Quer Namorar Comigo?
Sinopse
Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.
“Raio, cadê você”. “Raio, responde”. “Raio, não faça isso comigo”. Raio, você é uma malvada”. “Raio, não consigo dormir, liga esse telefone”.
Vários assim. Os últimos eram:
“ Me encontre hoje no clube às 21 horas, por favor, minha baixinha. Ainda estou com as chaves. Estará vazio, depois que a galera fizer a faxina de dia. Alugamos o fim de semana inteiro. Vem me ver Raio, preciso muito falar com você. É muito importante”.
A última mensagem era cerca de 9 da manhã:
“ Diga que vem me ver, Raio. Estou ocupado agora, meus avós estão aqui para me ver, e estou com uma ressaca danada. Diga que vem me ver. Precisamos nos falar a sós, com intimidade, com calma, é muito importante”.
Mordi meus lábios, indecisa. Mas a verdade é que a curiosidade estava me matando, e laconicamente, apenas respondi:
“Sim”, e apertei em enviar. E desliguei meu celular em seguida. Não queria ele me enchendo durante o dia. Era muito difícil resistir ao carisma sexual de Reinaldo.
Tinha prometido ajudar à tarde na faxina do clube, para pagar mais barato o aluguel, e fui lá varrer mais que as outras como a boa trouxa que eu era. Mas pelo menos ia me distrair da minha dor e da minha ansiedade
Estava me perguntando se deveria mesmo ir, se não ia acabar no dia seguinte toda ardida e arregaçada pelos grandes dotes de Rei, e me culpando para sempre ao constatar que acabaria grávida e abandonada, como numa novela mexicana.
Jesus amado. Eu ia infartar. Era melhor varrer e passar pano em vez de pensar besteiras.
Foi quando Natasha chegou perto de mim com algumas garotas, para fofocar, enquanto eu catava latas de cerveja. Não pude não ouvir o que falavam. Estavam bem na minha orelha.
— Hoje à noite Rei e eu teremos um encontro aqui, sozinhos. A noite será nossa. Quero dar vários rounds...Comprei uma lingerie super especial para hoje à noite. Já falei com o zelador para nos deixar as sós...
Parei de catar minhas latas para ouvir melhor, e a encarei, mais magoada do que eu poderia suportar ao ouvir aquilo, querendo amassar sua cara em vez de amassar as latinhas.
Natasha ergueu uma sobrancelha, cruel.
— O que foi, querida? Não posso usar esse clube de motel com o meu amor hoje à noite? Não consegue conter sua inveja?
Louca de raiva, larguei as latinhas de cerveja do saco no chão, e derramei todo o conteúdo.
— Se vai usar o clube de motel, então limpe para não transar no lixão!
Não acreditava que Rei tivesse me feito de idiota mais uma vez!
Uma náusea passou a me tomar.
Estava determinada a ir embora, mas antes fui ao banheiro, para lavar minhas mãos e tentar controlar o choro, quando Natasha entrou, e ficou lá, recostada na parede, olhando-me desconfiada.
Tentei me recuperar de meu abalo e demonstrar alguma dignidade.
— Tampinha, Rei me contou sobre o que houve ontem. Ele me disse para pedir desculpas por ele ter beijado você. Ele não sabe o que deu nele, que foi uma loucura, estava bêbado, que você levasse na brincadeira...Disse que sente muito por ter brincando com seus sentimentos. Que você é uma boa amiga, que ele está se sentindo mal pelo acontecido. Sabe como é, homens bêbados fazem brincadeiras estúpidas...
Fiquei tão magoada, tão chocada de saber que Rei tinha contado para ela o que nos aconteceu, e ainda ter contado daquela forma, dizendo que era uma brincadeira...
Se Natasha queria vencer, ela havia conseguido. Eu estava arrasada.
— Reinaldo não me importa. E ele não é meu amigo! Não me importa nada! — berrei, cheia de revolta, querendo correr.
Só queria sair dali.
Mas era uma mentira que não me importava nada. Importava tudo, e doía como o inferno.
Eu não sabia por que ele tinha feito aquilo, e o odiei tanto, tanto...
Ele era a minha força, e agora, ele era a minha fraqueza...
Não fui vê-lo naquele dia, não queria ver Rei se desculpar ou brincar comigo. E deixei que o tempo tentasse matar tudo o que havia ocorrido entre nós, mas a verdade é que o tempo não matara nada.
CAPÍTULO 5
E se nós reescrevêssemos as estrelas?
Dizer que você foi feito para ser meu
Nada poderia nos separar
Você seria aquela que eu deveria encontrar
Depende de você, e depende de mim
Ninguém pode nos dizer o que devemos ser
Então, por que não reescrevemos as estrelas?
Talvez o mundo pudesse ser nosso
Esta noite
Rewrite The Stars
(With Anne-Marie)
James Arthur
DIAS ATUAIS
Agora estava ali, confusa, vendo Rei atordoado, na minha frente, enquanto eu contava com alguns detalhes a conversa que tive com Natasha naquele banheiro, há seis anos.
Sua expressão enquanto me ouvia era realmente chocada, e estávamos sentados agora no sofá, tensos, tentando assimilar as informações e esclarecê-las.
