Prazer e desejo em Aristóteles
- Primeira publicação
- 2017
Sobre este livro
Aggio enfrenta um problema conhecido da Ética Nicomaqueia: há nela dois Tratados do prazer que não se citam e propõem análises à primeira vista incompatíveis. No primeiro, no livro VII, o prazer é toda atividade não impedida; no segundo, não é uma atividade, mas o que torna perfeita a realização da atividade. A primeira parte compara os dois e segue a crítica de Aristóteles às opiniões anteriores, do anti-hedonismo de Espeusipo ao hedonismo de Eudoxo, até o que a autora chama de hedonismo moderado: não é porque temos prazer que agimos bem, mas temos prazer sempre que agimos bem. A segunda parte pergunta como o desejo pode ser educado e sustenta que a razão prática, além de deliberar sobre os meios, persuade o desejo quanto ao fim, com o hábito vindo antes. O último capítulo passa pelas virtudes particulares, da temperança ao pudor. Prefácio de Marcos Zingano.
Sumário
- Abreviações
- Agradecimentos
- Prefácio
- Introdução
- Primeira Parte: O prazer segundo Aristóteles
- Segunda Parte: O desejo segundo Aristóteles
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Dados do livro
- Primeira publicação
- 2017
- Idioma
- Português
- Gênero
- Educação
- Formatos
- PDF, EPUB, Ler online