
O Poder do Agora
de Eckhart Tolle

Duzentas e vinte e uma teses numeradas, publicadas em 1967, um ano antes das barricadas de maio em Paris. A primeira já entrega o argumento: tudo o que era vivido diretamente afastou-se numa representação. Debord chama de espetáculo não a televisão em si, mas a relação social mediada por imagens, em que consumir a imagem da vida substitui viver. Escreveu contra a mercadoria, contra o urbanismo funcional e contra o próprio papel de autor. Texto curto, denso e citado até por quem discorda de cada linha.