Manual para Normalização de Publicações Técnico-Científicas

esToQUes de nÃo naTURaIs PoR TemPo de ResIdÊncIa — BRasIL

GRandes ReGIões — ReGIões meTRoPoLITanas — 1970

PoPULaçÃo n Ão n aTURaL P oR T emPo d e ResIdÊncIa

GRandes ReGIões

e ReGIões menos de 1 ano 1 ano 2 anos 0 |—| 2 anos

meTRoPoLITanas Valores Valores Valores Valores % % % % absolutos absolutos absolutos absolutos

BRASIL......................................... 3 530 864 11,66 1 813 256 5,99 2 194 958 7,25 7 539 078 24,90 R EGIÕES METROPOLITANAS 1 074 752 9,93 575 920 5,32 732 400 6,76 2 383 072 22,01

REGIÃO NORTE.................. 87 824 13,43 40 314 5,16 42 254 7,38 176 392 26,96

Belém.............................. 16 091 11,23 7 799 5,45 10410 7,27 34 300 23,94

REGIÃO NORDESTE........... 702 790 12,76 313 859 5,70 407 969 7,41 1 424 618 25,86

Fortaleza.......................... 45 338 13,52 16 810 5,01 24 160 7,20 86 308 25,72

Recife.............................. 75 440 12,53 38 508 6,40 48 873 8,12 162 821 27,04

Salvador.......................... 40 734 12,04 17 749 5,25 21 634 6,39 80 117 23,67

R EGIÃO SUDESTE.............. 1 593 099 10,41 828 055 5,41 1 022 763 6,68 3 443 917 22.50

Belo Horizonte................ 78 051 9,65 49 179 6,08 629 036 7,67 189 266 23,39

Rio de Janeiro................. 281 028 8,77 145 240 4,53 185 499 5,79 611 767 19,09

São Paulo........................ 417 171 9,69 236 769 5,50 298 995 6,94 952 935 22,12

REGIÃO SUL...................... 814 635 12,65 456 851 7,09 496 059 7,70 1 767 545 27,44

Curitiba........................... 45 400 13,46 22 678 6,73 28 602 8,48 96 680 28,67

Porto Alegre.................... 75 499 10,06 41 188 5,49 52 191 6,96 168 878 22,51

R EGIÃO CENTRO-OESTE... 332 516 14,05 174 177 7,36 219 913 9,29 726 606 30,69

PoPULaçÃo nÃo naTURaL PoR TemPo de R esIdÊ ncIa

GRandes ReGIões

e ReGIões 3 anos 4 anos 5 anos 0 — 5 anos

meTRoPoLITanas Valores Valores Valores Valores % % % % absolutos absolutos absolutos absolutos

BRASIL......................................... 1 766 856 5,84 1 416 329 4,68 1 454 344 4,80 12 176 607 40,22 REGIÕES METROPOLITANAS 567 079 5,24 444 526 4,11 442 283 4,08 3 836 960 35,44 REGIÃO NORTE.................. 39 742 6,08 29 907 4,57 32 139 4,91 278 180 42,52

Belém................................. 8 594 6,00 7 079 4,94 7 191 5,02 57 164 39,91

REGIÃO NORDESTE......... 332 570 6,04 254 590 4,62 280 766 5,10 2 292 544 41,62

Fortaleza.......................... 18 629 5,55 14 514 4,33 15 506 4,62 134 957 40,25

Recife............................... 35 852 5,95 26 725 4,44 26 704 4,44 252 102 41,87

Salvador........................... 18 039 5,33 13 286 3,92 14 177 4,19 125 609 37,12

REGIÃO SUDESTE............. 813 328 5,32 658 800 4,31 658 031 4,29 5 573 076 36,42

Belo Horizonte............... 50 023 6,18 40 836 5,05 41 285 5,10 321 410 39,72

Rio de Janeiro................. 143 327 4,47 115 803 3,61 124 882 3,90 995 779 31,07

São Paulo........................ 227 021 5,27 176 174 4,09 166 337 3,86 1 522 467 35,35

REGIÃO SUL..................... 402 070 6,24 340 170 5,28 348 285 5,41 2 858 070 44,37

Curitiba............................ 23 225 6,89 18 278 5,42 16 111 4,78 154 294 45,75

Porto Alegre................... 42 369 5,65 31 841 4,24 30 090 4,01 273 178 36,41

REGIÃO CENTRO-OESTE. 179 146 7,57 132 862 5,61 136 123 5,75 1 175 737 49,62

PoPULaçÃo nÃo naTURaL P oR T emPo d e ResIdÊ n cIa

GRandes ReGIões

e ReGIões 6 a 10 anos 11 anos e mais sem declaração Total

meTRoPoLITanas absolutos Valores Valores Valores Valores % 657 479% % % absolutos absolutos absolutos

BRASIL....................................... 5 604 464 18,51 12 482 461 41,25 6 919 0,02 30 270 451 100,00

REGIÕES METROPOLITANAS 1 869 772 17,27 5 110 773 47,21 8 886 0,08 10 826 391 100,00 REGIÃO NORTE................. 104 996 16,05 270 776 41,39 205 0,03 654 157 100,00

Belém............................... 2 474,00 17,28 61 113 42,68 185 0,13 143 226 100,00

REGIÃO NORDESTE......... 947 065 17,19 2 263 752 41,09 4 867 0,09 5 508 228 100,00

Fortaleza.......................... 55 509 16,55 144 953 43,21 19 0,01 335 438 100,00

Recife............................... 92 759 15,41 255 872 42,50 1 271 0,21 602 004 100,00

Salvador........................... 54 710 16,17 151 604 44,81 6 412 1,90 338 335 100,00

REGIÃO SUDESTE............ 2 729 795 17,84 6 996 395 45,73 1 215 0,01 15 300 481 100,00

Belo Horizonte................ 154 270 19,07 333 405 41,21 23 0,00 809 108 100,00

Rio de Janeiro................. 502 464 15,68 1 705 626 53,23 454 0,01 3 204 323 100,00

São Paulo.......................... 798 377 18,54 1 985 306 46,10 475 0,01 4 306 625 100,00

REGIÃO SUL...................... 1 288 208 20,00 2 294 061 35,62 233 0,01 6 440 572 100,00

Curitiba.............................. 57 053 16,92 2 294 061 37,32 — — 337 188 100,00

Porto Alegre.................... 129 886 17,31 125 841 46,26 47 0,01 750 144 100,00

REGIÃO CENTRO-OESTE 534 400 22,58 347 033 27,77 399 0,02 2 367 013 100,00

fonTe: IBGe, 1971.

 

fIGURa 44 - Tabela longa (desmembrada em seções e arranjada na mesma página)

 

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13 NUMERAIS

 

 

Nos trabalhos científicos, aconselha-se escrever por

extenso os números de uma só palavra (um, dezesseis, cem) e usar algarismos para os números de mais de uma palavra. No entanto, por se tratar apenas de convenção, pode-se adotar uma outra alternativa: escrever os números de 0 a 9 por extenso e a partir de 10 usar os algarismos.

E X E M P L O

Quatro anos de idade

35 anos de idade

 

A forma escrita por extenso pode ser empregada para

indicar quantidade aproximada e unidades de ordem elevada.

E X E M P L O

Foram entrevistadas cerca de oitocentas pessoas.

Na região X, existem dez milhões de habitantes.

 

Nos números seguidos de unidades padronizadas, é

obrigatório o uso do algarismo.

E X E M P L O

5 m 8 cm 4 ml

 

Aconselha-se evitar o uso de números no início das

frases.

Quando se deseja expressar porcentagem, é preferível

adotar o símbolo próprio: % . Só se usa o símbolo precedido de um número.

E X E M P L O

85%

 

Nas referências às páginas e volumes de uma publicação,

usam-se sempre os cardinais.

E X E M P L O

Na página 82; v. 3

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 128 21/5/2009 09:29:56

n U m e R a I s 129

 

Nunca se deve usar a letra I (maiúscula) para representar

o nú mero um.

Nas referências ao primeiro dia do mês, usa-se o número

ordinal, enquanto, com relação aos outros dias do mês, usa-se o cardinal.

E X E M P L O

Primeiro de maio

No dia 30 de julho

 

Para designar horas do dia, usa-se sempre numeral

cardinal.

E X E M P L O

15 h 30 min 6 s

 

Observações:

– Pelo fato de os algarismos romanos apresentarem certa dificuldade para leitura, aconselha-se substituí-los, sempre que possível, por algarismos arábicos.

E X E M P L O

Experiência 1

Grupo 2

TABELA 3

 

– não se usa plural e nem ponto nos símbolos; eles são sinais convencionais e não abreviaturas.

E X E M P L O

s (segundo), m (metro), kg (quilograma), h (hora), m (minutos)

 

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14 CITAÇÕES 1

 

 

As citações são trechos transcritos ou informações

retiradas das publicações consultadas para a realização do trabalho. São introduzidas no texto com o propósito de esclarecer ou complementar as ideias do autor. A fonte de onde foi extraída a informação deve ser citada obrigatoriamente, respeitando-se dessa forma os direitos autorais. Exige-se maior rigor na aplicação das normas para citação, quando se tratar de publicação técnico-científica; em caso de publicações ensaísticas ou literárias, permite-se uma apresentação mais livre (ver 14.4). As citações bibliográficas podem ser diretas (textuais) ou indiretas (livres) e podem aparecer no texto e, dependendo do caso, em notas de rodapé.

As citações devem ser representadas por chamadas de

autor, instituição, entidade, título, grafadas em letras maiúsculas e minúsculas quando fizerem parte integrante do texto e em letras maiúsculas quando vierem entre parênteses.

 

E X E M P L O O incremento do acervo lexical de uma língua é inconteste:

segundo Houaiss (1983, p. 20), “em tempos de Augusto Comte,

há pouco mais de 140 anos portanto, era possível designar

todas as ciências, artes, técnicas e profissões então existentes

com 240 palavras.”

 

E X E M P L O Considerando que a literatura é uma das manifestações

culturais mais relevantes de uma sociedade, cabe investigar de

que forma o problema apontado pelos autores acima citados

pode ser minimizado (MENDES et al., 2002, p. 113).

 

14.1 Citação direta (textual)

 

É a transcrição literal de textos de outros autores. É

reproduzida entre aspas duplas exatamente como consta do original, acompanhada de informações sobre a fonte (em respeito à Lei n. 9.610 de 19 fev. 1998 que regulamenta os direitos autorais).

 

1 capítulo baseado na nBR 10520 (aBnT, 2002b).

