Produção e difusão de ciência na cibercultura
Sobre os autores
Acácia Rios
Doutora em Ciências da Documentação pela Universidad Complutense de Madrid em 2017. Mestre em Memória Social e Documento pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2004. Graduad a em Jornalismo pelo Centro Universitário Carioca (UNICARIOCA) em 2000. Tem experiência na área de Ciências Sociais Aplicadas, com ênfase em Memória Social e Documento e Comunicação Social, atuando principalmente nos seguintes temas: memória social, espaço, identidade, Canudos, movimentos sociais, redes sociais, novas tecnologias da informação e da comunicação, acesso à informação, empoderamento feminino, cidadania e Bolsa Família.
Adilson Jesus Aparecido de Oliveira
Professor Titular do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Foi Vice-Reitor da UFSCar entre novembro de 2012 à novembro de 2016. Concluiu doutorado em Ciências – Física da Matéria Condensada – pela UFSCar em 1996. Atua no Grupo de Supercondutividade e Magnetismo (GSM). É Pesquisador Principal do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Centro de Desenvolvimento de Materiais Multifuncionais (CDMF). Fundador e Coordenador do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da UFSCar, laboratório voltado para o desenvolvimento de metodologias para divulgação científica. Os principais interesses são na área de Física, com ênfase em Materiais Magnéticos e Propriedades Magnéticas, e em Divulgação Científica. É responsável pelo blog de divulgação científica
www.pordentrodaciencia.blogspot.com, editor e criador da revista eletrônica de divulgação científica Click Ciência
(www.clickciencia.ufscar.br) e colunista do Ciência-Hoje On-line desde 2006.
Alessandra Caldas
Doutorado em Educação e Mestrado em Educação pelo Programa de Pósgarduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Proped,/ UERJ), especialização em Administração escolar e Coordenção Pedagógica pela Universidade Veiga de Almeida (UVA), especialização em Pedagogia Empresarial pela Universidade Cândido Mendes (UCAM) e graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente é doutoranda do Curso de Pós-Graduação em Educação, na UERJ. Atua como professora substituta da UERJ, ministrando Didática, Avaliação da Aprendizagem, Currículo, Cotidiano Escolar e Prática de Ensino para alunos do curso de Licenciatura e Pedagogia na Faculdade de Educação. Integrante do grupo de pesquisa Cotidiano escolar e Currículo, Coordenado pela pesquisadora Nilda Guimarães Alves, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professoras, educação e artefatos culturais e tecnológicos e circulação científica.
Aurora Cuevas
Graduada em Filosofía y Ciencias de la Educación - Universidad Complutense de Madrid (UCM) e doutorado em Documentación -Universidad Carlos III de Madrid. Atualmente é professora pesquisadora na Universidad Complutense de Madrid, Departamento de Biblioteconomía e Documentação. Tem experiência docente e é pesquisadora na área de Ciência da Informação e Documentação com enfase em alfabetização informacional, atuando principalmente nos seguintes temas: competências em informação, informação científica, inclusão social, bibliotecas educativas, leitura e cidadania. Tem promovido e coordenado vários convênios da UCM e instituições brasileiras, entre os quais destaca Universidade de Brasília (UNB) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Betania Maciel
Doutorado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) em 2002. Mestrado profissionalizante Master em Ciência, Tecnologia e Sociedade: Comunicação e Cultura pela Universidade de Salamanca, Espanha (2000), mestrado em Administração Rural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Université de Sherbrooke, Canadá (1994), especialização em associativismo pela UFRPE em 1991. Graduação em Pedagogia UFPE (1982). Professora do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento Local (Posmex) na UFRPE. Professora titular e pesquisadora do Grupo de Interlocução Acadêmica da Faculdade de Ciências Humanas (ESUDA) e Professora Titular III da Faculdade Integrada de Pernambuco (FACIPE), membro do Núcleo Interdisciplinar de Pós-graduação da FACIPE/ NUFA. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em metodologia de ensino e pesquisa e metodologias ativas, atuando principalmente nos temas: educação, comunicação e cultura, comunicação científica e tecnológica, processos comunicacionais, folkcomunicação e desenvolvimento local. Coordenadora do GT de Folkcomunicação da Associação Latino Americana de Investigadores em Comunicação (ALAIC). Ex-presidente e Membro do conselho deliberativo da Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação (Rede Folkcom) da Cátedra Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) de comunicação para o desenvolvimento regional. Avaliadora do Sistema Nacional de Ensino Superior (Sinaes). Consultora ad-hoc da Comissão de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes). Prêmio Luiz Beltrão 2012 na categoria liderança emergente.