— Que loucura... — ele murmurava de vez em quando, e eu constatava que havíamos passado por algum tipo grande de injustiça.
— Foi uma grande cilada dela, Rei... Infelizmente — lamentei.
— Meu Deus, Raio...Conversei com Natasha sim naqueles dias. Ela estava tentando fazer com que eu voltasse com ela, mas eu apenas a dispensei. Apenas isso. Várias vezes. Disse que não a queria mais e pronto, abri meu coração para ela, por respeito aos meses que ficamos juntos, embora eu nunca a tenha amado.
— Nunca a amou?
Ele negou com a cabeça.
— Não. Ela não significava nada. Era um passatempo. — Ele se voltou para mim, e me deu um olhar muito profundo que me estremeceu levemente. — Só amei uma vez na vida, Raio de Luar.
Corei fortemente, fugindo do seu olhar, e resolvi voltar ao assunto Natasha.
— Mas foi assim que aconteceu a conversa. E eu acreditei em tudo o que ela havia dito. Eu me sentia muito fraca, Rei. Eu estava muito abalada com a sua partida, e com aquele beijo que a gente deu na sua festa de despedida... Foi, foi muito forte para mim aquilo tudo — acabei confessando, e o fitei timidamente.
— Foi muito importante e muito forte para mim também — ele falou com aquele olhar tão intenso quanto determinado.
Sentia-me arrepiada.
— Achei que você só queria me comer porque estava bêbado, que queria me desvirginar como fez com Natasha e em seguida ir embora...
— Estava enganada, tão enganada, Raio... — murmurou num sorriso lamentoso, e o olhei, inquieta.
Sua expressão era sensual, ardente.
A nossa proximidade me inquietava, assim como falar do passado que nos unia, e estava entrelaçada naquela sensação íntima e ao mesmo tempo naquela eletricidade excitante que sua presença me dava.
Olhei-o com cuidado, de soslaio, e dei um sorriso sem graça.
— Foi o meu primeiro beijo, sabia? — confessei.
Ele continuava a me fitar misteriosamente.
— Foi o meu melhor beijo, sabia? Inesquecível. Confesso que desconfiei que era seu primeiro beijo, sim. E confesso que adoro ter a confirmação que fui seu primeiro— disse, curvando os lábios num sorriso irresistível, que me fez respirar mais fundo.
Não soube o que falar, mas estava totalmente sem ar.
— Você confia em mim, Raio? — Rei segurou minha mão, de repente, e fui obrigada a olhá-lo, quase trêmula. — Quer saber o que eu disse para Natasha naquele dia? Quer mesmo saber o que aconteceu?
Assenti, fazendo força para respirar, e percebi que ele engolia em seco.
— Falei que eu te amava, Raio de Luar. Que havia lutado por meses para entender o que eu sentia. — Segurou mais forte minha mão, tão possessivamente, e senti meus lábios tremerem e meus olhos lacrimejarem. — Que estava pensando em desistir de tudo, para ficar com você, porque a ideia de te perder estava me matando — sussurrou, com a voz rouca e embargada.
Baixei meus olhos e gemi baixinho, fazendo de tudo para não soluçar alto.
— Oh, Baby....Sim, eu estava louco por você. Eu te amava, Raio. Fui estúpido demorando para entender que você era muito mais que a minha melhor amiga. O quanto era viciado em estar com você, e como os dias eram simplesmente perfeitos com você. E não sabia como dizer o que sentia, era muito jovem e muito imbecil para entender algo tão profundo, e quando tive a notícia que ia embora, e confessei pra você, desesperado, você me mandou ir embora, Raio... Você até me bateu. Eu estava tão confuso sobre tudo, e fiquei arrasado quando você ficou feliz com a notícia de que eu ia partir ...
Apertei melhor suas mãos, agora, querendo confortar sua dor. Percebi que seus olhos se umedeciam também
— Ah, Rei... Só queria o melhor para você... Só isso— solucei.
— O melhor para mim era você, Raio... — ele falou, muito emocionado.
Tomei ar, lutando para não me arrebentar de chorar.
— Se você tivesse ficado, seria um Zé Ruela, Rei — falei, fungando.
Ele sorriu, triste.
— Teria sido feliz.
— Teria sido um pobretão — brinquei, em meio às lágrimas, enquanto meu coração parecia errar as batidas.
— A gente ia ter nosso barraco juntos, muito felizes. — Ele gargalhou um pouco.
— Não, Rei. Você fez o certo em ir embora. Teria de ir. Você é King of Magic, Rei! Você é um astro! Comigo, seria um perdedor.
— Perdedor? — Ele jogou a cabeça para trás, numa risada triste. — Você era a minha jogada perfeita, Raio. Meu maior prêmio. Meu grande tesouro.
Sem poder resistir mais, eu me joguei em seus braços, abraçando-o, soluçando.
— Oh, Rei...Eu não imaginava nada disso...Eu amava tanto você... — solucei em seu peito enquanto ele me embalava.
— Meu maior sonho era ouvir isso, Raio... Que você me amava...— falou, ainda me abraçando, confortando-me, dando-me beijinhos infinitos em meu rosto enquanto eu me acalmava em seu corpo e ele afagava minhas costas.
Rei parecia num silêncio pensativo, antes de falar:
— Eu só fiz merda, Raio.
