Felicidade pela Agricultura, volume II
Indice
N. B.—A numeração romana designa o tomo; a arábiga, a pagina.
A
Açoriano (O)—Periodico de Ponta Delgada, I, 149
Administradores de concelho, governadores civis e bispos,
devem proteger as sociedades agricolas, I, 48
Affonso Henriques (El-Rei D.)—O seu sceptro guerreiro perdeu-
se, I, 77
Agostinho (Santo)—Refutação do seu anathema contra os
deuses da antiga mythologia, I, 23
Agricultor (O) Michaelense—N’esse jornal sahiu esta obra em
1.ª edição, I, 11
Agricultura—Sua nobreza e utilidade, I, 15
Mãe das industrias, dos exercitos, das armadas, I, 16, 17 A ella se deve o papel, a penna, a impressão d’este livro, I, 18 Se a supprimissem morria a Humanidade, mãe dos povos, das
industrias, e do commercio, I, 19
Filha primogenita de Deus. Sua uberdade inexhaurivel, I, 20 Deve ser a verdadeira politica de Portugal, I, 38 Fundação necessaria de um Ministerio dos Negocios da
Agricultura, I, 56
Quanto lucraria com a abolição do exercito, I, 58
Agricultura—Vide Associações de Agricultura.
Alleluias (Procissão das)—Festas altamente poeticas do
Christianismo, I, 26
Allemanha—Florescencia das suas escolas dominicaes, II, 50
Alma—Tambem (como o corpo) morre á mingua de alimento, II,
61
Amigos das Lettras e Artes—Vide Sociedade dos Amigos das
Lettras e Artes.
Angelica—Mulher accusada de assassina. Conta-se o seu
processo em Ponta Delgada, II, 25
Arithmetica—Em coisas moraes, é muita vez erronea, I, 85
Artigo no «Diario do Governo», de 7 de maio de 1849 sobre a
Sociedade dos Amigos das Lettras, I, 180
Arvore—Para o pagão foi Nympha; para a Sciencia é um
microcosmo de maravilhas, I, 29
Associação—É a mãe dos prodigios, I, 66
Associações agricolas—Quanto podem em bem do camponez,
I, 34
Como se podem formar, I, 46
Autoridades—Quanto podem, pela exhortação, ajudar os
progressos da instrução, II, 56
B
Bakes—Cita-se, II, 50
Barão Thénard—Cita-se o seu relatorio de 1845 sobre a
exposição industrial parisiense, I, 69
Barbosa—Vide Vilhena Barbosa (Ignacio de).
Baroneza de Stael—Menciona-se, I, 30
Bentham (Jeremias)—Cita-se, I, 30
Biblia—N’elle se acham a cada passo pinturas da vida rustica, I,
21
Bispos—Como presidirão ao seu clero, I, 99 e seg.
Bispos, governadores civis e administradores de concelho,
devem proteger as sociedades agricolas, I, 48
C
Camões—Cita-se uma oitava dos Lusiadas, I, 143
Citam-se dois versos seus, I, 149
Campo—É um grande consolador para os dissabores da alma, I,
128
É o centro de unidade da especie humana, I, 136
Campo e cidade—Sua fraternisação, I, 123
Camponezes—Como as sociedades agricolas os podem civilisar
e melhorar, I, 35
Campos—Povoados de deuses indigetes pelas mais antigas
nações, I, 23
N’elles nasceu a Poesia, I, 135
Canto—Quanto ajuda o ensino em commum, II, 51
Canto (José do)—Menção de uma sua proposta sobre bancos
ruraes, I, 63
Carta de Castilho ao jornal «A Verdade», I, 183
Castigos aos remissos em mandarem os filhos á escola, II, 57
Christianismo—Como as suas crenças consagraram os
trabalhos campestres, I, 26
Cidade e campo—Sua fraternisação, I, 123
Cidades—São filhas do campo, I, 16
Nada mais nobre do que ellas, depois dos campos, I, 19
Civilisação geral—Onde e como se escuta o seu crescer, II, 43,
44
Tudo conspira para ella; bons e maus, sabios e ignorantes, II,
61
Clero catholico—É de instituição divina, I, 94
Sua apologia, I, 95
A pouca competencia de alguns dos seus membros não
prejudica a venerabilidade d’essa instituição, I, 95
Deveria ser de eleição popular confirmada pela Santa Sé, I, 97 Quadro dos beneficios que pode espalhar como civilisador do
Povo, I, 101
Colloquios aldeões—Traducção portugueza dos Entretiens de
village, de Cormenim, II, 85
Colombo (Christovão)—Era um só contra toda uma armada, I,
85
Commissarios de instrucção, volantes, II, 48
Conde Alfredo de Vigny—Cita-se o seu livro Grandeur et
servitude militaire, II, 103
Congressos scientificos—Quanto são uteis, I, 87
Constituição—De algum dos seus artigos descrê o autor, I, 12
Cormenin—Vide Visconde de Cormenin.
