Manual para Normalização de Publicações Técnico-Científicas
esToQUes de nÃo naTURaIs PoR TemPo de ResIdÊncIa — BRasIL
GRandes ReGIões — ReGIões meTRoPoLITanas — 1970
PoPULaçÃo n Ão n aTURaL P oR T emPo d e ResIdÊncIa
GRandes ReGIões
e ReGIões menos de 1 ano 1 ano 2 anos 0 |—| 2 anos
meTRoPoLITanas Valores Valores Valores Valores % % % % absolutos absolutos absolutos absolutos
BRASIL......................................... 3 530 864 11,66 1 813 256 5,99 2 194 958 7,25 7 539 078 24,90 R EGIÕES METROPOLITANAS 1 074 752 9,93 575 920 5,32 732 400 6,76 2 383 072 22,01
REGIÃO NORTE.................. 87 824 13,43 40 314 5,16 42 254 7,38 176 392 26,96
Belém.............................. 16 091 11,23 7 799 5,45 10410 7,27 34 300 23,94
REGIÃO NORDESTE........... 702 790 12,76 313 859 5,70 407 969 7,41 1 424 618 25,86
Fortaleza.......................... 45 338 13,52 16 810 5,01 24 160 7,20 86 308 25,72
Recife.............................. 75 440 12,53 38 508 6,40 48 873 8,12 162 821 27,04
Salvador.......................... 40 734 12,04 17 749 5,25 21 634 6,39 80 117 23,67
R EGIÃO SUDESTE.............. 1 593 099 10,41 828 055 5,41 1 022 763 6,68 3 443 917 22.50
Belo Horizonte................ 78 051 9,65 49 179 6,08 629 036 7,67 189 266 23,39
Rio de Janeiro................. 281 028 8,77 145 240 4,53 185 499 5,79 611 767 19,09
São Paulo........................ 417 171 9,69 236 769 5,50 298 995 6,94 952 935 22,12
REGIÃO SUL...................... 814 635 12,65 456 851 7,09 496 059 7,70 1 767 545 27,44
Curitiba........................... 45 400 13,46 22 678 6,73 28 602 8,48 96 680 28,67
Porto Alegre.................... 75 499 10,06 41 188 5,49 52 191 6,96 168 878 22,51
R EGIÃO CENTRO-OESTE... 332 516 14,05 174 177 7,36 219 913 9,29 726 606 30,69
PoPULaçÃo nÃo naTURaL PoR TemPo de R esIdÊ ncIa
GRandes ReGIões
e ReGIões 3 anos 4 anos 5 anos 0 — 5 anos
meTRoPoLITanas Valores Valores Valores Valores % % % % absolutos absolutos absolutos absolutos
BRASIL......................................... 1 766 856 5,84 1 416 329 4,68 1 454 344 4,80 12 176 607 40,22 REGIÕES METROPOLITANAS 567 079 5,24 444 526 4,11 442 283 4,08 3 836 960 35,44 REGIÃO NORTE.................. 39 742 6,08 29 907 4,57 32 139 4,91 278 180 42,52
Belém................................. 8 594 6,00 7 079 4,94 7 191 5,02 57 164 39,91
REGIÃO NORDESTE......... 332 570 6,04 254 590 4,62 280 766 5,10 2 292 544 41,62
Fortaleza.......................... 18 629 5,55 14 514 4,33 15 506 4,62 134 957 40,25
Recife............................... 35 852 5,95 26 725 4,44 26 704 4,44 252 102 41,87
Salvador........................... 18 039 5,33 13 286 3,92 14 177 4,19 125 609 37,12
REGIÃO SUDESTE............. 813 328 5,32 658 800 4,31 658 031 4,29 5 573 076 36,42
Belo Horizonte............... 50 023 6,18 40 836 5,05 41 285 5,10 321 410 39,72
Rio de Janeiro................. 143 327 4,47 115 803 3,61 124 882 3,90 995 779 31,07
São Paulo........................ 227 021 5,27 176 174 4,09 166 337 3,86 1 522 467 35,35
REGIÃO SUL..................... 402 070 6,24 340 170 5,28 348 285 5,41 2 858 070 44,37
Curitiba............................ 23 225 6,89 18 278 5,42 16 111 4,78 154 294 45,75
Porto Alegre................... 42 369 5,65 31 841 4,24 30 090 4,01 273 178 36,41
REGIÃO CENTRO-OESTE. 179 146 7,57 132 862 5,61 136 123 5,75 1 175 737 49,62
PoPULaçÃo nÃo naTURaL P oR T emPo d e ResIdÊ n cIa
GRandes ReGIões
e ReGIões 6 a 10 anos 11 anos e mais sem declaração Total
meTRoPoLITanas absolutos Valores Valores Valores Valores % 657 479% % % absolutos absolutos absolutos
BRASIL....................................... 5 604 464 18,51 12 482 461 41,25 6 919 0,02 30 270 451 100,00
REGIÕES METROPOLITANAS 1 869 772 17,27 5 110 773 47,21 8 886 0,08 10 826 391 100,00 REGIÃO NORTE................. 104 996 16,05 270 776 41,39 205 0,03 654 157 100,00
Belém............................... 2 474,00 17,28 61 113 42,68 185 0,13 143 226 100,00
REGIÃO NORDESTE......... 947 065 17,19 2 263 752 41,09 4 867 0,09 5 508 228 100,00
Fortaleza.......................... 55 509 16,55 144 953 43,21 19 0,01 335 438 100,00
Recife............................... 92 759 15,41 255 872 42,50 1 271 0,21 602 004 100,00
Salvador........................... 54 710 16,17 151 604 44,81 6 412 1,90 338 335 100,00
REGIÃO SUDESTE............ 2 729 795 17,84 6 996 395 45,73 1 215 0,01 15 300 481 100,00
Belo Horizonte................ 154 270 19,07 333 405 41,21 23 0,00 809 108 100,00
Rio de Janeiro................. 502 464 15,68 1 705 626 53,23 454 0,01 3 204 323 100,00
São Paulo.......................... 798 377 18,54 1 985 306 46,10 475 0,01 4 306 625 100,00
REGIÃO SUL...................... 1 288 208 20,00 2 294 061 35,62 233 0,01 6 440 572 100,00
Curitiba.............................. 57 053 16,92 2 294 061 37,32 — — 337 188 100,00
Porto Alegre.................... 129 886 17,31 125 841 46,26 47 0,01 750 144 100,00
REGIÃO CENTRO-OESTE 534 400 22,58 347 033 27,77 399 0,02 2 367 013 100,00
fonTe: IBGe, 1971.
fIGURa 44 - Tabela longa (desmembrada em seções e arranjada na mesma página)
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13 NUMERAIS
Nos trabalhos científicos, aconselha-se escrever por
extenso os números de uma só palavra (um, dezesseis, cem) e usar algarismos para os números de mais de uma palavra. No entanto, por se tratar apenas de convenção, pode-se adotar uma outra alternativa: escrever os números de 0 a 9 por extenso e a partir de 10 usar os algarismos.
E X E M P L O
Quatro anos de idade
35 anos de idade
A forma escrita por extenso pode ser empregada para
indicar quantidade aproximada e unidades de ordem elevada.
E X E M P L O
Foram entrevistadas cerca de oitocentas pessoas.
Na região X, existem dez milhões de habitantes.
Nos números seguidos de unidades padronizadas, é
obrigatório o uso do algarismo.
E X E M P L O
5 m 8 cm 4 ml
Aconselha-se evitar o uso de números no início das
frases.
Quando se deseja expressar porcentagem, é preferível
adotar o símbolo próprio: % . Só se usa o símbolo precedido de um número.
E X E M P L O
85%
Nas referências às páginas e volumes de uma publicação,
usam-se sempre os cardinais.
E X E M P L O
Na página 82; v. 3
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n U m e R a I s 129
Nunca se deve usar a letra I (maiúscula) para representar
o nú mero um.
Nas referências ao primeiro dia do mês, usa-se o número
ordinal, enquanto, com relação aos outros dias do mês, usa-se o cardinal.
E X E M P L O
Primeiro de maio
No dia 30 de julho
Para designar horas do dia, usa-se sempre numeral
cardinal.
E X E M P L O
15 h 30 min 6 s
Observações:
– Pelo fato de os algarismos romanos apresentarem certa dificuldade para leitura, aconselha-se substituí-los, sempre que possível, por algarismos arábicos.
E X E M P L O
Experiência 1
Grupo 2
TABELA 3
– não se usa plural e nem ponto nos símbolos; eles são sinais convencionais e não abreviaturas.
E X E M P L O
s (segundo), m (metro), kg (quilograma), h (hora), m (minutos)
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14 CITAÇÕES 1
As citações são trechos transcritos ou informações
retiradas das publicações consultadas para a realização do trabalho. São introduzidas no texto com o propósito de esclarecer ou complementar as ideias do autor. A fonte de onde foi extraída a informação deve ser citada obrigatoriamente, respeitando-se dessa forma os direitos autorais. Exige-se maior rigor na aplicação das normas para citação, quando se tratar de publicação técnico-científica; em caso de publicações ensaísticas ou literárias, permite-se uma apresentação mais livre (ver 14.4). As citações bibliográficas podem ser diretas (textuais) ou indiretas (livres) e podem aparecer no texto e, dependendo do caso, em notas de rodapé.
As citações devem ser representadas por chamadas de
autor, instituição, entidade, título, grafadas em letras maiúsculas e minúsculas quando fizerem parte integrante do texto e em letras maiúsculas quando vierem entre parênteses.
E X E M P L O O incremento do acervo lexical de uma língua é inconteste:
segundo Houaiss (1983, p. 20), “em tempos de Augusto Comte,
há pouco mais de 140 anos portanto, era possível designar
todas as ciências, artes, técnicas e profissões então existentes
com 240 palavras.”
E X E M P L O Considerando que a literatura é uma das manifestações
culturais mais relevantes de uma sociedade, cabe investigar de
que forma o problema apontado pelos autores acima citados
pode ser minimizado (MENDES et al., 2002, p. 113).
14.1 Citação direta (textual)
É a transcrição literal de textos de outros autores. É
reproduzida entre aspas duplas exatamente como consta do original, acompanhada de informações sobre a fonte (em respeito à Lei n. 9.610 de 19 fev. 1998 que regulamenta os direitos autorais).
1 capítulo baseado na nBR 10520 (aBnT, 2002b).
