Inicios da Renascença em Portugal: Quinta e Palacio da Bacalhôa em Azeitão

Footnotes

 

[1] Nota do autor: Resende, Vida e Feitos de D. João II.

[2] Nota do autor: Guarienti, Abecedario pittorico.

[3] Nota do autor: Carta do Sr. Ramalho Ortigão a J. R.

[4] Nota do autor: Vite de più eccellenti pittori, scultori ed

architetti, de Giorgio Vasari.

[5] Nota do autor: Von Albrecht Haupt, Die Baukunst der

Renaissance in Portugal, 1890.

[6] Nota do autor: L. 4.. da Chancel. de D. Jogo 1, fl. 24. Na

Torre do Tombo.

[7] Nota do autor: O infante D. João vinha algumas vezes à

sua quinta. De Azeitão a 13 de abril de 1440, data ele um alvará, proibindo, a requerimento de Diogo Mendes de Vasconcelos, comendador de Sesimbra, a pastagem de gados na ribeira da Yena (hoje Aiana). Num outro alvará, de Azeitão também, datado do dia 16 do mesmo mês e ano, reestabelece o juiz da mesma ribeira, para livrar e conhecer os ditos feitos (questões de esgotamento de terras, pastagens e regime de águas) e que apreme e constranja os lavradores da dita ribeira, que respondam perante ele. Este juiz deveria ser um lavrador. Tombo de Sesimbra, fl. 123 v. e 124.

[8] Nota do autor: L. 1.0 dos Místicos, fl. 53 v. Na Torre do

Tombo.

[9] Nota do autor: L. 5.º da Chancel. de D. Manuel, fl. 21 v.

Na Torre do Tombo.

[10] A escritura existe no cartório dos Srs. condes de

Mesquitela, senhores do morgado dos Albuquerques. O título 3.0 do livro 4.0 da ordenação Manuelina tem por título: «Que nenhum faça contratos nem distratos, em que ponha juramento, nem boa fé». Archivo pittoresco, vol. V.

[11] Economista, jornal de Lisboa, n.ᵒ 1:097 de 1885.

[12] Nota do autor: Carta mandando criar em vila a aldeia de

Vila Fresca. Lisboa, 5 de dezembro de 1759.

[13] Nota do autor: Alvará de Lisboa, 16 de agosto 1786.

[14] Nota do autor: A Arruda foi criada vila em 1574, e, desde

os primeiros tempos da monarquia, é chamada vala, mas pelos mais antigos documentos se pode mostrar que esta vila quereria dizer granja, quinta. Em 1255 o mestre Paio Peres Correia e o comendador de Mértola, Gonçalo Peres, dão ao frei Estevão Mendes aquele campo que é chamado vila da Arruda. Em 1300 a Arruda é dada à rainha D. Isabel, recebendo a ordem de Santiago em troca a quinta da Horta Lagoa no termo de Santarém. Em 1236 já o mestre Paio Peres tinha trocado com o sobrejuiz Pedro Martins o usufruto da Arruda pelas herdades que este tinha nas lezírias da Toureira. Mais tarde, em 1300, a rainha D. Beatriz deu à ordem de Santiago a quinta da Rebaldeira em troca da Arruda. Depois ainda Afonso IV troca a Arruda pela herdade da Anisa no termo de Alcácer, isto em maio de 1329. NB. Os dois contratos atrás, de 1300, um é de 14 de junho, outro de 3 de outubro.

[15] Nota do autor: «Et qui habuerit aldeam, et uno jugo de

bois et xxxx oues et uno asino et duos lectos, comparei caualum.» Foral de Sesimbra, de Palmela e todos os do tipo de Évora.

[16] Nota do autor: A divisa do infante D. Henrique escrevia-

se «Talent de bien fere», por faire.

[17] Nota do autor: «Non tibi, inquit illa (Beatriz) solum regni

hwreditas obvenit, sed etiam matri, et propinquis, et omnibus denique, qui in te spem rerum suarum collocatum habent.» H. Osorii, De Rebus Emmanuelis, liber prim. Edit. 1791, pág. 36.

[18] Nota do autor: L. 1.0 dos Místicos. Na Torre do Tombo.

[19] Nota do autor: Salva, Col. de doc. ineditos para a hist.

de Hisp., tomo VI. Carta de Cristóvão de Moura ao rei Filipe, em 9 de março 1579.

