O tutu da Bahia
Referências
ADORNO, Sérgio. Os aprendizes do Poder: o bacharelismo liberal na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
ALVES, Lizir Arcanjo. Os tensos laços da nação: conflitos político-literários no Segundo Reinado. Tese (Doutorado em Letras e Lingüística) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000. (mimeo).
AMARAL, Braz do. Anotações. In: SILVA, Ignácio Accioli de Cerqueira e. Memórias históricas e políticas da Bahia. Edição anotada por Braz do Amaral. Salvador, Imprensa Oficial do Estado, 1919-1940.
______. História da Bahia, do Império à República. Salvador: Imprensa Oficial do Estado, 1923.
______. Memória histórica sobre a proclamação da República na Bahia. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, v. 11, n. 30, 1904.
______. A Sabinada. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, n. Especial, 1909.
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: reflexões sobre a origem e a difusão do nacionalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
______. Nação e consciência nacional. São Paulo: Ática, 1989.
ARAS, Lina Maria Brandão de. A Santa Federação Imperial: Bahia, 1831-1833. 1995. Tese (Doutorado em História Econômica) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1995. (mimeo).
ARAÚJO, Dilton Oliveira de. Rebeldes e rebeldias na Bahia do século XIX. CLIO – Revista de Pesquisa Histórica. Recife: Universitária da UFPE, n. 20, p. 103-120, 2004.
ARAUJO, Ubiratan Castro de. A guerra da Bahia. Salvador: CEAO, 2001.
______. Le Politique et l'Economique dans une Société Esclavagiste: Bahia, 1820 à 1889. These (Doctorat en Histoire) – Université Sorbonne, Paris, 1992.
______. A política dos homens de cor no tempo da independência. CLIO – Revista de Pesquisa Histórica. Recife: UFPE, 2001.
______. 1846: um ano na rota Bahia-Lagos: negócios, negociantes e outros parceiros. Afro-Ásia, Salvador, n, 21-22, 1998-1999.
AUGEL, Moema Parente. Visitantes estrangeiros na Bahia oitocentista. São Paulo: Cultrix: MEC, 1980.
BAHIA. Fundação Cultural do Estado da Bahia. Diretoria de Bibliotecas Públicas. Legislação da Província da Bahia sobre o negro: 1835-1888. Salvador: A Fundação, 1996.
BAHIA. Fundação de Pesquisas CPE. A Inserção da Bahia na evolução nacional 1850-1975. Salvador: SEPLANTEC, 1979.
BAHIA. Secretaria da Educação e Cultura. Aspectos do 2 de Julho: 150 anos da independência da Bahia. Salvador, 1973.
BARMAN, Roderick J. Brazil. The forging of a nation, 1798-1852. Stanford: Stanford University, 1988.
BARRICKMAN, Bert J. Um contraponto baiano: açúcar, fumo, mandioca, e escravidão no Recôncavo, 1780-1860. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
BERBEL, Márcia Regina. A nação como artefato: deputados do Brasil nas cortes constituintes portuguesas (1821-1822). São Paulo: Hucitec: Fapesp, 1999.
BERNARDES, Denis Antônio de Mendonça. Pernambuco e o Império (1822-1824) sem constituição republicana não há união. In: JANCSÓ, István (Org.). Brasil: formação do Estado e da Nação. São Paulo: Hucitec: Unijuí: Fapesp, 2003. p. 219-249.
BERNARDES, Dênis Antônio de Mendonça. Pernambuco e sua área de influência: um território em transformação (1780-1824). In: JANCSÓ, István (Org.). Independência: história e historiografia. São Paulo: Hucitec: Fapesp, 2005.
BETHELL, Leslie; CARVALHO, José Murilo de. O Brasil da independência a meados do século XIX. In: BETHELL, Leslie (Org.). História da América Latina: da independência a 1870. São Paulo: USP: Imprensa Oficial do Estado; Brasilia: Fundação Alexandre de Gusmão, 2001, v. 3, p. 695-769.
BOCCANERA JUNIOR, Sílio. Bahia histórica. Salvador: Typografia Bahiana, 1926.