Correio (O)—Periodico de Ponta Delgada. Menciona-se, I, 149
Côrtes agricolas, I, 73
Sua utilidade, II, 10
Costa de Sousa de Macedo (D. Pedro da)—Governador civil de
Ponta Delgada, I, 149
Menção honrosissima do seu serviço no districto, I, 155
Cursos de varias disciplinas, regidos periodicamente de terra em
terra, II, 50
D
Dalhunty—Vide Vidal Dalhunty.
Delille—Menciona-se, I, 30
Deputados ás Côrtes agricolas. Quadro ideal d’esses homens
bons e sinceros, I, 87
Despedida do autor á Ilha de S. Miguel, II, 119
Deuses campestres—Bemfeitores invisiveis dos lavradores, I, 24
Deuses da gentilidade—Foram consagrações mythologicas de
grandes bemfeitores da Humanidade, I, 23
Diario do Governo—Menção, I, 149
Diniz (El-Rei D.)—O seu sceptro lavrador deve resuscitar hoje, I,
77
E
Edade de oiro, I, 135
Egypto—Ahi a classe sacerdotal monopolisava o saber, II, 41
Eleições—Taes como hoje se praticam, são inuteis e illusorias, I,
79
Ensinar—Deliciosa occupação, II, 69
Escolas ambulantes para os povoados pequenos, II, 49
Escolas dominicaes—Sua utilidade no campo, II, 49
Escolas femininas—Sua alta importancia e significação, II, 51
Escolas normaes—Devem-se crear, II, 47
Escolas particulares regidas officiosamente por homens
generosos, II, 54
Escolas primarias fixas; sua creação, II, 47
Escrever e ler—Apologia d’essas artes, I, 113
Estados Unidos—Nas suas escolas dominicaes os discipulos
passam de um milhão, II, 50
Exercito—Devora o succo vital do paiz, I, 57
É um mal complexo de muitos males, II, 96 Ou é para conquista, ou para defensa, ou para tranquilidade
interna, II, 97
Propõe-se a sua aboliçao, II, 106 e seg.