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c I T a ç õ e s 131
Nas citações diretas deve-se indicar, obrigatoriamente, após a data a(s) página(s), volume(s), tomo(s), parte(s) da fonte consultada. Uma transcrição dentro de outra é indicada por aspas simples.
E X E M P L O
Neste contexto, Oliveira (1999, v. 2, p. 20) cita a participação da
comunidade na gestão escolar como “uma revolução cultural
de dimensões ‘copernicanas’.”
Deve-se observar que:
a) citações curtas
(de até três linhas) são inseridas no texto, entre aspas
duplas. As aspas simples servem para indicar uma citação
no interior da citação;
A Inconfidência é uma “falta de fidelidade para com alguém, E X E M P L O particularmente para com o soberano ou o Estado.”
(FERREIRA, [197-], p. 53). Já aí está indicada uma relação:
alguém não foi fiel a alguém.
b) citações longas
(mais de três linhas) devem constituir um parágrafo
independente, recuado (4 cm da margem esquerda), com
tamanho de letra menor do que o utilizado no texto e
com o espaçamento 1 entre linhas, dispensando as aspas,
nesse caso.
Quando falamos (usando o que vou chamar, por falta de termo E X E M P L O melhor, estilo falado), estamos sujeitos a muitas limitações que
não existem no caso da escrita: precisamos manter a atenção
do interlocutor; não podemos sobrecarregar sua memória
(nem a nossa); não podemos voltar a apagar o que acabamos
de dizer, e assim por diante (PERINI, 1980, p. 61).
Obs.: a nBR 10520 (aBnT, 2002b) recomenda para as citações longas o uso de recuo
sem aspas, no entanto, quando houver necessidade de, no meio de uma citação
longa, fazer-se uma interrupção para introduzir um comentário do autor, é
preferível fechar a citação com aspas, fazer o comentário e abrir nova citação
com aspas.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 131 21/5/2009 09:29:56 132 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
E X E M P L O “Deste mistério, e no fim de um trabalho executado a som
e cinzel, fez-se a rapariga que temia a impostura da língua e
que queria, através da palavra, fazer ressoar fortemente, o seu
irmão morto.” A autora escreve a partir de traços do passado,
porém não escreve sobre o passado, já que os fragmentos do
passado é que potencializam o futuro, o devir: “Creio que
os meus textos sabem muito mais; eles não estão atrás, no
meu passado autobiográfico; atraem-me tanto a mim quanto
a outros que o tocam, para saber e não mais.” (LLANSOL,
1996, p. 15).
14.2 Citação indireta (livre)
Ocorre quando se reproduzem ideias e informações do
documento, sem, entretanto, transcrever as próprias palavras do autor. Há várias formas de se fazer esse tipo de citação:
a) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) faz(em) parte
integrante do texto, menciona-se a(s) data(s) da(s)
publicação(ões) citada(s), entre parênteses, logo após
o nome do autor. Nas citações indiretas, a inclusão da
página é opcional;
E X E M P L O Como lembra Martins (1984), o futuro desenvolvimento
da informação está cada dia mais dependente de um plano
unificado de normalização.
Soltys e Spratling (1957) descreveram pela primeira vez, em
porca com cistite e pielonefrite, a presença de Corynebacterium
suis.
No Brasil, Oliveira et al. (1983) isolaram Corynebacterium suis
do divertículo prepucial de machos, em idade de abate.
O processo educativo na opinião de Enricone, Clemente
e Mosquera (1976), deve respeitar a natureza particular de
cada aluno.
b) a indicação da(s) fonte(s) entre parênteses pode suceder
à citação, para evitar interrupção na sequência do
texto. Havendo mais de uma fonte a ser citada, estas
devem estar em ordem alfabética, separadas por ponto
e vírgula. A ordenação alfabética tem por objetivo
facilitar a localização da obra na lista de referências;
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c I T a ç õ e s 133
Após esse primeiro isolamento, na Inglaterra, vários casos E X E M P L O têm sido descritos em países como Canadá, Noruega,
Holanda, Dinamarca e Finlândia (BANGE; DUCROT, 1984;
GLAZERBROOK et al., 1973; JONES, 1981).
c ) pode-se simplificar a citação mencionando-se apenas
o número recebido pelo documento na listagem
bibliográfica. Esse procedimento pressupõe que essa
listagem já possua numeração definitiva, uma vez
que inserções posteriores exigem mudança em toda
numeração. Esse sistema numérico não deve ser usado
quando forem usadas notas de rodapé.
Campos (15) destacou, em estudo sobre o atendimento E X E M P L O aos menores em São Paulo, que as creches comunitárias
expressam uma relação diferente dos orfanatos [...]
A dimensão educativa do movimento merece ser destacada
pelo que ele tem representado enquanto espaço de formação
de lideranças e de exercício de uma forma autônoma
e coletiva de gerir recursos e equipamentos e de atuar
politicamente (1).
14.3 Citação de citação
Todo esforço deve ser empreendido para se consultar
o documento original. Entretanto, nem sempre é possível o acesso a certos textos. Nesse caso, pode-se reproduzir informação já citada por outros autores, cujos documentos tenham sido efetivamente consultados. Pode-se adotar o seguinte procedimento:
a) no texto, citar o sobrenome do autor do documento
não consultado, seguido das expressões: citado por, apud, conforme ou segundo, e o sobrenome do autor do documento efetivamente consultado. Em nota de
rodapé, mencionar os dados do documento original;
No texto:
Marinho E X E M P L O (1980 citado por MARCONI; LAKATOS, 1982) 1
apresenta a formulação do problema como uma fase de
pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a
maneira de conduzir a investigação.
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ou
[...] apresenta a formulação do problema como uma fase de
pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a
maneira de conduzir a investigação (MARINHO, 1980 apud
MARCONI; LAKATOS, 1982).
Em rodapé:
E X E M P L O
1 maRInHo, Pedro. A pesquisa em ciências humanas. Petrópolis: Vozes,
1980.
b) na listagem de referências devem-se incluir os dados
completos do documento efetivamente consultado;
E X E M P L O
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São
Paulo: Atlas, 1982.
Quando não se usa nota de rodapé, devem-se incluir duas
entradas na listagem de referências:
a) uma relacionando o documento não consultado,
seguido da expressão apud (citado por) e os dados do
documento efetivamente consultado;
b) outra entrada será feita relacionando apenas os dados
da fonte consultada.
E X E M P L O
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São
Paulo: Atlas, 1982.
MARINHO, Pedro. A pesquisa em ciências humanas. Petrópolis:
Vo zes, 1980 apud MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas
de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
14.4 Textos ensaísticos ou literários
Para textos ensaísticos ou literários, permite-se uma
apresentação mais livre das citações bibliográficas de forma a não comprometer a harmonia do texto. Nesses casos, a normalização limita--se aos dados bibliográficos apresentados em notas de rodapé.
No texto:
E X E M P L O 13 Em 1933, Nina Rodrigues, no já citado Os africanos no Brasil,
publica um vocabulário básico de cinco línguas sudanesas [...]
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c I T a ç õ e s 135
Em rodapé:
13
cf. RodRIGUes, 1933, p. 141-146. E X E M P L O
No texto:
E X E M P L O
“A escritora não é um espelho, e aquele que a ela se entrega
descobre sobre o papel uma fisionomia do exterior que ignorava,
ou um pensamento do qual nada sabia”, escreve Pommier.1
Em rodapé:
E X E M P L O
1 PommIeR, 1987, p. 97.
No texto:
E X E M P L O
No livro O amor da língua, Jean-Claude Milner afirma que “a
figura do amor da língua, nós não a encontramos mais, pois
ela é aquilo que a linguística e a gramática passam seu tempo
a se livrar.”2
Em rodapé:
E X E M P L O
2 mILneR, 1987, p. 23.
– Citações de edições recentes de obras clássicas
informar a data da edição original em rodapé
No texto:
E X E M P L O
Se Freud pôde constatar com Charcot “a produção de paralisias
e contraturas histerias por meio de hipnose, por que não ordenar
o inverso, ou seja, o desaparecimento dos sintomas e a cura”?
(FREUD, 1983, p. 130).1
Em rodapé:
E X E M P L O
1 original publicado em 1891.
Na lista de referências:
E X E M P L O
FREUD, S. Contribution à conception des aphasies. Cahiers
Confrontation, Paris, n. 7, p. 130, 149-150, 156, Printemps 1983. Original publicado em 1891.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 135 21/5/2009 09:29:57 136 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
RECOMENDAÇÕES
as recomendações seguintes aplicam-se às citações diretas (textuais) e indiretas (livres):
a) nas citações diretas (textuais) citar, após a data, a
página de onde se transcreveu o trecho, o(s) volume(s),
tomo(s) ou parte(s) da fonte consultada; nas citações indiretas (livres) , a indicação da página é opcional;
E X E M P L O
Faust (1931, p. 15) mostrou que, em cães natural e experimen-
talmente infectados, o sítio de localização primária do parasita
é o ceco e o apêndice cecal.
“O problema da seleção de livros é fornecer ao leitor, cujos inte-
resses e capacidades são conhecidas, o livro que se ajusta àqueles
interesses e capacidades melhor do que qualquer outro livro.”
(WELLARD, 1937, p. 98).
Nesse sentido, a conformação do sistema político segundo
Almond e Powell (1979, v. 1, p. 45) conforma-se na “totalidade
das atividades políticas realizadas em determinada sociedade,
podendo se referir a atividades de quaisquer setores.”
Ander-Egg (1980) considera a pesquisa um procedimento
reflexivo, sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir
novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do
conhecimento.
b) quando houver coincidência de sobrenomes de
autores, acrescentar as iniciais de seus prenomes;
E X E M P L O
Azevedo, C. (1957)
Azevedo, M. (1957)
se persistir a coincidência, acrescentam-se os prenomes
por extenso;
E X E M P L O
Azevedo, Cândido (1957)
Azevedo, Carlos (1957)
c) em se tratando de entidades coletivas conhecidas por
sigla, deve-se citar o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citação e, a partir daí, usar apenas
a sigla;
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 136 21/5/2009 09:29:57
c I T a ç õ e s 137
E X E M P L O
A TAB. 2 confirma os dados apresentados anteriormente pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 1975).
Nas citações subsequentes, deve-se usar apenas a sigla:
IBGE (1975) ou (IBGE, 1975).
d) em se tratando de entidade coletiva cuja denominação
não inclua sigla, pode-se citar por extenso na primeira
vez e nas demais usar apenas a primeira palavra;
E X E M P L O
[...] segundo os técnicos, a SAMARCO MINERAÇÃO S.A (2002)
é uma empresa com processo único de produção, que contempla
lavra, beneficiamento, transporte, pelotização e exportação de
minério de ferro.
