O Homem Duplicado
Tertuliano Máximo Afonso é professor de história, divorciado e entediado, e aluga um filme por recomendação de um colega. Numa cena secundária reconhece um ator idêntico a ele, traço por traço, até a cicatriz. Passa a procurar o homem em fichas de elenco e listas telefônicas, e quando os dois finalmente se encontram a questão deixa de ser quem copiou quem e passa a ser qual dos dois tem direito à própria vida. José Saramago publicou em 2002 e conduz a premissa até um desfecho que fecha como armadilha.
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