BRASIL. Congresso. Câmara dos Deputados. O poder legislativo no Brasil: 1823-1973. Brasília: Câmara dos Deputados, 1975.
BRASIL. Programa Nacional de Desburocratização (PrND). As constituições do Brasil: A Constituição de 1824. Brasília: Fundação Projeto Rondon, [198-].
BRASILIENSE, Américo. Os programas dos partidos e o Segundo Império. Brasília: Senado Federal; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1979.
CALMON, Francisco Marques de Góes. Vida econômico-financeira da Bahia: elementos para a história de 1808 a 1889. Salvador: Fundação de Pesquisas: CPE, 1978.
CALMON, Pedro. História da Bahia (das origens à atualidade). Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1927.
CAMPOS, João da Silva. Crônicas baianas do século XIX: o dois de julho há cem anos. Anais do Arquivo do Estado da Bahia. Salvador, n. 25, p. 295-304, 1937.
CARVALHO, Aloysio de. A imprensa na Bahia em cem anos. In: TAVARES, Luis Guilherme Pontes (Org.). Apontamentos para a história da imprensa na Bahia. Salvador: Academia de Letras da Bahia: Assembléia Legislativa do Estado da Bahia, 2005. p. 31-51.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Rio de Janeiro: Campus, 1980.
______. Dimensiones de la ciudadanía en el Brasil del siglo XIX. In: SÁBATO, Hilda (Coord.). Ciudadanía política y fomación de las naciones: perspectivas históricas de América Latina. México: FCE: COLMEX: FHA, 1999. p. 321-344.
______. Federalismo y centralización en el imperio brasileño: historia y argumento. In: CARMAGNANI, Marcello (Coord.). Federalismos latinoamericanos: Mexico/Brasil/Argentina. México: Fondo de Cultura Economica, 1993. p. 51-80.
______. A formação das almas: o imaginário da República. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
______. Teatro de sombras: a política imperial. São Paulo: Vértice: Revista dos Tribunais; Rio de janeiro: IUPERJ, 1988.
CARVALHO, Marcus J. M. O antilusitanismo e a questão social em Pernambuco, 1822-1848. In: PEREIRA, Miriam Halpern et al. (Org.). Emigração e imigração portuguesa: séculos XIX e XX. Lisboa: Fragmentos, 1993. v. 1, p. 145-160.
______. Cavalcantis e cavalgados: a formação das alianças políticas em Pernambuco, 1817-1824. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 18, n. 36, 1998.
CASCUDO, Luis da Câmara. Geografia dos mitos brasileiros. 2. ed. São Paulo: Global, 2002.
CASTRO, Jeanne Berrance de. A milícia cidadã: a Guarda Nacional de 1831 a 1850. 2. ed. São Paulo: Nacional, 1979.
CASTRO, Paulo Pereira de. A experiência republicana, 1831-1840. In: HOLANDA, Sérgio Buarque de. História geral da civilização brasileira. São Paulo: DIFEL, 1985. Tomo II, vol. 2, p. 9-67.
______. Política e administração de 1840 a 1848. In: HOLLANDA, Sérgio Buarque de. (Org.). História geral da civilização brasileira: o Brasil Monárquico. 5. ed. São Paulo: DIFEL, 1972. Tomo II, v. 2, p. 509-540.
CASTRO, Renato Berbert de. História do Conselho Geral da Província da Bahia, 1824/1834. Salvador: Assembléia Legislativa, 1984.
CHACON, Vamireh; LEITE Neto, Leonardo. O Typhis Pernambucano. Brasília: Senado Federal, 1984.
CHIARAMONTE, José Carlos. Ciudades, províncias, estados: orígenes de la Nación Argentina (1800-1846). Buenos Aires: Ariel, 1997.
______. Nación y estado em Iberoamérica: el lenguaje político en tiempos de las independencias. Buenos Aires: Sudamericana Pensamiento, 2004.
DIAS, Maria Odila da Silva. A interiorização da metrópole (1808-1853). In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). 1822: dimensões. São Paulo: Perspectiva, 1972.
