
Tieta do Agreste
de Jorge Amado

Um dos primeiros livros a olhar para Portugal como um problema de contas. Severim de Faria, chantre e cónego da Sé de Évora, pergunta o que falta ao reino para crescer em gente, indústria, comércio, riquezas e forças militares por mar e por terra, e responde com o que conseguiu reunir: origens de apelidos e armas das famílias nobres, as moedas que correram na província desde os romanos até ao seu tempo, e elogios de vários portugueses ilustres. O exemplar aqui digitalizado é a segunda impressão, acrescentada pelo padre José Barbosa e saída em Lisboa em 1740.