
Patton: o herói polêmico da segunda guerra
Em 3 de agosto de 1943, num hospital de campanha na Sicília, o general George Smith Patton, Jr. chamou de covarde o soldado Charles H. Kuhl, internado por exaustão nervosa, esbofeteou-o e o expulsou da tenda a pontapés. Sete dias depois atingiu Paul G. Bennett com o cabo de marfim da pistola. Eisenhower o obrigou a se desculpar em público e ele escapou de perder o comando. Bertonha volta daí ao início: Patton não fez a carreira sozinho, herdou dinheiro e contatos, e a vaga em West Point veio pela recomendação do senador Thomas Bard. Depois vêm o quinto lugar no pentatlo de Estocolmo em 1912, o tiroteio com Julio Cárdenas durante a expedição de Pershing atrás de Pancho Villa, a bala que lhe atravessou a perna no Meuse-Argonne e o major que ainda em 1922 defendia o sabre e a carga de cavalaria. O foco são os quatro anos de 1942 a 1945, do norte da África às Ardenas.