[...]
A SAMARCO (2002) possui mineroduto e terminal marítimo
próprios, dois escritórios internacionais de vendas e duas usinas
hidrelétricas, que suprem cerca de 30% da demanda energética
da empresa.
e ) quando se tratar de documento de autoria de órgão
da administração direta do governo, cuja referência se inicia pelo nome geográfico do país, estado ou
município, deve-se citar o nome geográfico seguido
da data do documento;
E X E M P L O
É neste nível de atuação da Universidade que se coloca o
problema da produção de conhecimentos entre um público mais
amplo, não limitado apenas à sua clientela habitual formada pelo
próprio corpo discente (BRASIL, 1981).
f ) quando se tratar de documento sem autoria conhecida,
de publicação periódica referenciada no todo ou
dos casos em que a norma recomenda a entrada da
referência pelo título, a citação é feita usando-se a
primeira palavra do título, em letras maiúsculas, seguida
de reticências e data entre parênteses;
E X E M P L O
Conforme análise feita em CONSERVACIONISTAS... (1980)
os ecologistas nacionais estão empenhados no tombamento da
referida montanha.
No diagnóstico das neoplasias utilizou-se a classificação
histológica internacional de tumores dos animais domésticos,
segundo o BULLETIN... (1974).
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 137 21/5/2009 09:29:57 138 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
g) quando se tratar de vários trabalhos de um mesmo
autor, escritos em datas diferentes, cita-se o sobrenome do autor, seguido das datas entre parênteses; para a
citação de vários trabalhos de um mesmo autor com a
mesma data, usam-se letras minúsculas acompanhando
a data;
E X E M P L O
Lagerloff (1934, 1936, 1937) encontrou 22,08% de machos
afetados dessa hipoplasia.
Smith (1978a) Smith (1978b) ou Smith (1978a, b).
h ) quando se tratar de citação de um documento de 3
autores ou mais, indicá-los na ordem em que aparecem na referência, separados por ponto e vírgula, seguidos da
data ou indicar o primeiro autor seguido da expressão et al. e a data;
E X E M P L O
A relevância clínica desta observação é enfatizada pelo estudo
que demonstra que COX-2 seletivo e NSAIDs não seletivo são
igualmente analgésicos (GIERSE; HAUSER; GREELE; DIRIG,
1995).
A relevância clínica desta observação é enfatizada pelo estudo
que demonstra que COX-2 seletivo e NSAIDs não seletivo são
igualmente analgésicos (GIERSE et al., 1995).
i) quando se tratar de citação indireta de mais de um
documento de vários autores, indicá-los em ordem alfabética seguidos da respectiva data, separados por
ponto e vírgula;
E X E M P L O
O modelo da fonologia gerativa padrão influenciou todas as
teorias fonológicas que o seguiram (CHOMSKy; HALLE,
1968; GOLDSMITH, 1990; LADEFOGED, 1982).
j) quando se tratar de documentos sem data, registrar
uma data aproximada, entre colchetes, seguindo a
orientação de 16.2.6 deste Manual;
E X E M P L O
Machado [1915?]
k) quando houver necessidade de se suprimir partes
de uma citação, no início, meio ou no final do trecho,
usam-se reticências entre colchetes;
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 138 21/5/2009 09:29:57
c I T a ç õ e s 139
E X E M P L O
“[...] a técnica é a maneira mais adequada de se vencer as etapas
indicadas pelo método. Por isso diz-se que o método equivale à
estratégia, enquanto a técnica equivale à tática [...]” (GALLIANO,
1979, p. 14).
Para Ackoff (1975, p. 27) “[...] o objetivo da ciência não é somente
aumentar o conhecimento, mas o de aumentar as nossas
possibilidades de continuar aumentando o conhecimento [...]”
Recomenda-se expor os resultados das observações e experiências
no passado [...] para as generalidades ou para as referências a
condições estáveis (REy, 1972, p. 37).
l ) quando se fizerem interpolações, acréscimos ou
comentários ao texto , deve-se indicá-los entre colchetes;
E X E M P L O
“Nesse sistema ocorre o vozeamento [ou sua ausência] na
produção dos sons.” (CRySTAL, 1997).
m ) quando se quiser dar ênfase ou destaque a palavra(s),
expressão(ões) ou trecho(s) no texto de uma citação, adotar grifo, negrito ou itálico;
E X E M P L O
Kerbrat-Orecchionni (1980) menciona o fato de que os elementos
linguísticos presentes no nível do enunciado não são guias
infalíveis de apreensão de ironias, mas índices presumitivos.
n ) quando se tratar de citação de textos em língua
estrangeira, duas opções se apresentam:
– transcrever a citação na língua original, traduzindo-a
em nota de rodapé,
– traduzir diretamente no texto e indicar, em nota
de rodapé, a língua do documento original;
No texto:
E X E M P L O
Isso reforça o que diz Reboul (1998, p. 33-34): “[...] l’unité profonde
de la réthorique [...] n’est jamais simplement esthétique ni
simplement argumentative, [elle] se situe toujours au croisement
des deux.”1
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Em rodapé:
E X E M P L O
1 “[...] a unidade profunda da retórica [...] não é jamais simplesmente
estética nem simplesmente argumentativa, [ela] se situa sempre no
cruzamento das duas.” (Tradução nossa).
o) quando for necessário fazer a tradução, ou grifar
palavras para destacar alguma passagem, nas citações literais, a alteração do original deve ser indicada junto
à indicação da fonte;
E X E M P L O
(tradução do autor) (tradução nossa) (grifo do autor)
(grifo nosso)
“Partindo do pressuposto de que algumas questões poderiam
ser específicas de algumas áreas, optou-se por avaliar os
dados coletados, inicialmente, por área do conhecimento e posteriormente considerando a amostra global.” (FRANÇA et
al., 2002, p. 3, grifo nosso).
p) a citação de dados obtidos por informação oral
(palestras, debates, comunicações e outros) é indicada
pela expressão informação verbal, entre parênteses e mencionando-se os dados disponíveis em nota de
rodapé;
No texto:
E X E M P L O
A Biblioteca Universitária da UFMG pretende elaborar um
projeto de acesso às Bases de Dados Nacionais na área de Biologia
(informação verbal).1
Em rodapé:
E X E M P L O 1 Informe repassado em Reunião das Bibliotecas do sB-UfmG em maio
de 1998.
q ) os dados obtidos de trabalhos ainda não publicados
ou em fase de pré-publicação são citados, registrando-
-se as informações bibliográficas disponíveis (autor,
título, nome da instituição, data), conforme capítulo
15, alínea b, deste Manual;
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c I T a ç õ e s 141
No texto:
E X E M P L O
[...] artigo sobre interação in vitro e in vivo entre amostras de Escherichia coli.1
Em rodapé:
1 EXEMPLO Trabalho de autoria de edir nepomuceno da silva e outros da faculdade
de medicina Veterinária da UsP, 1988 (em fase de pré-publicação).
r ) erros gráficos ou de outra natureza, constantes do
texto original, poderão ser indicados com a expressão
latina (sic) que significa que estava assim mesmo, no
texto original;
EXEMPLO
Sr. - Por só achar vivendo em sucessiva opressão o Povo destas
minas gemendo não tanto com o peso dos quintos que a V.
Majestade pagam, porque esses se podem dizer tributo devido,
ainda que deva ser sensível pagá-lo quem não é mineiro, como
com os insuavis (sic) acessórios que em pena se estabeleçam em
direitura contra os rebeldes, nos impele a obrigação de acudir
pelo bem público dar esta conta a V. Majestade lembrados de que
na criação das intendências [...] (CARVALHO, 1982).
Obs.: em alguns textos, principalmente, quando se trata da análise de uma ou várias
publicações, os autores costumam adotar abreviaturas para se referirem à obra
ou obras analisadas. no entanto, deve-se evitar esse procedimento pelo fato
de que as abreviaturas cansam o leitor, além de se tornarem ambíguas para
aqueles que se interessam pela leitura de apenas uma parte da obra. nota-se
ainda que o procedimento é falho, nos casos de reprodução de partes isoladas
do texto, nas quais o leitor não encontra a explicação ou o significado de tais
abreviaturas.
EXEMPLO
Em uma publicação que analisa a obra de René Descartes,
discurso do método, o autor adotou a abreviatura DM, sempre que se referia ao título, no texto. Seria preferível repetir
o sobrenome do autor e data, tantas vezes quantas fossem
necessárias, ou seja, Descartes (1956).
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 141 21/5/2009 09:29:57 142 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
Citações repetidas da Constituição Federal podem ser
abreviadas da forma que se segue:
E X E M P L O
(CF, art. 153, 3o, I);
onde, 3o refere-se ao parágrafo e I indica o inciso.
Em um estudo sobre diversas obras da autora portuguesa
Maria Gabriela Llansol, em vez de usar abreviaturas com as iniciais dos diversos títulos analisados, optou-se por mencionar parte dos títulos dessas obras, após as citações literais feitas:
E X E M P L O
“[...] um calendário necessário”, justifica a autora, “porque o texto
podia se tornar universo e desaparecer.” (Um falcão... p. 8).
“Nós não falamos sobre o sentido da vida, da morte, nem
experimentamos matérias que manipulemos, fora de nós.”
(Finita, p. 80).
“Entramos neste espaço sombrio do mundo com patas brilhantes,
não sabendo que ela ia entrar no leito das ‘cenas fulgor’.” (Um
beijo... p. 75).
14.5 Citação de informações extraídas das redes
de comunicação eletrônica
Considerando que o objetivo de qualquer citação é
permitir sua comprovação ou aprofundamento no tema pelo leitor, também para as informações relativas aos documentos eletrônicos é necessário citar a fonte — endereço eletrônico —, possibilitando dessa forma que qualquer pessoa possa percorrer o mesmo caminho.
No texto:
E X E M P L O 1 Através da lista de discussão do COMUT online soube-se que a
mesma já conta com mais de 200 inscritos [...]
Em rodapé:
E X E M P L O 1 listserv@ibict.br
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c I T a ç õ e s 143
No texto:
EXEMPLO
Segundo Ferreira (1998, p. 3)2 “as informações contidas em uma referência devem ser extraídas do próprio documento eletrônico
ou da documentação que o acompanha. Em nenhum caso
a referência deve incluir informação não disponível na fonte
consultada.”