 

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c I T a ç õ e s 131

 

Nas citações diretas deve-se indicar, obrigatoriamente, após a data a(s) página(s), volume(s), tomo(s), parte(s) da fonte consultada. Uma transcrição dentro de outra é indicada por aspas simples.

E X E M P L O

Neste contexto, Oliveira (1999, v. 2, p. 20) cita a participação da

comunidade na gestão escolar como “uma revolução cultural

de dimensões ‘copernicanas’.”

 

Deve-se observar que:

 

a) citações curtas

(de até três linhas) são inseridas no texto, entre aspas

duplas. As aspas simples servem para indicar uma citação

no interior da citação;

 

A Inconfidência é uma “falta de fidelidade para com alguém, E X E M P L O particularmente para com o soberano ou o Estado.”

(FERREIRA, [197-], p. 53). Já aí está indicada uma relação:

alguém não foi fiel a alguém.

 

b) citações longas

(mais de três linhas) devem constituir um parágrafo

independente, recuado (4 cm da margem esquerda), com

tamanho de letra menor do que o utilizado no texto e

com o espaçamento 1 entre linhas, dispensando as aspas,

nesse caso.

 

Quando falamos (usando o que vou chamar, por falta de termo E X E M P L O melhor, estilo falado), estamos sujeitos a muitas limitações que

não existem no caso da escrita: precisamos manter a atenção

do interlocutor; não podemos sobrecarregar sua memória

(nem a nossa); não podemos voltar a apagar o que acabamos

de dizer, e assim por diante (PERINI, 1980, p. 61).

 

Obs.: a nBR 10520 (aBnT, 2002b) recomenda para as citações longas o uso de recuo

sem aspas, no entanto, quando houver necessidade de, no meio de uma citação

longa, fazer-se uma interrupção para introduzir um comentário do autor, é

preferível fechar a citação com aspas, fazer o comentário e abrir nova citação

com aspas.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 131 21/5/2009 09:29:56 132 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

E X E M P L O “Deste mistério, e no fim de um trabalho executado a som

e cinzel, fez-se a rapariga que temia a impostura da língua e

que queria, através da palavra, fazer ressoar fortemente, o seu

irmão morto.” A autora escreve a partir de traços do passado,

porém não escreve sobre o passado, já que os fragmentos do

passado é que potencializam o futuro, o devir: “Creio que

os meus textos sabem muito mais; eles não estão atrás, no

meu passado autobiográfico; atraem-me tanto a mim quanto

a outros que o tocam, para saber e não mais.” (LLANSOL,

1996, p. 15).

 

14.2 Citação indireta (livre)

Ocorre quando se reproduzem ideias e informações do

documento, sem, entretanto, transcrever as próprias palavras do autor. Há várias formas de se fazer esse tipo de citação:

a) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) faz(em) parte

integrante do texto, menciona-se a(s) data(s) da(s)

publicação(ões) citada(s), entre parênteses, logo após

o nome do autor. Nas citações indiretas, a inclusão da

página é opcional;

 

E X E M P L O Como lembra Martins (1984), o futuro desenvolvimento

da informação está cada dia mais dependente de um plano

unificado de normalização.

Soltys e Spratling (1957) descreveram pela primeira vez, em

porca com cistite e pielonefrite, a presença de Corynebacterium

suis.

No Brasil, Oliveira et al. (1983) isolaram Corynebacterium suis

do divertículo prepucial de machos, em idade de abate.

O processo educativo na opinião de Enricone, Clemente

e Mosquera (1976), deve respeitar a natureza particular de

cada aluno.

 

b) a indicação da(s) fonte(s) entre parênteses pode suceder

à citação, para evitar interrupção na sequência do

texto. Havendo mais de uma fonte a ser citada, estas

devem estar em ordem alfabética, separadas por ponto

e vírgula. A ordenação alfabética tem por objetivo

facilitar a localização da obra na lista de referências;

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 132 21/5/2009 09:29:56

c I T a ç õ e s 133

 

Após esse primeiro isolamento, na Inglaterra, vários casos E X E M P L O têm sido descritos em países como Canadá, Noruega,

Holanda, Dinamarca e Finlândia (BANGE; DUCROT, 1984;

GLAZERBROOK et al., 1973; JONES, 1981).

 

c ) pode-se simplificar a citação mencionando-se apenas

o número recebido pelo documento na listagem

bibliográfica. Esse procedimento pressupõe que essa

listagem já possua numeração definitiva, uma vez

que inserções posteriores exigem mudança em toda

numeração. Esse sistema numérico não deve ser usado

quando forem usadas notas de rodapé.

 

Campos (15) destacou, em estudo sobre o atendimento E X E M P L O aos menores em São Paulo, que as creches comunitárias

expressam uma relação diferente dos orfanatos [...]

A dimensão educativa do movimento merece ser destacada

pelo que ele tem representado enquanto espaço de formação

de lideranças e de exercício de uma forma autônoma

e coletiva de gerir recursos e equipamentos e de atuar

politicamente (1).

 

14.3 Citação de citação

Todo esforço deve ser empreendido para se consultar

o documento original. Entretanto, nem sempre é possível o acesso a certos textos. Nesse caso, pode-se reproduzir informação já citada por outros autores, cujos documentos tenham sido efetivamente consultados. Pode-se adotar o seguinte procedimento:

a) no texto, citar o sobrenome do autor do documento

não consultado, seguido das expressões: citado por, apud, conforme ou segundo, e o sobrenome do autor do documento efetivamente consultado. Em nota de

rodapé, mencionar os dados do documento original;

 

No texto:

 

Marinho E X E M P L O (1980 citado por MARCONI; LAKATOS, 1982) 1

apresenta a formulação do problema como uma fase de

pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a

maneira de conduzir a investigação.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 133 21/5/2009 09:29:57 134 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

ou

[...] apresenta a formulação do problema como uma fase de

pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a

maneira de conduzir a investigação (MARINHO, 1980 apud

MARCONI; LAKATOS, 1982).

 

Em rodapé:

E X E M P L O

1 maRInHo, Pedro. A pesquisa em ciências humanas. Petrópolis: Vozes,

1980.

 

b) na listagem de referências devem-se incluir os dados

completos do documento efetivamente consultado;

E X E M P L O

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São

Paulo: Atlas, 1982.

 

Quando não se usa nota de rodapé, devem-se incluir duas

entradas na listagem de referências:

a) uma relacionando o documento não consultado,

seguido da expressão apud (citado por) e os dados do

documento efetivamente consultado;

b) outra entrada será feita relacionando apenas os dados

da fonte consultada.

E X E M P L O

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São

Paulo: Atlas, 1982.

MARINHO, Pedro. A pesquisa em ciências humanas. Petrópolis:

Vo zes, 1980 apud MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas

de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.

 

14.4 Textos ensaísticos ou literários

 

Para textos ensaísticos ou literários, permite-se uma

apresentação mais livre das citações bibliográficas de forma a não comprometer a harmonia do texto. Nesses casos, a normalização limita--se aos dados bibliográficos apresentados em notas de rodapé.

No texto:

 

E X E M P L O 13 Em 1933, Nina Rodrigues, no já citado Os africanos no Brasil,

publica um vocabulário básico de cinco línguas sudanesas [...]

 

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c I T a ç õ e s 135

 

Em rodapé:

13

cf. RodRIGUes, 1933, p. 141-146. E X E M P L O

No texto:

E X E M P L O

“A escritora não é um espelho, e aquele que a ela se entrega

descobre sobre o papel uma fisionomia do exterior que ignorava,

ou um pensamento do qual nada sabia”, escreve Pommier.1

 

Em rodapé:

E X E M P L O

1 PommIeR, 1987, p. 97.

 

No texto:

E X E M P L O

No livro O amor da língua, Jean-Claude Milner afirma que “a

figura do amor da língua, nós não a encontramos mais, pois

ela é aquilo que a linguística e a gramática passam seu tempo

a se livrar.”2

 

Em rodapé:

E X E M P L O

2 mILneR, 1987, p. 23.

 

– Citações de edições recentes de obras clássicas

informar a data da edição original em rodapé

 

No texto:

E X E M P L O

Se Freud pôde constatar com Charcot “a produção de paralisias

e contraturas histerias por meio de hipnose, por que não ordenar

o inverso, ou seja, o desaparecimento dos sintomas e a cura”?

(FREUD, 1983, p. 130).1

 

Em rodapé:

E X E M P L O

1 original publicado em 1891.

 

Na lista de referências:

E X E M P L O

FREUD, S. Contribution à conception des aphasies. Cahiers

Confrontation, Paris, n. 7, p. 130, 149-150, 156, Printemps 1983. Original publicado em 1891.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 135 21/5/2009 09:29:57 136 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

RECOMENDAÇÕES

as recomendações seguintes aplicam-se às citações diretas (textuais) e indiretas (livres):

 

a) nas citações diretas (textuais) citar, após a data, a

página de onde se transcreveu o trecho, o(s) volume(s),

tomo(s) ou parte(s) da fonte consultada; nas citações indiretas (livres) , a indicação da página é opcional;

E X E M P L O

Faust (1931, p. 15) mostrou que, em cães natural e experimen-

talmente infectados, o sítio de localização primária do parasita

é o ceco e o apêndice cecal.

“O problema da seleção de livros é fornecer ao leitor, cujos inte-

resses e capacidades são conhecidas, o livro que se ajusta àqueles

interesses e capacidades melhor do que qualquer outro livro.”

(WELLARD, 1937, p. 98).

Nesse sentido, a conformação do sistema político segundo

Almond e Powell (1979, v. 1, p. 45) conforma-se na “totalidade

das atividades políticas realizadas em determinada sociedade,

podendo se referir a atividades de quaisquer setores.”

Ander-Egg (1980) considera a pesquisa um procedimento

reflexivo, sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir

novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do

conhecimento.

 

b) quando houver coincidência de sobrenomes de

autores, acrescentar as iniciais de seus prenomes;

E X E M P L O

Azevedo, C. (1957)

Azevedo, M. (1957)

 

se persistir a coincidência, acrescentam-se os prenomes

por extenso;

E X E M P L O

Azevedo, Cândido (1957)

Azevedo, Carlos (1957)

 

c) em se tratando de entidades coletivas conhecidas por

sigla, deve-se citar o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citação e, a partir daí, usar apenas

a sigla;

 

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c I T a ç õ e s 137

 

E X E M P L O

A TAB. 2 confirma os dados apresentados anteriormente pelo

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 1975).

Nas citações subsequentes, deve-se usar apenas a sigla:

IBGE (1975) ou (IBGE, 1975).

