Críton
Sócrates está na prisão à espera da execução quando o amigo Críton entra de madrugada com um plano de fuga pronto e pago. O diálogo inteiro é a recusa. Sócrates argumenta que fugir seria retribuir uma injustiça com outra, e imagina as próprias Leis de Atenas entrando na cela para perguntar com que direito ele quebraria o acordo sob o qual viveu setenta anos. Platão escreveu o texto no início do século IV a.C., e ele é lido até hoje em cursos de direito como o primeiro argumento sobre obrigação política.
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