[20] Nota do autor: O cardeal Bembo, secretario de Leão X,

fez dizer a este papa, quando anunciou aos príncipes cristãos a sua elevação ao pontificado, que ele tinha sido feito pontífice pelos decretos dos deuses imortais.

[21] Nota do autor: Comentários, parte XV, cap. L.

[22] Nota do autor: Em pouco estará restaurada esta galeria,

graças ao atual proprietário, o Sr. conde de Mesquitela, D. Luís, que soube compreender o valor daquelas edificações.

[23] Nota do autor: Luiz Domnech, Historia general del arte,

caderno.

[24] Nota do autor: Henry Havard, La Céramique. L’histoire,

22.

[25] Nota do autor: Von Albrecht Haupt, Die Baukunst der

Renaissance in Portugal, 1890.

[26] Nota do autor: Kunstgewerbeblatt. Oktober 1893,

Leipzig. Tradução do meu bom amigo Dr. Hugo Mastbaum. O ilustrado professor, Dr. Theodor Rogge, publicou em 1895 um outro artigo, Keramik und Decoration in Portugal, cuja tradução seguirá, em apêndice, nesta monografia.

[27] Nota do autor: Al-makkari, tomo I. Tradução inglesa de

Gayangos e port. do meu amigo Oliveira Parreira.

[28] Nota do autor: D. Francisco Javier Simonet, professor de

árabe em Granada, Influencia del elemento indígena sobre la cultura de los mosos de Granada, 1894. Neste folheto, o autor, um traga-mouros de primeira força, mata-se por mostrar que a raça arabe é incapaz de qualquer aperfeiçoamento; só lhe concede as qualidades guerreiras, e quer que estes dominadores da península ibérica nenhuma lição aqui dessem, mas que todo o esplendor da sua época se deva à influencia do elemento indígena.

[29] Nota do autor: Nota de Simonet: Ibn-Said, citado por Al-

mahkari. Tomo 7, 124.

[30] Nota do autor: Nota de Simonet: «Nebriga traduce por

pavimento o suelo de azulejos y Freund por suelo de mosaico».

[31] Nota do autor: Oliveira, Grandezas de Lisboa. Tratado

XV, cap.

[32] Nota do autor: A propriedade de Nuno Martins é a quinta

chamada ainda hoje da Palhavã; foi-lhe dada de emprazamento na era de César de 1451 (ano 1413) por Afonso Martins Palhavã e sua mulher Constança Atines, pelo foro animal de duas mil libras dos reais de três libras e meia. O Palhavã e mulher morreram sem herdeiros, o foro passou à coroa, e D. Duarte, em 11 de novembro de 1436, fez dele mercê ao dito Nuno Martins da Silveira, seu criado, do seu conselho e seu escrivão da puridade.

[33] Nota do autor: Sr. Visconde de Sanches de Baina,

Resumo histórico dos Albuquergues, pág. 13.

[34] Nota do autor: Silva Túlio, Archivo pittoresco.

[35] Nota do autor: Afonso de Albuquerque, Comentários,

part. IV, cap. XLV.

[36] Nota do autor: Gaspar Correia, Lendas da Índia, tom. iv,

pág. 461.

[37] Nota do autor: São de notar estas circumstancias na

morte de D. Manuel. Ironias do destino: Dia de abstinência de carne, número aziago para muitos; e da hora, que direi?!

[38] Nota do autor: Casa dos Bicos.

[39] Nota do autor: Gaspar Correia, Lendas da Índia, tom. IV,

pág. 376.

[40] Nota do autor: Afonso de Albuquerque, Comentários.

Gaspar Correia repreende a permuta dizendo: «Mas esta esmola dos meninos se perverteu, que seu filho, que ficou no reino, o quis antes para si, que não para os meninos, nem para outra nenhuma esmola.» Lendas. Ibid. O mesmo autor (pág. 472) diz que o sucessor de Albuquerque, o Grande, Lopo Soares pela sua má tença que tinha às coisas de Afonso de Albuquerque, quisera derrubar a capela, o que não fez executar pelo grande despêndio, no entanto, mandou tirar-lhe o sobrado; também ordenou que dali se tirassem os ossos do grande capitão, mas foi desobedecido, e, a pretexto de que as boticas prejudicavam a defesa da cidade, fê-las derrubar e mandou que se fizessem noutro lugar. Que aplicação aqui não tem a fábula do ledo decrépito!

