A triste canção do sul (subsídios para a história do fado)

Notas de Rodapé:

«Ainda hoje, diz Pinheiro Chagas,[67] se ouve cantar a deshoras, com acompanhamento de guitarras, por vozes nem sempre da primeira frescura, uma melodia melancolica e plangente, que se denomina o fado do conde de Vimioso.»

 

NOTAS DE RODAPÉ:

 

[51] Em os numeros de 7 e 8 de abril de 1901.

[52] Estas iniciaes são as do nome de Diogo Henriques

Bettencourt.

[53] Os ciganos de Portugal, pag. 221.

[54] Os excentricos do meu tempo, pag. 289.

[55] Amores de Vieira Lusitano, pag. 129.

[56] Pag. 237.

[57] Photographias de Lisboa, pag. 64.

[58] Vol. 13.ᵒ, vocabulo Vimioso.

[59] Estes factos foram por mim recolhidos da tradição oral e

contados n’um folhetim do Diario de Noticias, de 12 de junho de 1893,

[60] C. Castello Branco, Sentimentalismo e historia, pag. 70.

[61] Hist. Gen. tomo X, pag. 756-757.

[62] Por carta regia de 10 de março de 1716. Hist. Gen., tom.

X, liv. X, cap. XI.

[63] Tom. III, pag. 27.

[64] Francisco José Freire escreveu o elogio do 2.º marquez de

Valença. Foi publicado em 1749.

[65] Dic. Bibl. tom. V, pag. 74. Entre as outras obras merece

especial menção a Instrucçam que dá a seu filho segundo D. Manuel José de Portugal, fundado nas acções christãs, moraes e politicas dos ecclesiasticos que teve a sua familia. Lisboa, 1744.

[66] Dicc. Pop., vocab. Vimioso.

[67] Dicc. Pop., vocab. Vimioso.