Exposição da Industria michaelense em 1848 e 49, I, 160
F
Familia cidadan—Quadro da sua abalada para o campo, I, 124
Feitiçaria e homicidio—Caso triste acontecido em S. Miguel, II,
25
Felice—Cita-se esse autor, II, 98
Felicidade do Povo é a felicidade dos seus governantes, I, 90
Felicidade publica—Procura-a cada um por um caminho diverso,
II, 93
Frades—Foram expulsos do claustro para a fome, I, 58
Fradesso da Silveira (João Maria)—Cita-se um seu artigo, II,
105
Franklin (Benjamim)—Cita se um facto da sua vida, II, 14
Franzini (Marino Miguel)—Menciona-se, I, 149
G
Galileu—Era um só contra a opinião de todo o mundo, I, 85
Gessner—Menciona-se, I, 27
Governadores civis, bispos e administradores de concelho
devem proteger as sociedades agricolas, I, 48
Grande (Dr. José Maria)—Antigo amigo do autor; bosquejo do
seu retrato moral e intellectual, II, 12
Menciona-se o seu livro Manual do cultivador, II, 11 e 13
Gregorio (S.) Nazianzeno—Citam-se palavras suas, I, 97
Guarda Nacional—Propõe-se, em vez do Exercito permanente,
II, 112
Guia e manual do cultivador—Bom livro, II, 11
H
Historia—É mestra da vida, I, 115
Homero—Nas suas obras se acham a cada passo pinturas da
vida rustica, I, 21
Homero e Moisés—São mananciaes de pensamentos poeticos, I,
136
Homicidio e feitiçaria—Caso triste acontecido em S. Miguel, II,
25
Hymno de Santa Cecilia—Poesia de Castilho, I, 170
Hymno dos lavradores—Poesia de Castilho, II, 18
Hymno do trabalho—Poesia de Castilho. Considerações a seu
respeito, I, 164
I
Ignorancia—Foi a causa de um triste caso de feitiçaria e
homicidio succedido em S. Miguel, II, 31
É a mãe, a avó, e a ama de quasi todos os males, II, 39
Imprensa—Como pode auxiliar a civilisação publica, I, 45
Inglaterra—Conta mais de treze mil escolas dominicaes, II, 50
Instrucção—Pode tornar-nos poderosos, I, 13
É a hygiene da alma, II, 52
A Lei deve tornal-a obrigatoria, II, 34
Invocação a Deus antes de começar o estudo. Poesia de
Castilho, I, 169
J
Jornalismo que não for missionario do progresso é um mal, I, 46
José (El-Rei D.)—O seu sceptro perdeu-se, I, 77
K
Klopstock—Grande poeta. Menciona-se, I, 27
L
Lei—Deve haver uma que obrigue os cidadãos a receberem
instrucção, II, 34
Leis—Devem fazer-se efficazes para obrigar o Povo a instruir-se,
II, 46
Leite (Luiz Filippe)—Cita-se o seu livro Supposições que podem
ser realidades, II, 102
Leite (Pedro de Alcântara)—Menciona-se, I, 162
Leituras—Seu agrado para os ouvintes, II, 79
Leituras publicas de livros bons para o Povo, II, 79
Praticadas de Gregos e Romanos, II, 81
D’onde deverão vir os livros para ellas, e quaes, II, 83, 84
Ler—Agradavel e nobre exercicio para quem lê em publico livros
bons, II, 80
Ler e escrever—Apologia d’essas artes, I, 113
Liberdade de ensino—O autor não é d’ella partidario, II, 54
Cita-se um artigo da Revista Universal sobre o assumpto, I, 55
Liga promotora dos interesses materiaes em 1849. Segundo o
autor, não bastava para o fim que se propunha, I, 63
Lisboa—Para esta cidade parte Castilho, de S. Miguel, a 21 de
fevereiro de 1849, I, 147
D’esta cidade sai Castilho, chegando a S. Miguel em 24 de
Maio do dito anno, I, 147
Livro (Este)—Desleixo da sua forma, confessado pelo autor, I, 14
Luxo—Devora muitas forças de Portugal, I, 62
M
Macedo—Vide Costa de Sousa de Macedo (D. Pedro da).
Madeirense—Periodico do Funchal.—Menciona-se, I, 33
Magalhães Mexia Saleme—Vide Sande de Magalhães.
Maio de 1849 passado pelo autor em Lisboa, II, 6
Mancebo inglez moribundo; é salvo pelo campo, I, 74
Mancebos enviados lá fóra a estudar agricultura, viriam depois
evangelisal-a em Portugal, I, 68
Manual do cultivador, II, 11
Manuel (El-Rei D.)—O seu sceptro opulento perdeu-se, I, 77
Memorial de Castilho á Camara dos Deputados, I, 179
Mestre—É um verdadeiro medico moral, II, 78
Mestres de primeiras lettras. São verdadeiros curas d’almas, II,
66
Methodo de leitura inventado pelo autor. Menciona-se, II, 72
Methodos de ensino—Premios para elles, II, 47
Mexia Salema—Vide Sande de Magalhães Mexia Salema.
