa

C V. Resumo de tudo o que vai ordinariamente 209

cada anno do Brazil para Portugal, e do seu valor

C . Quanto he justo que se favoreça o 208

Brazil por ser de tanta utilidade ao reino de Portugal

 

FIM DO INDICE.