 

d) em se tratando de entidade coletiva cuja denominação

não inclua sigla, pode-se citar por extenso na primeira

vez e nas demais usar apenas a primeira palavra;

E X E M P L O

[...] segundo os técnicos, a SAMARCO MINERAÇÃO S.A (2002)

é uma empresa com processo único de produção, que contempla

lavra, beneficiamento, transporte, pelotização e exportação de

minério de ferro.

[...]

A SAMARCO (2002) possui mineroduto e terminal marítimo

próprios, dois escritórios internacionais de vendas e duas usinas

hidrelétricas, que suprem cerca de 30% da demanda energética

da empresa.

 

e ) quando se tratar de documento de autoria de órgão

da administração direta do governo, cuja referência se inicia pelo nome geográfico do país, estado ou

município, deve-se citar o nome geográfico seguido

da data do documento;

E X E M P L O

É neste nível de atuação da Universidade que se coloca o

problema da produção de conhecimentos entre um público mais

amplo, não limitado apenas à sua clientela habitual formada pelo

próprio corpo discente (BRASIL, 1981).

 

f ) quando se tratar de documento sem autoria conhecida,

de publicação periódica referenciada no todo ou

dos casos em que a norma recomenda a entrada da

referência pelo título, a citação é feita usando-se a

primeira palavra do título, em letras maiúsculas, seguida

de reticências e data entre parênteses;

E X E M P L O

Conforme análise feita em CONSERVACIONISTAS... (1980)

os ecologistas nacionais estão empenhados no tombamento da

referida montanha.

No diagnóstico das neoplasias utilizou-se a classificação

histológica internacional de tumores dos animais domésticos,

segundo o BULLETIN... (1974).

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 137 21/5/2009 09:29:57 138 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

g) quando se tratar de vários trabalhos de um mesmo

autor, escritos em datas diferentes, cita-se o sobrenome do autor, seguido das datas entre parênteses; para a

citação de vários trabalhos de um mesmo autor com a

mesma data, usam-se letras minúsculas acompanhando

a data;

E X E M P L O

Lagerloff (1934, 1936, 1937) encontrou 22,08% de machos

afetados dessa hipoplasia.

Smith (1978a) Smith (1978b) ou Smith (1978a, b).

 

h ) quando se tratar de citação de um documento de 3

autores ou mais, indicá-los na ordem em que aparecem na referência, separados por ponto e vírgula, seguidos da

data ou indicar o primeiro autor seguido da expressão et al. e a data;

E X E M P L O

A relevância clínica desta observação é enfatizada pelo estudo

que demonstra que COX-2 seletivo e NSAIDs não seletivo são

igualmente analgésicos (GIERSE; HAUSER; GREELE; DIRIG,

1995).

A relevância clínica desta observação é enfatizada pelo estudo

que demonstra que COX-2 seletivo e NSAIDs não seletivo são

igualmente analgésicos (GIERSE et al., 1995).

 

i) quando se tratar de citação indireta de mais de um

documento de vários autores, indicá-los em ordem alfabética seguidos da respectiva data, separados por

ponto e vírgula;

E X E M P L O

O modelo da fonologia gerativa padrão influenciou todas as

teorias fonológicas que o seguiram (CHOMSKy; HALLE,

1968; GOLDSMITH, 1990; LADEFOGED, 1982).

 

j) quando se tratar de documentos sem data, registrar

uma data aproximada, entre colchetes, seguindo a

orientação de 16.2.6 deste Manual;

E X E M P L O

Machado [1915?]

 

k) quando houver necessidade de se suprimir partes

de uma citação, no início, meio ou no final do trecho,

usam-se reticências entre colchetes;

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 138 21/5/2009 09:29:57

c I T a ç õ e s 139

 

E X E M P L O

“[...] a técnica é a maneira mais adequada de se vencer as etapas

indicadas pelo método. Por isso diz-se que o método equivale à

estratégia, enquanto a técnica equivale à tática [...]” (GALLIANO,

1979, p. 14).

Para Ackoff (1975, p. 27) “[...] o objetivo da ciência não é somente

aumentar o conhecimento, mas o de aumentar as nossas

possibilidades de continuar aumentando o conhecimento [...]”

Recomenda-se expor os resultados das observações e experiências

no passado [...] para as generalidades ou para as referências a

condições estáveis (REy, 1972, p. 37).

 

l ) quando se fizerem interpolações, acréscimos ou

comentários ao texto , deve-se indicá-los entre colchetes;

E X E M P L O

“Nesse sistema ocorre o vozeamento [ou sua ausência] na

produção dos sons.” (CRySTAL, 1997).

 

m ) quando se quiser dar ênfase ou destaque a palavra(s),

expressão(ões) ou trecho(s) no texto de uma citação, adotar grifo, negrito ou itálico;

E X E M P L O

Kerbrat-Orecchionni (1980) menciona o fato de que os elementos

linguísticos presentes no nível do enunciado não são guias

infalíveis de apreensão de ironias, mas índices presumitivos.

 

n ) quando se tratar de citação de textos em língua

estrangeira, duas opções se apresentam:

– transcrever a citação na língua original, traduzindo-a

em nota de rodapé,

– traduzir diretamente no texto e indicar, em nota

de rodapé, a língua do documento original;

No texto:

E X E M P L O

Isso reforça o que diz Reboul (1998, p. 33-34): “[...] l’unité profonde

de la réthorique [...] n’est jamais simplement esthétique ni

simplement argumentative, [elle] se situe toujours au croisement

des deux.”1

 

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Em rodapé:

E X E M P L O

1 “[...] a unidade profunda da retórica [...] não é jamais simplesmente

estética nem simplesmente argumentativa, [ela] se situa sempre no

cruzamento das duas.” (Tradução nossa).

 

o) quando for necessário fazer a tradução, ou grifar

palavras para destacar alguma passagem, nas citações literais, a alteração do original deve ser indicada junto

à indicação da fonte;

E X E M P L O

(tradução do autor) (tradução nossa) (grifo do autor)

(grifo nosso)

“Partindo do pressuposto de que algumas questões poderiam

ser específicas de algumas áreas, optou-se por avaliar os

dados coletados, inicialmente, por área do conhecimento e posteriormente considerando a amostra global.” (FRANÇA et

al., 2002, p. 3, grifo nosso).

 

p) a citação de dados obtidos por informação oral

(palestras, debates, comunicações e outros) é indicada

pela expressão informação verbal, entre parênteses e mencionando-se os dados disponíveis em nota de

rodapé;

No texto:

E X E M P L O

A Biblioteca Universitária da UFMG pretende elaborar um

projeto de acesso às Bases de Dados Nacionais na área de Biologia

(informação verbal).1

 

Em rodapé:

E X E M P L O 1 Informe repassado em Reunião das Bibliotecas do sB-UfmG em maio

de 1998.

 

q ) os dados obtidos de trabalhos ainda não publicados

ou em fase de pré-publicação são citados, registrando-

-se as informações bibliográficas disponíveis (autor,

título, nome da instituição, data), conforme capítulo

15, alínea b, deste Manual;

 

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c I T a ç õ e s 141

 

No texto:

E X E M P L O

[...] artigo sobre interação in vitro e in vivo entre amostras de Escherichia coli.1

 

Em rodapé:

1 EXEMPLO Trabalho de autoria de edir nepomuceno da silva e outros da faculdade

de medicina Veterinária da UsP, 1988 (em fase de pré-publicação).

 

r ) erros gráficos ou de outra natureza, constantes do

texto original, poderão ser indicados com a expressão

latina (sic) que significa que estava assim mesmo, no

texto original;

EXEMPLO

Sr. - Por só achar vivendo em sucessiva opressão o Povo destas

minas gemendo não tanto com o peso dos quintos que a V.

Majestade pagam, porque esses se podem dizer tributo devido,

ainda que deva ser sensível pagá-lo quem não é mineiro, como

com os insuavis (sic) acessórios que em pena se estabeleçam em

direitura contra os rebeldes, nos impele a obrigação de acudir

pelo bem público dar esta conta a V. Majestade lembrados de que

na criação das intendências [...] (CARVALHO, 1982).

 

Obs.: em alguns textos, principalmente, quando se trata da análise de uma ou várias

publicações, os autores costumam adotar abreviaturas para se referirem à obra

ou obras analisadas. no entanto, deve-se evitar esse procedimento pelo fato

de que as abreviaturas cansam o leitor, além de se tornarem ambíguas para

aqueles que se interessam pela leitura de apenas uma parte da obra. nota-se

ainda que o procedimento é falho, nos casos de reprodução de partes isoladas

do texto, nas quais o leitor não encontra a explicação ou o significado de tais

abreviaturas.

EXEMPLO

Em uma publicação que analisa a obra de René Descartes,

discurso do método, o autor adotou a abreviatura DM, sempre que se referia ao título, no texto. Seria preferível repetir

o sobrenome do autor e data, tantas vezes quantas fossem

necessárias, ou seja, Descartes (1956).

 

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Citações repetidas da Constituição Federal podem ser

abreviadas da forma que se segue:

 

E X E M P L O

(CF, art. 153, 3o, I);

 

onde, 3o refere-se ao parágrafo e I indica o inciso.

 

Em um estudo sobre diversas obras da autora portuguesa

Maria Gabriela Llansol, em vez de usar abreviaturas com as iniciais dos diversos títulos analisados, optou-se por mencionar parte dos títulos dessas obras, após as citações literais feitas:

 

E X E M P L O

“[...] um calendário necessário”, justifica a autora, “porque o texto

podia se tornar universo e desaparecer.” (Um falcão... p. 8).

“Nós não falamos sobre o sentido da vida, da morte, nem

experimentamos matérias que manipulemos, fora de nós.”

(Finita, p. 80).

“Entramos neste espaço sombrio do mundo com patas brilhantes,

não sabendo que ela ia entrar no leito das ‘cenas fulgor’.” (Um

beijo... p. 75).

 

14.5 Citação de informações extraídas das redes

de comunicação eletrônica

 

Considerando que o objetivo de qualquer citação é

permitir sua comprovação ou aprofundamento no tema pelo leitor, também para as informações relativas aos documentos eletrônicos é necessário citar a fonte — endereço eletrônico —, possibilitando dessa forma que qualquer pessoa possa percorrer o mesmo caminho.

 

No texto:

 

E X E M P L O 1 Através da lista de discussão do COMUT online soube-se que a

mesma já conta com mais de 200 inscritos [...]

 

Em rodapé:

 

E X E M P L O 1 listserv@ibict.br

 

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c I T a ç õ e s 143

 

No texto:

EXEMPLO

Segundo Ferreira (1998, p. 3)2 “as informações contidas em uma referência devem ser extraídas do próprio documento eletrônico

ou da documentação que o acompanha. Em nenhum caso

a referência deve incluir informação não disponível na fonte

consultada.”