[41] Nota do autor: D. Aleixo de Menezes, eremita de Santo

Agostinho, capelão-mor em 1590, arcebispo de Goa, primaz do Oriente, em 1595, arcebispo de Braga, primaz das Espanhas em 1611.

[42] Nota do autor: Melchioris Phabi, Decisiones, tom. I.

[43] Nota do autor: Sousa, História genealógica, tom. V, pág.

312. Falcão, Livro de toda a fazenda, pág. 161.

[44] Nota do autor: Sousa, História genealógica, tom. XI,

pág. 445.

[45] Nota do autor: É erro. A pintura era em tela, de que

restam as réguas, que a pregavam, e representava Goa, Calecut, Malaca e Ormuz.

[46] Nota do autor: Teve o sobrenome Sebastião por haver

nascido no dia 20 de janeiro, que a igreja de Roma dedica a S. Sebastião.

[47] Nota do autor: Pedro de Mendonça havia casado em

primeiras núpcias com D.ᵃ Catarina de Menezes, e deste matrimónio era filho este Francisco de Mendonça, a que o documento se refere.

[48] Nota do autor: Cartório dos tabeliães de Azeitão, liv. 20.

[49] Nota do autor: Monstruosidades do tempo e da fortuna.

[50] Nota do autor: Lendas da Índia, pág. 457.

[51] Nota do autor: Monstruosidades do tempo e da fortuna,

pág. 169.

[52] Nota do autor: D.ᵃ Maria Manuel era filha de D. João

Manuel de Albuquerque, filho natural de D. Jorge Manuel, senhor do morgado.

[53] Nota do autor: Paulina, carta comunicatória de

excomunhão, a quem não revelar o que sabe em alguma matéria, da qual só por esta via se pode ter notícia. Chama-se Paulina, porque o papa Paulo III foi o primeiro que as mandou publicar. Eram lidas na ocasião da missa.

[54] Nota do autor: História genealógica, pág. 441.

[55] Nota do autor: Pertencente aos Almadas Carvalhais,

provedores da Casa da Índia.

[56] Nota do autor: O sobrenome era Josefa e não Teresa.

[57] Nota do autor: Reis 320004000.

[58] Nota do autor: Manuel Carvalho de Ataíde, pai do

célebre marquês de Pombal, era casado com D.ᵃ Teresa Luísa de Mendonça, filha de João de Almada e Melo, alcaide-mor de Palmela, casado com D.ᵃ Maria de Mendonça, filha ilegítima de Francisco de Mendonça, alcaide-mor de Mourão, meio irmão de D.ᵃ Maria Josefa de Mendonça e Albuquerque, mãe de Luís Guedes de Miranda. Na procuração Manuel Carvalho chama tio a Luís Guedes.

[59] Nota do autor: Em 12 de maio de 1720 ainda Luís

Guedes era vivo, pois o patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida, em visita à sua diocese, dispõe que ele, como administrador do morgado de Afonso de Albuquerque, proceda

aos reparos de que necessita a igreja de S. Simão. Deve ter falecido neste ano ou princípios de 1721.

[60] Nota do autor: O papa Clemente XI concedeu a criação

de duas sedes episcopais em Lisboa e, para as distinguir, chamou-lhes oriental e ocidental. D. João V continuou a extravagância, dividindo Lisboa em duas cidades do mesmo modo designadas por decreto de 9 de janeiro de 1717.

[61] Nota do autor: Sousa, em História genealógica, marca o

nascimento de D. António no dia 3. A data que eu sigo é dos artigos do processo, que tenho à vista.

[62] Nota do autor: Sousa, em História genealógica, marca o

nascimento de D. José a 22 de julho. Eu sigo a data dos artigos.

[63] Nota do autor: Esta casa ainda existe, na estrada da

Luz, adiante do palácio e quinta das Laranjeiras, que foi do conde de Farrobo.

[64] Nota do autor: D. Luís da Costa foi coronel de cavalaria

nas guerras da restauração de 1640, com reputação de soldado valente, e comendador da ordem de Cristo. Ibidem.