Em rodapé:
EXEMPLO
2 http://www.eca.usp.br/eca/prof/sueli/intro
Observações:
• Em ambos os casos, a referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem de referências ao final do trabalho. no entanto, para informações ou dados que estarão apenas temporariamente nas redes de comunicação eletrônica, faz-se necessário a inclusão de uma nota de rodapé explicativa, além do endereço eletrônico. Nesse caso, não há necessidade de citar o documento na lista de referências.
• Se o documento eletrônico não for paginado, cita-se apenas autor e data.
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15 NOTAS DE RODAPÉ1
As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos
ou tecer considerações, que não devam ser incluídas no texto, para não interromper a sequência lógica da leitura. Devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto, não sendo aconselhável reuni-las todas no fim de capítulos ou da publicação.
Para se fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se
algarismos arábicos, na entrelinha superior, sem parênteses, após da pontuação da frase, se houver, com numeração consecutiva para cada capítulo ou parte, evitando-se recomeçar a numeração a cada página. Quando as notas forem em número reduzido, pode-se adotar uma sequência numérica única para todo o texto. Há dois tipos de notas de rodapé:
a) notas de referência
são em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas,
permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento
do lei tor. Indicam textos relacionados com as afirmações
contidas no trabalho, remetendo o leitor a outras partes
do mesmo trabalho ou outros trabalhos para comparação
de resultados. Nas notas de rodapé podem ser incluídas
também a tradução de citações feitas em língua estrangeira
ou indicação da língua original de citações traduzidas;
b) notas explicativas
referem-se a comentários e/ou observações pessoais do
autor. Por exemplo, concessão de bolsas e auxílios finan-
ceiros para realização de pesquisa, nomes de instituições,
endereços, tí tulos do autor e outros. São também usadas para
indicar dados relativos a comunicação pessoal, a trabalhos
não publicados e a originais não consultados, mas citados
pelo autor.
1 capítulo baseado na nBR 10520 (aBnT, 2002b).
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n o T a s d e R o d a P é 145
15.1 Apresentação
As notas de rodapé se localizam na margem inferior da
mesma página onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm e digitadas em espaço simples e com caractere menor do que o usado para o texto. Segundo a NBR 10520 (ABNT, 2002b, p. 5), as notas são alinhadas pela primeira palavra, de forma a deixar o número em evidência, e digitadas sem espaço entre elas.
E X E M P L O S essa nova incursão da rede de supermercados foi amplamente anunciada 1
em TendÊncIas... (1979); cadeIas... (1980) e outros. esse novo tipo
de estabelecimento com auto-serviço foi introduzido no Brasil através
dos supermercados Riachuelo de santa catarina.
2 a ação do governo está sendo empreendida através da coBaL, com a
criação da rede somar de abastecimento.
3 Tanto o grupo casas da Banha-merci quanto o grupo Pão de açúcar
já atuam na área industrial, com fábricas de conservas alimentícias e
abatedouros de frangos, respectivamente.
4 VaLe, W. G. comunicação pessoal. 1982. (centro de ciências Biológicas
da UfPa, departamento de Biologia, 66.000 - Belém, Pará, Brasil).
5 daY, martha (mdaY@sage.uvm.edu). Review to film - Bad Liwtenant
[mensagem pessoal]. mensagem recebida por: Xia Li (XLI@moose.uvm.
edu). em 30 July 1995.
6 dUaRTe, moacyr. In: semInÁRIo o fUTURo do modeLo de concessões
de RodoVIas, 2003, são Paulo, sP. Informação verbal.
7 maRdeRo aReLLano, m. a. novos serviços de referência digital nas
bibliotecas universitárias. In: enconTRo do sIsTema de BIBLIoTecas
da UfmG, 2., 2009, Belo Horizonte. Palestra apresentada em 11 mar. 2009
às 13h 30min.
15.1.1 Notas de referência
As notas de referência devem conter o sobrenome do
autor, data da publicação e outros dados para localização da parte citada. Essa orientação aplica-se também a artigos de publicações periódicas.
E X E M P L O 1 nÓBReGa, 1962, p. 365.
2 oLIVeIRa; cosTa, 1970, p. 46. 3 RocHa; BasTos; GUImaRÃes, 2007, p. 52. 4 VIeIRa et al., 2003, p. 112. 5 WIRTH, 1977, v. 2, p. 7. 6 moTa, 1979, cap. 2, p. 120. 7 meLLo, 1982, v. 3, cap. 2, p. 117-120. 8 GoLcHeR, 1982, p. 38, nota 19. 9 cosTa, 1955, canto VI, p. 164; canto IX, p. 183; canto V, p. 188.
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No caso de obras clássicas, as notas de referência podem
trazer informações identificadoras da parte citada, mesmo fugindo aos padrões convencionais, já que essas obras não são paginadas e possuem divisão própria, comum a qualquer edição.
E X E M P L O 7 HeRÓdoTo. iv, 52. (obra única do autor, com numeração de livro e
parágrafo, respectivamente.)
8 HomeRo. Ilíada, II, 349. (numeração correspondente a livro e verso,
respectivamente.)
9 PLaTÃo. 1269a. (numeração referente à coluna das edições antigas,
mantida nas edições atuais.)
Quando a entrada da referência2 for feita pelo título, a nota
de rodapé correspondente deve conter a primeira palavra do título em maiúscula, seguida de reticências, data da publicação e página.
E X E M P L O 6 caRTa... 1900, p. 211-215.
Pode-se também redigir uma nota, indicando-se:
SOBRENOME DO AUTOR. Título da publicação, página.
E X E M P L O 7 casTRo. A prática da pesquisa, p. 29.
8 feRReIRa. Rev. Bras. Botânica, p. 53.
Em alguns textos torna-se necessário repetir mais de
uma vez a mesma chamada numérica para uma determinada nota de rodapé, evitando-se assim a repetição de notas idênticas. No entanto, esse procedimento deve restringir-se apenas a notas de uma mesma página ou páginas confrontantes.
E X E M P L O
Dentre eles, ressalta a disputa de Vei com Macunaíma, já consi-
deradas por Mário, no prefácio, como sendo uma das “alegorias
centrais do livro.”27 Outra passagem relevante seria a “Carta pras Icamiabas”, que H. de Campos interpretou como um
capítulo autônomo e ornamental, uma exibição de virtuosismo
linguístico.27
2 a definição do termo “entrada” consta em 16.2.1 deste Manual.
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n o T a s d e R o d a P é 147
É muito comum o uso de termos, expressões e abreviaturas
latinas, embora devam ser evitadas, uma vez que dificultam a leitura. Em alguns casos é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias as indicações bibliográficas. Essas expressões só podem ser usadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou em páginas confrontantes e devem ser grafadas em itálico, adotando-se o mesmo procedimento gramatical que é usado para apresentação das palavras estrangeiras inseridas em textos de língua portuguesa ou de língua estrangeira.3
Apud = citado por, conforme, segundo Ibidem ou Ibid. = na mesma obra Idem ou Id. = do mesmo autor Opus citatum ou Op. cit. = na obra citada Loco citato ou Loc. cit. = no lugar citado Sequentia ou Et seq. = seguinte ou que se segue Passim = aqui e ali; em vários trechos ou passagens Confira ou Cf. = confira, confronte
Sic = assim mesmo, desta maneira
A expressão “Apud” é usada para indicar uma citação de
citação, podendo ser usada no texto, em rodapé ou na referência (ver item 14.3).
1 E X E M P L O
JaKoBson; HaLLe, 1956 apud KaTamBa, 1989, p. 49.
O termo “Ibidem” (na mesma obra) só é usado quando se
fizerem várias citações de um mesmo documento, variando apenas a paginação.
1 E X E M P L O
LeacH, 1957, p. 163.
2 Ibidem, p. 165. 3 Ibidem, p. 171-172.
Sempre que possível é preferível repetir os dados.
1 E X E M P L O
LeacH, 1957, p. 163.
2 LeacH, 1957, p. 165. 3 LeacH, 1957, p. 171-172.
3 HoUaIss, 2001, p. xviii.
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O termo “Idem” ou “Id.” (do mesmo autor) substitui
o nome, quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor.
E X E M P L O 1 fURTado, 1972.
2 Idem, 1969, p. 45. 3 Idem, 1976, p. 79-80.
Obs.: o uso de Idem e Ibidem na mesma nota é redundante.
A expressão “Op. cit.” (na obra citada) é usada em seguida
ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de uma ou mais notas.
E X E M P L O 1 LaHR, 1972, p. 134.
2 fonTes, 1983, p. 42. 3 LaHR, op. cit., p. 39.
A expressão “Loc. cit. ” (no lugar citado) é empregada para
mencionar a mesma página de uma obra já citada.
E X E M P L O 1 GaTes, 1972, p. 222.
2 GaTes, loc. cit.
A expressão “Et seq.” (seguinte ou que se segue) é usada
quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Indica-se a primeira página, seguida da expressão “et seq.”
E X E M P L O 1 fIGUeIRedo; cUnHa, 1967, p. 102 et seq.
O termo “Passim” (aqui e ali) é usado quando se quer
fazer re ferência a diversas páginas de onde foram retiradas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Indica-se a página inicial e final do trecho que contém as opiniões e os conceitos utilizados.
E X E M P L O 1 PRado, 1971, p. 34-72 passim.
A abreviatura “Cf.” (confira ou confronte) é normalmente
usada para fazer re ferência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor.
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n o T a s d e R o d a P é 149
1 E X E M P L O cf. saLVadoR, 1980, p. 30-31. 2 cf. nota 3 deste capítulo. 3 o homem é considerado como animal, como homem e como cidadão. 4 cf. azeVedo, 1933, p. 299, nota 51. 5 nesse sentido, o ministro da educação Paulo Renato de souza classifica
o ensino médio como filho bastardo do ensino fundamental. (cf. soUza,
1999, p. 27)
A expressão “Sic” é usada para destacar erros gráficos ou
de outra natureza, informando ao leitor que estava assim mesmo, no texto original.
E X E M P L O
[...] todo aquele devedor que for reniente em pagar sua dívida
e que buscar algum surterfúgio (sic) para [...] (FERREIRA,
1986, p. 245).
15.1.2 Notas explicativas
Algumas notas apenas fazem considerações suplementares
e não devem integrar o texto por interromper a sequência do pensamento.
1 E X E M P L O o verbo “pagar-se” aparece aqui nominalizado. estaríamos, então, diante
de construção de complemento nominal.