Ergui meus olhos, e acariciei seus cabelos.
— Não, querido, você fez o que deveria ter feito naquelas circunstâncias — confortei-o.
— Era uma encruzilhada, Raio de Luar, e eu só tinha 19 anos, e queria dar o melhor para você. Pensei em algumas soluções, minha baixinha. Pensava e pensava. — Deu um sorriso que parecia infeliz, e então encostou sua testa na minha.
— Você não tinha escolha, Rei. Era só um garoto.
— Eu tinha, Raio. Queria ao menos naquele dia propor que você me esperasse...Que me esperasse até eu poder te buscar. Em um ano eu já podia ter te buscado, sabia? Queria você comigo.
Ergui meus olhos molhados para ele, sentindo meu peito arder de amor.
— Não vamos lamentar o passado, Rei — Inspirei, e enxuguei as lágrimas com os braços.
— Fiquei arrasado, Raio. Você ficou dizendo que não me queria no dia do beijo...Aquilo doeu...E depois você me deixou esperando...Você me nocauteou, sua tampinha linda — brincou, cheio de tristeza.
— Ah, Rei...Jamais imaginei algo assim, jamais — falei, acariciando seus cabelos.
Ele se calou um instante.
— Fiquei muito revoltado, Raio. Com muita raiva por ter sido rejeitado. Meu ego me cegou. Fui embora praguejando.
Rei então ergueu meu queixo com delicadeza, acariciando a pele sensível do meu rosto.
Olhava, apaixonada, para seu rosto devastadoramente bonito, agora tão perto.
— Queria te odiar...Te odiava e te odiava, e depois te amava... — murmurava, deslizando o dedo por minha face, com seu olhar ardente.
— Era como eu esse tempo todo, Rei — confessei. — Te amando e te odiando, achando que havia sido usada, abandonada. Fiquei destruída. E sabe o que mais me doía? — indaguei, profundamente emocionada. — Foi ter provado sua boca, foi ter sentido seu peito contra o meu, foi ter sentido o quanto seus cabelos eram macios atrás da sua nuca, e depois nunca mais poder tocar neles... —segredei , com a voz engolfada, tocando seus cabelos, bem ali, onde eu adorava.
Rei deu um pequeno sorriso, mas seu peito subia e descia, numa respiração pesada, e seus olhos se tonavam densos e eróticos...Ele passou então a acariciar meus lábios, com o olhar fixo em minha boca.
— Sinto muito pelo que passou, Raio... Mas sabe o que quero agora? — ele perguntou, aproximando seu rosto do meu, com seu belo olhar escuro debaixo daquelas sobrancelhas negras e seus cílios espessos me fazendo em chamas por dentro
— O quê?
— Te beijar novamente. Foi a mais doce lembrança da minha vida, e a mais triste também, porque não podia mais te beijar...
Lentamente, ele abaixou sua cabeça para me beijar, inclinando seu imenso corpo sobre meu, sua mão grande tocando meu pescoço, habilmente, enquanto a outra me tomou pela cintura.
Nossos lábios se tocaram. Uma, duas vezes...Ele lambeu com uma selvageria delicada minha boca, e antes que eu pudesse perceber, trouxe-me para seu colo no sofá, acomodando-me.
Uma expressão de choque me tomou quando percebi que uma grande e quente ereção estava entre suas pernas.
Ah, amor. Até nisso você tão grande! Será que cabe?, pensei.
Sentindo meu sexo pulsar, sentei nele devagar, bem em sua ereção, e percebi o quanto sua respiração ficou mais profunda, e que ele deu um pequeno sorriso de canto, com o olhar semicerrado, brilhando de desejo.
Algo muito poderoso tomou conta de mim naquele instante.
— Raio, quero você... Amo você...— ele murmurou, arquejante, tirando o cabelo do meu rosto.
— Amo você, grandão... — declarei, enquanto ele encostou seu nariz no meu, o que me fez fechar meus olhos, para senti-lo melhor. Seu corpo colado ao meu, seu sexo duro e imenso, sua respiração, seu hálito.
Ele. Rei, o meu amor. Meu homem. O melhor cheiro do mundo. Toda aquela masculinidade tão potente me levando à loucura, enchendo-me de paixão...
— Amo você, Rei... Meu amor...
Entrelacei sua nuca, e foi minha vez de me inclinar em direção a sua boca, sentindo sua mão grande e poderosa ir e vir em minha coluna, excitando-me.
Sua língua passou a deslizar dentro da minha boca, num beijo molhado e voluptuoso, enquanto sua mão adentrou por minha camiseta, tocando a pele excitada de minhas costas, percorrendo toda minha coluna arrepiada.
Abraçada a seu pescoço forte e sentindo seu membro duro e o calor convidativo e envolvente de seu corpo, eu gemia, movendo-me instintivamente em seu sexo, enquanto sentia o meu se encharcar. Nos beijávamos com loucura, e parecia que ele queria me possuir com sua boca.
— Meu grandão... — murmurei quando sua boca passou a lamber e morder meu pescoço, e eu estava fazendo movimentos cada vez mais eróticos em seu colo, sentindo meu sexo pulsar loucamente.
