Saúde: fundamentos de Geografia humana

Raul Borges Guimarães · Capítulo 7 de 7

Páginas do PDF

Saúde: fundamentos de Geografia humana

Referências

 

ABREU, M. de A. Pensando a cidade no Brasil do passado. In: SILVA, J. B. da. A cidade e o urbano: temas para o debate. Fortaleza: EUFC, 1997.

ACHCAR, G. (Org.). El Atlas de Le Monde Diplomatique. Buenos Aires: Espacio, 2003, p.32.

ALLAN, T. História em revista. Rio de Janeiro: Abril Livros, 1992.

ALMEIDA, A. L. de J.; GUIMARÃES, R. B. O lugar social do fisioterapeuta brasileiro. Fisioterapia e Pesquisa, v.16, p.83-7, 2009.

ALMEIDA, E. P. Uso do território brasileiro e os serviços de saúde no período técnico-científico-informacional. São Paulo, 2005. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.

ALTAMIRANO-ENCISO, A. J. et al. Sobre a origem e dispersão das leishmanioses cutânea e mucosa com base em fontes históricas pré e pós-colombianas. História, Ciência, Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro, v.10, n.3, set./dez. 2003.

ARANHA, P. R. M. Do mundo como norma ao lugar como forma: o uso do território pela Estratégia da Saúde da Família. Natal, 2010. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

ARAUJO, A.; FERREIRA, L. F. Homens e parasitos: a contribuição da paleoparasitologia para a questão da origem do homem na América. Revista USP, São Paulo, v.34, p.58-70, 1997. BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1995.

BARCELLOS, C. Organização espacial, saúde e qualidade de vida: a análise espacial e o uso de indicadores na avaliação de situações de saúde. Informe Epidemiológico do SUS, v.11, n.3, p.129-38, 2002.

BARNES, T.; DUNCAN, T. Writing worlds: discourse, text and metaphor in the representation of landscape. London: Routledge, 1992.

BARRETO, M. Esquistossomose mansônica: distribuição da doença e organização social do espaço. Salvador, 1982. Dissertação (Mestrado em Medicina Preventiva) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia.

. Epidemiologia, sua história e crises. In: COSTA, D. C. (Org.). Epidemiologia – teoria e objeto. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Abrasco, 1994.

. O espaço e a epidemiologia: entre o conceitual e o pragmático. Cadernos de Saúde Pública, v.16, n.3, p.595-617, 2000.

BELL, D. et al. Pleasure zones: bodies, cities, spaces. New York: Syracuse University Press, 2001.

BICUDO JÚNIOR, E. C. O circuito superior marginal e a produção de medicamentos no Brasil. São Paulo, 2006. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.

BITOUN, J. A política de saúde e as inovações na gestão local. Cidadania é notícia. Etapas, Recife, v.4, abr./maio, 2000.

BOURDIEU, P. Razões práticas. Campinas: Papirus, 1997. BOYLE, P. et al. (Ed.). Mapping and cancer: recent results in cancer research. Berlin: Springer Verlag, 1989.

BRASIL. Ministério da Saúde. Norma Operacional de Assistência à Saúde. Brasília: MS-GM 373, 2002.

. Pactos pela vida, em defesa do SUS e da gestão – diretrizes operacionais. Brasília: MS, 2006. (Série Pactos pela Saúde).

BRAUDEL, F. Historia y ciencias sociales: la larga duración. Cuadernos Americanos, ano XVII, n.6, 1958.

BRITTON, M. Mortality and geography: a review in the mid-1980’s. London: HMSO, 1990.

CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.

CASTELLANOS, P. L. Avances metodológicos en epidemiología. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA E DESIGUALDADE SOCIAL. Campinas. Anais... Campinas, Abrasco, 1990.

CASTRO, I. de. O problema da escala. In: CASTRO, I. de; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. (Org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

CHAME, M. Espécies exóticas invasoras que afetam a saúde humana. Ciência e Cultura (SBPC), v.61, p.30-4, 2009.

CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1994.

CLIFF, A. D.; HAGGETT, P. Atlas of disease distributions: analytical approaches to epidemiological data. Oxford: Basil Blackwell, 1988.

COHN, A. A saúde como direito e como serviço. São Paulo: Cortez, 1991.

COURA, J. R. Endemia e meio ambiente no século XXI. Cadernos de Saúde de Pública, Rio de Janeiro, v.8, n.3, p.335-41, 1992.

CURTO DE CASAS, S. Geografía y salud humana. Buenos Aires: Senoc, 1985.

_______. Geographical inequalities in mortality in Latin America. Social Science in Medicine, v.36, n.10, p.1349-55, 1993.

CZERESNIA, D.; RIBEIRO, A. M. O conceito de espaço em epidemiologia: uma interpretação histórica e epistemológica. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.16, n.3, p.595-617, 2000.

