
Me chame pelo seu nome
de André Aciman

Cantata de Bocage sobre a morte de Inês de Castro, publicada em conjunto com o episódio que Camões dedicou ao mesmo assunto nos Lusíadas. Abre com um soneto a Ulina em que o poeta lhe manda o caso triste da miseranda Inês e lhe deseja que os céus a defendam de ter o mesmo fado. Depois vem a cantata: Inês na margem do Mondego, longe do esposo, com os filhos pequenos a dormir no seu regaço o sono da inocência. O exemplar que temos é o impresso em Lisboa pela Typographia Rollandiana em 1824, já depois da morte do poeta, e não indicamos ano de primeira publicação porque não o conseguimos estabelecer.