Epistola de Manoel Mendes Fogaça de José Agostinho de Macedo, capa do livro
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Epistola de Manoel Mendes Fogaça

Primeira publicação
1822

Sobre este livro

Sátira em verso escrita no auge da febre poética de 1822. Manoel Mendes Fogaça, personagem inventada, escreve de Lisboa a um amigo da província a contar como ficou poeta de repente: em Lisboa é como um contágio, e quem vive entre doentes de males malignos acaba por adoecer. Depois passa aos cães da cidade e detém-se num rafeiro a que chama democrata soberbo, porque vive longe da corte, nunca teve senhor, trabalha, e nunca meteu o rabo entre as pernas por medo ou por dependência. José Agostinho de Macedo usa o animal para dizer o que pensava dos homens. Impresso em Lisboa em 1822.

Sobre o autor

José Agostinho de Macedo

José Agostinho de Macedo, 1761 a 1831, foi padre, poeta e polemista português, o mais temido do seu tempo. Expulso da ordem dos agostinhos e depois pregador régio, atacava por escrito quase toda a gente, e escrevia com igual facilidade a epopeia e o panfleto.

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Dados do livro

Primeira publicação
1822
Idioma
Português
Gênero
Clássicos
Formatos
PDF, EPUB, Ler online