Ministerio dos Negocios da Agricultura—Propõe-se a sua
fundação, I, 56
Ministerio dos Negocios da Guerra—Seu orçamento. Examina-
se, II, 99
Ministerio dos Negocios da Instrucção Publica—Deve crear-se
a par do de Agricultura, II, 46
Missionarios—Com a cantoria auxiliavam muito os seus
prosélytos religiosos, II, 51
Moisés e Homero—São mananciaes de ideias poeticas, I, 136
Moraes Pereira (João Luiz de)—Autor da musica do Hymno do
trabalho, I, 164
Menciona-se, I, 171
Moralidade—Pode contribuir muito para a união da familia
portugueza, I, 13
Mulher—A instrucção d’ella tem as mais elevadas vantagens
sociaes, II, 51
Escravidão em que a opprimem os codigos em todo o mundo, I,
105
A civilisação moderna ainda a não emancipou, I, 107 Pede-se para ella uma justa alforria, I, 109 Advoga-se para ella o direito de suffragio, I, 110 Podem ser Rainhas, e não podem ser votantes? Absurdo, I, 111
Musica e Poesia—O que podem a bem da civilisação popular, II,
18
N
Natal de 1849—Artigo religioso, II, 115
Nogueira—Vide Sá Nogueira (Ayres de).
O
Ordem do Arado—Propõe-se esse galardão aos promotores da
Agricultura, I, 71
Ovidio—Citam-se palavras suas, I, 77
Rapido quadro da sua personalidade social e poetica, I, 136 Amostra do seu poema Os Fastos, I, 139 Introito do Livro IV dos Fastos, I, 145
P
Papel—Sua missão civilisadora como vehiculo das ideias, I, 113
Parlamento—Deve conter a representação de todas as classes,
mas em maioria a dos lavradores, I, 84
Ha-de emancipar a mulher portugueza, I, 109
Parlamento agricola—Quadro ideal d’essa nobre corporação, I,
78
Deve fazer Leis que obriguem o Povo a instruir-se, II, 35
Particulares—Como podem promover e auxiliar a instauracão de
escolas, II, 67
Patria portuguesa—Sua actual decadencia, I, 73
Patriarchas da antiga Lei. Distribuiam justiça no meio da
Natureza, I, 21
Penélope—Tecia e destecia. Assim é a Politica, II, 60
Pereira—Vide Moraes Pereira.
Pharol (O)—Periodico de Lisboa em 1849, I, 189
Artigo seu acerca de Castilho, I, 190
Plinio, o moço—Romano bom e benefico. Cita-se uma sua carta,
II, 71
Poesia—Nasceu nos campos, I, 135
Poesia e Musica—O que podem a bem da civilisação popular, II,
8
Politica—A maior das politicas deve ser para Portugal a
Agricultura, I, 38
O autor não faz politica no sentido estreito da palavra. Sua
profissão de fé, I, 41
O que é politica no mau sentido da palavra, I, 119
A politica não faz senão tecer e destecer como Penélope, II, 60
Povo portuguez—Pode renascer pela Agricultura, I, 42
Premios para os que promoverem por qualquer forma a
Agricultura, I, 67
Premios de livros aos rapazes estudiosos, II, 56
Presbyterio (O) da montanha—Extratos do prologo d’esse
poema de Castilho, II, 122 e seg
Prisões—Como se podem melhorar com a instrucção ministrada
n’ellas, II, 52, 53, 54
Professores—Devem receber salario condigno da sua faina, II,
47
Propriedade—Não é direito natural, mas é direito, I, 120
Proprietarios—Deveriam ser obrigados por Lei a residencia
temporaria nos seus dominios rusticos, I, 122
Q
Quintas exemplares—Sua creação, I, 67
R
Recruta—Abala da casa paterna para o Exercito, II, 101
Rei—Lucra com uma exacta representação nacional, I, 87
Reis—Não são as espadas que os defendem, mas sim as luzes
da instrucção geral, II, 58
Representação nacional—Tal como se pratica hoje é chimerica,
I, 80
Requerimento de Castilho á Camara dos Deputados, I, 174
Revista Universal Lisbonense—Cita-se esse periodico, I, 149
Revoluções—Não as fazem os livros, mas os actos dos
governantes, I, 12
O autor não as ama, I, 12
Ribeiro (José Silvestre)—Dedicatoria do Livro a elle, I, 9
Menciona-se, I, 149
Ribeiro de Sá (Sebastião José)—Carta de Castilho a elle, I, 150
Outra I, 153
Cita-se o seu romance O preso, II, 53
Ricos—Quanto lhes seria facil felicitar os camponezes, I, 30
Robinson Suisso—Admiravel obra deleitosa e instructiva, II, 86
Rogações de Maio—Festas poeticas do Christianismo, I, 26
Romanos—Quanto prezavam a Agricultura, I, 22
Rosseir—Vide Smith Rossier.