[65] Nota do autor: Moreri. Dicionário. 2.º Suplemento, pal.

Costa.

[66] Nota do autor: Li nesta resposta do ministro do rei de

Portugal uma passagem, de que não posso fugir à tentação de dar conta; por mostrar a rigidez deste personagem por tantos títulos célebre. A cúria, que desconhecia, ou fingia não conhecer o rei D. José e o seu primeiro ministro, o pacto feito entre estes dois homens e a escola política que seguiam, o juízo prudencial com que a natureza dotara o rei, a ilustração do conde de Oeiras, as sabidas qualidades do seu génio e o seu conhecimento dos ardis da diplomacia curial, usou nos breves Suggestivos, como lhes chamou Sebastião de Carvalho, de uma estudada linguagem, melíflua, aveludada e calculadamente sentida, repassada de dor de angústia e capaz de fanar aos ânimos desprevenidos. Nota do autor: No breve ao seu caríssimo filho José I, pedia-lhe Clemente XIII que se lembrasse do tormento do seu amantíssimo pai na hora final, de que estava próximo, se deixasse o mundo sem se haverem ambos consagrado, e da tranquillidade que lhe iria na alma ao morrer, se pai e filho se tivessem reconciliado. A intenção da cúria romana não escapou ao ministro do rei, que, numa ementa a esta passagem, escreveu: «Tudo isto são palavras patéticas, que só servem para

moverem dos púlpitos o povo ignorante.» A cúria, julgando também que a rainha e o infante D. Pedro, irmão do rei, podiam influenciar para o conseguimento dos pretendidos fins, fez expedir breves a estes dois personagens e, para lisonjear o conde de Oeiras, foi dada ordem ao núncio em Madrid para fazer chegar abertos à mão do conde todos os quatro breves expedidos de Roma, a fim de que ele fosse o primeiro a conhecer o seu conteúdo «acciò ella (Ec.ᵃ) sia il primo d’ogni altro a saperne il contenuto.» O conde de Oeiras na sua resposta ao arcebispo de Niceia, depois dos cumprimentos da mais fina cortesia e de lhe falar da remessa da resposta do rei, cuja cópia lhe oferece, continua: «Ao mesmo tempo devo prevenir a v. ex.ᵃ que lhe não cause reparo a falta de outras respostas sobre alguma das mais cartas (refere-se aos breves para a rainha e infante) que acompanharam a de v. ex.ᵃ, porque S. M. as mandou ficar suspensas na secretaria de estado, em raspo de serem opostas à impreterivel forma do despacho do gabinete do mesmo senhor, segundo a qual os negócios das cortes são imediata e privativamente dirigidos à real pessoa de S. M. para os mandar tratar pelos ofícios dos ministros... sem que outras algumas pessoas... tenham neles a menor intervenção, como é pratica universal de todas as outras monarquias da Europa, onde se distingue o que é regularidade do que é sedição.»

[67] Nota do autor: Os azulejos de Córdova atribuem-se ao

fim do século X. Nota da Red.

[68] Nota do autor: O respetivo trabalho intitulou-o A

Renascença italiana em Portugal, e apareceu no Jornal do Comércio, Lisboa 1892. Nota de Th. Rog.

[69] Nota do autor: Em folha separada dá uma estampa do

Douro. Nota de J. R.

[70] Nota do autor: O autor do presente escrito visitou a

Bacalhôa e dali levou desenhos; nesta parte, porém, a memória, ou os apontamentos são-lhe infiéis; o azulejo verde é de uma galeria proxima. Este é amarelo, azul e verde em fundo branco. Nota de J. R.

[71] Nota do autor: O quarto dos duques de Aveiro no seu

palácio de Azeitão tem uma faia em volta, de mais de 1 metro de altura, deste mesmo azulejo. Nota de J. R.

[72] Nota do autor: O ilustre professor alemão, que com

tantos cuidados e verdadeiros conhecimentos explorou em

Portugal este género de cerâmica e suas aplicações, guiado pelas aparências, julgou ver na Arrábida um túmulo no que é um templozinho esbelto, que sai com elegância de entre as frondosas matas da serra, apresentando ao sol para se mirar a sua espelhada cúpula. Foi fundado no meado do século XVII por D. António de Lencastre, da casa de Aveiro, e é da vocação do Bom Jesus. Nota de J. R.