 

Em rodapé:

EXEMPLO

2 http://www.eca.usp.br/eca/prof/sueli/intro

 

Observações:

• Em ambos os casos, a referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem de referências ao final do trabalho. no entanto, para informações ou dados que estarão apenas temporariamente nas redes de comunicação eletrônica, faz-se necessário a inclusão de uma nota de rodapé explicativa, além do endereço eletrônico. Nesse caso, não há necessidade de citar o documento na lista de referências.

• Se o documento eletrônico não for paginado, cita-se apenas autor e data.

 

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15 NOTAS DE RODAPÉ1

 

 

As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos

ou tecer considerações, que não devam ser incluídas no texto, para não interromper a sequência lógica da leitura. Devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto, não sendo aconselhável reuni-las todas no fim de capítulos ou da publicação.

Para se fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se

algarismos arábicos, na entrelinha superior, sem parênteses, após da pontuação da frase, se houver, com numeração consecutiva para cada capítulo ou parte, evitando-se recomeçar a numeração a cada página. Quando as notas forem em número reduzido, pode-se adotar uma sequência numérica única para todo o texto. Há dois tipos de notas de rodapé:

a) notas de referência

são em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas,

permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento

do lei tor. Indicam textos relacionados com as afirmações

contidas no trabalho, remetendo o leitor a outras partes

do mesmo trabalho ou outros trabalhos para comparação

de resultados. Nas notas de rodapé podem ser incluídas

também a tradução de citações feitas em língua estrangeira

ou indicação da língua original de citações traduzidas;

 

b) notas explicativas

referem-se a comentários e/ou observações pessoais do

autor. Por exemplo, concessão de bolsas e auxílios finan-

ceiros para realização de pesquisa, nomes de instituições,

endereços, tí tulos do autor e outros. São também usadas para

indicar dados relativos a comunicação pessoal, a trabalhos

não publicados e a originais não consultados, mas citados

pelo autor.

 

1 capítulo baseado na nBR 10520 (aBnT, 2002b).

 

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n o T a s d e R o d a P é 145

 

15.1 Apresentação

 

As notas de rodapé se localizam na margem inferior da

mesma página onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm e digitadas em espaço simples e com caractere menor do que o usado para o texto. Segundo a NBR 10520 (ABNT, 2002b, p. 5), as notas são alinhadas pela primeira palavra, de forma a deixar o número em evidência, e digitadas sem espaço entre elas.

 

E X E M P L O S essa nova incursão da rede de supermercados foi amplamente anunciada 1

em TendÊncIas... (1979); cadeIas... (1980) e outros. esse novo tipo

de estabelecimento com auto-serviço foi introduzido no Brasil através

dos supermercados Riachuelo de santa catarina.

2 a ação do governo está sendo empreendida através da coBaL, com a

criação da rede somar de abastecimento.

3 Tanto o grupo casas da Banha-merci quanto o grupo Pão de açúcar

já atuam na área industrial, com fábricas de conservas alimentícias e

abatedouros de frangos, respectivamente.

4 VaLe, W. G. comunicação pessoal. 1982. (centro de ciências Biológicas

da UfPa, departamento de Biologia, 66.000 - Belém, Pará, Brasil).

5 daY, martha (mdaY@sage.uvm.edu). Review to film - Bad Liwtenant

[mensagem pessoal]. mensagem recebida por: Xia Li (XLI@moose.uvm.

edu). em 30 July 1995.

6 dUaRTe, moacyr. In: semInÁRIo o fUTURo do modeLo de concessões

de RodoVIas, 2003, são Paulo, sP. Informação verbal.

7 maRdeRo aReLLano, m. a. novos serviços de referência digital nas

bibliotecas universitárias. In: enconTRo do sIsTema de BIBLIoTecas

da UfmG, 2., 2009, Belo Horizonte. Palestra apresentada em 11 mar. 2009

às 13h 30min.

 

15.1.1 Notas de referência

As notas de referência devem conter o sobrenome do

autor, data da publicação e outros dados para localização da parte citada. Essa orientação aplica-se também a artigos de publicações periódicas.

 

E X E M P L O 1 nÓBReGa, 1962, p. 365.

2 oLIVeIRa; cosTa, 1970, p. 46. 3 RocHa; BasTos; GUImaRÃes, 2007, p. 52. 4 VIeIRa et al., 2003, p. 112. 5 WIRTH, 1977, v. 2, p. 7. 6 moTa, 1979, cap. 2, p. 120. 7 meLLo, 1982, v. 3, cap. 2, p. 117-120. 8 GoLcHeR, 1982, p. 38, nota 19. 9 cosTa, 1955, canto VI, p. 164; canto IX, p. 183; canto V, p. 188.

 

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No caso de obras clássicas, as notas de referência podem

trazer informações identificadoras da parte citada, mesmo fugindo aos padrões convencionais, já que essas obras não são paginadas e possuem divisão própria, comum a qualquer edição.

 

E X E M P L O 7 HeRÓdoTo. iv, 52. (obra única do autor, com numeração de livro e

parágrafo, respectivamente.)

8 HomeRo. Ilíada, II, 349. (numeração correspondente a livro e verso,

respectivamente.)

9 PLaTÃo. 1269a. (numeração referente à coluna das edições antigas,

mantida nas edições atuais.)

 

Quando a entrada da referência2 for feita pelo título, a nota

de rodapé correspondente deve conter a primeira palavra do título em maiúscula, seguida de reticências, data da publicação e página.

 

E X E M P L O 6 caRTa... 1900, p. 211-215.

 

Pode-se também redigir uma nota, indicando-se:

SOBRENOME DO AUTOR. Título da publicação, página.

 

E X E M P L O 7 casTRo. A prática da pesquisa, p. 29.

8 feRReIRa. Rev. Bras. Botânica, p. 53.

 

Em alguns textos torna-se necessário repetir mais de

uma vez a mesma chamada numérica para uma determinada nota de rodapé, evitando-se assim a repetição de notas idênticas. No entanto, esse procedimento deve restringir-se apenas a notas de uma mesma página ou páginas confrontantes.

 

E X E M P L O

Dentre eles, ressalta a disputa de Vei com Macunaíma, já consi-

deradas por Mário, no prefácio, como sendo uma das “alegorias

centrais do livro.”27 Outra passagem relevante seria a “Carta pras Icamiabas”, que H. de Campos interpretou como um

capítulo autônomo e ornamental, uma exibição de virtuosismo

linguístico.27

 

2 a definição do termo “entrada” consta em 16.2.1 deste Manual.

 

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n o T a s d e R o d a P é 147

 

É muito comum o uso de termos, expressões e abreviaturas

latinas, embora devam ser evitadas, uma vez que dificultam a leitura. Em alguns casos é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias as indicações bibliográficas. Essas expressões só podem ser usadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou em páginas confrontantes e devem ser grafadas em itálico, adotando-se o mesmo procedimento gramatical que é usado para apresentação das palavras estrangeiras inseridas em textos de língua portuguesa ou de língua estrangeira.3

 

Apud = citado por, conforme, segundo Ibidem ou Ibid. = na mesma obra Idem ou Id. = do mesmo autor Opus citatum ou Op. cit. = na obra citada Loco citato ou Loc. cit. = no lugar citado Sequentia ou Et seq. = seguinte ou que se segue Passim = aqui e ali; em vários trechos ou passagens Confira ou Cf. = confira, confronte

Sic = assim mesmo, desta maneira

 

A expressão “Apud” é usada para indicar uma citação de

citação, podendo ser usada no texto, em rodapé ou na referência (ver item 14.3).

1 E X E M P L O

JaKoBson; HaLLe, 1956 apud KaTamBa, 1989, p. 49.

 

O termo “Ibidem” (na mesma obra) só é usado quando se

fizerem várias citações de um mesmo documento, variando apenas a paginação.

1 E X E M P L O

LeacH, 1957, p. 163.

2 Ibidem, p. 165. 3 Ibidem, p. 171-172.

 

Sempre que possível é preferível repetir os dados.

1 E X E M P L O

LeacH, 1957, p. 163.

2 LeacH, 1957, p. 165. 3 LeacH, 1957, p. 171-172.

 

3 HoUaIss, 2001, p. xviii.

 

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O termo “Idem” ou “Id.” (do mesmo autor) substitui

o nome, quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor.

E X E M P L O 1 fURTado, 1972.

2 Idem, 1969, p. 45. 3 Idem, 1976, p. 79-80.

 

Obs.: o uso de Idem e Ibidem na mesma nota é redundante.

 

A expressão “Op. cit.” (na obra citada) é usada em seguida

ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de uma ou mais notas.

 

E X E M P L O 1 LaHR, 1972, p. 134.

2 fonTes, 1983, p. 42. 3 LaHR, op. cit., p. 39.

 

A expressão “Loc. cit. ” (no lugar citado) é empregada para

mencionar a mesma página de uma obra já citada.

 

E X E M P L O 1 GaTes, 1972, p. 222.

2 GaTes, loc. cit.

 

A expressão “Et seq.” (seguinte ou que se segue) é usada

quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Indica-se a primeira página, seguida da expressão “et seq.”

 

E X E M P L O 1 fIGUeIRedo; cUnHa, 1967, p. 102 et seq.

 

O termo “Passim” (aqui e ali) é usado quando se quer

fazer re ferência a diversas páginas de onde foram retiradas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Indica-se a página inicial e final do trecho que contém as opiniões e os conceitos utilizados.

 

E X E M P L O 1 PRado, 1971, p. 34-72 passim.

 

A abreviatura “Cf.” (confira ou confronte) é normalmente

usada para fazer re ferência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor.

 

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n o T a s d e R o d a P é 149

 

1 E X E M P L O cf. saLVadoR, 1980, p. 30-31. 2 cf. nota 3 deste capítulo. 3 o homem é considerado como animal, como homem e como cidadão. 4 cf. azeVedo, 1933, p. 299, nota 51. 5 nesse sentido, o ministro da educação Paulo Renato de souza classifica

o ensino médio como filho bastardo do ensino fundamental. (cf. soUza,

1999, p. 27)

 

A expressão “Sic” é usada para destacar erros gráficos ou

de outra natureza, informando ao leitor que estava assim mesmo, no texto original.

E X E M P L O

[...] todo aquele devedor que for reniente em pagar sua dívida

e que buscar algum surterfúgio (sic) para [...] (FERREIRA,

1986, p. 245).

 

15.1.2 Notas explicativas

Algumas notas apenas fazem considerações suplementares

e não devem integrar o texto por interromper a sequência do pensamento.

 

1 E X E M P L O o verbo “pagar-se” aparece aqui nominalizado. estaríamos, então, diante

de construção de complemento nominal.