Carloney Alves de Oliveira Pós-Doutoramento em Educação pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Doutor e Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) na linha de pesquisa Tecnologia da Informação e Comunicação na Formação do Professor, Especialização em Metodologia do Ensino da Matemática pela Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER) e Graduação em Licenciatura Plena em Matemática pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Atualmente é professor Adjunto na UFAL, do Centro de Educação (CEDU), na área de Saberes e Metodologias do Ensino da Matemática e professor vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIM) da UFAL. Avaliador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior. Experiência na área de Matemática, Metodologia e Prática de Ensino da Matemática, Educação Matemática, Formação de Professor, Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, Educação a distância, Ambientes Virtuais de Aprendizagem, Jogos Digitais, Gamificação e Dispositivos Móveis.
Cristiane Porto
Doutora Multidisciplinar em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestrado em Letras e Linguística pela UFBA. Pós-Doutora em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação (Proped) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente, é pesquisadora colaboradora do Instituto de Tecnologia e Pesquisa. É professora da categoria Professor Pleno da Pós-Graduação (PPPG II-I) da Universidade Tiradentes (UNIT), atua como docente do Programa de Pós-Graduação em Educação e editora científica desta Instituição. Tem experiência na área multidisciplinar, principalmente, nas disciplinas Metodologia da Pesquisa, Metodologia da Pesquisa em Educação, Cultura Científica e Leitura e Produção de Texto Científico e Comunicação Empresarial, em nível de graduação e pós-graduação. Líder e pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação, Tecnologia da Informação e Cibercultura (GETIC) através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Dedica-se ao estudo de cibercultura, disseminação e divulgação da ciência em suporte on-line e impresso. Desde 2013 está como diretora da Editora Universitária Tiradentes, Sergipe. Tem atuado, principalmente, nos seguintes temas: linguagem, comunicação, divulgação científica on-line, cultura e difusão científica, informática, memória, inovação e internet. Possui experiência como editora de livros e periódicos, atuando na área do suporte impresso e on-line. Associada à Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e membro efetivo da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) no Comitê Brasileiro 14 – Informação e Documentação.
Daniel Mill
Professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde trabalha como Docente e Gestor de Educação a Distância (EaD). Doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com pós-doutorado pela Universidade Aberta de Portugal. É membro do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade. É Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Grupo Horizonte) e, como pesquisador, tem interesse particular pela interseção das temáticas: Trabalho Docente, Tecnologias, Linguagens, Cognição e Educação a Distância.
Edvaldo Souza Couto
Pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Doutorado em Educação Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e graduação em Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Professor titular na Universidade Federal da Bahia (UFBA), no Departamento de Educação II. Professor permanente no programa de pós-graduação em Educação e um dos coordenadores do Grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias (GEC). É bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, Comunicação e Tecnologias e também na área de Filosofia, com ênfase em Estética Contemporânea: Escola de Frankfurt (Benjamin e Adorno) e Simondon. Estuda principalmente os seguintes temas: estética; corpo e tecnologia; sexualidade e tecnologias digitais; filosofia da técnica; educação, comunicação e tecnologias digitais; cibercultura e novas educações; software livre; leitura e escrita na era digital; currículo e formação de professores; redes sociais na internet.
Felipe da Silva Ponte de Carvalho
Doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Educação (ProPed) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Linha Cotidianos, Redes Educativas e Processos Culturais. Mestre em Educação pelo ProPed na UERJ. Membro do Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura (GPDOC). Especialista em Educação com aplicação da Informática pela UERJ em 2010. Graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro (2007). Professor-tutor on-line da disciplina Informática na Educação pela UERJ/Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ)/Universidade Aberta (UAB).
Flavia Rosa
Graduada em Comunicaçao pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1979. Mestrado em Ciência da Informação pela UFBA em 2006 e doutorado em Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade pela UFBA em 2011. Atualmente é professora adjunta IV e associada I da UFBA, professora associada II da Universidade Federal da Bahia, membro do Instituto Baiano do Livro e diretora de comunicação da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Editoração, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação cientifica, universidade, atividade editorial, acesso à informação e editoração.