2 digno de nota é salles (1978, p. 73): [...] Governador de minas, aclamado
pelo povo. simboliza, portanto, o primeiro governo legítimo do Brasil,
porquanto eleito (por aclamação) pelo povo.
1 E X E M P L O Professor titular da cadeira de fisiologia, do departamento de fisiologia
do Instituto de ciências Biológicas da UfmG.
2 Trabalho realizado com o auxílio financeiro da caPes e cnPq.
Para as notas do tradutor deve-se incluir o indicativo N.T.
para distingui-las das demais.
1 E X E M P L O nessa edição seguimos o texto de f. Plessis e as anotações de Gossrau,
dumlop e outros críticos. Quanto à forma adotada, marão e não maro
(como cícero), além de ser mais vulgarizada é mais de acordo com o
nosso idioma. (n.T.).
As notas de rodapé são usadas, também, para mencionar
informações relativas a documentos de arquivos e de acervos especiais , que são, em sua maioria, não publicados. Esses documentos são importantes fontes de informação, utilizados para consulta, estudo, comprovação e pesquisa, por registrarem fatos, épocas, pensamentos
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de uma pessoa, povo ou instituição. Podem apresentar-se em diferentes formas físicas, como textual, no caso de documentos manuscritos, datilografados ou digitados; cartográfica; iconográfica; filmográfica; sonora; micrográfica ou eletrônica. Portanto, deve-se procurar registrar, em notas de rodapé, os dados necessários para identificação do item documental, possibitando, em caso de arquivos e acervos organizados, a localização do documento. Para os documentos publicados, referenciar conforme o capítulo 16 deste Manual.
E X E M P L O 1 caRTa, em português, de chico Buarque para francisco curt Lange. Versa
sobre compositores brasileiros e traz no verso: lista de compositores
da mPB da época. Rio de Janeiro, datada de 15 fev. 1970. faz parte da
série correspondências, do fundo curt Lange. Localizado na Biblioteca
Universitária/UfmG, Belo Horizonte. 2 f.
2 LIsTaGem: relação nominal dos componentes da corporação musical no
ano de 1945. faz parte do dossiê: Bandas do Brasil, 1923-1928, da série
Vida, do fundo curt Lange. Localizado na Biblioteca Universitária/UfmG,
Belo Horizonte. 2 f.
3 foToGRafIa de abgar Renault e Gustavo capanema por ocasião da
cerimônia de colação de grau dos alunos do Colégio de Aplicação em Belo
Horizonte. Belo Horizonte, 1930. faz parte da série fotografias. sub-série:
fotografias década de 30. Pertence ao acervo abgar Renault. Localizado
na Biblioteca Universitária/UfmG, Belo Horizonte. 1 f. dimensão: 18 x 24
cm, p & b.
E X E M P L O 1 cÓPIa de uma carta que o excelentíssimo d. Pedro de almeida Gover-
nador destas minas escreveu ao senado da câmara desta Vila. Livro de
termos de arrematações e fianças do senado da câmara da Vila de são
João del-Rei 1715-1722 (TeR 215), f. (s/n). Pertencente ao fundo do
arquivo da câmara municipal de são João del Rei.
2 ReGIsTRo de uma instrução que dá ao senado da câmara desta Vila ao
procurador que fez para ir às minas Gerais requerer na consulta. Livro
de termos de arrematações e fianças do senado da câmara da Vila de
são João del-Rei 1715-1722 (TeR 215), f. 13-13v. Pertencente ao fundo
do arquivo da câmara municipal de são João del Rei.
3 enTRe os diversos exemplos existentes na documentação, nas despesas
de 1716 foram pagas algumas oitavas ao procurador, “de várias
despesas que fez”, pago ao procurador do conselho “de aluguel de seu
negro e outras miudezas”. Livro de receita e despesa 1719-1743, (Rec
168), f. 3 e f. 5. Pertencente ao fundo do arquivo da câmara municipal
de são João del Rei.
4 TeRmo de posse dado a Lourenço Ribeiro Brito do cargo de Tesoureiro
deste senado, 05/jan./1737. Livro de acórdãos e termos de vereança
1736-1743 (acoRd 01), f. 5v. Pertencente ao fundo do arquivo da
câmara municipal de são João del Rei.
5 TeRmo de abertura de Pelouros, de 15/dez./1737. Livro de acórdãos e
termos de vereança 1736-1743 (acoRd 01), f. 35v-36.
6 aUTo de posse dada aos novos Juízes e vereadores e procurador que
hão de servir na câmara desta Vila o ano presente de mil e setecentos
e trinta e sete, de 01/jan./1737. Livro de acórdãos e termos de vereança
1736-1743 (acoRd 01), f. 1v-2v. Pertencente ao fundo do arquivo da
câmara municipal de são João del Rei.
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n o T a s d e R o d a P é 151
1 E X E M P L O MELLO, Antônio Joaquim de Souza Corrêa e. Oração gratulatória na
exaltação do Paracatu, à Vila do Paracatu do Príncipe. após a instalação
do senado da câmara da nova Vila, quando se cantou solene Te-deum
na Igreja Matriz de Santo Antônio. Pelo vigário de toda a freguezia de
Santo Antônio, e de São Romão da Manga, que a fez e recitou. 18 de
dezembro de 1799. - cópia datilografada de? pertencente ao historiador
oliveira mello.
2 sILVa, Luís Vieira da. oração fúnebre que nas exéguias do Illmº. o Rmº.
dor. Lourenço Joseph de Queiros coimbra e Vasconcellos [...] Vigário
confirmado na Parochia de n. s. da conceição da Real Villa de sabará
fez celebrar aos 30 dias de seu fallecimento antonio d’affonseca Vascos Presbitero secular e [...] aos 12 de outubro de 1784 - ms. pertencente
à coleção Rubens Borba de moraes.
3 BaPTIsTéRIo e cerimonial dos sacramentos da sancta madre Igreja
Romana [...]. na officina de Luis secco ferreyra, familiar do s. officio
[...], anno de 1730. - ex. do arquivo da matriz de nossa senhora da
Conceição de Antônio Dias, Ouro Preto.
Obs.: a utilização de notas de rodapé deve observar um certo equilí brio. não se deve
permitir que um texto permaneça equívoco ou ambíguo por falta de explicação
em nota de rodapé. Por outro lado, não se des via para rodapé informação básica
que deve integrar o texto.
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16 REFERÊNCIAS1
Este capítulo apresenta três aspectos básicos: conceitos,
transcrição dos elementos e apresentação de referências de materiais impressos e documentos audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros.
16.1 Conceitos
Referência é um conjunto de elementos que permite a
identificação de publicações, no todo ou em parte. Esses elementos podem ser essenciais ou complementares e são extraídos do documento que estiver sendo referenciado.
A NBR 6023 (ABNT, 2002a) adota o termo Referência de
forma genérica, já que há na atualidade uma grande diversidade de fontes de informação, bibliográficas e não bibliográficas.
Relacionam-se as referências em lista própria, incluindo-se
todas as fontes efetivamente utilizadas para a elaboração do trabalho. Essa lista pode obedecer a uma ordem alfabética única de sobrenome de autor, entidade autora e título para todo tipo de material consultado, independentemente do formato em que se apresente, ou uma ordem numérica crescente , obedecendo a ordem de citação no texto.
As referências também podem ser apresentadas em
notas de rodapé (excepcionalmente), ao fim do texto ou de capítulo, antecedendo resumos, resenhas e recensões.
Documento eletrônico é aquele existente em formato
eletrônico acessível por computador.
A referenciação do documento eletrônico deve incluir
os dados comumente usados para os documentos convencionais, acrescentando-se os dados específicos que possibilitem sua localização e recuperação, como, por exemplo, o endereço eletrônico.
1 capítulo baseado na nBR 6023 (aBnT, 2002a).
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R e f e R Ê n c I a s 153
Os documentos eletrônicos mais comuns são: monografias,
bases de dados, softwares (programas de computador), publicações periódicas, mensagens pessoais, documentos da www, resultados de pesquisas WAIS, arquivos variados, arquivo para FTP e documento via Gopher.
Esses documentos podem ser apresentados online ou em
diversos suportes como: CD-ROM, disquetes e fitas magnéticas.
Comunicações pessoais (inclusive e-mails e trabalhos
não publicados) não fazem parte da lista de referências, sendo colocadas apenas em nota de rodapé (ver notas 4, 5 e 6 em 15.1).
16.2 Transcrição dos elementos que compõem
as referências
CONTEúDO
- formas de entrada (autores pessoais, autor entidade e título)
- título e subtítulo- edição
- local de publicação- editora
- data
- descrição física
- séries
- notas especiais
NOTA – Os elementos apresentados em negrito
caracterizam-se como essenciais.
16.2.1 Formas de entrada
Entrada é a expressão ou palavra (nome do autor, título,
assunto etc.) que encabeça uma referência, determinando sua localização em índices, catálogos e bibliografias. É em alguns casos chamada de cabeçalho. São os seguintes os tipos de entrada:
16.2.1.1 Autores pessoais
Inicia-se a entrada pelo último sobrenome do autor (exceto
para sobrenomes compostos) em maiúsculas, seguido dos prenomes, da mesma forma como constam do documento, abreviados ou não. Procura-se adotar na lista de referências o mesmo padrão para a apresentação dos nomes e sobrenomes, abreviados ou por extenso.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 153 21/5/2009 09:29:58 154 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
a) autoria individual
E X E M P L O MARCONI, Marina de Andrade.
KLAUSMEIER, H. J.
BILAC, Olavo. (e não BILAC, Olavo Braz Martins dos
Guimarães).
Consideram-se sobrenomes compostos, entre outros:
– sobrenomes ligados por hífen
E X E M P L O DUQUE-ESTRADA, Osório.
ROQUETE-PINTO, Edgard.
– sobrenomes que indicam parentesco
E X E M P L O VARGAS NETO, José.
CÂMARA JúNIOR, J. Mattoso (Joaquim Mattoso).
ESPÍRITO SANTO JúNIOR, Lúcio Emílio do.
– sobrenomes compostos de um substantivo + adjetivo
E X E M P L O CASTELO BRANCO, Camilo.
ESPÍRITO SANTO, Humberto.
b) documentos elaborados por até três autores
mencionam-se os nomes de todos na mesma ordem
em que constam da publicação, separados por ponto e
vírgula;
E X E M P L O WELLEK, René; WARREN, Austin.
