A representação social na construção da velhice

Raimunda Silva D’Alencar · Capítulo 14 de 14

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A representação social na construção da velhice

Sobre os autores

Alba Benemérita Alves Vilela - Enfermeira e Comunicadora Social, é doutora em Enfermagem, professora plena do Departamento de Saúde da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Pesquisadora e integrante do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem.

Amanda Dias Vieira - Bacharel em Direito, formada pela Faculdade de Direito de Santa Maria – FADISMA. Advogada na cidade de Santa Maria-RS. Pós-graduanda em Direito Público pela Escola Superior da Magistratura Federal (ESMAFE-RS). E-mail:

<advamandadias@gmail.com>, <amandadiasvieira@live.com>.

Andréa Evangelista Lavinsky - Mestra em Enfermagem. Professora Assistente do Departamento de Saúde da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Pesquisadora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento/DFCH-UESC. E-mail:

<aelavinsky@uesc.br>.

Ariadne Nascimento Santos Enfermeira. Residência em cardiovascular no Hospital Universitário Pedro Ernesto. Rio de

Janeiro, RJ. E-mail: <ariinascimento@hotmail.com>.

Aline Ângela Victoria Ribeiro - Mestranda em Estudos Culturais na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São

Paulo (EACH-USP). E-mail: <aline.avribeiro@gmail.com>.

Benedita Edina da Silva Lima Cabral - – Pós-doutora em Ciências Sociais, professora associada da Universidade Federal de Campina Grande (PB), Fundadora e membro do Programa Interdisciplinar de Apoio à Terceira Idade da UFCG, autora de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, capítulos de livros e artigos em anais de eventos. Parecerista ad hoc em periódicos das ciências humanas e envelhecimento. E-mail:

<beneditaedina@yahoo.com.br>.

Cristiane Redin Freitas - Professora Dra. do Departamento de Psicologia da UNISC. Integrante dos grupos de pesquisa: “Realidade, Exclusão e Cidadania na Terceira Idade” e “Ideologia, Comunicação e Representações Sociais”. E-mail:

<cristianefr@unisc.br>.

Claudia Ribeiro Santos Lopes - Graduação em Ciências Contábeis. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). E-

mail: <clopesuesb@gmail.com>.

Conceição de Maria Goulart Braga Cuba - Assistente social, professora da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pós-Doutoranda do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Serviço Social da

PUC-Rio. E-mail: <cmgoul@gmail.com>.

Flávia Oliveira Alves da Silva - Advogada. Mestre em Ciências Sociais Aplicadas. Doutoranda em Ciências Jurídicas da UBA. Coordenadora do Curso de Direito da Faculdade União. E-mail:

<flasoliveira@uol.co.br>.

Hernane Borges de Barros Pereira - Bacharelado em Desenho Industrial. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). E-

mail: <hernanebbpereira@gmail.com>

Ivone Félix de Sousa - Professora. Mestre em Psicologia, Universidade Católica de Goiás (UCG). Coordenadora e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas em Psicopatologia Clínica e Psicologia e Saúde (NPPS) do Departamento de Psicologia da

PUC/Goiás. E-mail: <ivonefelixsousa@gmail.com>.

Juliana Eisenhardt - Acadêmica do Curso de Psicologia da UNISC.

E-mail: <julianaeisenhardt@hotmail.com>.

Josiane Bonvolini - Educadora Física. Aluna do Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento e Saúde do Idoso da UCS. E-mail:

<josibovoline@gmail.com>.

Kátia Ramos Silva - Doutora em Sociologia – PPGS/ UFPB. E-mail:

<katya6@gmail.com>.

Larissa Cole - Aluna do curso de Psicologia da PUC Goiás. E-mail:

<cissacolle@gmail.com>.

Lucas Silveira Sampaio - Bacharel em Fisioterapia. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). E-mail:

<lucaosampaio@hotmail.com>.

Marli Bueno de Castro - Professora. Mestre em Psicologia (UCG). Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Psicopatologia Clínica e Psicologia e Saúde (NPPS) no Departamento de Educação e de

Psicologia da PUC Goiás. E-mail: <marlibueno@hotmail.com>.

Miguel Arturo Chamorro Vergara Sociólogo e Antropólogo. Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Pesquisador do Núcleo de Estudos do Envelhecimento. E-mail:

<mikevergara@hotmail.com>.

Monique Borba Cerqueira - Doutora em Políticas Sociais e Movimentos Sociais, Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social, PUC/SP; Mestre em Sociologia, UNICAMP; Pesquisadora Científica do Instituto de Saúde/ SP. E-mail:

<moniqueb@terra.com.br>.

Silvia Virginia Coutinho Areosa -. Professora, Dra. do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional da UNISC. Líder do grupo de pesquisa “Realidade, Exclusão e Cidadania na

Terceira Idade”. E-mail: <sareosa@unisc.br>.