Frieda Marti
Graduada em Ciências Biologicas (Licenciatura) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Mestrado em Zoologia (Ornitologia) pelo Museu Nacional/UFRJ. Possui Pós-graduação e experiência na área de Educação no Reino Unido e Brasil, com ênfase no uso de Novas Tecnologias na Educação e Educação de Adultos. Docente on-line da disciplina Informatica na Eduação do curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro vinculado ao Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ). Desenvolve pesquisas nas áreas de Cibercultura e Educação em Museus de História Natural e de Ciências. Doutoranda do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação (PROPED) da UERJ. Integrante do Grupo de Pesquisa Docência e Cibercultura (GpDOc) da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro,
coordenado pela Prof a a Dr Edmea Santos.
Isaltina Maria de Azevedo Gomes
É a favor da manutenção e valorização do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. É Professora Titular da UFPE e atua como docente no curso de Jornalismo, do Departamento de Comunicação Social da UFPE, e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE. Graduada em Letras, pela Faculdade de Filosofia do Recife, e Jornalismo, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Fez especialização em Produção de Programas Radiofônicos, no Ciespal (Quito-Equador), e Mestrado e Doutorado em Linguística, ambos na UFPE. Trabalha com questões relacionadas à linguagem nos meios de comunicação, mas tem interesse especial pela área de Divulgação Científica, na qual desenvolve trabalhos acadêmicos e profissionais desde 1999. Membro do Comitê Assessor de Divulgação Científica do CNPq
(2011-2017). E-mail: isaltina@gmail.com
José António Moreira
Doutorado em Ciências Sociais-Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra (2009). Atualmente é professor no Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta (UAB), desempenha, desde 2014, as funções de Diretor da Delegação Regional do Porto. É coordenador científico da Unidade Móvel de Investigação em Estudos do Local (ELO) da Universidade Aberta e investigador integrado no Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20), Grupo de Políticas e Organizações Educativas e Dinâmicas Educacionais da Universidade de Coimbra. Exerce, atualmente, também funções como Coordenador Executivo da Unidade de Desenvolvimento dos Centros Locais de Aprendizagem (UMCLA) da Universidade Aberta. Publicou 52 artigos em revistas especializadas e 36 trabalhos em atas de eventos, possui 25 capítulos de livros e 24 livros publicados. Tem participado em eventos no estrangeiro e em Portugal como orador convidado e tem realizado investigação, sobretudo, na área da Educação Online e das Tecnologias Digitais.
Kaio Eduardo Oliveira
Doutorando em Educação pela Universidade Tiradentes (UNIT), Bolsista do Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (PROSUP), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Fez estágio sanduíche na Universidade Aberta de Portugal. Mestre em Educação pela Universidade Tiradentes em 2015. Graduado em geografia pela Universidade Tiradentes em 2012. Especialização em Tecnologias Educacionais pela Universidade Tiradentes (2013). É vice-líder do Grupo de Pesquisas em Educação, Tecnologias da informação e Cibercultura (Getic/UNIT) através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no qual atua na linha de educação e comunicação. Foi professor de geografia no ensino básico. Atua como professor da pós-graduação (lato sensu) da Universidade Tiradentes e da Faculdade Jardins, Aracaju. Tem experiência na área de Educação e Cibercultura, atuando principalmente com os temas: Cultura digital, tecnologias digitais, Teoria Ator-Rede, objetos de aprendizagem, tecnologia assistiva, redes sociais e educação, divulgação científica e educação.
