
Mussum Forévis: samba, mé e trapalhões
de Juliano Barreto

Em 1865 Antero de Quental publicou uma carta chamada Bom-senso e Bom-gosto atacando Antonio Feliciano de Castilho, e Portugal literário passou o ano seguinte a responder em folhetos. Este é um deles. Elmano da Cunha escreveu a sua resposta em Coimbra, na madrugada de 20 de novembro de 1865, e saiu pela Imprensa da Universidade. É documento da Questão Coimbrã, a polémica que separou a geração nova da anterior e mudou a literatura portuguesa. São poucas páginas, e lêem-se hoje sobretudo pelo tom, que era o de quem sabia estar a discutir em público.