2 digno de nota é salles (1978, p. 73): [...] Governador de minas, aclamado

pelo povo. simboliza, portanto, o primeiro governo legítimo do Brasil,

porquanto eleito (por aclamação) pelo povo.

 

1 E X E M P L O Professor titular da cadeira de fisiologia, do departamento de fisiologia

do Instituto de ciências Biológicas da UfmG.

2 Trabalho realizado com o auxílio financeiro da caPes e cnPq.

 

Para as notas do tradutor deve-se incluir o indicativo N.T.

para distingui-las das demais.

 

1 E X E M P L O nessa edição seguimos o texto de f. Plessis e as anotações de Gossrau,

dumlop e outros críticos. Quanto à forma adotada, marão e não maro

(como cícero), além de ser mais vulgarizada é mais de acordo com o

nosso idioma. (n.T.).

 

As notas de rodapé são usadas, também, para mencionar

informações relativas a documentos de arquivos e de acervos especiais , que são, em sua maioria, não publicados. Esses documentos são importantes fontes de informação, utilizados para consulta, estudo, comprovação e pesquisa, por registrarem fatos, épocas, pensamentos

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 149 21/5/2009 09:29:58 150 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

de uma pessoa, povo ou instituição. Podem apresentar-se em diferentes formas físicas, como textual, no caso de documentos manuscritos, datilografados ou digitados; cartográfica; iconográfica; filmográfica; sonora; micrográfica ou eletrônica. Portanto, deve-se procurar registrar, em notas de rodapé, os dados necessários para identificação do item documental, possibitando, em caso de arquivos e acervos organizados, a localização do documento. Para os documentos publicados, referenciar conforme o capítulo 16 deste Manual.

 

E X E M P L O 1 caRTa, em português, de chico Buarque para francisco curt Lange. Versa

sobre compositores brasileiros e traz no verso: lista de compositores

da mPB da época. Rio de Janeiro, datada de 15 fev. 1970. faz parte da

série correspondências, do fundo curt Lange. Localizado na Biblioteca

Universitária/UfmG, Belo Horizonte. 2 f.

2 LIsTaGem: relação nominal dos componentes da corporação musical no

ano de 1945. faz parte do dossiê: Bandas do Brasil, 1923-1928, da série

Vida, do fundo curt Lange. Localizado na Biblioteca Universitária/UfmG,

Belo Horizonte. 2 f.

3 foToGRafIa de abgar Renault e Gustavo capanema por ocasião da

cerimônia de colação de grau dos alunos do Colégio de Aplicação em Belo

Horizonte. Belo Horizonte, 1930. faz parte da série fotografias. sub-série:

fotografias década de 30. Pertence ao acervo abgar Renault. Localizado

na Biblioteca Universitária/UfmG, Belo Horizonte. 1 f. dimensão: 18 x 24

cm, p & b.

 

E X E M P L O 1 cÓPIa de uma carta que o excelentíssimo d. Pedro de almeida Gover-

nador destas minas escreveu ao senado da câmara desta Vila. Livro de

termos de arrematações e fianças do senado da câmara da Vila de são

João del-Rei 1715-1722 (TeR 215), f. (s/n). Pertencente ao fundo do

arquivo da câmara municipal de são João del Rei.

2 ReGIsTRo de uma instrução que dá ao senado da câmara desta Vila ao

procurador que fez para ir às minas Gerais requerer na consulta. Livro

de termos de arrematações e fianças do senado da câmara da Vila de

são João del-Rei 1715-1722 (TeR 215), f. 13-13v. Pertencente ao fundo

do arquivo da câmara municipal de são João del Rei.

3 enTRe os diversos exemplos existentes na documentação, nas despesas

de 1716 foram pagas algumas oitavas ao procurador, “de várias

despesas que fez”, pago ao procurador do conselho “de aluguel de seu

negro e outras miudezas”. Livro de receita e despesa 1719-1743, (Rec

168), f. 3 e f. 5. Pertencente ao fundo do arquivo da câmara municipal

de são João del Rei.

4 TeRmo de posse dado a Lourenço Ribeiro Brito do cargo de Tesoureiro

deste senado, 05/jan./1737. Livro de acórdãos e termos de vereança

1736-1743 (acoRd 01), f. 5v. Pertencente ao fundo do arquivo da

câmara municipal de são João del Rei.

5 TeRmo de abertura de Pelouros, de 15/dez./1737. Livro de acórdãos e

termos de vereança 1736-1743 (acoRd 01), f. 35v-36.

6 aUTo de posse dada aos novos Juízes e vereadores e procurador que

hão de servir na câmara desta Vila o ano presente de mil e setecentos

e trinta e sete, de 01/jan./1737. Livro de acórdãos e termos de vereança

1736-1743 (acoRd 01), f. 1v-2v. Pertencente ao fundo do arquivo da

câmara municipal de são João del Rei.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 150 21/5/2009 09:29:58

n o T a s d e R o d a P é 151

 

1 E X E M P L O MELLO, Antônio Joaquim de Souza Corrêa e. Oração gratulatória na

exaltação do Paracatu, à Vila do Paracatu do Príncipe. após a instalação

do senado da câmara da nova Vila, quando se cantou solene Te-deum

na Igreja Matriz de Santo Antônio. Pelo vigário de toda a freguezia de

Santo Antônio, e de São Romão da Manga, que a fez e recitou. 18 de

dezembro de 1799. - cópia datilografada de? pertencente ao historiador

oliveira mello.

2 sILVa, Luís Vieira da. oração fúnebre que nas exéguias do Illmº. o Rmº.

dor. Lourenço Joseph de Queiros coimbra e Vasconcellos [...] Vigário

confirmado na Parochia de n. s. da conceição da Real Villa de sabará

fez celebrar aos 30 dias de seu fallecimento antonio d’affonseca Vascos Presbitero secular e [...] aos 12 de outubro de 1784 - ms. pertencente

à coleção Rubens Borba de moraes.

3 BaPTIsTéRIo e cerimonial dos sacramentos da sancta madre Igreja

Romana [...]. na officina de Luis secco ferreyra, familiar do s. officio

[...], anno de 1730. - ex. do arquivo da matriz de nossa senhora da

Conceição de Antônio Dias, Ouro Preto.

 

Obs.: a utilização de notas de rodapé deve observar um certo equilí brio. não se deve

permitir que um texto permaneça equívoco ou ambíguo por falta de explicação

em nota de rodapé. Por outro lado, não se des via para rodapé informação básica

que deve integrar o texto.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 151 21/5/2009 09:29:58

16 REFERÊNCIAS1

 

 

Este capítulo apresenta três aspectos básicos: conceitos,

transcrição dos elementos e apresentação de referências de materiais impressos e documentos audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros.

 

16.1 Conceitos

 

Referência é um conjunto de elementos que permite a

identificação de publicações, no todo ou em parte. Esses elementos podem ser essenciais ou complementares e são extraídos do documento que estiver sendo referenciado.

A NBR 6023 (ABNT, 2002a) adota o termo Referência de

forma genérica, já que há na atualidade uma grande diversidade de fontes de informação, bibliográficas e não bibliográficas.

Relacionam-se as referências em lista própria, incluindo-se

todas as fontes efetivamente utilizadas para a elaboração do trabalho. Essa lista pode obedecer a uma ordem alfabética única de sobrenome de autor, entidade autora e título para todo tipo de material consultado, independentemente do formato em que se apresente, ou uma ordem numérica crescente , obedecendo a ordem de citação no texto.

As referências também podem ser apresentadas em

notas de rodapé (excepcionalmente), ao fim do texto ou de capítulo, antecedendo resumos, resenhas e recensões.

Documento eletrônico é aquele existente em formato

eletrônico acessível por computador.

A referenciação do documento eletrônico deve incluir

os dados comumente usados para os documentos convencionais, acrescentando-se os dados específicos que possibilitem sua localização e recuperação, como, por exemplo, o endereço eletrônico.

 

1 capítulo baseado na nBR 6023 (aBnT, 2002a).

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 152 21/5/2009 09:29:58

R e f e R Ê n c I a s 153

 

Os documentos eletrônicos mais comuns são: monografias,

bases de dados, softwares (programas de computador), publicações periódicas, mensagens pessoais, documentos da www, resultados de pesquisas WAIS, arquivos variados, arquivo para FTP e documento via Gopher.

Esses documentos podem ser apresentados online ou em

diversos suportes como: CD-ROM, disquetes e fitas magnéticas.

Comunicações pessoais (inclusive e-mails e trabalhos

não publicados) não fazem parte da lista de referências, sendo colocadas apenas em nota de rodapé (ver notas 4, 5 e 6 em 15.1).

 

16.2 Transcrição dos elementos que compõem

as referências

 

CONTEúDO

- formas de entrada (autores pessoais, autor entidade e título)

- título e subtítulo- edição

- local de publicação- editora

- data

- descrição física

- séries

- notas especiais

NOTA – Os elementos apresentados em negrito

caracterizam-se como essenciais.

 

16.2.1 Formas de entrada

Entrada é a expressão ou palavra (nome do autor, título,

assunto etc.) que encabeça uma referência, determinando sua localização em índices, catálogos e bibliografias. É em alguns casos chamada de cabeçalho. São os seguintes os tipos de entrada:

 

16.2.1.1 Autores pessoais

Inicia-se a entrada pelo último sobrenome do autor (exceto

para sobrenomes compostos) em maiúsculas, seguido dos prenomes, da mesma forma como constam do documento, abreviados ou não. Procura-se adotar na lista de referências o mesmo padrão para a apresentação dos nomes e sobrenomes, abreviados ou por extenso.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 153 21/5/2009 09:29:58 154 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

a) autoria individual

 

E X E M P L O MARCONI, Marina de Andrade.

KLAUSMEIER, H. J.

BILAC, Olavo. (e não BILAC, Olavo Braz Martins dos

Guimarães).

 

Consideram-se sobrenomes compostos, entre outros:

– sobrenomes ligados por hífen

 

E X E M P L O DUQUE-ESTRADA, Osório.

ROQUETE-PINTO, Edgard.

 

– sobrenomes que indicam parentesco

 

E X E M P L O VARGAS NETO, José.

CÂMARA JúNIOR, J. Mattoso (Joaquim Mattoso).

ESPÍRITO SANTO JúNIOR, Lúcio Emílio do.

 

– sobrenomes compostos de um substantivo + adjetivo

 

E X E M P L O CASTELO BRANCO, Camilo.

ESPÍRITO SANTO, Humberto.