DANTAS, A. Saúde na perspectiva da Geografia Nova. Fortaleza. Mercator – Revista de Geografia da UFC, v.8, n.16, 2009.

DAVID, V. C. Território usado e circuito superior marginal: equipamentos médico-hospitalares em Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP). São Paulo, 2011. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.

DORY, D. La géographie de la santé: questions théoriques. Revue Belge de Géographie, Bruxelles, v.4, n.114, 1990.

DUHL, L. J.; SANCHEZ, A. K. Healthy cities and the city planning process: a Background document on links between health and urban planning. Copenhagen: WHO, 1999.

ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora em Inglaterra. Lisboa: Presença, 1975.

FLEURET, S.; THOUEZ, J.-P. Géographie de la santé. Paris: Anthropos, 2007.

FORATTINI, O. Ecologia, epidemiologia e sociedade. São Paulo: ArtesMédicas, 2004.

FOUCAULT, M. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1980.

GANDY, M. The Paris sewers and the rationalization of the urban space. Transactions, London, Institute of British Geographers, v.24, p.22-44, 1999.

GATRELL, A. Spatial point pattern analysis and its application in geographical epidemiology. Transactions. London, Institute of British Geographers, v.21, n.1, p.256-74, 1996.

GEORGE, P. Perspectives de recherche pour la géographie des maladies. Annales de Géographie, v.87, n.484, p.641-50, 1978.

GESLER, W. M. Words in wards: language, health and place. Health and Place, v.5, p.13-25, 1999.

GIBLIN, B. Pourquoi la santé publique est devenue une question géopolitique? Hérodote, Paris, n.92, p.3-11, 1999.

GONÇALVES, M. L. C. Helmintos, protozoários e algumas ideias: novas perspectivas na paleoparasitologia. Rio de Janeiro, 2002. Tese (Doutorado) – Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Fiocruz.

GONDIM, G. M. de M. et al. O território da saúde: a organização do sistema de saúde e a territorialização. In: BARCELLOS, C. (Org.). Território, ambiente e saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008.

GOULD, P. R. Spatial diffusion. Washington, D.C.: Association of American Geographers, 1969.

GRMEK, M. Western medical thought from Antiquity to the Middle Ages. Portland: Harvard University Press, 1999.

GUIMARÃES, R. B. O transbordar do hospital pela cidade. São Paulo, 1994. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências e Humanas, Universidade de São Paulo.

. Serviços de saúde, circuitos econômicos e cadeias produtivas. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, v.21, p.17-24, 1999.

. Saúde pública e política urbana: memória e imaginário social. São Paulo, 2000. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências e Humanas, Universidade de São Paulo.

. STAR, a qualitative evaluation process of the healthy cities. Terrae, v.1, n.1, p.52-9, 2004.

. Regiões de saúde e escalas geográficas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.21, n.4, p.1017-25, 2005.

. Regionalização da saúde no Brasil: da escala do corpo à escala da nação. São Paulo, 2008. Tese (Livre-Docência) – Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.

HAGGETT, P. et al. Locational methods in human geography. London: Edward Arnolds, 1977.

HALL, P. Cidades do amanhã. São Paulo: Perspectiva, 1995.

HOLLAND, W. W. (Ed.). European community atlas of avoidable death. Oxford: Oxford University Press, 1988.

KEARNS, R. A. Place and health: toward a reformed medical geography. The Professional Geographer, v.45, p.139-47, 1993.

. Medical geography: making space for difference. Progress in Human Geography, v.19, p.144-52, 1995.

. Narrative and metaphor in geographies of health. Progress in Human Geography, v.21, p.171-80, 1997.

KEARNS, R. A.; GESLER, W. M. Putting health into place: landscape, identity and well-being. New York: Syracuse University Press, 1998.

KOSSOY, B. Fotografia e história. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.

KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1991. LEFÈBVRE, H. La presencia y la ausencia. Contribución a la Teoría de las Representaciones. Ciudad do México: Fondo de Cultura Económica, 1983. LIMA, M. L. de. Violência e morte: diferenciais da mortalidade por causas externas no espaço urbano de Recife, 1991. Salvador, 1995. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal da Bahia.

LIMA, S. do C.; GUIMARÃES, R. B. Determinação social no complexo tecnopatogênico informacional da malária. Hygeia, v.3, n.5, p.58-77, 2007. LOUDON, I. (Ed.). Western Medicine; an illustrated history. Oxford; New York: Oxford University Press, 1977. p.186.

LUKÁCS, G. Introdução a uma estética marxista: sobre a categoria da particularidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

LUZ, M. T. Natural, racional, social: razão médica e racionalidade científica moderna. Rio de Janeiro: Campus, 1988.

