Poemas
O livro abre com a elegia ao irmão, José Joaquim Gomes Coelho, morto aos vinte anos, datada de Dezembro de 1859, e segue com «A morte do poeta», de Março de 1860, à memória de A. A. Soares de Passos. Muitas peças fecham com uma «Nota do Autor» em que Júlio Dinis mede o que nelas há de verdadeiro: de «Lava oculta» diz que é um enigma que não decifrará, de «Enfim!» que lhe devia antes ter chamado rebate falso, de «Presságio» que nasceu de um momento de spleen. Há versos vindos dos romances, «Morena» e «A cabreira» de As Pupilas do Sr. Reitor, «O anjo da guarda da infância» de A Morgadinha dos Canaviais. A segunda parte começa em «A J…», que a nota diz ter sido enviado ao redator da Grinalda, João Marques Nogueira Lima, com o pseudónimo Júlio Dinis, e termina nas cartas em verso para os anos do primo José Joaquim Pinto Coelho, a última de 1866.






