Pequeno Manual Antirracista
Créditos
Copyright © 2019 by Djamila Ribeiro
Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.
Capa Alceu Chiesorin Nunes
Preparação Julia Passos
Revisão Renata Lopes Del Nero e Adriana Moreira Pedro
ISBN 978-85-5451-599-7
Todos os direitos desta edição reservados à
EDITORA SCHWARCZ S.A.
Rua Bandeira Paulista, 702, cj. 32
04532-002—São Paulo—SP
Telefone: (11) 3707-3500
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Quem tem medo do feminismo
negro?
Ribeiro, Djamila
9788554511371
120 páginas
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Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.Quem tem medo do feminismo negro? reúne um
longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos
publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante
recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de "silenciamento", processo de
apagamento da personalidade por que passou e que é um dos
muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher
Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram
ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi
Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.Muitos textos reagem a
situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões
de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos
como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela
também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo
negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de
Beauvoir.
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Racismos
Bethencourt, Francisco
9788554510756
592 páginas
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Revisitando a história com uma análise abrangente, Francisco
Bethencourt apresenta o mais erudito e completo livro sobre racismo.Revolucionário em seu escopo cronológico e espacial,
este livro traz a primeira análise histórica abrangente e compreensível do racismo — um fenômeno relacional, que sofre
alterações com o tempo e não pode ser compreendido em sua
totalidade através de estudos segmentados de breves períodos, de regiões específicas ou de vítimas recorrentes.Nesta obra de
fôlego, o renomado historiador Francisco Bethencourt mostra as formas de racismo que precederam as teorias de raça,
observando-as no contexto de hierarquias sociais e condições
locais. O argumento é de que a prática discriminatória, em suas várias modalidades e aspectos, foi sempre provocada por
projetos políticos de monopolização de recursos.O foco de
Racismos é o mundo ocidental, mas o autor também propõe comparações com tipos de segregação presentes em outras
regiões do mundo. Ao provar que não há uma tradição constante de racismo, Bethencourt amplia nossa compreensão das
relações interétnicas e contribui para o fim da história deste
preconceito.
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Mulherzinhas
Alcott, Louisa May
9788554516208
592 páginas
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Edição da Penguin-Companhia traz as aventuras das quatro irmãs March com prefácios de Patti Smith e Elaine
Showalter.Mulherzinhas é considerado um dos livros mais influentes de todos os tempos. Ultrapassando a barreira das
idades, esse romance é lido com a mesma paixão por adultos e
jovens. A história das irmãs March se tornou um clássico feminista que reflete sobre a tensão entre obrigação social e
liberdade pessoal e artística para as mulheres. Cada leitor terá sua irmã favorita: a independente Jo, a delicada Beth, a bela Meg
ou a artista Amy. Essas quatro mulheres e sua mãe, Marmee,
enfrentam com diligência e honra as privações da Guerra Civil americana, e se tornaram um sucesso instantâneo já em
1868."Muitos livros maravilhosos me fascinaram, mas, com
Mulherzinhas, algo extraordinário aconteceu. Eu me reconheci, como num espelho, naquela menina comprida e teimosa que
disputava corridas, rasgava as saias subindo nas árvores, falava gírias e denunciava as afetações sociais. Uma menina que podia
ser encontrada encostada num enorme carvalho com um livro, ou
em sua escrivaninha no sótão, debruçada sobre um manuscrito. Ela era Josephine March. [...] Uma menina americana do século
XIX que teimava em ser moderna. Uma menina que escrevia.
Como incontáveis meninas antes de mim, vi como modelo uma que não era como as outras, que possuía alma revolucionária,
mas também noção de responsabilidade. Sua dedicação à sua arte me deu meu primeiro vislumbre do processo do escritor e fui
tomada pelo desejo de abraçar essa vocação. Os passos em
falso que ela dava, dos cômicos aos ousados, eram invejáveis, e me concediam permissão para dar os meus." — Patti Smith
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Sejamos todos feministas
Adichie, Chimamanda Ngozi
9788543801728
24 páginas
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O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo
é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo. "A questão
de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É
importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais
felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas
de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos
filhos de uma maneira diferente. "Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram
de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de
infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'". Apesar
do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e — em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são
infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que
odeiam homens e maquiagem — começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de
usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".
Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que
ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os
meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar
nos estereótipos de masculinidade.
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Sobre homens e montanhas
Krakauer, Jon
9788554516154
176 páginas
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Em doze artigos, Jon Krakauer tenta compreender por que
homens e mulheres se aventuram por paredes de rocha e gelo como se procurassem voluntariamente a morte.Você sabia que é
possível escalar cachoeiras? Sabia que o monte McKinley, no Alasca, o maior dos Estados Unidos, possui um dos ambientes
mais inóspitos do planeta e que mesmo assim cerca de trezentas
pessoas o escalam a cada ano? Você sabe qual é a segunda maior montanha do mundo? E sabe que ela é bem mais difícil de
ser escalada do que o Everest? Por que tantas pessoas arriscam a vida nas paredes de gelo e rocha?Nesta coletânea de artigos e
reportagens sobre aventuras vividas ao redor do mundo, do
Himalaia ao Alasca, Jon Krakauer, autor de No ar rarefeito e Na natureza selvagem, mostra homens e mulheres que enfrentam
paredes de gelo e rocha por todo o planeta, revela o que eles
fazem, como sobrevivem e o que os motiva.
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