O Primeiro de Maio
Livro sobre a festa do trabalho quando ela ainda era recente e ainda assustava. Magalhães Lima dedica-o à memória de Benoit Malon, o socialista francês que teve por mestre, numa dedicatória datada de Lisboa, 2 de Dezembro de 1893, e abre com uma lembrança pessoal: uma manhã de Agosto e um aviso de Cipriani para estar em certo sítio às onze horas. Na capa vai um verso que diz o programa inteiro, marchai, a humanidade não vive de uma ideia, acende outra no eterno facho. Lisboa, Typ. da Companhia Nacional Editora, 1894.
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