D. Joanna de Portugal, a Princesa Santa

Marques Gomes · Capítulo 3 de 7

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D. Joanna de Portugal, a Princesa Santa

Documento N.º2

Juizes vereadores procurador fidalgos cavaleiros e escudeiros e poboo. Eu a Ifante vos enujo muyto saudar, por conhecer as boas vontades e lealdade que tendes ao seruiço delRey meu Sor e porque sey que nos alegrarees com a vitorea que nosso Sor lhe deu vollo faço saber que ele tomou a villa darzilla per força e tomou a cidade de tanger a quall lhe os mouros leixarom liuremente e tem a pose della. E espera lhe vyr fallar mulcaxequã porem nos daaee muytos louuores a nosso Sor encomendandelhe em nosas boas oraçõees o sobre dito Sor e estaaee prestes pera se o caso o rrequerer e noso seruiço lhe for necesario como eu espero que farees continoando em nosas lealdades e boõ custume como os naturaaees purtuguezes senpre custumarõ. E ele e o Sor principe meu irmaaõ som saaõs e em boa desposiçã e asar alegres seg.o o caso rrequere louuores a ds. E este meu moço destrebeira uos contaria as nouas mais per extenso como se pasarõ. Escripta em lixboa a vy de setembro. E o dito Sor Rey me escrepueo todo per sua carta.

Iffante

Por a Ifante

Aos Juizes vereadores procuradores

fidalgos caual.os e

escudeiros e poboo da muy

nobre e leall cidade de Coynbra.