MACHADO, L. O. (Org.). Desenvolvimento regional para a faixa de fronteira. Projeto desenvolvido a pedido do Ministério da Integração. Rio de Janeiro: UFRJ, Retis, 2006.

MARTINS, E. R. Geografia e ontologia: o fundamento geográfico do ser. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, n.21, p.33-51, 2007.

MASSEY, D. Spatial divisions of labour. New York: Routledge, 1984.

. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. São Paulo: Ática, 2005.

MAYER, J. D. Challenges to understanding spatial patterns of disease: philosophical alternatives to logical positivism. Social Science and Medicine, Oxford, v.35, n.4, p.579-87, 1992.

MEADE, M. S. Medical Geography. New York: The Guilford Press, 1988.

MELAZZO, E.; GUIMARÃES, R. B. (Org.). Exclusão social em cidades brasileiras: um desafio para as políticas públicas. São Paulo: Editora Unesp, 2010.

MONKEN, M.; BARCELLOS, C. Vigilância em saúde e território utilizado: possibilidades teóricas e metodológicas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.21, n.3, p.898-906, 2005.

. O território na promoção e vigilância em saúde. In: FONSECA, A. F. (Org.). O território e o processo saúde-doença. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.

MONKEM, M. et al. O território na saúde: construindo referências para análises em saúde e ambiente. In: BARCELLOS, C. (Org.). Território, ambiente e saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008.

MONTEIRO, C. A. F. Na encruzilhada da crise global: velhos caminhos e novas trilhas para a Geografia no Brasil ao início do século XXI. Formação, Presidente Prudente, n.6, p.41-54, 1999.

. O mapa e a trama. Ensaios sobre o conteúdo geográfico em criações romanescas. Florianópolis: Editora da UFSC, 2002.

MOON, G. (Re)placing research on health and health care. Health and Place, v.1, p.1-4, 1995.

MORAES, A. C. R.; COSTA, W. M. da. A valorização do espaço. São Paulo: Hucitec, 1984.

MOREIRA, R. Marxismo e geografia (a geograficidade e o diálogo das ontologias). Revista Geographia, Niterói, n.11, 2004.

. Da região à rede e ao lugar: a nova realidade e o novo olhar geográfico sobre o mundo. Etc, Espaço, Tempo e Crítica, Niterói, v.1, n. 3, p.55-70, 2007.

NAJAR, A. L. e M.; CÉSAR, E. (Org.). Saúde e espaço: estudos metodológicos e técnicas de análise. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 1998.

NASCIMENTO, E. P. Dos excluídos necessários aos excluídos desnecessários. Presidente Prudente: Unesp, 1994. (Mimeog.)

NOSSA, P. N. Linhas de investigação na geografia da saúde e a noção holística da saúde. In: BARCELLOS, C. (Org.). A Geografia e o contexto dos problemas de saúde. Rio de Janeiro: Abrasco, 2008.

OMRAN A. The epidemiologic transition: a theory of the epidemiology of population change. Milbank Memorial Fund Quarterly, v.49, n.1, p.509-38, 1971.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE – OPAS. Saúde nas Américas. Brasília: Opas, 2007.

PAIM, J. S. et al. Análise da situação de saúde do município de Salvador, segundo condições de vida. Acordo OPS/CNPq – DRC/RPD/63/5/12, Relatório Final. Salvador, Bahia, 1995.

PEITER, P. C. A Geografia da saúde na faixa de fronteira continental do Brasil na passagem do milênio. Rio de Janeiro, 2005. Tese (Doutorado em Geografia) – Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

PESSOTO, U. C. A regionalização do Sistema Único de Saúde – SUS no fim dos anos 1990: um discurso conservador. Presidente Prudente, 2010. Tese (Doutorado em Geografia) – Departamento de Geografia, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.

PICHERAL, H. Géographie médicale, géographie des maladies, géographie de la santé. L’Espace Géographique, n.3, p.161-75, 1982.

PICKENHAYN, J. Transiciones en geografía. Reflexiones Geográficas, Río Cuarto, Agrupación de Docentes Interuniversitarios de Geografía, n.10, p.89-100, 2002.

. La transición epidemiológica en Argentina. Caderno Prudentino, Presidente Prudente, 2004.

PORTER, D. Health, civilization and the state: a history of public health from ancient to modern times. London; New York: Routledge, 1999.

RODRIGUEZ, M. I, T,; GUIMARÃES, R, B, G, Prácticas subversivas en espacios interdictos, en las experiencias múltiples y cotidianas de personas transexuales de la ciudad de Santiago do Chile. In: SILVA, J. M. et al. (Org.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013. p.357-94.

ROJAS, L. I. Geografía y salud: temas y perspectivas en América latina. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.14, n.4, 1998.