 

b) documentos elaborados por até três autores

mencionam-se os nomes de todos na mesma ordem

em que constam da publicação, separados por ponto e

vírgula;

 

E X E M P L O WELLEK, René; WARREN, Austin.

BLOOD, D. C.; HENDERSON, J. A.; RODOSTITS, O. M.

 

c) documentos elaborados por mais de três autores

indica-se apenas o primeiro, seguido da expressão latina

et al. (= e outros), em itálico, conforme Houaiss (2001, p. xviii);

 

E X E M P L O BURNER, Bárbara B. et al.

 

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R e f e R Ê n c I a s 155

 

No entanto, a NBR 6023 (ABNT, 2002a) recomenda a

indicação dos nomes de todos os autores nos casos em

que essa menção for indispensável, como nos projetos

de pesquisas, relatórios e outros tipos de publicação.

 

d) documentos elaborados por vários autores com um

responsável intelectual destacado (organizador, editor,

compilador, coordenador e outros)

são referenciados pelo nome desse autor, seguido

da abreviatura pertinente, caracterizando o tipo de

responsabilidade. (Org., Ed., Comp., Coord. etc.);

 

POMPERMAyER, Malori José (Org.). E X E M P L O

 

e) documentos de um mesmo autor reunidos sob a

responsabilidade intelectual de um outro autor

(organizador, editor, compilador ou coordenador)

 

são referenciados pelo nome do autor dos documentos,

já que é único, e trazem o nome do organizador em

seguida ao título;

 

VASCONCELLOS, Sylvio de. Sylvio de Vasconcellos : E X E M P L O arquitetura, arte e cidade: textos reunidos. Organização de

Celina Borges Lemos. Belo Horizonte: BDMG Cultural,

2004.

 

f) documentos publicados sob pseudônimo

ou heterônimo

 

deve-se adotar essa entrada, seguida do nome verdadeiro

do autor, entre colchetes, quando for conhecido;

 

ATHAyDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. E X E M P L O CAEIRO, Alberto [Fernando Pessoa].

 

g) pessoas com responsabilidade pelo conjunto da

obra (compiladores, editores, adaptadores)2

 

Compilador “é a pessoa que produz uma obra com

material extraído de obras de outros autores.” Editor

 

2 definições extraídas do cÓdIGo...1969, p. 411.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 155 21/5/2009 09:29:58 156 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

“é a pessoa que prepara para publicação uma obra

ou coleção de obras ou artigos, escritos por outras

pessoas.” Adaptador “é a pessoa que modifica uma obra, condensando-a ou ajustando-a a um determinado

fim ou tipo de leitor, conservando, entretanto, na

medida do possível, o texto e o argumento original.”

Nesses casos, acrescenta-se, entre parênteses, a abrevia-

tura pertinente após o nome.

 

E X E M P L O AZEVEDO, Fernando de (Comp.).

MOORE, Wilbert E. (Ed.).

MONTEIRO LOBATO, José Bento (Adapt.).

16.2.1.2 Autor entidade

 

a) obras de responsabilidade de entidade

– quando se tratar de obras de responsabilidade

de entidade (órgãos governamentais, empresas,

associações, congressos, seminários etc.) a entrada,

de modo geral, é pelo seu próprio nome, por

extenso,

E X E M P L O

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS .

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS.

Biblioteca Universitária.

CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECO-

NOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 1., 1980, Salvador.

FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA.

 

– em se tratando de reuniões e encontros científicos

(congressos, conferências, simpósios, seminários e

outros), incluem-se os seguintes elementos: nome

do evento, número, ano e local de realização,

– para os casos de mais de um evento, realizados

simultaneamente, devem-se seguir as mesmas regras

de pontuação aplicadas a autores pessoais;

 

E X E M P L O CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA, 1.;

REUNIÃO ANUAL DA SBZ, 17., 1980, Fortaleza.

CONGRESSO DA FEDERAÇÃO LATINO-AMERICANA

DE PARASITÓLOGOS, 6.; CONGRESSO DA SOCIEDADE

BRASILEIRA DE PARASITOLOGIA, 8.; JORNADA

PAULISTA DE PARASITOLOGIA, 5., 1983, São Paulo.

 

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R e f e R Ê n c I a s 157

 

b) entidade com denominação genérica

 

quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome

é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da

jurisdição geográfica à qual pertence (NBR 6023, p. 15);

 

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Federal de E X E M P L O Educação.

MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação.

BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal.

c) entidade com denominação específica

se a entidade, vinculada a um órgão maior, tiver uma

denominação específica que a identifique, a entrada será feita diretamente pelo seu nome. Em caso de

duplicidade de nomes, deve-se acrescentar ao final a

unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre

parênteses.

 

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). E X E M P L O BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal).

 

16.2.1.3 Entrada por título

As publicações anônimas ou não assinadas têm entrada

pelo título da publicação, sendo a primeira palavra impressa em letras maiúsculas.

 

ART for its own sake. Chicago: Nonpareil, 1910. 230 p. E X E M P L O NUTRIENT requirements of swine. 6th ed. Washington: National Academic of Science, 1968. 20 p.

 

16.2.2 Título e subtítulo

O título deve ser reproduzido exatamente como figura no

documento. Os títulos muito longos podem ter as últimas palavras suprimidas, usando-se reticências.

 

NORMA técnica especial nº 005/99 que dispõe sobre a E X E M P L O fiscalização e vigilância sanitária em laboratórios...

 

Os títulos de periódicos podem ser abreviados conforme

orientações da NBR 6032 (ABNT, 1989b).

Quando o documento trouxer os títulos em mais de uma

língua, a NBR 6032 recomenda que seja feito o registro do primeiro.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 157 21/5/2009 09:29:58 158 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

No entanto, pode-se registrar também os demais, separando-os pelo sinal de igualdade.

 

E X E M P L O LINGUISTIC BIBLIOGRAPHIC = BIBLIOGRAPHIE

LINGUISTIQUE

 

Os títulos das publicações avulsas ou monografias,

segundo a NBR 6023 (ABNT, 2002a), devem ser apresentados com destaque tipográfico (itálico ou negrito). Os títulos dos periódicos, quando referenciados no todo (fascículos ou coleções), devem figurar em letras maiúsculas.

 

E X E M P L O OLIVEIRA, Alaíde Lisboa de. A bonequinha preta. 13. ed. Belo

Horizonte: Ed. Lê, 1982.

MARTINS FILHO, Plínio. Direitos autorais na Internet.

Ciência da Informação , Brasília, v. 27, n. 2, p. 183-188, maio/ ago. 1998.

REVISTA DO CENTRO DE ESTUDOS PORTUGUESES,

Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, v. 22, n. 30,

jan./jun. 2002.

 

Para os documentos sem título, pode-se atribuir um título,

entre colchetes, que identifique o conteúdo do documento.

 

E X E M P L O ÁLVARES, M.C. [Comentários à norma de apresentação tabular

do IBGE]. Belo Horizonte: [s.n.], 1999.

 

O subtítulo só é mencionado na referência, quando

fornecer informação complementar ao título; nesse caso, usam-se dois-pontos para separá-los.

 

E X E M P L O As duas faces da moeda: uma leitura da obra de Aluízio de

Azevedo.

Narrativa trivial: estranhamento e formalismo.

 

16.2.3 Autoria secundária (tradutores, revisores,

ilustradores etc.)

Segundo a NBR 6023 (ABNT, 2002a, p. 14), “outros tipos

de responsabilidade podem ser acrescentados após o título, conforme aparecem no documento.” Quando esse nível de responsabilidade estiver a cargo de mais de três autores, cita-se o primeiro nome seguido de et al.

 

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R e f e R Ê n c I a s 159

 

E X E M P L O

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial.

Organização e introdução [de] Antonio Candido. São Paulo:

Brasiliense, 2000. 465 p.

 

16.2.4 Edição

Indica-se a edição de uma publicação a partir da

segunda, no idioma da publicação.

 

2. ed. (português, espanhol), 2 nd E X E M P L O ed. (inglês), 2 e éd. (francês), 2. Aufl. (alemão), 2ª ed. (italiano).

 

Para os documentos eletrônicos, a versão equivale à edição

e deve ser transcrita como tal.

 

versão 3.7 E X E M P L O

 

Quando a edição for revista e aumentada, essa informação

deve ser acrescentada de forma abreviada.

 

FERREIRA, D. G. Cartas chilenas: retrato de uma época. 2. E X E M P L O ed. rev. e aum. Belo Horizonte: UFMG, 1985. 327 p.

 

16.2.5 Local de publicação

O local de publicação (cidade) deve ser registrado como

figura no documento.

 

Belo Horizonte E X E M P L O

 

Quando se tratar de uma cidade sobre a qual se tem

conhecimento que há mais de uma com o mesmo nome, acrescenta-se a abreviatura do estado ou país, para identificá-la.

 

Campo Grande, RJ; Campo Grande, MS E X E M P L O

 

Quando houver mais de um local para uma única editora,

indica-se o primeiro ou o que estiver com maior destaque.

Se o documento não trouxer o nome da cidade, mas esta

puder ser identificada, registrá-la entre colchetes.

 

[São Paulo] E X E M P L O

 

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Na impossibilidade de identificá-la, usar a abreviatura

[S.l.] que significa sine loco.

 

16.2.6 Editora

O nome da editora deve ser registrado como figura no

documento, com os prenomes abreviados e suprimindo-se as palavras que designam a natureza jurídica e comercial da mesma.

 

E X E M P L O Ed. UFMG

J. Olympio

Melhoramentos

 

Havendo duas editoras, registram-se as duas com seus

respectivos locais; mais de duas, apenas a primeira ou a de maior destaque deverá ser indicada. Sendo as duas editoras do mesmo local, registra-se as duas separadas por dois-pontos ou como figurar no documento.

 

E X E M P L O Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Atlas

Rio de Janeiro: EDUERJ: Contraponto

Brasília: UNB/Imprensa Oficial

 

Para os documentos sem editora, indica-se [s.n.], que

significa sine nomine. Quando a editora for também o próprio autor (entidade coletiva ou pessoa), e já constar como tal, não precisa ser mencionado novamente.

 

E X E M P L O UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Normas

gerais de pós-graduação. Belo Horizonte, 1997. 44 p.

 

As obras publicadas com recursos do próprio autor, sem

vínculo com qualquer editora comercial ou institucional, conhecidas como “edição do(s) autor(es)”, devem incluir essa informação.

 

E X E M P L O CABRAL, Antônio Carlos Vieira; ROQUETE, André Luiz

Barbosa. Ginecologia puberal básica. Belo Horizonte: Edição

dos Autores, [1987]. 88 p.

 

No caso de não constar na publicação o local e o editor,

usar as expressões abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.]

