
Mussum Forévis: samba, mé e trapalhões
de Juliano Barreto

Escrito em 1826, entre a Carta Constitucional e a guerra civil que se seguiu, quando Portugal discutia em que medida a religião devia continuar a mandar no Estado. Inácio José de Macedo argumenta do lado da igreja, com os instrumentos da época: escritura, direito natural e história antiga. Lê-se hoje menos pelo argumento do que por aquilo que revela do momento, com o país prestes a partir-se em dois por causa dele. Panfleto mais do que tratado, escrito para ser lido depressa e discutido em público.