Laercio Ferracioli
Professor Titular da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); coordenador do Laboratório de Tecnologias Interativas Aplicadas à Modelagem Cognitiva (ModeLab); membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Licenciatura em Física Modalidade a Distancia; representante da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência no Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia (Concitec) do Estado do Espírito Santo; professor orientador no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional da UFES, bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e membro do Comitê de Assessoramento Divulgação Científica DV/DC do CNPq. Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física, Mestrado Profissional da UFES de 2011-2015. Membro da Comissão Nacional de Pós-Graduação do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física da Sociedade Brasileira de Física 2012-2013, professor orientador no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFES de 2010-2016; coordenador da área de concentração Pesquisa em Ensino de Física do Programa de Pós-Graduação em Física da UFES de 1998-2010; membro da Comissão de Área Pesquisa em Ensino de Física da Sociedade Brasileira de Física em 2010-2012 e coordenador do Colegiado do Curso de Graduação em Física da UFES entre 2007 e 2008. Foi Secretário Regional da Sociedade Brasileira de Física em 1987-
1988 e membro do Comitê Organizador da 46a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realizada em Julho de 1994 em Vitória, Espírito Santo. Em 2008-2009 foi coordenador geral do XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física realizado na UFES, Vitória, em Janeiro de 2009, sob a temática Formação Continuada de Professores em Serviço: Educação de Qualidade para uma Sociedade da Aprendizagem. Foi representante regional da América do Sul da International Organization for Science and Technology Education (IOSTE) de 2002 a 2006 e vice-presidente de 2006-2008. Em 2009 foi curador da Tenda Oi Futuro Jogos e Entretenimento Digital Interativo realizada durante o SB-Games 2009 promovido pela Sociedade Brasileira de Computação. Desenvolve investigação sobre abordagens inovadoras no ensino e na aprendizagem em espaços formais e não formais de educação em ciências com enfoque em práticas educacionais inclusivas e formação de professores. A comunicação da ciência e a divulgação científica para inclusão cultural.
Lahiri Lourenço Argollo
Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e em Psicologia, pela Faculdade de Ilhéus. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho e em Direito Administrativo. Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação. Analista universitário lotado na Procuradoria Jurídica da UESC.
Mariana Rodrigues Pezzo
Possui graduação em Bacharelado em Comunicação Social, Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1999). Foi diretora de Comunicação Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Rádio UFSCar de 2001 a 2010. Atualmente, é Assessora de Comunicação da Reitoria da UFSCar e exerce também a função de Coordenadora Executiva do Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico da Instituição (LAbI). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Editoração, atuando principalmente nos temas: comunicação social e educação, jornalismo, comunicação institucional, divulgação científica e cultura. É coordenadora de diversos programas e projetos de extensão na universidade.
Natália Martins Flores
É mestre, doutora e pós-doutora em Comunicação. Membro do grupo de pesquisa Comunicação e Linguagem (PPGCOM/UFPE/CNPq) e do grupo de pesquisa Comunicação Institucional e Organizacional (POSCOM/UFSM/CNPq). Pesquisa, atualmente, as práticas blogueiras de divulgação científica e a construção discursiva de cientistas, universidades e instituições de pesquisa nestes ambientes.
Nilda Alves
Possui licenciatura e bacharelado em Geografia pela Universidade do Brasil em 1965 e licenciatura em Pedagogia pela Universidade Santa Úrsula em 1975. Possui doutorado em Ciências da Educação, pela Université de Paris V (René Descartes) em 1980, e fez o pós-doutorado no INRP (1989). Atualmente, é professora titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atuando
na graduação e na pós-graduação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (ProPEd), no qual coordena o Laboratório Educação e Imagem. É líder do GRPesq/CNPq intitulado Currículos, redes educativas e imagens. Organizadora de coleções e séries (Cortez, DPA e DPetAlli). Tem livros e artigos publicados no Brasil e no exterior. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em currículos, atuando principalmente nos seguintes temas: cotidianos e currículos; tecnologias, imagens e narrativas.
Rita Virginia Argollo
Graduação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA); especialização em História Regional, pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC); mestrado em Educação pela UFBA; e doutorado em Educação, também na UFBA. Atualmente é professora adjunta do Curso de Comunicação Social (RTV) da UESC, diretora da Editus (Editora da UESC) e diretora da regional nordeste da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). Atua principalmente nos temas: comunicação, educação e tecnologias; televisão; jornalismo e vídeo.
Ronaldo Linhares
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em História pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 1986, mestrado em Educação pela Universidade Federal de Sergipe em 1996. Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003. Atualmente é professor Titular do Programa de Pós Graduação em educação da Universidade Tiradentes (UNIT), professor da Secretaria de Educação do Estado de Sergipe, avaliador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), pesquisador do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, membro de comitê cientifico da Fundação de Apoio à pesquisa e a Inovação Tecnológica do estado de Sergipe, avaliador ad hoc da Fundação de Apoio à pesquisa e a Inovação Tecnológica do estado de Sergipe. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tecnologia Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, educação a distância, formação de professores, formação de professor e avaliação. Coordena o Grupo de Pesquisa Comunicação, Educação e Sociedade Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/UNIT). Coordena o Simpósio Internacional Educação e Comunicação.
