
Confess
de Colleen Hoover

Entre 1890 e 1940 a faculdade de medicina da Bahia foi um dos centros mundiais da chamada antropologia criminal, a doutrina que dizia poder identificar o criminoso pela forma do crânio e pela cor da pele. Iraneidson Santos Costa vai aos laudos, às teses e aos processos e mostra como a medicina legal baiana forneceu à polícia e aos tribunais uma linguagem científica para condenar negros e mestiços, e como isso continuou a operar muito depois de a teoria ter sido abandonada. Publicado pela EDUFBA sob licença Creative Commons Atribuição 4.0.