— Sabe o que mais gosto em você, Raio, é que você sempre me surpreende — falou sorrindo em minha pele, deixando uma trilha de beijos em meu maxilar até abocanhar meus lábios.
Rei me tocava como uma fera faminta, com uma pegada firme, e emitia grunhidos contra minha pele que me enlouqueciam. Quando ele passou a apertar minha bunda com força, percebi que estávamos prestes a perder o controle.
Foi quando me dei conta de uma coisa, e interrompi nosso beijo.
— Pare!
Ele me olhou, franzindo o cenho.
— Por quê?
Apontei para a poltrona.
— Por causa dele. — Gato estava lá, olhando-nos, impassível. — Ele pode ficar traumatizado.
Rei deu um sorriso, e sua mão se moveu, maliciosa, por meus quadris.
— Então vamos para sua cama, baby — murmurou, e depois mordeu meus lábios, o que me fez palpitar por todo o corpo.
Reinaldo se levantou e o envolvi com as minhas pernas. Sem parar de nos beijarmos, fiquei lá, com minhas pernas ancoradas em sua cintura.
Meus seios roçavam em seu tórax, enrijecendo-se, e eu me excitava cada vez mais.
Dei um suspiro deliciado quando ele me jogou em minha cama, e nunca me senti tão abençoada por sempre ter adorado dormir em cama de casal.
Uma cama de solteiro jamais acomodaria o imenso corpo de Rei que agora estava ao meu lado.
Desesperada para senti-lo, vi-me levando minhas mãos para o seu corpo, e sentada, eu me apressei a tirar sua camisa, deslizando meus dedos por seu dorso perfeito, absolutamente forte e musculoso, e ele fechava os olhos enquanto eu o acariciava.
Não conseguia tirar meus olhos e minhas mãos daquele monumento vivo.
Um corpo atlético e majestoso.
— Rei, você é tão lindo... Você é um Rei. Você é meu rei.
— E você é a minha rainha, meu amor...
Toquei seu dorso, e passei a ponta da língua na sua pele levemente salgada, e ele arfou.
Foi quando me senti sendo virada de repente. Aquele homem lindo estava por cima de mim, apoiando-se com cuidado nos cotovelos.
Seus olhos estavam sensuais, observando-me. Rei por cima de mim, olhando-me daquele jeito, era a minha ruína.
—Linda, você me excita... Está me deixando doido. — Abaixou-se para me beijar.
Deixei que me despisse com suas mãos hábeis, enquanto ele beijava toda a pele sensível do meu colo.
Era uma visão maravilhosa ver meu corpo pequeno comparado ao seu, enquanto ele desenhava mapas ardentes de desejo em meu corpo com suas mãos.
Seus dedos longos me acariciando com devoção estavam me fazendo quase perder os sentidos.
Ergui-me um pouco para ajudá-lo a tirar meu soutien com cuidado.
Rei se calou um instante quando olhou meus seios. Era a primeira vez que estava sem soutien na frente de um homem, mas, estranhamente, eu não me sentia insegura.
Estava numa névoa de sonhos de amor e sedução em seus braços.
Seu olhar para meu busto era tão apreciativo, tão quente... E quase gritei quando ele simplesmente deitou sua cabeça com violência entre meus seios, agarrando-os enquanto os chupava. Puxei seus cabelos, desesperada, tentando controlar os espasmos de prazer que reverberavam em meu corpo.
Quando sua língua tocou meus mamilos, dei um pequeno grito. Uma pontada intensa em meu sexo deixou todo meu corpo derretido enquanto eu cravava as unhas em seus ombros fortes.
Meus seios eram grandes e percebi que ele praticamente os comia numa fome selvagem.
Gemia de prazer, impotente, até percebê-lo depositar beijos quentes em minha barriga que se contraía.
— Você é tão pequena, tão perfeita... Tenho tanto medo de te machucar... — sussurrou antes de lamber meu umbigo.
Aquilo me fez, arquejante, puxar sua cabeça para que me olhasse, embora ainda hesitasse em dizer sobre minha realidade.
— Rei... — falei, tentando esconder o que sentia ... — Também estou com medo, confesso. Vai ser a minha primeira vez.
Ele me olhou um tanto surpreso, travando sua respiração por um instante, mas um instante depois um sorriso satisfeito iluminou seu rosto, cheio de malícia.
— Vou ser cuidadoso, meu amor... Não se preocupe. E não nego que estou muito feliz de ser seu primeiro —tranquilizou-me, voltando a beijar minha barriga, indo em direção ao púbis molhado.
Ouvir aquilo me fez sorrir, apaixonada.
Deixei-o dobrar então minhas pernas, rendida, e sabia o que ele queria fazer, e estava louca para provar.
Suas narinas cheiravam agora meu sexo, e senti-o morder meu púbis, depois afastando a calcinha úmida e tocando meu centro com sua língua quente.
Gemi alto em seguida, trêmula, e depois ele tirou minha calcinha, e sem cerimônias, enterrou sua cabeça entre minhas pernas.
— Você é muito gostosa, aqui, Raio... quero comer com a boca sua boceta...
Ele começou a mover sua língua ardente em toda minha entrada e cobriu todo meu sexo com sua boca, enquanto me sugava e lambia.
