Pequeno Manual Antirracista

Djamila Ribeiro · Capítulo 17 de 17

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Pequeno Manual Antirracista

Créditos

Copyright © 2019 by Djamila Ribeiro

Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.

Capa Alceu Chiesorin Nunes

Preparação Julia Passos

Revisão Renata Lopes Del Nero e Adriana Moreira Pedro

ISBN 978-85-5451-599-7

 

Todos os direitos desta edição reservados à

EDITORA SCHWARCZ S.A.

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Quem tem medo do feminismo

 

negro?

 

Ribeiro, Djamila

9788554511371

120 páginas

 

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Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.Quem tem medo do feminismo negro? reúne um

longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos

publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante

recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de "silenciamento", processo de

apagamento da personalidade por que passou e que é um dos

muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher

Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram

ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi

Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.Muitos textos reagem a

situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões

de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos

como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela

também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo

negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de

Beauvoir.

 

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Racismos

 

Bethencourt, Francisco

9788554510756

592 páginas

 

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Revisitando a história com uma análise abrangente, Francisco

Bethencourt apresenta o mais erudito e completo livro sobre racismo.Revolucionário em seu escopo cronológico e espacial,

este livro traz a primeira análise histórica abrangente e compreensível do racismo — um fenômeno relacional, que sofre

alterações com o tempo e não pode ser compreendido em sua

totalidade através de estudos segmentados de breves períodos, de regiões específicas ou de vítimas recorrentes.Nesta obra de

fôlego, o renomado historiador Francisco Bethencourt mostra as formas de racismo que precederam as teorias de raça,

observando-as no contexto de hierarquias sociais e condições

locais. O argumento é de que a prática discriminatória, em suas várias modalidades e aspectos, foi sempre provocada por

projetos políticos de monopolização de recursos.O foco de

Racismos é o mundo ocidental, mas o autor também propõe comparações com tipos de segregação presentes em outras

regiões do mundo. Ao provar que não há uma tradição constante de racismo, Bethencourt amplia nossa compreensão das

relações interétnicas e contribui para o fim da história deste

preconceito.

 

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Mulherzinhas

 

Alcott, Louisa May

9788554516208

592 páginas

 

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Edição da Penguin-Companhia traz as aventuras das quatro irmãs March com prefácios de Patti Smith e Elaine

Showalter.Mulherzinhas é considerado um dos livros mais influentes de todos os tempos. Ultrapassando a barreira das

idades, esse romance é lido com a mesma paixão por adultos e

jovens. A história das irmãs March se tornou um clássico feminista que reflete sobre a tensão entre obrigação social e

liberdade pessoal e artística para as mulheres. Cada leitor terá sua irmã favorita: a independente Jo, a delicada Beth, a bela Meg

ou a artista Amy. Essas quatro mulheres e sua mãe, Marmee,

enfrentam com diligência e honra as privações da Guerra Civil americana, e se tornaram um sucesso instantâneo já em

1868."Muitos livros maravilhosos me fascinaram, mas, com

Mulherzinhas, algo extraordinário aconteceu. Eu me reconheci, como num espelho, naquela menina comprida e teimosa que

disputava corridas, rasgava as saias subindo nas árvores, falava gírias e denunciava as afetações sociais. Uma menina que podia

ser encontrada encostada num enorme carvalho com um livro, ou

em sua escrivaninha no sótão, debruçada sobre um manuscrito. Ela era Josephine March. [...] Uma menina americana do século

XIX que teimava em ser moderna. Uma menina que escrevia.

Como incontáveis meninas antes de mim, vi como modelo uma que não era como as outras, que possuía alma revolucionária,

mas também noção de responsabilidade. Sua dedicação à sua arte me deu meu primeiro vislumbre do processo do escritor e fui

tomada pelo desejo de abraçar essa vocação. Os passos em

falso que ela dava, dos cômicos aos ousados, eram invejáveis, e me concediam permissão para dar os meus." — Patti Smith

 

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Sejamos todos feministas

 

 

Adichie, Chimamanda Ngozi

9788543801728

24 páginas

 

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O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo

é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo. "A questão

de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É

importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais

felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas

de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos

filhos de uma maneira diferente. "Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram

de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de

infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'". Apesar

do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e — em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são

infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que

odeiam homens e maquiagem — começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de

usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".

Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que

ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os

meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar

nos estereótipos de masculinidade.

 

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Sobre homens e montanhas

 

 

Krakauer, Jon

9788554516154

176 páginas

 

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Em doze artigos, Jon Krakauer tenta compreender por que

homens e mulheres se aventuram por paredes de rocha e gelo como se procurassem voluntariamente a morte.Você sabia que é

possível escalar cachoeiras? Sabia que o monte McKinley, no Alasca, o maior dos Estados Unidos, possui um dos ambientes

mais inóspitos do planeta e que mesmo assim cerca de trezentas

pessoas o escalam a cada ano? Você sabe qual é a segunda maior montanha do mundo? E sabe que ela é bem mais difícil de

ser escalada do que o Everest? Por que tantas pessoas arriscam a vida nas paredes de gelo e rocha?Nesta coletânea de artigos e

reportagens sobre aventuras vividas ao redor do mundo, do

Himalaia ao Alasca, Jon Krakauer, autor de No ar rarefeito e Na natureza selvagem, mostra homens e mulheres que enfrentam

paredes de gelo e rocha por todo o planeta, revela o que eles

fazem, como sobrevivem e o que os motiva.

 

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