O som do silêncio da hepatite C

Francisco Inácio Bastos · Capítulo 8 de 8

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O som do silêncio da hepatite C

Sugestões de leituras

 

Na área de biologia, cabe citar o excelente capítulo "Terapias celulares e bioengenharia tecidual", de Radovan Borojevic e Alex Balduíno, na obra coletiva Genômica (São Paulo: Atheneu, 2005), organizada por Luís Mir.

O livro mais criativo de imunologia para leigos de que tenho notícia é Tending Adam's Garden ("Zelando pelo Jardim de Adão"; editado em Amsterdã, pela Academic Press, 2004), do imunologista e filósofo da ciência norte-americano, naturalizado israelense, Irun Cohen, infelizmente, ainda não traduzido para o português.

Na desafiadora interface entre a física e biologia, mencionei o trabalho de Mark Haw, Middle World: the restless heart of matter and life (Nova York: Macmillan, 2006), que me chamou a atenção por dar a (falsa?) impressão de se tratar de um livro de aventuras (quem sabe, de aventuras das moléculas), nos moldes da outra Terra Média, a de Tolkien, no Senhor dos Anéis. O texto de Feynman citado está em seu segundo livro de (também) curiosas aventuras (e que, por isso mesmo, tem o subtítulo de: Further adventures of a curious character), que tem por título: What do You Care what other People Think? (Nova York/Londres: Norton & Company, 1988).

Referi, en passant, os trabalhos de Paul Ewald. Cabe citar o clássico Evolution of Infectious Diseases (Oxford: Oxford University Press, 1996) e o excessivamente especulativo (a meu ver) Plague Time: the new germ theory of disease (Nova York: Anchor Books, 2002).

Na área clínica, lancei mão da antologia Hepatite C: aspectos críticos de uma epidemia silenciosa (Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2005), além de revisões atualizadas permanentemente na base de

dados Medline (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?

DB=pubmed).

A despeito de estar desatualizado, problema relevante numa área especialmente dinâmica e polêmica, o livro de Crofts, N; Thompson, S & Kaldor, J. Epidemiology of the Hepatitis C Virus, editado pelo Communicable Diseases Network, Austrália/Nova Zelândia, em 1999, ainda constitui uma excelente síntese da epidemiologia da hepatite C no mundo. As informações posteriores a esta data foram obtidas a partir da revisão de inúmeros trabalhos, que busquei no banco de dados Medline.

Os livros de Susan Sontag sobre as doenças e suas metáforas estão traduzidos para o português, com os títulos de Doença como Metáfora (Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2005) e Aids e suas Metáforas (São Paulo Companhia das Letras, 1989). Recentemente, publicou-se, em português, nova obra da autora sobre o sofrimento e a empatia – Diante da Dor dos Outros (São Paulo: Companhia das Letras, 2003).

Os versos de Carlos Nejar foram extraídos de sua Obra Completa (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980). A tradução de Haroldo de Campos do Gênesis consta de Bereshit: a cena de origem (São Paulo: Perspectiva, 2000). Citei ainda outros trechos da Bíblia, a

partir do site <www.bibliaonline.net/?lang=BR>. Da mesma forma, as letras de música foram verificadas na Internet, nos sites dos respectivos compositores e letristas.

Citei as Flores do Mal, de Charles Baudelaire, a partir da edição bilíngüe organizada e traduzida por Ivan Junqueira (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985). Os versos de Carlos Drummond de Andrade estão na sua Poesia Completa (Rio de Janeiro: Aguilar, 2002). Os versos de John Donne, e de outros poetas ingleses metafísicos, estão em The Major Metaphysical Poets of the Seventeenth Century (Nova York: Washington Square Press, 1969). O poema e o conto de Jorge Luis Borges a que faço alusão, ao longo do texto, estão em suas Obras Completas (Buenos Aires: Emecé,1974)

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Francisco Inácio Bastos

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