Sua língua hábil rolava por meu clitóris, enlouquecendo-me enquanto eu revirava meus quadris, e sem que pudesse me conter, gozei em sua boca, tremendo.
Ele subiu então depois por meu corpo, e passou a me beijar selvagemente.
Sentia o gosto do meu sexo em sua boca, e aquilo era tão erótico.
Foi quando ele se ergueu, e fiquei completamente hipnotizada quando ele baixou suas calças, ficando gloriosamente nu de joelhos ao meu lado.
A visão de pernas longas, coxas poderosas, pênis imenso e muito duro me fizeram umedecer meus lábios de desejo.
Ergui-me um pouco, para poder tocar aquele membro enorme, digno de um rei. Toquei o comprimento, delicadamente, circundando-o, experimentando com o polegar a cabeça grande e melada.
— Ele é tão grande... — Olhei maravilhada, apreciando-o.
Ele sorriu, tirando minha mão. “Tem que caber”, pensei, olhando-o.
— E ele é seu e quer estar dentro de você... Ele quer estar agora mesmo.
Rei me empurrou abruptamente sobre a cama, e arfei, enquanto ele montava sobre mim, afastando minhas coxas, acomodando-se no meu entrepernas. Era a hora. Estava ansiosa para senti-lo dentro de mim.
Ele então se posicionou, e fechei os olhos, esperando que a dor viesse, enquanto ele deslizava sua glande molhada em minha entrada.
— Vou por devagar, querida... — murmurou, num gemido de prazer.
Rei colocou apenas um pouco de sua enorme cabeça dentro de mim, forçando, e percebi que minha carne começava a esticar. No instante seguinte, ele forçara um tanto mais, e dei um pequeno urro de dor, segurando seus ombros, quando senti finalmente o membro enorme deslizar em minha cavidade, tomando posse.
Ele beijou minha testa, pacientemente.
— Sei que sou bem grande, querida... Me desculpe...
Abracei-o mais, querendo que ficasse, e aproximei mais meus quadris, enfrentando a dor, querendo que ele se enterrasse até o fundo dentro de mim.
Esperei que ele se acomodasse totalmente, porque a verdade é que queria sentir mais. Estava adorando seu pau enorme dentro de mim, molhado e quente. Era uma sensação única de me sentir preenchida com ele deitado nu sobre mim.
Como se fôssemos um só.
Rei beijou meus lábios trêmulos, e começou a se movimentar lentamente, remexendo seu quadril com o meu, e sentia minha vagina se expandir e relaxar, recebendo-o, enquanto era golpeada de prazer por seu membro que enfiava com cautela, mas fundo.
Passei a circundá-lo com minhas pernas, para receber melhor sua invasão deliciosa. Suas investidas agora estavam pesadas, e gemíamos enquanto nos beijávamos, e sentia cada vez mais o prazer crescer em meu baixo ventre a cada estocada firme que ele dava dentro de mim.
O prazer se espalhava, queimava, e joguei minha cabeça para trás, sentindo que não ia suportar mais.
— Como você é apertadinha...Que boceta gostosa, Raio... — ele murmurava, gemendo.
Senti minha vagina começar a se contrair de prazer, apertando seu pau, quando comecei a gozar, gemendo desamparada, abraçando-o. Um instante depois, Rei gemeu forte, parando, e senti grossos jatos de esperma dentro de mim, e em seguida deitou sua cabeça ao meu lado, descansando.
Como era maravilhoso senti-lo gozar em meu corpo.
Que momento intenso, mágico.
Abraçada a Rei, sentindo-o tomar fôlego por cima de mim, enquanto ouvia seu coração bater perto do meu, nada parecia mais terno, nada parecia mais certo.
Nossas batidas ressoando juntas eram como um só corpo e um só coração.
Eu nunca havia sido tão feliz em minha vida. Sorria, abobada, enquanto ele amolecia devagar dentro de mim.
— Baby, te amo... — ele disse em meu ouvido, baixinho, e me deu um beijo na orelha que me arrepiou.
— Te amo, te amo... — respondi, cheia de amor, abraçando-o com carinho.
— Te machuquei, amor? — ele perguntou, ainda suado, tomando ar, olhando-me preocupado. O cenho franzido.
— Claro, né, seu gigante aloprado! Você enfiou uns 30 cm em mim!
Um sorriso iluminou seu rosto.
— Foi quase isso —Riu, e percebi que se sentia orgulhoso de seus dotes, mas depois voltou a ter o semblante fechado. — Desculpe, baby.
— Não tem o que se desculpar, seu bobo. Foi muito bom, Rei... Foi MUITO mais que bom. Foi perto do céu... — expliquei, com ar sonhador, satisfeito.
Ele entrelaçou minha cintura, sorridente.
— Foi a melhor experiência da minha vida — falou, beijando -me suavemente.
— Foi a minha também...
— Quero repetir para sempre, Raio, quero ficar dentro de você para sempre... — disse, enquanto sentia seu pênis ganhar vida dentro de mim, novamente...
— Para sempre é uma ótima ideia... — concordei, recebendo seu beijo, profundamente...
CAPÍTULO FINAL
Amigos, nós começamos como amigos
Amigos se transformaram em amantes
Você se lembra quando
Eu te abracei
muito pela primeira vez?