BLOOD, D. C.; HENDERSON, J. A.; RODOSTITS, O. M.
c) documentos elaborados por mais de três autores
indica-se apenas o primeiro, seguido da expressão latina
et al. (= e outros), em itálico, conforme Houaiss (2001, p. xviii);
E X E M P L O BURNER, Bárbara B. et al.
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R e f e R Ê n c I a s 155
No entanto, a NBR 6023 (ABNT, 2002a) recomenda a
indicação dos nomes de todos os autores nos casos em
que essa menção for indispensável, como nos projetos
de pesquisas, relatórios e outros tipos de publicação.
d) documentos elaborados por vários autores com um
responsável intelectual destacado (organizador, editor,
compilador, coordenador e outros)
são referenciados pelo nome desse autor, seguido
da abreviatura pertinente, caracterizando o tipo de
responsabilidade. (Org., Ed., Comp., Coord. etc.);
POMPERMAyER, Malori José (Org.). E X E M P L O
e) documentos de um mesmo autor reunidos sob a
responsabilidade intelectual de um outro autor
(organizador, editor, compilador ou coordenador)
são referenciados pelo nome do autor dos documentos,
já que é único, e trazem o nome do organizador em
seguida ao título;
VASCONCELLOS, Sylvio de. Sylvio de Vasconcellos : E X E M P L O arquitetura, arte e cidade: textos reunidos. Organização de
Celina Borges Lemos. Belo Horizonte: BDMG Cultural,
2004.
f) documentos publicados sob pseudônimo
ou heterônimo
deve-se adotar essa entrada, seguida do nome verdadeiro
do autor, entre colchetes, quando for conhecido;
ATHAyDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. E X E M P L O CAEIRO, Alberto [Fernando Pessoa].
g) pessoas com responsabilidade pelo conjunto da
obra (compiladores, editores, adaptadores)2
Compilador “é a pessoa que produz uma obra com
material extraído de obras de outros autores.” Editor
2 definições extraídas do cÓdIGo...1969, p. 411.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 155 21/5/2009 09:29:58 156 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
“é a pessoa que prepara para publicação uma obra
ou coleção de obras ou artigos, escritos por outras
pessoas.” Adaptador “é a pessoa que modifica uma obra, condensando-a ou ajustando-a a um determinado
fim ou tipo de leitor, conservando, entretanto, na
medida do possível, o texto e o argumento original.”
Nesses casos, acrescenta-se, entre parênteses, a abrevia-
tura pertinente após o nome.
E X E M P L O AZEVEDO, Fernando de (Comp.).
MOORE, Wilbert E. (Ed.).
MONTEIRO LOBATO, José Bento (Adapt.).
16.2.1.2 Autor entidade
a) obras de responsabilidade de entidade
– quando se tratar de obras de responsabilidade
de entidade (órgãos governamentais, empresas,
associações, congressos, seminários etc.) a entrada,
de modo geral, é pelo seu próprio nome, por
extenso,
E X E M P L O
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS .
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS.
Biblioteca Universitária.
CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECO-
NOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 1., 1980, Salvador.
FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA.
– em se tratando de reuniões e encontros científicos
(congressos, conferências, simpósios, seminários e
outros), incluem-se os seguintes elementos: nome
do evento, número, ano e local de realização,
– para os casos de mais de um evento, realizados
simultaneamente, devem-se seguir as mesmas regras
de pontuação aplicadas a autores pessoais;
E X E M P L O CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA, 1.;
REUNIÃO ANUAL DA SBZ, 17., 1980, Fortaleza.
CONGRESSO DA FEDERAÇÃO LATINO-AMERICANA
DE PARASITÓLOGOS, 6.; CONGRESSO DA SOCIEDADE
BRASILEIRA DE PARASITOLOGIA, 8.; JORNADA
PAULISTA DE PARASITOLOGIA, 5., 1983, São Paulo.
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R e f e R Ê n c I a s 157
b) entidade com denominação genérica
quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome
é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da
jurisdição geográfica à qual pertence (NBR 6023, p. 15);
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Federal de E X E M P L O Educação.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação.
BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal.
c) entidade com denominação específica
se a entidade, vinculada a um órgão maior, tiver uma
denominação específica que a identifique, a entrada será feita diretamente pelo seu nome. Em caso de
duplicidade de nomes, deve-se acrescentar ao final a
unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre
parênteses.
BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). E X E M P L O BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal).
16.2.1.3 Entrada por título
As publicações anônimas ou não assinadas têm entrada
pelo título da publicação, sendo a primeira palavra impressa em letras maiúsculas.
ART for its own sake. Chicago: Nonpareil, 1910. 230 p. E X E M P L O NUTRIENT requirements of swine. 6th ed. Washington: National Academic of Science, 1968. 20 p.
16.2.2 Título e subtítulo
O título deve ser reproduzido exatamente como figura no
documento. Os títulos muito longos podem ter as últimas palavras suprimidas, usando-se reticências.
NORMA técnica especial nº 005/99 que dispõe sobre a E X E M P L O fiscalização e vigilância sanitária em laboratórios...
Os títulos de periódicos podem ser abreviados conforme
orientações da NBR 6032 (ABNT, 1989b).
Quando o documento trouxer os títulos em mais de uma
língua, a NBR 6032 recomenda que seja feito o registro do primeiro.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 157 21/5/2009 09:29:58 158 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
No entanto, pode-se registrar também os demais, separando-os pelo sinal de igualdade.
E X E M P L O LINGUISTIC BIBLIOGRAPHIC = BIBLIOGRAPHIE
LINGUISTIQUE
Os títulos das publicações avulsas ou monografias,
segundo a NBR 6023 (ABNT, 2002a), devem ser apresentados com destaque tipográfico (itálico ou negrito). Os títulos dos periódicos, quando referenciados no todo (fascículos ou coleções), devem figurar em letras maiúsculas.
E X E M P L O OLIVEIRA, Alaíde Lisboa de. A bonequinha preta. 13. ed. Belo
Horizonte: Ed. Lê, 1982.
MARTINS FILHO, Plínio. Direitos autorais na Internet.
Ciência da Informação , Brasília, v. 27, n. 2, p. 183-188, maio/ ago. 1998.
REVISTA DO CENTRO DE ESTUDOS PORTUGUESES,
Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, v. 22, n. 30,
jan./jun. 2002.
Para os documentos sem título, pode-se atribuir um título,
entre colchetes, que identifique o conteúdo do documento.
E X E M P L O ÁLVARES, M.C. [Comentários à norma de apresentação tabular
do IBGE]. Belo Horizonte: [s.n.], 1999.
O subtítulo só é mencionado na referência, quando
fornecer informação complementar ao título; nesse caso, usam-se dois-pontos para separá-los.
E X E M P L O As duas faces da moeda: uma leitura da obra de Aluízio de
Azevedo.
Narrativa trivial: estranhamento e formalismo.
16.2.3 Autoria secundária (tradutores, revisores,
ilustradores etc.)
Segundo a NBR 6023 (ABNT, 2002a, p. 14), “outros tipos
de responsabilidade podem ser acrescentados após o título, conforme aparecem no documento.” Quando esse nível de responsabilidade estiver a cargo de mais de três autores, cita-se o primeiro nome seguido de et al.
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R e f e R Ê n c I a s 159
E X E M P L O
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial.
Organização e introdução [de] Antonio Candido. São Paulo:
Brasiliense, 2000. 465 p.
16.2.4 Edição
Indica-se a edição de uma publicação a partir da
segunda, no idioma da publicação.
2. ed. (português, espanhol), 2 nd E X E M P L O ed. (inglês), 2 e éd. (francês), 2. Aufl. (alemão), 2ª ed. (italiano).
Para os documentos eletrônicos, a versão equivale à edição
e deve ser transcrita como tal.
versão 3.7 E X E M P L O
Quando a edição for revista e aumentada, essa informação
deve ser acrescentada de forma abreviada.
FERREIRA, D. G. Cartas chilenas: retrato de uma época. 2. E X E M P L O ed. rev. e aum. Belo Horizonte: UFMG, 1985. 327 p.
16.2.5 Local de publicação
O local de publicação (cidade) deve ser registrado como
figura no documento.
Belo Horizonte E X E M P L O
Quando se tratar de uma cidade sobre a qual se tem
conhecimento que há mais de uma com o mesmo nome, acrescenta-se a abreviatura do estado ou país, para identificá-la.
Campo Grande, RJ; Campo Grande, MS E X E M P L O
Quando houver mais de um local para uma única editora,
indica-se o primeiro ou o que estiver com maior destaque.
Se o documento não trouxer o nome da cidade, mas esta
puder ser identificada, registrá-la entre colchetes.
[São Paulo] E X E M P L O
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Na impossibilidade de identificá-la, usar a abreviatura
[S.l.] que significa sine loco.
16.2.6 Editora
O nome da editora deve ser registrado como figura no
documento, com os prenomes abreviados e suprimindo-se as palavras que designam a natureza jurídica e comercial da mesma.
E X E M P L O Ed. UFMG
J. Olympio
Melhoramentos
Havendo duas editoras, registram-se as duas com seus
respectivos locais; mais de duas, apenas a primeira ou a de maior destaque deverá ser indicada. Sendo as duas editoras do mesmo local, registra-se as duas separadas por dois-pontos ou como figurar no documento.
E X E M P L O Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Atlas
Rio de Janeiro: EDUERJ: Contraponto
Brasília: UNB/Imprensa Oficial
Para os documentos sem editora, indica-se [s.n.], que
significa sine nomine. Quando a editora for também o próprio autor (entidade coletiva ou pessoa), e já constar como tal, não precisa ser mencionado novamente.
E X E M P L O UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Normas
gerais de pós-graduação. Belo Horizonte, 1997. 44 p.
As obras publicadas com recursos do próprio autor, sem
vínculo com qualquer editora comercial ou institucional, conhecidas como “edição do(s) autor(es)”, devem incluir essa informação.
E X E M P L O CABRAL, Antônio Carlos Vieira; ROQUETE, André Luiz
Barbosa. Ginecologia puberal básica. Belo Horizonte: Edição
dos Autores, [1987]. 88 p.
No caso de não constar na publicação o local e o editor,
usar as expressões abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.]