DOLHNIKOFF, Miriam. Elites regionais e a construção do Estado nacional. In: JANCSÓ, István (Org.). Brasil: formação do estado e da nação. São Paulo: Hucitec: Unijuí: Fapesp, 2003. p. 431-468.
______. Entre o centro e a província: as elites e o poder legislativo no Brasil oitocentista. Almanack Brasiliense, n. 1, p. 80-92, maio 2005. Disponível em:
<http://www.almanack.usp.br/neste_numero/n01/index.asp?
tipo=artigos&edicao=1&conteudo=5> Acesso em: jun. 2005.
______. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil do século XIX. São Paulo: Globo, 2005.
FERRAZ, Socorro. Liberais e liberais: guerras civis em Pernambuco no século XIX. Recife: UFPE, 1996.
FERREIRA, Marieta de Moraes. A nova velha história: o retorno da história política. Estudos Históricos, v. 5, n. 10, p. 265-271, 1992.
FERRERO, Roberto A. Historia, nación y cultura. Córdoba, República Argentina: Alción, 2004.
FLORY, Thomas. El Juzgado de Paz e el jurado en el Brasil Imperial, 1808-1871: control social y estabilidad política en el nuevo Estado. México: Fondo de Cultura Econômica, 1986.
FOURTH-ROUEN, Barão. A Bahia em 1847. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, n. 57, p. 533-547, 1929.
FRAGA FILHO, Walter. Mendigos, moleques e vadios na Bahia do século XIX. São Paulo: HUCITEC; Salvador: EDUFBA, 1996.
GOMES, Ângela de Castro. História, historiografia e cultura política no Brasil: algumas reflexões. In: SOIHET, Rachel; BICALHO, Maria Fernanda B.; GOUVÊA, Maria de Fátima S. (Org.). Culturas políticas: ensaios de história cultural, história política e ensino de história. Rio de Janeiro: Mauad, 2005.
GOMES, Flávio dos Santos. A hidra e os pântanos: mocambos, quilombos e comunidades de fugitivos no Brasil (séculos XVII-XIX). São Paulo: UNESP: Polis, 2005.
GRADEN, Dale T. Uma lei… até de segurança pública: resistência escrava, tensões sociais e o fim do tráfico internacional de escravos para o Brasil (1835-1856). Estudos Afro-Asiáticos, Rio de Janeiro, n. 30, p. 113-149, dez. 1996.
GRAHAM, Richard. O Brasil de meados do século XIX à Guerra do Paraguai. In: BETHELL, Leslie (Org.). História da América Latina: da independencia a 1870. São Paulo: USP: Imprensa Oficial do Estado; Brasilia: Fundação Alexandre de Gusmão, 2001, v. 3, p. 771-825.
______. Clientelismo e política no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
______. Construindo uma nação no Brasil do século XIX: visões novas e antigas sobre classe, cultura e Estado. Publicações Diálogos, Maringá, v. 3. [200?]. Disponível em:
<http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/vol5_mes
a1.html>. Acesso em: 18 jun. 2004.
GRINBERG, Keila. O fiador dos brasileiros: cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antonio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
GUIMARÃES, Manoel Luis Salgado. Nação e civilização nos trópicos: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 1, p. 5-27, 1988.
HOBSBAWM, Eric J. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito e realidade. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
HOLLANDA, Sérgio Buarque de. Herança colonial: sua desagregação. In: ______. (Dir.). História geral da civilização brasileira. São Paulo: DIFEL, 1965. Tomo II, v. 1.
JANCSÓ, István. Na Bahia, contra o Império: história do ensaio de sedição de 1798. São Paulo: Hucitec; Salvador: EDUFBA, 1996. ______. A construção dos Estados Nacionais na América Latina: apontamentos para o estudo do Império como Projeto. In: SZMRECSÁNYI, Tamás; LAPA, José Roberto do Amaral (Org.). História econômica da independência e do Império. São Paulo: Hucitec: Fapesp, 1996. p. 2-26.
______.; PIMENTA, João Paulo G. Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira). In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000): formação: histórias. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. p. 129-175.