Me ame, isso é tão fácil menina
Para eu me expressar
Eu já disse:
Eu quero você,
Eu preciso de você
Oh garota, como eu penso em você
Você é a luz que sempre vi através de mim
E em você eu pude perceber
Que eu estarei para sempre ao seu lado
Agora, vemos que nosso amor cresceu
E esses foram os momentos mais doces
Que eu já conheci
E eu sei que isso nunca vai ter fim
Porque toda vez que eu olho pra você,
Eu me apaixono novamente
Forever by your side, The Manhattans
Estávamos juntos debaixo do lençol, e eu fazia círculos no seu peito nu, ainda querendo tocá-lo para saber se aquilo não era uma mentira, se ele não iria embora.
Tínhamos passado o dia namorando, comendo gostosuras juntos, e transando devagar, já que eu estava realmente bem machucadinha, mas o prazer era muito maior. Estávamos tão felizes que o tempo parecia suspenso.
Olhando aquele homem lindo ao meu lado, dei uma mordida de fazer doer, de repente, em seu peito gostoso, e ele riu depois de gemer de dor.
— Mas que canibal faminta!
Gargalhei, deitando-me em seu peito e ele começou a acarinhar meu cabelo.
— É que parece um sonho, Rei! É tudo tão doido! O mundo está tão maluco com essa doença toda! Até o passado bate na minha porta!
— De pau duro por você! — ele brincou, e eu peguei o travesseiro e joguei nele.
— Seu tarado! — gargalhei mais ainda.
— Por você, só por você... — falou baixinho, estreitando-me em seus braços.
Mordisquei os lábios, insegura com a pergunta que eu iria fazer.
— Isso é sério? Só por mim?
— Sim, só por você — confirmou, sorrindo e suspirei.
— Faz com que me sinta tão especial, Rei — segredei, emocionada.
Ele me beijou na testa.
— Mas você é. Você é linda, é especial, é o meu amor.
Inspirei então, pois havia uma coisa que estava me incomodando, e sentia muito que precisava perguntar.
Algumas coisas queimavam ainda dentro de mim, além de minhas partes baixas. Eram dúvidas.
— Rei, por que veio agora? Só agora? Por que não antes? Por que não ligou?
Ele riu, e acariciou meus cabelos enquanto se explicava.
— Porque o mundo começou a se desfazer ao meu redor, Raio. — Ele se tornou pensativo. — Meu pai morreu também, há alguns meses, antes do coronavirus. Os jogos foram interrompidos. Pela primeira vez fiquei sozinho comigo mesmo, e sabe o que sentia? O horror. O horror de ser quem eu era, esse homem sem você. Esse homem que sempre te amou, tentando te esquecer, e não te tinha. Esse homem que entendeu que quando tudo estava desabando, o que o sustentava nesse mundo era você.
— Ah, Rei... — Acariciei seu rosto, cheia de compaixão e candura. — Eu sinto tanto. Ah, meu amor... Que coisa linda... Também me sinto vazia, me sinto nula sem você. Quando você me toca, todo o medo some, Rei...
— Sou detestável sem você, Raio. Eu me tornei uma máquina. King of Magic é uma máquina, e, quer saber? O rei está nu. Eu era só orgulho. Tem razão, Raio. Eu fui um covarde, eu não lutei por você. Eu me deixei cegar pelo orgulho, mas vi meu mundo acabando, e vi que não queria ficar nesse mundo se não fosse ao seu lado. Isso é sério. Eu precisava vir, e não pensei duas vezes. Tomei a decisão, e vim determinado a ter você. Dei um jeito de saber seu endereço, e vim correndo. Nem quis telefonar, porque não queria te dar chance de se negar a me ver.
— Que conspirador! — brinquei, cheia de paixão.
Rei, depois de sorrir, então fez um ar pesaroso, e seu polegar acariciou meu queixo.
— Vim tarde, Raio. Vim quando as coisas se tornaram difíceis, mas às vezes a gente precisa saber que perdemos tudo para nos encontrarmos. E eu descobri que sou o Rei da Raio. Um homem simples, que te ama — Ele sorriu, lindo. Tão lindo.
— Raio e Rei, a dupla caipira — brinquei, como nos velhos tempos.
— Sabe, Rei — prossegui. — Eu amei você esse tempo inteiro. E fui muito covarde e tonta também. A insegurança me cegou. Não te dei uma chance, não pedi explicações. Erramos, e pagamos um preço alto por isso. Por orgulho, perdemos tanto tempo... E sofremos. Mas não se arrependa do que você construiu, não desgoste de você. Você é um dos melhores jogadores de todos os tempos.
— Mas quero minha vida ao seu lado, Raio...
Porém, fiquei pensando que, em breve, Rei iria embora. A insegurança voltou a me assaltar, cruel.
Como teríamos uma vida juntos, vivendo tão distantes? Com vidas tão diferentes?
Uma onda de tristeza me invadiu, corroendo-me, e suspirei, infeliz, virando meu rosto.
Rei, parecendo perceber minha tristeza, ergueu me queixo e voltou a me fitar.
— O que houve, baby?
— Você vai ter de voltar, sua vida é lá fora... Seu lugar não é aqui. É um amor de tempos de Covid. Um amor de quarentena, Rei. Não é a realidade — falei, num suspiro.