S
Sá—Vide Ribeiro de Sá.
Sá Nogueira (Ayres de)—Presidente da Liga promotora dos
interesses materiaes, I, 63
Saber—Foi monopolisado antigamente por certas classes. Hoje é
democratico, II, 41
A Providencia a pouco e pouco o foi infiltrando em todas as
camadas sociaes, II, 42
Sacerdocio—Vide Clero.
Saint Pierre (Bernardino de)—Cita-se o seu livro Etudes de la
Nature, II, 111
Salema—Vide Sande de Magalhães Mexia Salema.
Salomão—Menciona-se, I, 30
Sancho I (El-Rei D.)—O seu sceptro povoador deve hoje reviver,
I, 77
Sande de Magalhães Mexia Salema—João de, I, 149
Discurso seu na Camara dos Deputados, I, 177
Sciencia—Como consegue poetisar a Natureza, I, 27
Teem-n-a combatido alguns ruins engenho, II, 40 Quanto auxilia e desenvolve a intelligencia, I, 116
Sementeiras (Festa das)—Fragmentos do poema Os Fastos, I,
139
Serviços de Castilho á Ilha de S. Miguel, II, 134 e seg.
Silveira—Vide Fradesso da Silveira (João Maria).
Smith Rossier (D. Carolina)—Autora da melodia da Invocação a
Deus, I, 169
Sociedade dos Amigos das Lettras e Artes—Noticias a seu
respeito, I, 147
Desejou a concessão de um terreno em Ponta Delgada, I, 147 Menção de commettimentos seus, I, 159 e seg.
Foi muito contrariada na propria ilha, II, 8
Seus serviços, II, 77
Sociedade promotora da Agricultura michaelense—Como
nasceu, e que produziu, I, 34
Foi imitada no Reino por outras sociedades, II, 11
Confere uma medalha de oiro ao Manual do Cultivador, II, 15
Festeja o dia de Santo Antonio em 1849, II, 17
Seus serviços, II, 77
Sociedades agricolas—Vão-se creando no Reino, I, 37
Rapido desenho da sua constituição e do seu mechanismo, I,
49
Sociedades mães e sociedades filhas, I, 54 Lembranças varias a seu respeito, I, 66
Soldados—O que são, II, 96
Deveriam ser transformados em forças vivas, para a
Agricultura, I, 58
Sousa de Macedo—Vide Costa de Sousa de Macedo (D. Pedro
da).
Stael—Vide Baroneza de Stael.
T
Tasso (Torquato)—Cita-se um trecho do seu poema Jerusalem,
II, 107
Término—Fragmento dos Fastos de Ovidio, I, 141
Terra—Pode enriquecer-nos, I, 13
Não ha direito para a deixarmos improductiva, I, 121
Thénard—Vide Barão Thénard.
Timon—Vide Visconde de Cormenin.
Trabalho—Castigo da desobediencia do primeiro homem, I, 26
Tributos—São uma necessidade, I, 39
Se os Governos os podem exigir, devem facultar aos
contribuintes os meios de os pagarem sem sacricio, I, 39
V
Verdade (A)—Periodico de Ponta Delgada, I, 158
Vidal Dalhunty (D. Leonor)—Autora da melodia do Hymno de
Santa Cecilia, I, 170
Vigny—Vide Conde Alfredo de Vigny.
Vilhena Barbosa (Ignacio de)—Menciona-se, I, 149
Visconde de Cormenin—Autor do livro Entretiens de village, II,
85
Z
Zimmermann—Menciona-se o seu Tratado da solidão.
FIM