KRAAY, Hendrik. Daniel Gomes de Freitas: um oficial rebelde do Exército Imperial Brasileiro. Politéia: História e Sociedade – Revista do Departamento de História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vitória da Conquista, v. 4, p. 135-158, 2004.
______. Definindo nação e estado: rituais cívicos na Bahia pós-Independência (1823-1850). Topoi, Rio de Janeiro, p. 63-90, set. 2001.
______. Em outra coisa não falavam os pardos, cabras e crioulos: o “Recrutamento” de escravos na guerra de independência na Bahia (1822-1823). Revista Brasileira de História, v. 22, n. 43, p. 109-126, 2002.
______. Entre o Brasil e a Bahia: as comemorações do Dois de Julho em Salvador no século XIX. Afro-Ásia, Salvador, n. 23, p. 49-87, 2000.
______. Identidade racial na política, Bahia, 1790-1840: o caso dos henriques. In: JANCSÓ, István (Org.). Formação do Estado e da Nação. São Paulo: Hucitec: Unijuí: Fapesp, 2003. p. 521-546.
______. Muralhas da independência e liberdade do Brasil: a participação popular nas lutas políticas (Bahia, 1820-25). In: MALERBA, Jurandir (Org.). A Independência brasileira: novas dimensões. Rio de Janeiro: FGV, 2006. p. 303– 341.
______. Race, state and armed forces in Independence-Era Brazil: Bahia, 1790s-1840s. Stanford: Stanford University, 2001.
______. Tão assustadora quanto inesperada: a Sabinada baiana, 1837-1838. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, v. 96, p. 327-356, 2001.
KURY, Mário da Gama. Dicionário de Mitologia Grega e Romana. 7. ed. São Paulo: Jorge Zahar, 2003. p. 183.
LE GOFF, Jacques. A história nova. In: ______. (Org.). A história nova. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
LINS, Wilson. O Médio São Francisco: uma sociedade de pastores guerreiros. 3. ed. definitiva. São Paulo: Nacional; Brasília: INL, Fundação Nacional Pró-Memória, 1993.
______. Militão sem remorso (romance). Rio de Janeiro: Record; Brasília: INL, 1980.
LYRA, Maria de Lourdes Viana. A unidade brasileira: uma questão preliminar no processo de independência. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 34, p. 101-120, 1992.
MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec, 1987.
MATTOSO, Katia M. de Queirós. Bahia, a cidade do Salvador e seu mercado no século XIX. São Paulo: Hucitec, 1978.
______. Bahia, século XIX: uma província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.
______. A opulência na província da Bahia. In: NOVAIS, Fernando A.; ALENCASTRO, Luiz Felipe de. (Org.). História da vida privada no Brasil: Império. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v. 2, p. 143-179.
______. Sociedade e conjuntura na Bahia nos anos de luta pela Independência. Universitas, n. 15-16, p. 5-26, maio/dez. 1973.
MELLO, Evaldo Cabral de. A outra independência: o federalismo pernambucano de 1817 a 1824. São Paulo: Ed. 34, 2004.
MENDES, Fábio Faria. Encargos, privilégios e direitos: o recrutamento militar no Brasil nos séculos XVIII e XIX. In: CASTRO, Celso; IZECKSOHN, Vitor; KRAAY, Hendrik (Org.). Nova história militar brasileira. Rio de Janeiro: FGV, 2004. p. 111-137.
MOREL, Marco. Cipriano Barata na Sentinela da Liberdade. Salvador: Academia de Letras da Bahia: Assembléia Legislativa, 2001.
______. Papéis incendiários, gritos e gestos: a cena pública e a construção nacional nos anos 1820-1830. Topoi, Rio de Janeiro, p. 39-58, mar. 2002.
______.; BARROS, Mariana Monteiro de. Palavra, imagem e poder: o surgimento da imprensa no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Corcundas e constitucionais: a cultura política da independência (1820-1823). Rio de Janeiro: Revan: FAPERJ, 2003.
______. Por detrás dos panos: atitudes antiescravistas e a independência do Brasil. In: SILVA, Maria Beatriz Nizza da. (Org.). Brasil: colonização e escravidão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2000. p. 373-395.
