(Des)encontros trabalho-família: quem fica quando o trabalhador parte

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(Des)encontros trabalho-família:

 

narrativas de familiares de

trabalhadores migrantes do setor de

produção de energia hidrelétrica

Conselho Editorial Acadêmico

responsável por esta publicação

José Sterza Justo

Leonardo Lemos de Souza

Silvio Yasui

Daniele Almeida Duarte

 

(Des)encontros

trabalho-família

Narrativas de familiares de

trabalhadores migrantes do

setor de produção de energia

hidrelétrica

© 2015 Editora Unesp

Cultura Acadêmica

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CIP – BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

 

D872d

Duarte, Daniele Almeida

(Des)encontros trabalho-família [livro eletrônico]: narrativas de familiares de trabalhadores migrantes do setor de produção de energia hidrelétrica / Daniele Almeida Duarte. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015.

Recurso digital

357 Kb; ePUB

Requisitos do sistema: Adobe Digital Editions Modo de acesso: World Wide Web

ISBN 978-85-7983-701-2 (recurso eletrônico)

Psicologia social. 2. Famílias. 3. Relações humanas. 4. Livros eletrônicos. I. Título.

15-28919

CDD: 150.195

CDU: 159.964.2

 

Este livro é publicado pelo Programa de Publicações Digitais da Pró-Reitoria de

Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

Editora afiliada:

Aos barrageiros e seus familiares ao ensinarem que hidrelétricas não se constroem apenas com

pedra, areia, cimento e vergalhão, tampouco

somente com água, comportas e turbinas, mas

também com afetos, ganhos e perdas vividas por

aqueles que experimentaram a (i)mobilidade e os

(des)encontros trabalho-família.

Agradecimentos

Sou grata a todos que fizeram parte do meu horizonte e que me permitiram fazer parte do seu na construção deste livro e no estudo desta temática. Com cada um de vocês pude estender e aprofundar minha apreciação do mundo, ansiando não apenas por compreendê-lo, mas por fazer da compreensão uma possibilidade de mudança. Descobri a potência da fusão de horizontes ao vivenciar encontros genuínos de abertura e acolhimento junto ao outro e as suas diferenças.

Aos meus familiares. Com vocês, além de eu poder viver diversos arranjos afetivos e relacionais, experimentei o compartilhar do amor, da memória, da história, do pertencer caloroso e afável. Construí face a face parte significativa do meu horizonte e da narrativa de vida. Junto a vocês, experimentei os (des)encontros trabalho-família buscando de modo incessante e aventureiro recriar a existência.

Aos amigos. Companheiros de (des)venturas transbordantes de afetos. Rimos e choramos. Confidenciamos. Alardeamos. Festamos. Estudamos. Trabalhamos. Descansamos. Porém jamais deixamos de sonhar!

Agradeço à Cristina Amélia, interlocutora fundamental nesse percurso. Orientadora, docente e pessoa que, com suas potentes narrativas, convidou-me de modo generoso a ouvir outras vozes mediante o encontro entre saberes, narradores e cenários diversos de vida. Aprendi com você, ao longo desses anos, muito mais do que percorrer o infindável caminho como pesquisadora, é possível construir um percurso humano, ético e competente sem perder a sensibilidade, o engajamento e o desejo.

Aos professores que fizeram também parte dessa trajetória, Catarina Satiko Tanaka, Francisco Hashimoto, Matheus Fernandes de Castro e Rafael Siqueira de Guimarães, que me encorajaram de modo cuidadoso e criterioso a caminhar mais adiante nos horizontes abertos no campo teórico e humano. Suas profícuas contribuições respaldaram-me não apenas no campo científico, mas fizeram-me mais sensível à arte da escuta e da construção das narrativas para que eu pudesse encontrar os narradores e por eles ser encontrada.

Ao grupo de pesquisa “Figuras e modos de subjetivação no contemporâneo”, colegas de trecho acadêmico e de estrada. Estendemos juntos horizontes ao coletivizarmos temas, métodos e teorias, bem como questões, desafios e possibilidades. Construímos um trabalho pautado no respeito e na solidariedade com a presença de dissensos e adversidades que moviam um caloroso debate.

À Faculdade de Ciências e Letras – UNESP – campus Assis. Docentes e funcionários. Ao vivenciar o exercício científico e a possibilidade de construir a partir dessa instituição fatia significativa da minha caminhada enquanto profissional e pesquisadora, pude ser auxiliada por vocês com gentileza e responsabilidade em todos os momentos dessa trajetória.

Aos narradores que de modo generoso receberam-me e compartilharam suas histórias de vidas marcadas não apenas por lutas, (des) encontros trabalho-família, mas por sonhos, desejos e esperanças. Ensinaram-me de modo vigoroso sobre a dimensão e a espessura do viver nas instâncias social e subjetiva.

Enfim, manifesto minha gratidão àqueles que compartilharam generosamente seus horizontes e narrativas. Deixo registrada aqui a dimensão coletiva que perpassou essa construção, as várias vozes e saberes abertos à aventura da fusão de horizontes e suas narrativas que insistem em não finalizar.

Table of Contents / Sumário / Tabla de

Contenido

 

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Prólogo

1 - Palavras iniciais: abrindo o horizonte do livro

2 - (Des)encontros trabalho-família

3 - Os modos de ser-trabalhar-viver dos barrageiros e seus

familiares

Palavras finais: o fechamento (aberto) do livro

Referências bibliográficas