Raimunda Silva d’ Alencar - Profa. Assistente do DFCH. Pesquisadora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento. Universidade Estadual de Santa Cruz. E-mail:

<r_alencar2@yahoo.com.br>.

Wanny Carolie Teixeira Nunes - Aluna do curso de Psicologia da

PUC Goiás E-mail: <wannycaroline123@gmail.com>

Paola Andressa Scortegagna - Mestre e Doutora em Educação. Professora da Universidade Estadual de Ponta Grossa. E-mail:

<paola_scotergagna@hotmail.com>.

Rita de Cássia da Silva Oliveira - Pedagoga e Gerontóloga. Doutora em Educação. Coordenadora da Universidade Aberta para a Terceira Idade na UEPG. Professora do mestrado e doutorado em Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Pesquisadora Produtividade do CNPq. E-mail:

<soliveira13@uol.com.br>.

Talita Machado Levi - Doutora em Medicina em Saúde Humana. Professora Assistente do Departamento de Ciências da Saúde. Pesquisadora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento/DFCH. Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Ilhéus, Bahia. E-mail:

<talita_uesc@hotmail.com>.

Talita Santos Oliveira Sampaio - Bacharel em Fisioterapia. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). E-mail:

<talitafisio@gmail.com>

Vania Herédia - Doutora em História Econômica pela Universidade de Gênova. Professora Titular no Centro de Ciências Humanas e da Educação. Coordenadora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento da Universidade de Caxias do Sul, RS. E-mail:

<vheredia@terra.com.br>.

Wagner Augusto Hundertmarck Pompéo - Bacharel em Direito, especialista em Ciências Penais, pósgraduado em Gestão Pública pela Universidade Federal de Santa Maria (RS). Mestre na área de concentração em Direitos Emergentes na Sociedade Global, professor de graduação e do Programa de pós-graduação da Faculdade de Direito de Santa Maria FADISMA, RS. E-mail:

<wagner@fadisma.com.br>.

Notas

 

Apresentação

1. TRENCH, Belkis; ROSA, Tereza Etsuko da C. Apresentação –

Velho outro? In: ________(Org.). Nós e o outro: envelhecimento e reflexões, práticas e pesquisa. São Paulo: Instituto de Saúde, 2011. 290p.

↩

 

Semânticas do envelhecimento –

modos de envelhecer nos anos 70

1. Fonte: PubliAbril, disponível em:

<http://publiabril.abril.com.br/marcas/veja>. Acesso em: 4 set. 2016.

↩

2. Entre janeiro de 1970 e dezembro de 1979 foram publicadas

514 edições. Aqui utilizamos 10 reportagens de 10 edições diferentes, representando cerca de 5% das edições da revista na década em questão (ANEXO A). Ressalta-se que o que se publicou sobre velhos, velhice, envelhecimento e terceira idade foi pouco representativo na comparação com o número de edições publicadas na década de 70.

↩

3. O sonho da realização e satisfação pessoal tem passado por

uma série de desafios, como a pedagogização do envelhecimento que tem tentado conduzir a questão de “como deve ser a experiência de ser velho e o que fazer depois dos sessenta”, o que tem levado à uniformização de condutas, atitudes e comportamentos, além do controle e monitoramento de vícios, estéticas corporais, sexualidade, consumo e saúde.

↩

4. Fonte: <http://gerovital-online.com/ro/content/15-ana-aslan>.

Acesso em: 14 set. 2016.

↩

 

Representações sociais de idosos

sobre a adaptação em uma instituição

de longa permanência

1. A pesquisa cumpriu todas as normas éticas, tendo sido

aprovada pelo Comitê de Ética da Universidade de Santa Cruz do Sul, sob a CAEE 57477416.0.0000.5343.

↩

2. As informações sobre a instituição de longa permanência foram

escritas a partir das observações realizadas no local, pois não havia nenhum histórico documentado sobre o local.

↩

 

Imagens de si, imagens do outro:

construção de identidades e

alteridade entre idosas

1. Este trabalho é uma versão do terceiro capítulo da dissertação

de mestrado apresentada em fevereiro de 2012, no Programa de Pós-Graduação em Sociologia – UFPB.

↩

2. Doutora em Ciências Sociais – UNICAMP. E-mail:

<beneditaedina@yahoo.com.br>

↩

3. Doutoranda em Sociologia – PPGS/UFPB. E-mail:

<katya6@gmail.com>

↩

Ancoragem das representações

sociais: o lugar do velho na

percepção de estudantes de

enfermagem

1. Aqui compreendida, como quer Alves-Mazzotti (2008, p. 24),

como a constituição de uma rede de significações em torno do objeto, relacionando-o a valores e práticas sociais.

↩

2. Parte de uma pesquisa mais ampla intitulada Significado da

Velhice para Acadêmicos da UESC (cursos de Pedagogia, Direito, Engenharia e Enfermagem) cadastrada na PROPP e financiada pela UESC, encerrada em 2015.

