
A escrita grega no Império Romano: recepção e transmissão
Onze estudos sobre autores que escreveram em grego sob domínio romano, do primeiro ao terceiro século da era cristã, organizados por José C. Baracat Jr. e Maria Aparecida de Oliveira Silva e publicados pela Editora da UFRGS. Moisés Olímpio-Ferreira abre o volume com Saulo de Tarso, judeu e cidadão romano, marcado pelo estoicismo e pela retórica grega. Silva lê o Eros de Plutarco, feito de amizade e prazer, longe do intermediário entre deuses e homens de Platão. Seguem a áskēsis de Epiteto, a retórica de Élio Aristides, o mundo dos mortos que Luciano de Samósata situa não no Hades mas entre os Bem-Aventurados, a Vida de Apolônio de Tiana de Filóstrato, as fábulas de Bábrio, a Biblioteca de Apolodoro, o Homero filósofo de Máximo de Tiro, o terceiro livro das Vidas de Diógenes Laércio e a imanência do uno em Plotino. Dois capítulos estão em inglês e um em espanhol.
