Ferreiro do Bosque Maior

J. R. R. Tolkien · Apêndice

Páginas do PDF

Ferreiro do Bosque Maior

Introdução da edição brasileira

Sumário

 

Capa

Folha de rosto

Créditos

Introdução da edição brasileira

Ferreiro do Bosque Maior

Galeria de imagens

Ferreiro do Bosque Maior é um conto de J.R.R. Tolkien cativante e de elevada sensibilidade. Publicado em 1967, configura a última história escrita, não mais de um jovem recém-saído da guerra, mas de um senhor de 75 anos com uma vasta experiência de vida no Mundo Primário e no Secundário.

Como boa parte de sua trajetória de escritor, Ferreiro não foi planejado, mas decorreu de uma emanação criativa de Tolkien, após ele ter sido convidado a escrever a apresentação de A Chave Dourada, de George MacDonald. Pois assim era a sua melhor forma de expressar o que pensava sobre a fantasia e os contos de fadas: criando histórias.

A introdução para publicação de MacDonald nunca saiu, em seu

lugar, foi dada à luz a narrativa do Grande Bolo e da Festividade dos Vinte e Quatro. O conto discorre sobre magia e técnica, imaginário e racionalismo moderno, sem se preocupar em argumentar, apenas em demonstrar, por meio de palavras que nos conduzem ao reino das fadas. Divididos entre Alf e Carvalheiro, somos convidados a ponderar entre o pragmatismo do cotidiano e as verdades reveladas pelos elfos.

Ferreiro fala de identidade, ofício e sabedoria. É uma forma de

diálogo entre pai e filho, é uma caminhada da madrugada ao entardecer da vida. É um atestado de fé na palavra, na arte e no espírito, é o amor do amor: a criatividade. O último conto de J.R.R. Tolkien é uma elegia da fantasia que resiste entre os espinhos da modernidade.