 

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R e f e R Ê n c I a s 161

 

16.2.7 Data

Sendo a data um elemento essencial, a NBR 6023 (ABNT,

2002a) recomenda não deixar nenhuma referência sem data. Essa data de publicação, preferencialmente, pode ser também a de copyright (registro dos direitos autorais), da impressão e da apresentação, nos casos de trabalhos acadêmicos. No entanto, se nenhuma dessas estiver disponível, registra-se uma data aproximada entre colchetes como se segue abaixo:

 

[1957 ou 1958] um ano ou outro E X E M P L O [1981?] para data provável

[ca. 1960] para data aproximada

[1978] data certa, obtida através de pesquisa em outras

fontes

[entre 1914 e 1918] para intervalos menores de 20 anos

[197-] para década certa

[197-?] para década provável

[18 - -] para século certo

[18 - ?] para século provável

 

Ao referenciar uma coleção de obras em vários volumes,

publicados em datas distintas, indica-se a data do volume mais antigo e a do mais recente.

 

1932-1940 E X E M P L O

 

16.2.8 Descrição física

A descrição física refere-se ao número de páginas, folhas

ou volumes do documento que deve ser registrado da forma que aparece na obra.

 

218 p. (para obra paginada com algarismos arábicos). E X E M P L O 117 f. (para os trabalhos acadêmicos que comumente são

escritos apenas no anverso da página).

3 v. (quando se referencia uma coleção composta de mais

de um volume).

3 v. em 2 (quando o número de volumes bibliográficos difere

do número de volumes físicos).

p. 121-130 (quando se referencia parte de uma obra, como

capítulos, por exemplo).

ix, 137 p. (quando há uma parte inicial em algarismos

romanos e continua em arábicos).

302, xx p. (quando há uma parte no final da obra numerada

com algarismos romanos).

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 161 21/5/2009 09:29:58 162 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

Quando o documento tiver paginação irregular, deve-se

indicar: paginação irregular; não sendo paginado, indicar: não paginado.

Pode-se também fazer referência às ilustrações constantes

da obra, bem como às suas dimensões, da seguinte forma:

 

E X E M P L O il. (para indicar que a obra inclui ilustrações).

il. color. (para indicar ilustrações coloridas).

il. p&b (para indicar ilustrações em preto e branco).

Somente il. (para documento sem texto, apenas ilustrado).

21 cm.

16 cm x 23 cm.

5,3 cm de diâmetro x 10,3 cm de altura.

 

Obs.: as séries e notas especiais, que podem ser incluídas ao final das referências,

serão tratadas em 16.3.5, pela grande diversidade de exemplos.

 

16.3 Apresentação de referências

 

Neste item exemplifica-se o formato das referências

de materiais convencionais (impressos), materiais especiais e de documentos eletrônicos.

 

16.3.1 Publicações avulsas consideradas no todo, no

formato convencional e no eletrônico

 

CONTEúDO

a) livros e folhetos

b) monografias, dissertações, teses e outros

trabalhos acadêmicos

c) congressos, conferências, encontros e

outros eventos científicos

d) normas técnicas

e) patentes

f ) documento jurídico

g) bíblia

h) citação de citação

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 162 21/5/2009 09:29:58

R e f e R Ê n c I a s 163

 

a) livros e folhetos

 

formato convencional

 

AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local (cidade) de

publicação: Editora, data. Número de páginas ou

volumes. (Nome e número da série).

 

CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso E X E M P L O dos estudantes universitários. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill

do Brasil, 1978. 144 p.

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos

escolhidos . 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978. 208 p. (Os Pensadores, 6).

Formato eletrônico

 

AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local (cidade) de

publicação. Descrição física do meio eletrônico (disquete,

CD-ROM etc.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>.

Acesso em: dia mês e ano (para documentos online).

 

CARROLL, Lewis. Alice’s Adventures in Wonderland. Texinfo ed. E X E M P L O 2.1. Dortmund, Germany: WindSpiel, Nov. 1994. Disponível em:

<http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice.html>.

Acesso em: 10 Feb. 1995. ISBN 0681006447.

 

Obs.: Para indicar a disponibilidade e acesso, usar as expressões abaixo:

– disponível em:

– acesso em:

b) monografias, dissertações, teses

e outros trabalhos acadêmicos

formato convencional

 

AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número 3 de folhas ou volumes. (Categoria e área de concentração) – Nome da Faculdade, Nome da Universidade, cidade, ano

da defesa.

 

3 Para os trabalhos impressos apenas no anverso da folha, como é o caso da maioria das monografias,

dissertações e teses, a indicação é de folha (f.) e não de página.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 163 21/5/2009 09:29:58 164 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s

 

E X E M P L O VASCONCELOS, Lídia Jane de. D. José I: recuperação de valores

estético/históricos. 1992. 75 f. Monografia (Especialização em

Conservação, Restauração de Bens Culturais Móveis) – Escola

de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo

Horizonte, 1992.

SENNE JúNIOR, Murilo. Instrumentação sísmica para centrais

nucleares . 1983. 116 f. Dissertação (Mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares) – Escola de Engenharia, Universidade

Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1983.

DINIZ, Arthur José Almeida. Direito internacional público e

o estado moderno. Orientador: Orlando de Carvalho.1975. 196 f. Tese (Doutorado em Direito) – Faculdade de Direito,

Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1975.

CAGLIARI, Luiz Carlos. Elementos de fonética do português

brasileiro. 1981. 185 f. Tese (Livre docência) – Instituto de Estudos Literários, UNICAMP, 1981.

DUARTE, R. B. A study of the lateral strength of brickwork

panels with openings. 1993. 180 f. Thesis (PhD) – University of Edinburgh, Edinburgh, UK, 1993.

SANTOS, A. M. P. Resistência das alvenarias à compressão. 1998.

145 p. Relatório de estágio (Licenciatura Engenharia Civil) –

Laboratório de Engenharia Civil, Departamento de Engenharia

Civil, Universidade do Minho, Guimarães, Portugal, 1998.

 

Obs.: a primeira data a ser incluída na referência é a data em que o trabalho é apresentado

ou tornado público, e a última data é a da defesa.

opcionalmente, o nome do orientador pode ser acrescido à referência.

 

Formato eletrônico

 

AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. (Categoria

e área de concentração) – Nome da Faculdade, Nome da

Universidade, cidade, ano de defesa. Descrição física do

meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível

em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano.

(para os documentos online).

 

E X E M P L O ASSUMPÇÃO, Solange Rodrigues Bonomo. O jogo da

pontuação: a construção do sentido na tessitura da escrita. 2001. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) –

Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais,

Belo Horizonte, 2001. 1 CD-ROM.

 

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R e f e R Ê n c I a s 165

 

c) congressos, conferências, encontros e outros

eventos científicos4

 

formato convencional

 

NOME DO EVENTO, número, ano, local de realização

(cidade). Título... subtítulo da publicação. Local de publi-

cação (cidade): Editora, data de publicação. Número de

páginas ou volumes.

E X E M P L O

CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECO-

NOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 1., 1980, Salvador. Anais...

Salvador: FEBAB, 1980. 350 p.

CONGRESSO INTERNACIONAL DE HEGEL, 11., 1976,

Lisboa. Idéia e matéria: comunicações ao congresso de Hegel.

Lisboa: Livros Horizonte, 1976. 96 p.

INO-ISIR MEETING ON THE INTERFERON SySTEM,

1984, Amsterdam. Proceedings: the biology of the interferon

system. Editors: Holger Kirchner and Huub Schellekens.

Amsterdam: Elsevier Science, 1985. 180 p.

 

Obs.: se a publicação não incluir um título geral, pode-se atribuir um título, entre colchetes,

que identifique o conteúdo do documento.

 

ENCONTRO DE PESQUISA DA ESCOLA DE VETERINÁRIA E X E M P L O DA UFMG, 10., 1982, Belo Horizonte. [Resumos]. Belo

Horizonte: Núcleo de Assessoramento à Pesquisa, 1982.

Formato eletrônico

 

NOME DO EVENTO, número, ano, local de realização

(cidade). Título... subtítulo. Local de publicação: Editora,

data de publicação. Descrição física do meio eletrônico

(CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível em: <endereço

eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano (para os documento

online).

 

SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE ANÁLISE DO E X E M P L O DISCURSO, 2., 2002, Belo Horizonte. Discurso, ação & sociedade. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2002. 1 CD-ROM.

 

4 Há casos em que o produto desses eventos — anais, “proceedings” etc. — aparece aplicado siste-

maticamente em revistas (ver 16.3.5 alínea K).

 

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d) normas técnicas

 

formato convencional

 

AUTOR. Número da norma: título e subtítulo. Local de

publicação (cidade): Editora, data. Número de páginas.

 

E X E M P L O ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR

6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.

Formato eletrônico

 

AUTOR. Número da norma: título e subtítulo. Local de

publicação: Editora, data. Número de páginas. Descrição

física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou

Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês

e ano (para documentos online).

 

E X E M P L O BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. Secretaria

Municipal de Saúde. 005/99: norma técnica de fiscalização

e vigilância sanitária em laboratórios de citopatologia... Belo Horizonte, 1999. Disponível em: <www.pbh.gov.br/smsa/

vigilância/arquivos>. Acesso em: 18 dez. 2002.

e) patentes (requeridas por empresa ou

pessoa física)

 

formato convencional

 

ENTIDADE RESPONSÁVEL. Autor. Título da invenção na

língua original. Número da patente, datas (do período de registro). Indicação da publicação onde foi citada a patente,

quando for o caso.

 

E X E M P L O PRODUTO ERLAN LTDA (Uberlândia - MG). Paulo César

da Fonseca. Ornamentação aplicada a embalagem. C.I.10-3-6.

BR n. DI 2300045, 12 set. 1983, 28 maio 1985. Revista da

Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, n. 762, 28 maio 1985.

 

WISCHHOFF, Dietrich W. Cadeira multiuso. BR. n.

MU7501381-9, 31 maio 1995.

 

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R e f e R Ê n c I a s 167

 

Formato eletrônico

 

ENTIDADE RESPONSÁVEL. Autor. Título da invenção na

língua original. Número da patente, datas (do período de registro). Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM,

disquete etc.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>.

Acesso em: dia mês e ano (para os documentos online).

 

CENTRO DE HISTOTERAPIA PLACENTÁRIA CUBANA. E X E M P L O Carlos Manuel Miyares Cao. Composição para o tratamento

da psoríase. PI 0008394-1 CU 00/00001, 22 fev. 2000, 31 ago. 2000. Disponível em: <www.inpi.gov.br/pesq_patentes>.

