A Lucta Civil Brazileira e o Sebastianismo Portuguez

José Soares da Cunha e Costa · Capítulo 10 de 11

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A Lucta Civil Brazileira e o Sebastianismo Portuguez

Livraria Chadron―m. Lugan, Successor

Alguns d'estes principios tem sido ensaiados pelos partidos monarchicos, fragmentariamente ou sophisticamente, como o registo civil, a representação de minorias, a liberdade de consciencia, etc. Mas dentro de um regimen, em que a suprema magistratura se funda no privilegio pessoal do nascimento, é inevitavel a dissolução dos caracteres e a viciação de todas as instituições.

Compete á imprensa republicana e aos conferentes democraticos desenvolver estes topicos, que naturalmente constituiriam um codigo doutrinario, e que apresentamos como base de um programma destinado a dar convergencia ás vontades para cooperarem na reorganisação nacional.»

 

LIVRARIA CHADRON—M. LUGAN, SUCCESSOR

Alberto Pimentel Leon Tolstoï

 

O Porto na berlinda 500 A sonata de Kreutzer 400

Um contemporaneo do 300 infante D. Henrique

Em papel de linho 500 Monteiro Ramalho

Dom Tarouco 600

Alfredo Campos

O infante navegador,

200

poemeto Teixeira Bastos Em papel de linho 400 A crise 700

Teophilo Braga e a sua 700 Obra

Bruno

Notas do exilio 600 NO PRELO

Escrich Didon (dominicano)

A calumnia, 5 vol. 2$500 Jesus Christo, 2 vol.

As mariposas da alma, 4 2$000 vol.

Eça de Queiroz

Fernandes Costa

O poema do ideal, 2 vol. 1$200 As cidades e as serras

Correspondencia de Fradique

Mendes

Jayme de Magalhães A illustre casa de Ramires Lima

As doutrinas de Tolstoï 400

Theophilo Braga

João Chagas A patria portuguesa, 2 vol.

Diario de um condemnado 500 Visão dos tempos, 3 vol. politico

Joaquim de Araujo

 

Sobre o tumulo de Camillo 200

Anthero de Quental— Homenagem dos seus amigos.

 

Typ. da Empresa Litteraria e Typographica, rua de D. Pedro, 184

 

Notas:

[1] O M —O Brazil e as colonias portuguezas—3.ª ed. —1888—pag. 170 in fine.

[2] Voz Publica—n.º 1075 de 14 de outubro de 1893 (Do A.)

[3] Voz Publica n.º 1180 de 16 de fevereiro de 1894—(Do A)

[4] Voz Publica n.º 1075 de 14 de outubro de 1893 (Do A.)

[5] Voz Publica n.º 1115 de 2 de dezembro de 1893 (Do A.)

[6] Voz Publica n.º 1133 de 23 de dezembro de 1893 (Do A.)

[7] Voz Publica n.º 1135 de 26 de dezembro de 1893 (Do A.)

[8] Voz Publica n.º 1137 de 28 de dezembro de 1893 (Do A.)

[9] Voz Publica n.º 1151 de 13 de janeiro de 1894 (Do A.) [10] Voz Publica n.º 1133 de 23 de dezembro de 1893. (Do A.)

[11] Voz Publica n.º 1144 de 5 de janeiro de 1894—(Do A.)

[12] Emile de Lavelaye—Le gouvernement dans la democratie, vol. I pag. 179 e seg.—Paris 1891.

[13] Emile de Lavelaye—ibid—pag. 176.

[14] Dr. Martins Junior—Ao povo e ao partido republicano—Manifesto politico, pag. 9—Recife—Typ. da Gazeta da Tarde—1893.

[15] E. de Lavelaye—Le gouvernement dans la democratie, vol. I pag. 350 e seg.—Paris 1891.

[16] Dr. Martins Junior, manifesto cit. pag. 3.

[17] Dr. Martins Junior. Manifesto cit. pag. 19 e 20.

[18] s Dr. Martins Junior —Manifesto cit. pag. 23 e 24.

[19] a Dr. Martins Junior —Manifesto cit. pag. 44.

[20] a Silva Jardim—Memorias e Viagens, pag. 223.

[21] Voz Publica n.º 1206 de 18 de março de 1894 (Artigo do eminente jornalista José Caldas.)

[22] Voz Publica n.º 1206 de 18 de março de 1894 (Artigo do eminente jornalista José Caldas)

[23] A Voz Publica, jornal republicano do Porto e orgão do partido do norte. Proprietarios: Joaquim Bessa de Carvalho, cidadão portuguez e Adolpho Cyrillo de Sousa Carneiro, cidadão dos Estados-Unidos do Brazil. Director politico: Cunha e Costa. Redactores: Jayme Fylinto e Henrique Marques. Chefe da reportagem: F. L. de Sousa. Collaboradores effectivos: José Caldas, o eminente jornalista, Mello Freitas, escriptor muito considerado e Silva Pinto, uma das individualidades mais originaes do jornalismo portuguez. N'este jornal collaboraram o fallecido dr. José Falcão, Rodrigues de Freitas, dr. Theophilo Braga, Antonio Claro, P.es Oliveira e Guerreiro, Paes Pinto (abbade de S. Nicolau), Alves de Moraes, etc., etc. A Voz Publica é successora de A Republica, suprimida em 31 de janeiro, por occasião da revolta, e que a principio foi dirigida por João Chagas, auxiliado por José Pereira de Sampaio (Bruno), Eduardo de Sousa, Rocha Peixoto e outros. Para A Voz Publica tem escripto algumas cartas interessantissimas sobre o Brazil, o nosso querido amigo e leal correligionario Carrilho Videira, hoje residente na Capital Federal.