
O Homem de Giz
de C. J. Tudor

Antes deste livro a história do Brasil colonial era contada pelo litoral, pelos governadores e pelas datas oficiais. Capistrano de Abreu virou o olhar para dentro: os caminhos do gado, os rios, o sertão ocupado por gente sem nome nos documentos, e a formação de um país que ninguém planeou. Escreveu em frases curtas e secas, sem a retórica da sua época, e por isso continua legível mais de um século depois. É um dos livros fundadores da historiografia brasileira e leitura obrigatória em qualquer curso de história.