
Própolis e geoprópolis: uma herança das abelhas
Um livro para a população leiga sobre a própolis, material resinoso que abelhas africanizadas e abelhas sem ferrão elaboram com secreções de árvores e flores. A palavra vem do grego: pro, em defesa, e polis, cidade. In natura são 30% de ceras, 55% de resinas e bálsamos, 10% de óleos voláteis e cerca de 5% de pólen. Com ela as abelhas vedam frestas e revestem o invasor morto que não sai da colmeia. Quando as abelhas sem ferrão acrescentam terra ou barro à resina, o produto se chama geoprópolis: fragmentos rígidos, escuros e amargos. Vêm depois as tarefas das operárias por idade, a caixa de madeira que Langstroth idealizou no século XIX e os meliponários de Barra do Corda e Palmeirândia, no Maranhão. Sforcin assina com Bruno José Conti, Karina Basso Santiago, Eliza de Oliveira Cardoso, Fernanda Lopes Conte, Lucas Pires Garcia Oliveira e Maria José Abigail Mendes Araújo.