Ele pareceu ficar bastante chateado, e crispou seu rosto.
— Ei, garota! O que pensa de mim?
— Nada, Rei. Você não é um criminoso por ter sua vida.
Ele me encarou, sério, e pronunciou aquelas palavras que me abalaram.
— Duvida de tudo, mas não duvida do meu amor.
Fitando-me profundamente, Rei começou a declamar, como eu havia feito, seis anos atrás.
“Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor”
Senti meus olhos marejarem, emocionados. Ele sorriu, e segurou então minha mão, e a ficou a olhando, pegando no meu dedo anelar.
— Sabe o que significa esse trecho, Raio? Que amo você. Que isso é sério. Que quero por um anel de compromisso nesse seu dedo, e te roubar para mim, pra sempre.
Sorri, chorando.
— Seu bobo!
Ele beijou meu dedo anelar com carinho, e eu não podia conter meu coração que batia disparado.
— Quer namorar comigo?
Sorri, abobada, fechando os olhos.
— Sim. Mil vezes, sim.
Ficamos então abraçados na cama, rindo juntos , loucos de felicidade.
— Você é minha, Raio de Luar. E eu sou seu, e fique sabendo que, agora que é minha namorada, a gente vai se casar.
— Mas que conspirador louco que você é, Rei! — falei, batendo nele de brincadeira.
Ele me beijou devargazinho.
— Apenas quero uma vida ao seu lado, Raio. Sou muito feliz ao seu lado.
— Também sou muito feliz com você, Rei.
— Então diga que também vai se casar comigo, Raio de Luar.
Um sorriso de ternura varreu minha sanidade. Parecia um sonho ouvir aquilo.
— O que devo dizer? — perguntei.
— Sim, apenas diga que sim... — disse, com seu olhar que veria estrelas comigo, por toda nossa vida.
— Sim...
FIM
SOBRE A AUTORA
Christine King é profissional de letras e química, mas só agora está mostrando seus trabalhos escritos depois de muitos anos como leitora ávida e escritora ocasional. Continua uma amante do beletrismo e deseja criar histórias que façam seus leitores suspirarem. Nada é mais precioso que criar emoções.
A autora é casada e ama sua família e deseja transmitir esse imenso amor em sua escrita.
Obrigada por ter me lido!
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CONHEÇA MEUS OUTROS LIVROS:
TÃO MINHA
Com 7 Milhões de leituras, fala do amor proibido entre um homem mais velho e uma adolescente.
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ebook/dp/B083NX8ZDQ/ref=sr_1_1?
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1
Sinopse:
Um homem mais velho e uma menina num jogo de amor proibido.
Gianluca Tedesco era o objeto de desejo da adolescente Josephine. Era lindo, rico e um canalha, e Josphine achava que ele era o SEU canalha, enquanto ele a seduzia sem saber, com seu sorriso torto, seu melhor terno e seu corpo excitante.
Josephine era apenas a amiga de sua irmã, e quanto mais proibido Gianluca se mostrava, mais ela o queria.
Porque o proibido é mais gostoso, dizia Gianluca com seu olhar escuro e misterioso, enquanto o corpo de Josephine reagia, pedindo por ele.
Eles brincaram tanto de perigo, que um dia se queimaram.
Tempos depois, o destino diria se ainda haveria um futuro para eles.
Depois de se ferirem, ela
ainda seria tão sua?
Gianluca, porém, não tinha dúvida: ela seria sua.
Um romance ardente e sensual, com uma profunda aura romântica.
CONTEÚDO ADULTO
FINALMENTE MINHA
Parece que casamento é afrodisíaco...
No best seller Tão Minha, acompanhamos o amor proibido entre um belo e poderoso homem mais velho, Gianluca Tedesco, e a linda adolescente Josephine.
Em Finalmente Minha teremos a plenitude do amor de Gianluca e Josephine.
Finalmente, após tanta dor e obstáculos, Gianluca e Josephine terão a imensa alegria de se pertencerem.
Um livro que celebra o amor, a alegria e a vontade de construir uma vida juntos.
Finalmente, uma família!
"Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; e ele descansa entre os lírios junto de mim"
Finalmente Minha é um bônus especial de Tão Minha, cheio de cenas quentes e também muito fofas.
CONTEÚDO ADULTO.
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1
DANÇANDO PARA VOCÊ:
https://www.amazon.com.br/Dan%C3%A7ando-para-voc%C3%AA-Christine-King-
ebook/dp/B07JFJ85XV
Com mais 10 milhões de leituras online, Dançando para você é um romance hot que torna os clichês repaginados e faz de sua leitura simplesmente inesquecível.
Tila é jovem, linda e livre. E virgem. Mas está cheia de problemas. E naquela noite ela só quer dançar, dançar, dançar. Problemas com homens? Não mesmo.
Steven Norwood é um poderoso CEO. Vaidoso, eficiente, pecaminosamente bonito. Um ruivão de tirar o fôlego. E ele só quer transar, transar, transar. Problemas com mulheres? Não mesmo.
Mas naquela longa noite em que eles se cruzam, uma atração explosiva acontece. Cada um duelará com o outro, entregando-se e resistindo.
Um bilionário enigmático e a virgem orgulhosa terão uma dança não só de corpos, mas de almas.