Sara Dias-Trindade Doutorado em Letras, area História, especialização em didática da história pela Universidade de Coimbra em 2015. Atualmente é professora auxiliar convidada da Universidade de Coimbra. Tem experiência na área de História e na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: tecnologias digitais, tecnologias móveis, ensino de história, formação de professores e ambientes prisionais.
Susane Barros
Graduada em Biblioteconomia e Documentação (2006) e mestrado em Ciência da Informação (2010) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Realizou atividades de pesquisa como bolsista de iniciação científica por três anos, como bolsista de apoio técnico por um ano e meio e como bolsista DS pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no mestrado, atuando principalmente nos temas: economia política do livro, indústria editorial de Salvador, políticas para o livro e a leitura, inclusão digital e infraestruturas de informação e comunicações e políticas de comunicação da produção científica. Atualmente é coordenadora editorial da Editora da UFBA.
Tárcio Minto Fabrício
Graduado em licenciatura e bacharelado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário de Araraquara (2000); graduação em Comunicação Social: Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário de Araraquara (UNIARA) em 2010; mestrado em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2003. Especialização em Educação Ambiental e Recursos Hídricos pela Universidade de São Paulo (USP) em 2010. Doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos em 2016. Tem experiência na área de Comunicação e Ensino de Ciências, atuando principalmente nos temas: Cidades Educadoras, Educação Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), Educação não formal, Educação Ambiental, Divulgação Científica. Atualmente realiza estágio de Pós-Doutorado no Laboratório Aberto de Interatividade para Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI/UFSCar).
Tattiana Teixeira
Graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1996. Mestrado (1998) e Doutorado (2003) em Comunicação e Cultura Contemporânea em UFBA. Atualmente é professora associada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tem experiência na área de Jornalismo, atuando principalmente nos seguintes temas: teorias do jornalismo, jornalismo científico, infografia, visualização de dados, gêneros jornalísticos e divulgação científica. Coordena o Núcleo de Pesquisa em Jornalismo Científico, Infografia e Visualização de Dados (NUPEJOC). É membro do comitê gestor do INCT National Institute of Science and Technology in Public Communication of Science and Technology. Foi diretora editorial da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) por dois mandatos consecutivos, e editora executiva da Brazilian Journalism Research. Foi coordenadora do GT Estudos de Jornalismo, da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação Compós, em 2013 e 2014 e vice-coordenadora em 2011 e 2012. Integra o corpo docente do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da UFSC e integrou os Programas de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da UFSC. Foi diretora-geral de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina.
Victor Junger
Graduado em Pedagogia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Completou o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGARTES/UERJ), no qual foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Wilson da Costa Bueno
Jornalista, tem mestrado e doutorado em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Comunicação Rural. As áreas principais de atuação são Comunicação Empresaria/Organizacional e Jornalismo Especializado (Jornalismo Científico, Ambiental, em Saúde e em Agribusiness). Já orientou mais de uma centena de dissertações e teses em Comunicação e é o líder do grupo de pesquisa Criticom-Comunicação Empresarial no Brasil: uma leitura crítica. Tem mais de uma dezena de livros, e-books publicados e organizados, além de dezenas de capítulos em livros da área e artigos em revistas científicas do país e do exterior. Atua como consultor nas áreas de Jornalismo Especializado e Comunicação Organizacional, tendo prestado consultoria para elaboração de Política de Comunicação para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de inúmeros Institutos Federais de Ciência e Tecnologia, para o Parque Tecnológico associado à Universidade Federal de Juiz de Fora, para a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), para a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), dentre outras instituicões. Editor de portais temáticos em Comunicação e Jornalismo Especializado e integra o corpo editorial de publicações acadêmico-científicos da área de Comunicação. Diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa e da Mojoara Editorial.
Notas
Prefácio
1. NEWMAN, N. et al. Reuters Institute Digital News Report
2018. Oxford: Reuters Institute: University of Oxford, 2018. Disponível em:
<https://agency.reuters.com/content/dam/openweb/documents/p
df/news-agency/report/dnr-18.pdf>. Acesso em: 2 jul. 2018.
↵
2. Ibid.
↵
3. A CIÊNCIA e a tecnologia no olhar dos brasileiros: percepção
pública da C&T no Brasil: 2015. Brasília, DF: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, 2017.
