Garatujas
Sonetos de um bacharel que começa por rir de si próprio. No prefácio, datado de 31 de Dezembro de 1882, Melo Freitas descreve a poesia portuguesa do seu tempo como um bando de imitadores: atrás de João de Deus grasnou um rancho de patos, e A Morte de D. João, de Guerra Junqueiro, abriu uma cratera de que todos correram a molhar o pincel. Diz que o plágio é o grande afluente que engrossa a literatura, e que, a ser coerente, devia imprimir os seus versos em papel pardo. Seguem-se sonetos de rua e de amor, com uma epígrafe de Bocage. Aveiro, Imprensa Commercial, 1883.
×
CARREGANDO PDF
Fechar

