
O Farol do Cabo do Mundo
de Júlio Verne

Quando o Brasil abriu o mercado aos bancos estrangeiros, esperava-se mais concorrência, spread mais baixo, crédito mais barato e mais tecnologia. Patrícia Olga Camargo foi ver o que aconteceu de facto e conclui que os bancos estrangeiros se comportaram de forma conservadora, com o dinheiro parado em títulos públicos, e que quase tudo o que mudou no setor teria mudado sem eles. Compara as estratégias dos bancos públicos, dos privados nacionais e dos estrangeiros, e mostra por que o crédito em relação ao PIB continuou baixo. Publicado pela Cultura Acadêmica da Unesp.