↵
A divulgação científica no universo
digital: o protagonismo dos portais,
blogs e mídias sociais
1. Ver, por exemplo, “Comunicação científica e divulgação
científica: aproximações e rupturas conceituais”. (BUENO, 2010)
↵
2. O sumário deste dossiê sobre divulgação científica pode ser
consultado no seguinte endereço eletrônico:
<http://www.comciencia.br/clique-aqui-para-ler-todo-conteudo-
do-dossie-especial-divulgacao-cientifica/>.
↵
3. É possível aquilatar o trabalho valioso da Fundação Oswaldo
Cruz/ Museu da Vida pelo endereço eletrônico:
<http://www.museudavida.fiocruz.br/index.php/divulgacao-
cientifica>.
↵
4. Disponível em: <http://www.fapemig.br/minas-faz-ciencia>.
↵
5. Disponível em: <www.scienceblogs.com>.
↵
6. Disponível em: <www.scienceblogs.com.br>.
↵
7. Disponível em:
<https://www.facebook.com/groups/185462898160154/>.
↵
8. Disponível em: <https://www.facebook.com/cienciahoje>.
↵
9. Disponível em: <https://www.facebook.com/museudavida/?
rf=149124511815497>.
↵
10. Disponível em: <https://www.facebook.com/embrapa>.
↵
11. Disponível em: <https://www.facebook.com/SBPCnet/>.
↵
12. Disponível em: <https://www.facebook.com/PesquisaFapesp>.
↵
13. Disponível em: <https://www.facebook.com/sciambrasil/>.
↵
Cultura científica e cibercultura: a
experiência do Laboratório Aberto de
Interatividade (LAbI) com narrativas
de ciência nos espaços físico e virtual
1. Os autores agradecem o apoio permanente do Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), processo nº 2017/08909-9 e 2013/07296-2.
↵
2. Disponível em: <https://viagensdalaura.wordpress.com/escute-
aqui-minhas-aventuras/>. Acesso em: 17 ago. 2018.
↵
3. Para mais informações, ver: <www.caminhos.ufscar.br>. Acesso
em: 17 ago. 2018.
↵
4. Disponível em: <www.radio.ufscar.br>.
↵
5. Disponível em: <www.labi.ufscar.br>.
↵
6. Disponível em: <www.facebook.com/labiufscar>.
↵
7. Disponível em: <twitter.com/ClickCiencia>.
↵
8. Disponível em: <www.youtube.com/labiufscar>.
↵
9. Disponível em: <www.youtube.com/clickciencia>.
↵
10. Disponível em: <www.infinito.ufscar.br>.
↵
11. Disponível em: <www.caminhos.ufscar.br>.
↵
Produção e disseminação do
conhecimento científico na cultura
digital
1. Saiba mais sobre a Plataforma Lattes em:
<http://lattes.cnpq.br/>.
↵
2. Saiba mais sobre a Plataforma DeGóis em: <www.degois.pt>.
↵
3. Saiba mais em: <www.thevantagepoint.com>.
↵
4. Saiba mais em: <https://incites.thomsonreuters.com>.
↵
5. Saiba mais em: <https://harzing.com/resources/publish-or-
perish/windows>.
↵
6. O conectivismo pode ser considerado um tipo de organização e
de acesso ao conhecimento, que entende este mesmo processo enquanto um ato coletivo. Quer isto dizer que a forma como acedemos à informação resulta das redes que criamos, cruzando essas mesmas redes e fazendo circular o conhecimento através delas. Para além disso, revela-se também importante a capacidade de formar e ampliar constantemente essas mesmas redes, uma vez que quanto mais formos capazes de criar, maior será a possibilidade de acedermos a cada vez maiores quantidades de informação. (DOWNES, 2007, c2012; SIEMENS, 2003, 2004; STEPHENSON, 1998; TRINDADE, 2018)
↵
7. Saiba mais em: <https://www.fosteropenscience.eu/>.
↵
Folkcomunicação no panorama da
ciência decolonial: culturas populares
e cibercultura
1. No original: “[…] la lógica de la sociedad moderna es la lógica
de la eficiencia tecnológica”.