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R e f e R Ê n c I a s 161
16.2.7 Data
Sendo a data um elemento essencial, a NBR 6023 (ABNT,
2002a) recomenda não deixar nenhuma referência sem data. Essa data de publicação, preferencialmente, pode ser também a de copyright (registro dos direitos autorais), da impressão e da apresentação, nos casos de trabalhos acadêmicos. No entanto, se nenhuma dessas estiver disponível, registra-se uma data aproximada entre colchetes como se segue abaixo:
[1957 ou 1958] um ano ou outro E X E M P L O [1981?] para data provável
[ca. 1960] para data aproximada
[1978] data certa, obtida através de pesquisa em outras
fontes
[entre 1914 e 1918] para intervalos menores de 20 anos
[197-] para década certa
[197-?] para década provável
[18 - -] para século certo
[18 - ?] para século provável
Ao referenciar uma coleção de obras em vários volumes,
publicados em datas distintas, indica-se a data do volume mais antigo e a do mais recente.
1932-1940 E X E M P L O
16.2.8 Descrição física
A descrição física refere-se ao número de páginas, folhas
ou volumes do documento que deve ser registrado da forma que aparece na obra.
218 p. (para obra paginada com algarismos arábicos). E X E M P L O 117 f. (para os trabalhos acadêmicos que comumente são
escritos apenas no anverso da página).
3 v. (quando se referencia uma coleção composta de mais
de um volume).
3 v. em 2 (quando o número de volumes bibliográficos difere
do número de volumes físicos).
p. 121-130 (quando se referencia parte de uma obra, como
capítulos, por exemplo).
ix, 137 p. (quando há uma parte inicial em algarismos
romanos e continua em arábicos).
302, xx p. (quando há uma parte no final da obra numerada
com algarismos romanos).
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Quando o documento tiver paginação irregular, deve-se
indicar: paginação irregular; não sendo paginado, indicar: não paginado.
Pode-se também fazer referência às ilustrações constantes
da obra, bem como às suas dimensões, da seguinte forma:
E X E M P L O il. (para indicar que a obra inclui ilustrações).
il. color. (para indicar ilustrações coloridas).
il. p&b (para indicar ilustrações em preto e branco).
Somente il. (para documento sem texto, apenas ilustrado).
21 cm.
16 cm x 23 cm.
5,3 cm de diâmetro x 10,3 cm de altura.
Obs.: as séries e notas especiais, que podem ser incluídas ao final das referências,
serão tratadas em 16.3.5, pela grande diversidade de exemplos.
16.3 Apresentação de referências
Neste item exemplifica-se o formato das referências
de materiais convencionais (impressos), materiais especiais e de documentos eletrônicos.
16.3.1 Publicações avulsas consideradas no todo, no
formato convencional e no eletrônico
CONTEúDO
a) livros e folhetos
b) monografias, dissertações, teses e outros
trabalhos acadêmicos
c) congressos, conferências, encontros e
outros eventos científicos
d) normas técnicas
e) patentes
f ) documento jurídico
g) bíblia
h) citação de citação
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R e f e R Ê n c I a s 163
a) livros e folhetos
formato convencional
AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local (cidade) de
publicação: Editora, data. Número de páginas ou
volumes. (Nome e número da série).
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica: para uso E X E M P L O dos estudantes universitários. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill
do Brasil, 1978. 144 p.
MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos
escolhidos . 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978. 208 p. (Os Pensadores, 6).
Formato eletrônico
AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local (cidade) de
publicação. Descrição física do meio eletrônico (disquete,
CD-ROM etc.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>.
Acesso em: dia mês e ano (para documentos online).
CARROLL, Lewis. Alice’s Adventures in Wonderland. Texinfo ed. E X E M P L O 2.1. Dortmund, Germany: WindSpiel, Nov. 1994. Disponível em:
<http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice.html>.
Acesso em: 10 Feb. 1995. ISBN 0681006447.
Obs.: Para indicar a disponibilidade e acesso, usar as expressões abaixo:
– disponível em:
– acesso em:
b) monografias, dissertações, teses
e outros trabalhos acadêmicos
formato convencional
AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número 3 de folhas ou volumes. (Categoria e área de concentração) – Nome da Faculdade, Nome da Universidade, cidade, ano
da defesa.
3 Para os trabalhos impressos apenas no anverso da folha, como é o caso da maioria das monografias,
dissertações e teses, a indicação é de folha (f.) e não de página.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 163 21/5/2009 09:29:58 164 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
E X E M P L O VASCONCELOS, Lídia Jane de. D. José I: recuperação de valores
estético/históricos. 1992. 75 f. Monografia (Especialização em
Conservação, Restauração de Bens Culturais Móveis) – Escola
de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo
Horizonte, 1992.
SENNE JúNIOR, Murilo. Instrumentação sísmica para centrais
nucleares . 1983. 116 f. Dissertação (Mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares) – Escola de Engenharia, Universidade
Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1983.
DINIZ, Arthur José Almeida. Direito internacional público e
o estado moderno. Orientador: Orlando de Carvalho.1975. 196 f. Tese (Doutorado em Direito) – Faculdade de Direito,
Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1975.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Elementos de fonética do português
brasileiro. 1981. 185 f. Tese (Livre docência) – Instituto de Estudos Literários, UNICAMP, 1981.
DUARTE, R. B. A study of the lateral strength of brickwork
panels with openings. 1993. 180 f. Thesis (PhD) – University of Edinburgh, Edinburgh, UK, 1993.
SANTOS, A. M. P. Resistência das alvenarias à compressão. 1998.
145 p. Relatório de estágio (Licenciatura Engenharia Civil) –
Laboratório de Engenharia Civil, Departamento de Engenharia
Civil, Universidade do Minho, Guimarães, Portugal, 1998.
Obs.: a primeira data a ser incluída na referência é a data em que o trabalho é apresentado
ou tornado público, e a última data é a da defesa.
opcionalmente, o nome do orientador pode ser acrescido à referência.
Formato eletrônico
AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. (Categoria
e área de concentração) – Nome da Faculdade, Nome da
Universidade, cidade, ano de defesa. Descrição física do
meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível
em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano.
(para os documentos online).
E X E M P L O ASSUMPÇÃO, Solange Rodrigues Bonomo. O jogo da
pontuação: a construção do sentido na tessitura da escrita. 2001. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) –
Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2001. 1 CD-ROM.
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R e f e R Ê n c I a s 165
c) congressos, conferências, encontros e outros
eventos científicos4
formato convencional
NOME DO EVENTO, número, ano, local de realização
(cidade). Título... subtítulo da publicação. Local de publi-
cação (cidade): Editora, data de publicação. Número de
páginas ou volumes.
E X E M P L O
CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECO-
NOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 1., 1980, Salvador. Anais...
Salvador: FEBAB, 1980. 350 p.
CONGRESSO INTERNACIONAL DE HEGEL, 11., 1976,
Lisboa. Idéia e matéria: comunicações ao congresso de Hegel.
Lisboa: Livros Horizonte, 1976. 96 p.
INO-ISIR MEETING ON THE INTERFERON SySTEM,
1984, Amsterdam. Proceedings: the biology of the interferon
system. Editors: Holger Kirchner and Huub Schellekens.
Amsterdam: Elsevier Science, 1985. 180 p.
Obs.: se a publicação não incluir um título geral, pode-se atribuir um título, entre colchetes,
que identifique o conteúdo do documento.
ENCONTRO DE PESQUISA DA ESCOLA DE VETERINÁRIA E X E M P L O DA UFMG, 10., 1982, Belo Horizonte. [Resumos]. Belo
Horizonte: Núcleo de Assessoramento à Pesquisa, 1982.
Formato eletrônico
NOME DO EVENTO, número, ano, local de realização
(cidade). Título... subtítulo. Local de publicação: Editora,
data de publicação. Descrição física do meio eletrônico
(CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível em: <endereço
eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano (para os documento
online).
SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE ANÁLISE DO E X E M P L O DISCURSO, 2., 2002, Belo Horizonte. Discurso, ação & sociedade. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2002. 1 CD-ROM.
4 Há casos em que o produto desses eventos — anais, “proceedings” etc. — aparece aplicado siste-
maticamente em revistas (ver 16.3.5 alínea K).
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d) normas técnicas
formato convencional
AUTOR. Número da norma: título e subtítulo. Local de
publicação (cidade): Editora, data. Número de páginas.
E X E M P L O ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.
Formato eletrônico
AUTOR. Número da norma: título e subtítulo. Local de
publicação: Editora, data. Número de páginas. Descrição
física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou
Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês
e ano (para documentos online).
E X E M P L O BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. Secretaria
Municipal de Saúde. 005/99: norma técnica de fiscalização
e vigilância sanitária em laboratórios de citopatologia... Belo Horizonte, 1999. Disponível em: <www.pbh.gov.br/smsa/
vigilância/arquivos>. Acesso em: 18 dez. 2002.
e) patentes (requeridas por empresa ou
pessoa física)
formato convencional
ENTIDADE RESPONSÁVEL. Autor. Título da invenção na
língua original. Número da patente, datas (do período de registro). Indicação da publicação onde foi citada a patente,
quando for o caso.
E X E M P L O PRODUTO ERLAN LTDA (Uberlândia - MG). Paulo César
da Fonseca. Ornamentação aplicada a embalagem. C.I.10-3-6.
BR n. DI 2300045, 12 set. 1983, 28 maio 1985. Revista da
Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, n. 762, 28 maio 1985.
WISCHHOFF, Dietrich W. Cadeira multiuso. BR. n.
MU7501381-9, 31 maio 1995.
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R e f e R Ê n c I a s 167
Formato eletrônico
ENTIDADE RESPONSÁVEL. Autor. Título da invenção na
língua original. Número da patente, datas (do período de registro). Descrição física do meio eletrônico (CD-ROM,
disquete etc.) ou Disponível em: <endereço eletrônico>.
Acesso em: dia mês e ano (para os documentos online).
CENTRO DE HISTOTERAPIA PLACENTÁRIA CUBANA. E X E M P L O Carlos Manuel Miyares Cao. Composição para o tratamento
da psoríase. PI 0008394-1 CU 00/00001, 22 fev. 2000, 31 ago. 2000. Disponível em: <www.inpi.gov.br/pesq_patentes>.
Acesso em: 28 nov. 2002.
f) documento jurídico
CONTEúDO
Legislação
Constituição
Emendas constitucionais
Textos legais infraconstitucionais (leis complementares
e ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções
do Senado)
Normas emanadas de entidades públicas e privadas
(atos normativos, portarias, resoluções, ordens de serviço,
instruções normativas, comunicados, avisos, circulares,
decisões administrativas e outros)
Jurisprudência
(súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais
decisões judiciais)
doutrina
(discussão técnica sobre questões legais, publicadas em
forma de monografias, artigos de periódicos e outros)
– Legislação
formato convencional
JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)
ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas).
