
O Primo Basílio
de Eça de Queirós

Nos anos setenta e oitenta as comunidades eclesiais de base montaram cooperativas e roças coletivas em muitas regiões rurais brasileiras, com padres e agentes de pastoral no meio. Neide Esterci reuniu pesquisadores para examinar como isso funcionou de facto: quem decidia, como se dividia o trabalho e o produto, onde a experiência pegou e onde se desfez. Não é balanço militante nem crítica de gabinete: é trabalho de campo sobre um momento pouco documentado do catolicismo brasileiro.