Newton: Poema
Poema épico cujo herói é um físico. No proémio, José Agostinho de Macedo pergunta porque é que inquietar os homens mereceu tantas epopeias e ensiná-los não mereceu nenhuma, e responde que as descobertas de Newton foram mais úteis aos mortais do que a cruzada que deu matéria ao poema de Tasso. Quem ilustra a humanidade é maior do que quem a diminui, escreve, e acrescenta que uma pena é mais útil do que uma espada. O canto primeiro abre com a aurora a levantar a noite e leva o poeta, arrebatado por um Génio do Olimpo, a ver o quadro variável da Natureza. Impresso na Impressão Régia de Lisboa em 1813, com licença.
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