 

Estampa I

PALACIO DA BACALHÔA EM VILLA FRESCA DE

AZEITÃO

 

Estampa II

B . (Planta geral)

LEGENDA

 

A Vinha

B Casa da Índia

C Casa das Pombas

D Lago

E Casa da Penna

FF Galerias cobertas e arradas

G Pavilhão central

H Pavilhão correspondente a casa da

Penna

I Pequeno jardim de entrada para os

pavilhões

J Jardim

K Palacio

L Escadaria

M Patio

N Portão do Norte

O Portão do Sul

P Galeria de 13 arcos

QR Cubellos de meia altura dos de

palacio

S Pomar

 

Estampa III

BUSTO DE AFFONSO DE

ALBUQUERQUE, F

 

Estampa IV

Armas de cantaria que eram destinadas a

encimar o portão do norte do palacio da

Bacalhôa

 

Estampa V

MEDALHÕES DE PEDRA NA GALERIA

DO NORTE

Estampa VI

PALACIO DO DUQUE DE AVEIRO EM VILLA

NOGUEIRA DE AZEITÃO

 

Estampa VII

Figura 1

 

Estampa VIII

Figura 2

 

Estampa IX

Figura 3

 

Estampa X

Figura 4

 

Estampa XI

Figura 6

 

Estampa XII

Figura 7

 

Estampa XIII

Figura 8

 

Estampa XIV

Figura 9

 

Estampa XV

Figura 10

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XVI

Figura 11

 

Estampa XVII

Figura 12

 

Estampa XVIII

Figura 13

 

Estampa XIX

Figura 14

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XX

Figura 15

 

Estampa XXI

Figura 17

Estampa XXII

Figura 18

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XXIII

Figura 19

 

Estampa XXIV

Figura 20

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XXV

Figura 21

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XXVI

Figura 23

 

Estampa XXVII

Figura 24

 

Estampa XXVIII

Figura 25

Estampa XXIX

Figura 26

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XXX

Figura 29

 

Estampa XXXI

Figura 30

AZULEJOS DO ORATORIO

 

Estampa XXXII

Figura 31

AZULEJOS DO ORATORIO

 

Estampa XXXIII

Figura 32

AZULEJOS DE UM ALEGRETE DE

FLORES

 

Estampa XXXIV

Figura 33

 

Estampa XXXVII

RODAPÉ DO PAVILHÃO DO LAGO

FRAGMENTO DA ASSIGNATURA

Figura 5

TARJA QUE CIRCUMDA A PORTA DA CASA DA

INDIA

Figura 22

Figura 27

TARJA QUE CIRCUMDA UMA PORTA DO JARDIM

Figura 36

Figura 37

Figura 16

 

Estampa XXXV

Figura 34

ARMAS DOS ALBUQUERQUES

Pavilhão central do lago

 

Estampa XXXVI

Figura 35

 

Estampa XXXVIII

(3 Rogge)

 

Estampa XXXIX

 

Estampa XL

 

Estampa XLI

Estampa XLII

 

Estampa XLIII

ROUBO DA EUROPA

Azulejos nas costas de um banco do jardim

 

Estampa XLIV

SUZANA SURPREHENDIDA NO BANHO

Quadro de parede oeste do pavilhão central do lago

 

Estampa XLV

FRAGMENTOS DE QUADROS DO

PAVILHÃO CENTRAL DO LAGO

 

Estampa XLVI

REVESTIMENTO DOS ALEGRETES DO

JARDIM DO LAGO

 

Estampa XLVII

MEDALHÕES DO LAGO

 

Estampa XLVIII

MEDALHÕES DA RUA QUE VAE DO LAGO A CASA

DA INDIA

 

Estampa XLIX

MEDALHÕES DA RUA QUE VAE DO

PALACIO AO LAGO

Estampa L

Figura 137

MEDALHÕES DA RUA QUE VAE DO

PALACIO AO LAGO

 

Estampa LI

 

Estampa LII

 

Estampa LIII

 

Estampa LIV

*** END OF THE PROJECT GUTENBERG EBOOK INICIOS DA RENASCENÇA EM PORTUGAL: QUINTA E PALACIO DA BACALHÔA EM AZEITÃO, MONOGRAPHIA HISTORICO-ARTISTICA ***

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