Título, numeração e data (dia, mês e ano). Elementos complementares para melhor identificação do
documento (se necessário). Dados da publicação que
transcreveu o documento.
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E X E M P L O 5 BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República
Federativa do Brasil, 1988. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1988. 292 p.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição brasileira, 1988.
Texto constitucional de 5 de outubro de 1988 com as
alterações adotadas pelas emendas constitucionais n. 1/92
a 4/93 e pelas emendas constitucionais de revisão n. 1 a n.
6/94. Brasília: [Senado Federal], 1994. 230 p.
MINAS GERAIS. Decreto n. 17.248 de 4 de julho de 1975.
Minas Gerais , Belo Horizonte, 5 jul. 1975. p. 5. CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA.
Lei n. 5.517, de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de médico veterinário e cria os
Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária. Belo
Horizonte, 1970. 48 p.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Conselho
Universitário. Resolução n. 10/2002, de 14 de agosto de
2002. Aprova a criação do nível de doutorado no Programa
de Pós-graduação em Genética, de interesse do Instituto de
Ciências Biológicas. Boletim UFMG, Belo Horizonte, v. 29, n.
1377, p. 6, dez. 2002.
Formato eletrônico
JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)
ou NOME DA ENTIDADE (no caso de normas).
Título. Numeração e data (dia, mês e ano). Dados da publicação que transcreveu o documento. Descrição
física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou
Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia
mês e ano (para documentos online).
E X E M P L O
BRASIL. Congresso Nacional. Lei n. 10.523 de 23 de julho de
2002. Cria e transforma, no quadro permanente de pessoal da
Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região, os
cargos que menciona e dá outras providências. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 24 jul. 2002. Seção 1. p. 3. Disponível em: <http://www.
in.gov.br>. Acesso em: 23 dez. 2002.
5 Quando se tratar de constituições e suas emendas, incluir a palavra constituição e o ano de promul-
gação, entre parênteses, entre jurisdição e o título.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 168 21/5/2009 09:29:59
R e f e R Ê n c I a s 169
– Jurisprudência
formato convencional
JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)
e Órgão judiciário competente. Título (natureza da
decisão ou ementa) e número. Partes envolvidas (se
houver). Relator. Local, data (dia, mês e ano). Dados
da publicação que transcreveu o documento.
MINAS GERAIS. Tribunal de Justiça. Construção – alvará E X E M P L O de licença e alvará de autorização – distinção – poder de
polícia da municipalidade. Apelação cível n. 68.799. Posto CB
Ltda. versus Prefeito Municipal de Capim Branco. Relator:
Oliveira Leite. Belo Horizonte, Acórdão de 22 de abr. 1986.
Jurisprudência Mineira, Belo Horizonte, v. 94, p. 179-190, abr./ jun. 1986.
Formato eletrônico
JURISDIÇÃO (Nome do país, estado ou município)
e Órgão judiciário competente. Título (natureza da
decisão ou ementa) e número. Partes envolvidas (se
houver). Relator. Local, data (dia, mês e ano). Descrição
física do meio eletrônico (CD-ROM, disquete etc.) ou
Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia
mês e ano (para os documentos online).
SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Alçada Civil. Nula é a E X E M P L O ação de cobrança dirigida contra quem, como mandatário,
emitiu cheque. Ação rescisória n. 186.609. Marcos Pires versus
Domingos Teixeira. Relator: Machado Alvim. São Paulo,
Acórdão de 27 de fev. 1974. Revista dos Tribunais, São Paulo,
v. 463, p. 158-159, maio 1974. Disponível em: <http://www.
rt.com.br/juris/juris/.htm>. Acesso em: 23 dez. 2002.
– Doutrina
formato convencional
AUTOR. Título. Dados da publicação que transcreveu
o documento.
FRANÇA, Rubens Limongi. Direito intertemporal em matéria E X E M P L O civil: subsídios para uma doutrina brasileira. 1967. 581 f. Dissertação (Concurso a Cátedra de Direito Civil) – Faculdade
de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1967.
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E X E M P L O
PEREIRA, Frederico. Uma leitura constitucional da proteção
ao sigilo bancário. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 91, n.
804, out. 2002.
Formato eletrônico
AUTOR. Título. Dados da publicação que transcreveu
o documento. Descrição física do meio eletrônico
(CD-ROM, disquete etc.) ou Disponível em: <endereço
eletrônico>. Acesso em: dia mês e ano (para documen-
tos online).
E X E M P L O
GOMES, Luiz Flávio. STJ cancela súmula 174: arma de
brinquedo não agrava o roubo. Jus Navigandi, Teresina, v. 6,
n. 53, jan. 2002. Disponível em: <http://www1.jus.com.br/
doutrina/texto.asp?id=2561>. Acesso em: 23 dez. 2002.
g) bíblia
E X E M P L O
BÍBLIA SAGRADA. A. T. Gênesis. 34. ed. São Paulo: Editora
Ave-Maria, 1982. cap. 19, p. 65.
h) citação de citação
E X E M P L O
MILFORD, R.; HAyDOCK, K. P. The nutritive value of
protein in subtropical pasture species growth in southeast
Quensland. Aust. J. Exp. Agric. Anim. Husb., Melbourne, v. 5,
p. 13-17, 1965 apud NORTON, B. W. Differences between
species in forage quality. In: HACKER, J. B. (Ed.). Nutritional
limits to animal production from pastures. Farnham Royal: Comnonwelth Agricultural Bureaux, 1981. p. 89-110.
Obs.: na impossibilidade de acessar o documento original, a normalização dos dados
referentes a esse documento estará sujeita à omissão de algumas informações.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 170 21/5/2009 09:29:59
R e f e R Ê n c I a s 171
16.3.2 Partes de publicações avulsas, no formato
convencional e no eletrônico
CONTEúdO
a) capítulos de livros
b) partes isoladas
c) trabalhos apresentados em congressos ou outro evento
d) verbetes de enciclopédias e dicionários
e) separatas
f ) resenha ou recensão de livro
g) volume de coleção com título próprio
a) capítulos de livros
formato convencional
AUTOR DO CAPÍTULO. Título do capítulo. In: AUTOR
DO LIVRO. Título: subtítulo do livro. Edição. Local
(cidade) de publicação: Editora, data. volume, capítulo,
páginas inicial-final da parte.
GETTy, R. The gross and microscopic occurence and E X E M P L O distribution of spontaneous atherosclerosis in the arteries of
swine. In: ROBERT JR., A.; STRAUSS, R. (Ed.). Comparative
atherosclerosis . New york: Harper & Row, 1965. p. 11-20.
PERRINS, C. M. Social systems. In: _____. Avian ecology. E X E M P L O Glasgow: Blackie, 1983. cap. 2, p. 7-32.
FREUD, Sigmund. Feminilidade. In: _____. Novas conferências
introdutórias sobre psicanálise e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1976. p. 139-165. (Edição standard brasileira das obras
psicológicas completas de Sigmund Freud, 22).
– quando a parte não tem título próprio e é escrita pelo
mesmo autor da obra principal.
ESDAILE, Arundell. A student manual of bibliography. 2nd E X E M P L O ed. London: Allen & Unwin, 1932. cap. 6A, p. 178-196.
2009_3_MANUAL_NORMAS_8_EDICAO_REVISTA_parte_2.indd 171 21/5/2009 09:29:59 172 m a n U a L P a R a n o R m a L I z a ç Ã o d e P U B L I c a ç õ e s T é c n I c o - c I e n T í f I c a s
Formato eletrônico
AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DA
OBRA. Título. Edição. Local (cidade) de publicação:
Editora, data de publicação. volume ou páginas.
Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia
mês e ano (para documentos online).
EX E M P L O CARROLL, Lewis. A Mad Tea-Party. In: _____. Alice’s
Adventures in Wondterland. Texinfo. ed. 2.1. Dortmund, Germany: WindSpiel, Nov. 1994. chapter VII. Disponível
em: <http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice-
10.html#SEC13>. Acesso em: 30 mar. 1995.
ALENCAR, José de. O guerreiro. In: _____. Ubirajara. [s.n.t].
cap. 3. Disponível em: <http://www.vestibaboom.com.br>.
Acesso em: 30 nov. 2000.
b) partes isoladas (páginas)
formato convencional
AUTOR DA PUBLICAÇÃO. Título. Edição. Local de
publicação (cidade): Editora, data. Número das páginas
sequenciais e isoladas.
E X E M P L O BIER, O. Bacteriologia e imunologia. 15. ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1970. p. 806-807, 816, 831.
c) trabalhos apresentados em congresso ou
outro evento
formato convencional
AUTOR DO TRABALHO. Título: subtítulo. In: NOME
DO EVENTO, número, ano, local de realização. Título
da publicação...subtítulo. Local de publicação (cidade): Editora, data. Páginas inicial-final do trabalho.
E X E M P L O CANÇADO, Agenor Lopes. Toxicomanias de substituição.
In: CONGRESSO FARMACÊUTICO E BIOQUÍMICO
PAN-AMERICANO, 3., 1954, São Paulo. Anais... São Paulo:
Federação das Associações de Farmacêuticos do Brasil, 1958.
p. 259-300.
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R e f e R Ê n c I a s 173
SILVA, A. R. et al. Infecção pelo Plasmodium berghei em E X E M P L O camundongos albinos previamente infectados por Leishmania.
In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE
PARASITOLOGIA, 7., 1982, Porto Alegre. Resumos dos
trabalhos apresentados... Porto Alegre: [s.n.], 1982. p. 29.
EL BOUSHy, A. R. Vitamin K as menadione dimethyl
pyrimidional bissulfite, its metabolism, stability and
requirement in chikens. In: EUROPEAN POULTRy
CONFERENCE, 1980, Hamburg. Proceedings... Hamburg:
[s.n.], 1980. p. 332-339.
LEDIC, I. L. et al. Estimativas de parâmetros genéticos. In:
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE
ZOOTECNIA, 20., 1983, Pelotas. Anais... Pelotas: Sociedade
Brasileira de Zootecnia, 1983. p. 225.
CASTRO, yeda P. de. Níveis sociolinguísticos da interação
de influências africanas no português. In: ENCONTRO
NACIONAL DE LINGUÍSTICA, 3., 1978, Rio de Janeiro.
Conferências... Rio de Janeiro: PUC/RJ, 1978. p. 56-61.