OLIVEIRA, Maria Lúcia. A tendência à centralização e o fenômeno do autoritarismo no Brasil. Dados, n. 15, p. 187-203, 1988.
OLIVEIRA, Waldir Freitas de. A crise da economia açucareira do Recôncavo na segunda metade do século XIX. Salvador: FCJA: Centro de Estudos Baianos, 1999.
PIMENTA, João Paulo G. A política hispano-americana e o império português. In: JANCSÓ, István (Org). Formação do estado e da nação. São Paulo: Hucitec: Unijuí: Fapesp, 2003. p. 123-139.
PIMENTA, João Paulo G. Estado e nação no fim dos impérios ibéricos no Prata (1808-1828). São Paulo: HUCITEC: FAPESP, 2002.
PINHO, José Wanderley de Araújo. A Bahia 1808-1856. In: HOLLANDA, Sérgio Buarque de. (Org.). História geral da civilização brasileira: o Brasil Monárquico. 5. ed. São Paulo: DIFEL, 1985. Tomo II, v. 2, p. 284.
PONTES, Kátia Vinhático. Mulatos: políticos e rebeldes baianos. Dissertação (Mestrado em História) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000. (mimeo).
PROCESSO e autodefesa de Frei Caneca. In: CHACON, Vamireh; LEITE NETO, Leonardo. O Typhis Pernambucano. Brasília: Senado Federal, 1984.
QUERINO, Manoel. Os artistas baianos. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, n. 31, p. 93-115, 1905.
______. A Bahia de outrora. Salvador: Progresso, 1946. (Coleção de Estudos Brasileiros).
______. Notícia histórica sobre o 2 de Julho de 1823 e sua comemoração na Bahia. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, n. 48, 1923.
REIS, João José. Um balanço sobre as revoltas escravas na Bahia. In: ______. (Org.). Escravidão e invenção da liberdade. São Paulo: Brasiliense, 1988. p. 87-142.
______. A elite baiana face os movimentos sociais, Bahia: 1824-1840. Revista de História, v. 54, ano 27, n. 108, p. 341-384, out./dez. 1976.
______. O jogo duro do Dois de Julho: o partido negro na independência da Bahia. In: SILVA, Eduardo; REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 79-98.
______. O Levante dos Malês, uma interpretação política. In: SILVA, Eduardo; REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 99-122.
______. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
______. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. Ed. rev. e ampl. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
______. Tambores e temores: a festa negra na Bahia na primeira metade do século XIX. In: CUNHA, Maria Clementina Pereira (Org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. Campinas: Unicamp: Cecult, 2002. p. 101-155.
______.; AGUIAR, Márcia Gabriela D. de. Carne sem osso e farinha sem caroço: o motim de 1858 contra a carestia na Bahia. Revista de História, São Paulo, n. 135, p. 133-159, 1996.
______.; GOMES, Flávio dos Santos. Uma história da liberdade. In: ______. (Org.). Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 9-25.
RÉMOND, René. Uma história presente. In: ______. (Org.). Por uma história política. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
RIBEIRO, Ellen Melo dos Santos. O abastecimento de farinha da Cidade do Salvador. Dissertação (Mestrado em História) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1982. (mimeo).
RUI, Affonso. Estadistas baianos no Império. Salvador: CEB, 1951. 14p. (Centro de Estudos Baianos, 11).
______. História da Câmara Municipal da cidade do Salvador. 2. ed. ampl. Salvador: Câmara Municipal de Salvador, 1996.
SAMPAIO, Consuelo Novais. 50 anos de urbanização: Salvador da Bahia no século XIX. Rio de Janeiro: Versal, 2005.
SANTANA, Rosane Soares. Centralização, descentralização e unidade nacional, 1835-1841: o papel da elite política baiana. 2002. 128f. Dissertação (Mestrado em História) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2002. (mimeo).
SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SCHWARTZ, Stuart B. Cantos e quilombos numa conspiração de escravos haussás – Bahia, 1814. In: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (Org.). Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 373-406.