Aquela noite mudará o destino de ambos, para sempre. Ficarem juntos parece tão errado, que parece a coisa mais certa a se fazer.
Romance quente, sexy, divertido e bem-humorado. Para ficar nos corações.
Uma comédia romântica hot inovadora e diferente. Amor, humor e sensualidade.
IMPORTANTE: HÁ CENAS E PALAVRAS DE CONTEÚDO ADULTO
CHUVA DE AMOR
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3&text=Christine+King
"Nada mataria o amor em seu coração de menina"
Chuva de Amor é um delicado e emocionante romance hot.
Aimée Cooper era uma linda jovem descendente de franceses, com o coração cheio de fervor e a alma em estado de graça, até que teve seu mundo destruído e sua vida quebrada.
Ela se tornara uma jovem frágil como vidro aprendendo a ser forte como rocha, enfrentando uma época que buscava renovação.
Ela não sabia se um dia encontraria seu príncipe como sonhava em sua infância, ou mesmo se seria capaz de amar e ser amada.
Ela não sabia se o misterioso e sensual Adam Page era talvez um príncipe versão quebrada, com um sedutor sorriso torto e usando palavras ousadas.
O misterioso sedutor Adam Page, por sua vez, não sabia se seria capaz de fazer a paixão irromper do coração gelado de Aimée, mas ele sabia que seus olhos guardavam um calor sem igual.
Chuva de amor é um romance arrebatador, forte e sensual, com um fundo histórico envolvente, que permeia toda a poderosa atração de dois amantes que se libertam da prisão da solidão nos braços um do outro
Uma história para se comover, sentir e torcer com todo vigor pela felicidade de seus protagonistas.
Para quem gosta de histórias poderosas, para quem conserva ainda a paixão em seus corações de menina.
"Um amor mais forte que a morte, mais eterno que o tempo".
NÃO ME DEIXES
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Julie, uma menina bonita e arrogante, quer a liberdade. Quer ser dona de si a qualquer preço, e nisso ela acaba tendo uma relação amorosa perigosa com o sensual Michel, que não é bem o príncipe encantado que ela imaginava.
Ela comete vários erros, e suas escolhas a afastam de sua família, e Julie vê sua vida se tornar um verdadeiro inferno. De repente, ela não era mais a princesa do seu pai, e sim uma prisioneira do sofrimento que ela mesma criou.
Mas ocorre uma chance dela se libertar, de amar novamente e se reconciliar com sua família. Ela será capaz de entender e receber a nova chance que a vida está lhe dando, será capaz de mudar e perdoar após tantos dissabores e tristezas? O quanto o amor do bonito e gentil Carlos poderá transformá-la?
Amor, paixão, drama, sabedoria. Um conto com perspectiva cristã sobre o valor do amor, do casamento, do perdão e da família.
A NOITE DOS AMANTES
https://www.amazon.com.br/Noite-dos-Amantes-escrito-estrelas-
ebook/dp/B07TY9QW85/ref=sr_1_2?
qid=1578380653&refinements=p_27%3AChristine+King&s=digital-text&sr=1-
2&text=Christine+King
Um romance à moda antiga, com mais de 7 milhões de leituras.
UM CEO EM BUSCA DE SATISFAÇÃO, LOUCO DE DESEJO POR UMA MOÇA INOCENTE.
Tobias Spencer era um CEO mundano, profano e soberbo, exalando sexualidade em seu mundo sombrio, como um anjo sedutor decaído. No seu caminho, meio à neve, encontra Isabela. Uma moça suave e inocente, que lhe parece um anjo solitário em sua beleza desamparada. Vendo-a ali, ele quer toda sua doçura para si.
Resta saber se para pervertê-la ou para amá-la
A sedução da noite os toma, a sorte está lançada, mas talvez já esteja escrita nas estrelas,
Acaso ou predestinação? A Noite dos Amantes é um romance hot doce e intenso, com pitadas de humor, e com o natal ao fundo para inspirar e testemunhar esse encontro amoroso entre essas duas almas que como o sol, ao se verem, se iluminam.
Preparem-se para um romance romântico, doce e muito quente… Um hot docemente erótico.
— Tire sua roupa — ele exige, a voz enrouquecida. Os olhos famintos.
— Isso é uma ordem? — pergunto, num suspiro
— Sim, assim como você sabe que também vai obedecer”
MINHA DOCE MENINA
Descrição do produto (+18)
https://www.amazon.com.br/Minha-Doce-Menina-J%C3%A9ssica-Larissa-
ebook/dp/B082XLNLF8
Sinopse:
Pode existir um milagre de natal?
Para o Bilionário Vincent Blackwell, sim.
No passado, o sorriso de uma menina no natal lhe deu forças quando ele mais precisava.
De forma inesperada, um anjo doce o salvou de todas formas que um homem pode ser salvo.
Agora, um homem duro de negócios, ele nunca deixou de se lembrar de quando era um garoto ferido que uma certa menina encantou.
Até que um novo milagre de natal acontece, e aquela menina agora em forma de uma linda mulher novamente reaparece em seu caminho, e ele não vai descansar até conquistá-la.
Escrito por Mellody Ryu, Christine King e Jéssica Larissa
Você terminou Quer Namorar Comigo?
Christine King