↩

3. Processo de separação ou fragmentação dos grupos sociais,

sejam em subgrupos ou em novos grupos, pelos motivos mais diversos possíveis.

↩

4. Palavra que vem do latim educare, educere, traduzida em

sentido literal como “conduzir para fora” ou “direcionar para fora”.

↩

 

Representação social e terceira idade:

aspectos e (novas) perspectivas

1. População brasileira em 10 de agosto de 2016, às 10h58.

↩

Idosas no contexto da vida cotidiana:

como percebem o corpo

1. Vinculadas à Universidade Aberta à Terceira Idade da

Universidade Estadual de Santa Cruz (UnATI – UESC), nas seguintes faixas de idades: 32,4% entre 60 e 65 anos, 22,7% entre 66 e 70 anos e 45,5% a partir de 71 anos.

↩

2. Etimologicamente, o termo ‘representação’ provém da forma

latina ‘repraesentare’ – ‘fazer presente’ ou ‘apresentar de novo’. Fazer presente alguém ou alguma coisa ausente, mesmo uma ideia, por intermédio da presença de um objeto (FALCON, 2000). Já para Jovchelovitch (1997), a noção de ‘representação’ era sinônimo de cópia, de espelho do mundo. Representar era copiar ou reproduzir o social. Essa ideia influenciou, por longo tempo, as ciências sociais e a psicologia, dando a ilusão da coincidência perfeita entre o psíquico e o mundo.

↩

3. Filósofo, professor da Universidade de Lisboa.

↩

4. “É feio, é triste mesmo ver-se uma pessoa obesa,

principalmente se se tratar de uma senhora; toca às vezes as raias da repugnância” (apud PRIORE, 2000, p. 75)

↩

 

Representações da velhice no olhar

dos jovens

1. DEBERT, Guita Grin. A reinvenção da velhice. São Paulo:

Edusp, 1999. PY, Ligia. Velhice nos arredores da morte: a interdependência na relação entre idosos e seus familiares. Porto Alegre: Edipucrs, 2004. MORAGAS, Ricardo Moragas.

Gerontologia social: envelhecimento e qualidade de vida. São Paulo: Paulinas, 1997.

↩

 

Representações sociais da

intergeracionalidade no boi brilho do

sesc de são luís/ma

1. No Maranhão, é comum e correto denominar essa forma de

manifestação cultural como: boi, bumba boi, bumba, bumba meu boi. Utilizarei aqui todos esses termos, que apenas se encontram em maiúsculas quando compreendem nomes próprios e se referirem a um grupo específico e outros casos semelhantes. Também é correto, como utilizo aqui, para me referir ao bumba meu boi – festa, brincadeira, brincar, expressão cultural, manifestação cultural, folguedo, dança de/do boi.

↩

2. Ludovicense é a denominação de quem nasceu ou reside em

São Luís, capital do Maranhão.

↩

3. Boieiros são pessoas que integram o grupo de bumba meu boi

e que apreciam essa festa.

↩

4. ABBAGNANO op. cit., p. 21.

↩

5. Esta seção é ilustrada com relatos de idosas, participantes da

pesquisa de Doutorado.

↩

6. MEIRELES, op. cit.

↩

7. Na pesquisa de Doutorado na UNITI/UFMA, denominamos os

idosos alunos pela letra da Turma a qual pertencem: A1, B2, C5 por exemplo. E os ex-alunos, que agora fazem parte de

associações, denominamos ASO1, ASO2, ASO3 e assim por diante.

↩

8. Neste texto, vou me deter mais ao boi de sotaque de orquestra,

mais conhecido como Boi de Orquestra, pela aproximação do Boi Brilho do SESC com esse grupo.

↩

9. “Nome das moscas que voam em torno dos bois nos currais do

nordeste, por isso o mesmo nome para as mulheres acompanhantes dos boieiros” (ALBERNAZ, 2010, p. 81).

↩

10. Os outros grupos são: Tambor de Crioula, grupo de Percussão

intitulado Percussiva Idade, Banda Sesc Retratos e Canções, Grupo Teatral Pastor do Menino Jesus e Coral Sesc Vozes da Sabedoria.

↩

11. Cofo é um cesto bojudo e de boca estreita confeccionado com

uma fibra própria, a embira, e serve para guardar diversos produtos, sendo também usado por pescadores. É chamado também de samburá (FERREIRA, 2008).

↩

12. Ele sugeriu seu próprio nome para constar na pesquisa, além

desse, que é como é chamado pelas idosas do grupo, dizendo que gosta de ser chamado assim. Por isso, usei esse.

↩

13. Os nomes das crianças, das adolescentes e das idosas foram

trocados para evitar a identificação.

↩

14. É a parte superior da indumentária das índias.

↩

15. Nomes trocados para evitar a identificação.

↩

 

A representação socioeducativa da

velhice precavida

1. Cuja preocupação central é conhecer o indivíduo no conjunto

de suas relações sociais.

↩

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Raimunda Silva D’Alencar

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