Belas adormecidas

Stephen King, Owen King · Capítulo 5 de 6

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Belas adormecidas

Nota dos autores

— Evie? — Lila anda em círculo, procurando: madeira, chão, grama, ar, sol leitoso. Mas não tem ninguém. — Evie, você está aqui?

Ela deseja um sinal, qualquer tipo de sinal.

Uma mariposa voa do galho do carvalho velho e pousa em sua mão.

NOTA DOS AUTORES

Se um livro de fantasia quiser ser crível, os detalhes de fundo precisam ser realistas. Tivemos muita ajuda com esses detalhes enquanto escrevíamos Belas adormecidas, e somos imensamente gratos. Então, antes de nos despedirmos, aqui vai uma tirada de chapéu para aqueles que nos ajudaram.

Russ Dorr foi nosso principal pesquisador-assistente. Ele nos ajudou com tudo, desde trailers ao tempo de degradação do querosene. Também nos deu contatos valiosos no mundo carcerário feminino. Porque precisamos visitar uma prisão feminina — pôr a mão na massa, por assim dizer — nosso obrigada a Vossa Excelência Gillian L. Abramson, do Tribunal Superior de New Hampshire, que arranjou uma viagem à Prisão Estadual Feminina de New Hampshire, em Goffstown. Lá conhecemos a diretora Joanne Fortier, a capitã Nicole Plante e o tenente Paul Carroll. Eles nos guiaram por um tour na prisão e responderam pacientemente a todas as nossas perguntas (às vezes mais de uma vez). Esses são oficiais carcerários dedicados, rígidos e humanos. É bem possível que a situação no Instituto Penal de Dooling tivesse se resolvido pacificamente se algum deles trabalhasse lá — sorte nossa que não trabalhavam! Não temos como agradecer o suficiente.

Também queremos expressar nossa gratidão a Mike Muise, um carcereiro na Valley Street Jail, em Manchester, New Hampshire. Mike nos deu ótimas informações sobre os procedimentos internos em delegacias e prisões. O policial Tom Staples (aposentado) nos ajudou a equipar o arsenal no escritório da xerife de Dooling com um bom estoque de armas.

Criamos o solo instável sob a prisão Lion Head baseados em nossa leitura do

maravilhoso livro de não ficção de Michael Shnayerson, Coal River.

Onde acertamos, foi graças a essas pessoas. Onde erramos, pode nos culpar...

mas sem julgamentos precipitados. Lembre-se de que esta é uma obra de ficção, e que de vez em quando é necessário subverter um pouco os fatos para encaixar no curso da história.

Kelly Braffet e Tara Altebrando nos ajudaram enormemente, lendo os primeiros rascunhos, bem mais longos, deste livro. Somos muito gratos a elas.

Devemos agradecimentos a todos na Scribner, e em particular a Nan Graham e a John Glynn, que coeditaram este livro com eficiência e confiança incansáveis. Susan Moldow, por todo o apoio moral. Mia Crowley-Hald, que foi nossa editora interna, e a quem agradecemos pelo trabalho duro. Angelina Krahn fez um trabalho maravilhoso copidescando um longo manuscrito.

Katherine “Katie” Monaghan é a publicitária incansável que trabalhou para divulgar notícias desta história. O agente de Stephen, Chuck Verrill, e o agente de Owen, Amy Williams, nos apoiaram ao longo desta obra e trabalharam juntos como se tivessem feito isso a vida toda. Chris Lotts e Jenny Meyer venderam os direitos do livro pelo mundo todo, e agradecemos pelo esforço.

Steve quer agradecer à sua esposa, Tabitha; à sua filha, Naomi; e ao seu outro filho, Joe, conhecido pelos leitores como Joe Hill. Owen quer agradecer à mãe, aos irmãos, à Kelly e a Z. Todos eles compreendem a dificuldade deste trabalho, e arrumaram tempo para que o fizéssemos.