As 7 Leis Espirituais do Sucesso
Seção 13
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A Janela
Certa vez,
dois hom ens que, seriam ente doentes, estavam na m esm a enferm aria de um grande hospital. O côm odo era bastante pequeno, e nele havia um a j anela que dava para o m undo. Um dos hom ens tinha, com o parte do seu tratam ento, perm issão para sentar-se na cam a por um a hora durante as tardes (algo que ver com a drenagem de fluido de seus pulm ões). Sua cam a ficava perto da j anela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tem po deitado de barriga para cim a.
Todas as tardes, quando o hom em cuj a cam a ficava perto da j anela era colocado em posição sentada, ele passava o tem po descrevendo o que via lá fora. A j anela aparentem ente dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens nam orados cam inhavam de m ãos dadas entre as árvores, e havia flores, gram ados e j ogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade. O hom em deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os m inutos. Ouviu sobre com o um a criança quase caiu no lago, e sobre com o as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão.
As descrições do seu am igo eventualm ente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora..
Então, em um a bela tarde, ocorreu-lhe um pensam ento: Por que o hom em que ficava perto da j anela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiuse envergonhado, m as quanto m ais tentava não pensar assim , m ais queria um a m udança. Faria qualquer coisa! Num a noite, enquanto olhava para o teto, o outro hom em subitam ente acordou tossindo e sufocando, suas m ãos procurando o botão que faria a enferm eira vir correndo. Mas ele o observou sem se m over. m esm o quando o som de respiração parou.
De m anhã, a enferm eira encontrou o outro hom em m orto, e silenciosam ente levou em bora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o hom em perguntou se poderia ser colocado na cam a perto da j anela. Então colocaram -no lá, aconchegaram -no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.
No m inuto em que saíram , ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo m uita dor, e olhou para fora da j anela... Viu... apenas um m uro...
"E a vida é, sem pre foi e será aquilo que nós a tornam os."
3-A lei do Carma ou Causa e Efeito
3.Significado
3.1.Você colhe aquilo que sem eia(o carm a é transform ador). 3.2.Carm a im plica, então, em escolha e ação consciente.
3.3.Quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo neste m om ento é resultado de escolhas feitas no passado (um a vez que o carm a define nosso destino).
3.4.Toda pessoa constitui, m esm o sendo um escolhedor infinito, um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantem ente por circunstâncias e por pessoas, resultando em com portam entos previsíveis. 3.5 Estam os realizando escolhas a todo m om ento. Sim plesm ente estam os escolhendo inconscientem ente.
3.6.O sim ples ato de observar as escolhas transfere todo o processo do terreno do inconsciente para o terreno do consciente.
3.7.Com o realizar um a escolha.
3.7.1.Quais serão as conseqüências das escolhas que eu estou fazendo? 3.7.2.Essa escolha trará felicidade para m im e para as pessoas ao m eu redor?
3.8. Com o lidar com o carm a passado?
3.8.1.Prim eiro paga-se o débito. Norm alm ente isto é inconsciente e tam bém é um a escolha. Um a lei do universo é bem clara: Nada fica sem pagar (É a troca de energia do “de” e “para”).
3.8.2. Transform e o débito em algo agradável. 3.8.3.Peça perdão conscientem ente todos os dias.