______. Gente da terra braziliense da nasção: pensando o Brasil: a construção de um povo. In: MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira (155-2000): formação: histórias. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2000. p. 103-125.
______. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial (1550-1835). São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
SILVA, Ignácio Accioli de Cerqueira e. Memórias históricas e políticas da Bahia. Salvador, Imprensa Oficial do Estado, 1919-1940. Edição anotada por Braz do Amaral. O documento é composto por 6 volumes.
SILVA, José Bonifácio de Andrada e. Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura. In: CALDEIRA, Jorge. José Bonifácio de Andrada e Silva. São Paulo: Ed. 34, 2002, p. 200-217.
SILVA, José Francisco da (Senex). A Bahia há 66 anos: reminiscências de um contemporâneo. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Salvador, v. 33, 34, p. 94, 1907.
SILVA, Luis Geraldo. Sementes da sedição: etnia, revolta escrava e controle social na América Portuguesa (1808-1817). Afro-Ásia. Salvador, n. 25-26, p. 9-60, 2001.
SOARES, Carlos Eugênio Líbano; GOMES, Flávio dos Santos. Com o pé sobre um vulcão: africanos minas, identidades e a repressão antiafricana no Rio de Janeiro (1830-1840). Estudos Afro-Asiáticos, v. 23, n. 2, p. 1-44, 2001. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/%0D/eaa/v23n2/a04v23n2.pdf>. Acesso em: jun. 2005.
SOUZA, Antonio Loureiro de. Baianos ilustres. 3. ed. São Paulo: IBRASA: MEC, 1979.
SOUZA, Paulo César. A Sabinada: a revolta separatista da Bahia. São Paulo: Brasiliense, 1987.
SUZANET, Conde de. O Brasil em 1845. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1954.
TAVARES, Luis Guilherme Pontes (Org.). Apontamentos para a história da imprensa na Bahia. Salvador: Academia de Letras da Bahia: Assembléia Legislativa, 2005.
TAVARES, Luis Henrique Dias. Cipriano José Barata de Almeida. Universitas, Salvador, n. 35, p. 61-75, 1986.
______. A defesa acusa em defesa de Cipriano Barata. Revista da SBPH, n. 18, p. 111-117, 2000.
______. A economia da Província da Bahia na segunda metade do século XIX. Salvador: CPE: SEPLANTEC.
______. Escravos no 1798. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 34, p. 101-120, 1992.
______. Francisco Gonçalves Martins. Revista da Academia de Letras da Bahia, n. 36, p. 139-142, 1990.
______. História da Bahia. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1974.
______. História da Bahia. São Paulo: UNESP, 2003.
______. História da sedição intentada: a conspiração dos alfaiates. São Paulo: Pioneira; Brasília: INL, 1975.
______. A independência do Brasil na Bahia. Salvador: EDUFBA, 2005.
______. O levante dos Periquitos. In: ______. Da sedição de 1798 à Revolta de 1824 na Bahia. Salvador: EDUFBA; Campinas: Unesp, 2003. p. 188-252.
______. O levante dos periquitos na Bahia: um episódio obscuro do Primeiro Império. Salvador: Centro de Estudos Baianos, 1990.
______. O processo contra o Guaycuru. Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, p. 45-48, 1957.
TORRES, João Nepomuceno; CARVALHO, Alfredo de. Annaes da Imprensa na Bahia. 1°. Centenário (1811-1911). Salvador: Typografia Bahiana, de Cincinnato Melchíades, 1911. Catálogo.
VALENTIM, Alexandre. O Império luso-brasileiro em face do abolicionismo inglês (1807-1820). In: SILVA, Maria Beatriz Nizza da. (Org.). Brasil: colonização e escravidão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2000. p. 396-415.
VERGER, Pierre. Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos dos séculos XVII a XIX. São Paulo: Corrupio, 1987.
______. Notícias da Bahia – 1850. Salvador: Corrupio, 1981.
VIANNA FILHO, Luiz. A Sabinada: a república baiana de 1837. Rio de Janeiro: José Olympio, 1938.
WILDBERGER, Arnold. Os presidentes da Província da Bahia. Salvador: Tipografia Beneditina, 1949.