Acesso em: 28 nov. 2002.

f) documento jurídico

 

CONTEúDO

Legislação

Constituição

Emendas constitucionais

Textos legais infraconstitucionais (leis complementares

e ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções

do Senado)

Normas emanadas de entidades públicas e privadas

(atos normativos, portarias, resoluções, ordens de serviço,

instruções normativas, comunicados, avisos, circulares,

decisões administrativas e outros)

Jurisprudência

(súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais

decisões judiciais)

doutrina

(discussão técnica sobre questões legais, publicadas em

forma de monografias, artigos de periódicos e outros)

 

– Legislação

formato convencional

 

JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)

ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas).

Título, numeração e data (dia, mês e ano). Elementos complementares para melhor identificação do

documento (se necessário). Dados da publicação que

transcreveu o documento.

 

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E X E M P L O 5 BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República

Federativa do Brasil, 1988. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1988. 292 p.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição brasileira, 1988.

Texto constitucional de 5 de outubro de 1988 com as

alterações adotadas pelas emendas constitucionais n. 1/92

a 4/93 e pelas emendas constitucionais de revisão n. 1 a n.

6/94. Brasília: [Senado Federal], 1994. 230 p.

MINAS GERAIS. Decreto n. 17.248 de 4 de julho de 1975.

Minas Gerais , Belo Horizonte, 5 jul. 1975. p. 5. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA.

Lei n. 5.517, de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de médico veterinário e cria os

Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária. Belo

Horizonte, 1970. 48 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Conselho

Universitário. Resolução n. 10/2002, de 14 de agosto de

2002. Aprova a criação do nível de doutorado no Programa

de Pós-graduação em Genética, de interesse do Instituto de

Ciências Biológicas. Boletim UFMG, Belo Horizonte, v. 29, n.

1377, p. 6, dez. 2002.

Formato eletrônico

 

JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)

ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas).

Título. Numeração e data (dia, mês e ano). Dados da publicação que transcreveu o documento. Descrição

física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou

Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia

mês e ano (para documentos online).

E X E M P L O

BRASIL. Congresso Nacional. Lei n. 10.523 de 23 de julho de

2002. Cria e transforma, no quadro permanente de pessoal da

Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região, os

cargos que menciona e dá outras providências. Diário Oficial

[da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 24 jul. 2002. Seção 1. p. 3. Disponível em: <http://www.

in.gov.br>. Acesso em: 23 dez. 2002.

 

5 Quando se tratar de constituições e suas emendas, incluir a palavra constituição e o ano de promul-

gação, entre parênteses, entre jurisdição e o título.

 

2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 168 21/5/2009 09:29:59

R e f e R Ê n c I a s 169

 

– Jurisprudência

formato convencional

 

JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)

e Órgão judiciário competente. Título (natureza da

decisão ou ementa) e número. Partes envolvidas (se

houver). Relator. Local, data (dia, mês e ano). Dados

da publicação que transcreveu o documento.

 

MINAS GERAIS. Tribunal de Justiça. Construção – alvará E X E M P L O de licença e alvará de autorização – distinção – poder de

polícia da municipalidade. Apelação cível n. 68.799. Posto CB

Ltda. versus Prefeito Municipal de Capim Branco. Relator:

Oliveira Leite. Belo Horizonte, Acórdão de 22 de abr. 1986.

Jurisprudência Mineira, Belo Horizonte, v. 94, p. 179-190, abr./ jun. 1986.

Formato eletrônico

 

JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)

e Órgão judiciário competente. Título (natureza da

decisão ou ementa) e número. Partes envolvidas (se

houver). Relator. Local, data (dia, mês e ano). Descrição

física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou

Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia

mês e ano (para os documentos online).

 

SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Alçada Civil. Nula é a E X E M P L O ação de cobrança dirigida contra quem, como mandatário,

emitiu cheque. Ação rescisória n. 186.609. Marcos Pires versus

Domingos Teixeira. Relator: Machado Alvim. São Paulo,

Acórdão de 27 de fev. 1974. Revista dos Tribunais, São Paulo,

v. 463, p. 158-159, maio 1974. Disponível em: <http://www.

rt.com.br/juris/juris/.htm>. Acesso em: 23 dez. 2002.

– Doutrina

formato convencional

 

AUTOR. Título. Dados da publicação que transcreveu

o documento.

 

FRANÇA, Rubens Limongi. Direito intertemporal em matéria E X E M P L O civil: subsídios para uma doutrina brasileira. 1967. 581 f. Dissertação (Concurso a Cátedra de Direito Civil) – Faculdade

de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1967.

 

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E X E M P L O

PEREIRA, Frederico. Uma leitura constitucional da proteção

ao sigilo bancário. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 91, n.

804, out. 2002.

Formato eletrônico

 

AUTOR. Título. Dados da publicação que transcreveu

o documento. Descrição física do meio eletrônico

(CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível em: <endereço

eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano (para documen-

tos online).

E X E M P L O

GOMES, Luiz Flávio. STJ cancela súmula 174: arma de

brinquedo não agrava o roubo. Jus Navigandi, Teresina, v. 6,

n. 53, jan. 2002. Disponível em: <http://www1.jus.com.br/

doutrina/texto.asp?id=2561>. Acesso em: 23 dez. 2002.

 

g) bíblia

E X E M P L O

BÍBLIA SAGRADA. A. T. Gênesis. 34. ed. São Paulo: Editora

Ave-Maria, 1982. cap. 19, p. 65.

h) citação de citação

E X E M P L O

MILFORD, R.; HAyDOCK, K. P. The nutritive value of

protein in subtropical pasture species growth in southeast

Quensland. Aust. J. Exp. Agric. Anim. Husb., Melbourne, v. 5,

p. 13-17, 1965 apud NORTON, B. W. Differences between

species in forage quality. In: HACKER, J. B. (Ed.). Nutritional

limits to animal production from pastures. Farnham Royal: Comnonwelth Agricultural Bureaux, 1981. p. 89-110.

 

Obs.: na impossibilidade de acessar o documento original, a normalização dos dados

referentes a esse documento estará sujeita à omissão de algumas informações.

 

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R e f e R Ê n c I a s 171

 

16.3.2 Partes de publicações avulsas, no formato

convencional e no eletrônico

 

CONTEúdO

a) capítulos de livros

b) partes isoladas

c) trabalhos apresentados em congressos ou outro evento

d) verbetes de enciclopédias e dicionários

e) separatas

f ) resenha ou recensão de livro

g) volume de coleção com título próprio

 

a) capítulos de livros

 

formato convencional

 

AUTOR DO CAPÍTULO. Título do capítulo. In: AUTOR

DO LIVRO. Título: subtítulo do livro. Edição. Local

(cidade) de publicação: Editora, data. volume, capítulo,

páginas inicial-final da parte.

 

GETTy, R. The gross and microscopic occurence and E X E M P L O distribution of spontaneous atherosclerosis in the arteries of

swine. In: ROBERT JR., A.; STRAUSS, R. (Ed.). Comparative

atherosclerosis . New york: Harper & Row, 1965. p. 11-20.

 

PERRINS, C. M. Social systems. In: _____. Avian ecology. E X E M P L O Glasgow: Blackie, 1983. cap. 2, p. 7-32.

 

FREUD, Sigmund. Feminilidade. In: _____. Novas conferências

introdutórias sobre psicanálise e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1976. p. 139-165. (Edição standard brasileira das obras

psicológicas completas de Sigmund Freud, 22).

 

– quando a parte não tem título próprio e é escrita pelo

mesmo autor da obra principal.

 

ESDAILE, Arundell. A student manual of bibliography. 2nd E X E M P L O ed. London: Allen & Unwin, 1932. cap. 6A, p. 178-196.

 

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Formato eletrônico

 

AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DA

OBRA. Título. Edição. Local (cidade) de publicação:

Editora, data de publicação. volume ou páginas.

Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia

mês e ano (para documentos online).

 

EX E M P L O CARROLL, Lewis. A Mad Tea-Party. In: _____. Alice’s

Adventures in Wondterland. Texinfo. ed. 2.1. Dortmund, Germany: WindSpiel, Nov. 1994. chapter VII. Disponível

em: <http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice-

10.html#SEC13>. Acesso em: 30 mar. 1995.

ALENCAR, José de. O guerreiro. In: _____. Ubirajara. [s.n.t].

cap. 3. Disponível em: <http://www.vestibaboom.com.br>.

Acesso em: 30 nov. 2000.

b) partes isoladas (páginas)

 

formato convencional

 

AUTOR DA PUBLICAÇÃO. Título. Edição. Local de

publicação (cidade): Editora, data. Número das páginas

sequenciais e isoladas.

 

E X E M P L O BIER, O. Bacteriologia e imunologia. 15. ed. São Paulo:

Melhoramentos, 1970. p. 806-807, 816, 831.

c) trabalhos apresentados em congresso ou

outro evento

 

formato convencional

 

AUTOR DO TRABALHO. Título: subtítulo. In: NOME

DO EVENTO, número, ano, local de realização. Título

da publicação...subtítulo. Local de publicação (cidade): Editora, data. Páginas inicial-final do trabalho.

 

E X E M P L O CANÇADO, Agenor Lopes. Toxicomanias de substituição.

In: CONGRESSO FARMACÊUTICO E BIOQUÍMICO

PAN-AMERICANO, 3., 1954, São Paulo. Anais... São Paulo:

Federação das Associações de Farmacêuticos do Brasil, 1958.

p. 259-300.

 

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R e f e R Ê n c I a s 173

 

SILVA, A. R. et al. Infecção pelo Plasmodium berghei em E X E M P L O camundongos albinos previamente infectados por Leishmania.

In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE

PARASITOLOGIA, 7., 1982, Porto Alegre. Resumos dos

trabalhos apresentados... Porto Alegre: [s.n.], 1982. p. 29.

 

EL BOUSHy, A. R. Vitamin K as menadione dimethyl

pyrimidional bissulfite, its metabolism, stability and

requirement in chikens. In: EUROPEAN POULTRy

CONFERENCE, 1980, Hamburg. Proceedings... Hamburg:

[s.n.], 1980. p. 332-339.

 

LEDIC, I. L. et al. Estimativas de parâmetros genéticos. In:

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE

ZOOTECNIA, 20., 1983, Pelotas. Anais... Pelotas: Sociedade

Brasileira de Zootecnia, 1983. p. 225.

 

CASTRO, yeda P. de. Níveis sociolinguísticos da interação

de influências africanas no português. In: ENCONTRO

NACIONAL DE LINGUÍSTICA, 3., 1978, Rio de Janeiro.

Conferências... Rio de Janeiro: PUC/RJ, 1978. p. 56-61.