
Paixão sem limites
de Abbi Glines

Em 1868 Portugal não tinha um ministério dedicado à instrução e a maior parte da população não sabia ler. António da Costa escreveu este texto para defender que a educação precisava de um lugar próprio no governo, com orçamento e com um responsável. Dois anos depois seria ele o primeiro ministro da Instrução Pública do país. É raro ler um argumento e saber que quem o escreveu o levou até ao fim. O texto é curto, direto e cheio de números sobre analfabetismo, escolas e orçamento, e continua a ser leitura útil para quem estuda a história da educação em Portugal.