Um novo mundo
Um dos primeiros textos portugueses que hoje se lê como ficção científica, escrito num tempo em que o género ainda não tinha nome. Guilherme Read Cabral imagina outro mundo e usa a viagem para dizer o que pensa deste, à maneira das utopias oitocentistas: a sociedade visitada é o argumento, e a máquina que lá leva é apenas o pretexto. Curiosidade histórica para quem gosta do género e para quem estuda a literatura portuguesa do fim do século. O texto é curto e lê-se de uma vez, mais próximo do panfleto do que do romance.
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