. Geografía y salud en Cuba: tendencias y prioridades. Rev. Cubana Salud Pública, v.29, n.4, p.295-306, 2003a.

. Geografía y salud: entre historias, realidades y utopías. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente, n.25, p.9-28, 2003b.

ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Abrasco, 1994.

ROUX, M. Géographie e complexité: les espaces de la nostalgie. Paris: Harmattan, 1999.

SABROZA, P. C.; LEAL, M. C. Saúde, ambiente e desenvolvimento: alguns conceitos fundamentais. In: LEAL, M. C. et al. (Org.). Saúde, ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Abrasco, v.1, p.45-94, 1992.

SANTANA, P. Saúde, território e sociedade: contributos para uma Geografia da saúde. Coimbra: Gabinete de Publicações da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2004.

SANTOS, B. de S. Um discurso sobre as ciências. Porto: Afrontamento, 1995. SANTOS, M. Por uma geografia nova. São Paulo: Hucitec; Edusp, 1978.

. A urbanização desigual. Petrópolis: Vozes, 1982.

. Espaço e método. São Paulo: Nobel, 1985.

. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1993.

. Por uma economia política da cidade. São Paulo: Hucitec, 1994.

. A natureza do espaço. São Paulo: Hucitec, 1996.

. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. São Paulo: Record, 2000.

. Saúde e ambiente no processo de desenvolvimento. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.8, n.1, p.309-14, 2003.

SANTOS, T. dos. Conceito de classes sociais. Petrópolis: Vozes, 1987.

SCARCELA, A. M. de A. et al. Investigação do uso indiscriminado de amoxicilina em crianças na faixa etária de 2 a 10 anos. Cenarium Pharmacêutico, ano 4, n.4, maio-nov. 2011.

SILVA, A. C. da, A Geografia dos sujeitos. Seleção de textos. AGB, São Paulo, n.10, 1985.

. As categorias como fundamentos do conhecimento geográfico. In: SANTOS, M. (Org.). O espaço interdisciplinar. São Paulo: Nobel, 1986a.

. De quem é o pedaço? Espaço e cultura. São Paulo: Hucitec, 1986b.

. Geografia e lugar social. São Paulo: Contexto, 1991.

. Discutindo pressupostos. Presidente Prudente, 21 out. 1999.

SILVA, A. D. da. Complexo geográfico, espaço vivido e saúde. Caderno Prudentino de Geografia, n.25, p.97-109. 2003.

SILVA, J. M. (Org.). Geografias subversivas: discursos sobre o espaço, gênero e sexualidades. Ponta Grossa: Todapalavra Editora, 2009.

SILVA, J. M. et al. O corpo como elementos das geografia feministas e queer: um desafio para a análise do Brasil. In: . (Org.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013. p.85-142.

SILVA, L. J. da. Organização do espaço e doença. In: ABRASCO. Textos de apoio. Epidemiologia 1. Rio de Janeiro: PEC/Ensp-Abrasco, 1985.

_______. O conceito de espaço na epidemiologia das doenças infecciosas. Cadernos de Saúde Pública, v.13, n.4, p.585-93, out. 1997.

SILVA, V. C. P. Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente: um estudo de caso. In: I SEMANA DE GEOGRAFIA. Presidente Prudente, Anais... Presidente Prudente, Unesp, 1999.

SILVEIRA, M. L. O espaço geográfico: da perspectiva geométrica à perspectiva existencial. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, n.19, p.81-91, 2006.

. Globalización y territorio usado: imperativos y solidaridades. Cuadernos del CENDES, v.25, p.1-19, 2008.

SINGER, P. Prevenir e curar: o controle social através dos serviços de saúde. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1978.

SMITH, N. Geography, difference and the politics of scale. In: DOHERTY, J.; GRAHAM, E.; MALEK, M. (Ed.). Postmodernism and the social science. London: Macmillan, 1992. p.50-95.

. Contornos de uma política espacializada: veículos dos sem-teto e produção de escala geográfica. In: ARANTES, A. (Org.). O espaço da diferença. Campinas: Papirus, 2000. p.132-75.

SORRE, M. Fundamentos biológicos de la geografía humana: ensayo de una ecología del hombre Barcelona: Editorial Juventud, 1955.

. Complexes pathogènes et géographie médicale. Annales de Géographie, Paris, n.235, p.1-18, jan. 1933.

SPÓSITO, M. E. Multi(poli)centralidade urbana. Presidente Prudente: Unesp/ Gasperr, 1996. (Mimeog.)

WERNA, E. As políticas urbanas das agências multilaterais de cooperação internacional para países em desenvolvimento. Espaço e Debates. São Paulo, n.39, 1996.

Você terminou Saúde: fundamentos de Geografia humana

Raul Borges Guimarães

Livros como este

Depois do livro

Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.