↵
2. No original: “La divulgación de la ciencia se configura, junto con
la educación, entre los grandes retos de las sociedades del siglo XXI y como una necesidad de la democracia, de orden cultural, económico y político. En este sentido, los progresos no han respondido a las esperanzas; no hemos sido capaces de establecer un diálogo entre ciencia y sociedad. Hoy, trabajos publicados en los diversos países y especialmente en los de habla española y portuguesa, señalan, ya advertida por Carl Sagan, de que en una sociedad cada vez más influida por la ciencia y la tecnología, el ciudadano normal sepa tan poco de estas cuestiones, a pesar de que actúan directamente sobre su vida individual y colectiva”.
↵
A divulgação científica nas mãos do
pesquisador
1. Ver CGEE (2017).
↵
E-livro e Universidade, o que a
história recente pode ensinar?
1. No original: “Es cualquier forma de ficheiro em formato digital
que puede descargarse em dispositivos electrónicos para su posterior visualización. Se trata de um archivo digital que precisa de um elemento adicional para su visionado, el dispositivo lector, que debe contener um software adecuado para la lectura del documento. […] Pero esta expressión también puede referirse a um texto electrónico que se lee diretamente em el PC, generalmente vía Internet o em cualquier classe de dispositivo”.
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2. O resultado da pesquisa Retratos da leitura no Brasil 4,
realizada pelo Instituto Pró-Livro, aponta o índice de 2,54 livros lidos por ano para o total de respondentes e 4,54 livros por aqueles identificados como leitores. (FAILLA, 2016)
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3. “A Consultoria Visa Consulting & Analytics divulgou […] uma
análise que sugere que as livrarias precisam investir casa vez mais em suas operações on-line para continuar crescendo. A pesquisa, que levou em conta as compras realizadas somente com cartões Visa nas livrarias físicas e on-line em 2016 e 2017 em todo o país, constatou que o faturamento dessas livrarias no comércio eletrônico cresceu 10,4% no ano passado.” (FATURAMENTO…, 2018)
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4. “O SciELO Livros efetua a indexação, publicação e
interoperação on-line de coleções nacionais e temáticas de livros acadêmicos, com o objetivo de maximizar a visibilidade, acessibilidade, uso e impacto das pesquisas, ensaios e estudos que publicam. […] O SciELO Livros publicará os livros em duas modalidades de acesso. A primeira, em acesso aberto, com o acesso sem barreira aos livros regido pela atribuição do Creative Commons, preferencialmente segundo a opção CC-BY 4.0, ou CC-BY-NC 4.0. A segunda modalidade é a venda de livros, que será realizada inicialmente por meio de companhias e serviços de comercialização de livros online com as quais o SciELO Livros tem contrato de distribuição. Quando a coleção do SciELO Livros alcançar um número adequado de livros comercializados, a venda será feita também diretamente pelo SciELO Livros com uma opção no portal”. (SciELO, 2016)
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5. Dados disponíveis na página principal do portal
<http://books.scielo.org/>. Acesso em: 6 maio 2018.
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6. Ano base 2015.
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7. Iniciativa das pesquisadoras autoras deste capítulo.
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8. No original: “[…] la importancia de la destreza lectora, […]; a
tenor de considerar al pensamiento, a la lengua y a la comunicación como pilares de una cultura a través de la cual continuamos significando el mundo, tanto en las versiones más sencillas como en las más complejas”.
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Programa Bolsa Família e o acesso à
informação e ao conhecimento das
mulheres beneficiárias: uma revisão
literária a partir da cibercultura
1. Disponível em: <http://bancodeTeses.capes.gov.br/banco-
Teses/#/>.
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2. Disponível para consulta no endereço:
<http://bdtd.ibict.br/vufind/>.
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3. Ver Terso (2009).
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4. Ver Gama (2013).
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5. Ver Mata (2014).
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6. Nesta base encontramos um trabalho em inglês: ZAMBONI, Y.;
LITSCHIG, S. (2014). Audit risk and rent extraction: evidence from a randomized evaluation in Brazil. Institut d’Anàlisi Econòmica, Barcelona, Aug. 2014. [Risco de auditoria e extração de renda: comprovação a partir de uma avaliação aleatória no Brasil]. Disponível em:
<http://www.iae.csic.es/investigatorsMaterial/a1459113314archi
voPdf89737.pdf>. Acesso em: 17 jan. 2017.
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Carto-genealogias em rede: Marcha
pela Ciência
1. No original: “Amplify the Role of Science in Policy; Empower
Public Engagement with Science; Foster a Diverse and Inclusive Scientific Community; Build a Global Community of Science Advocates”.
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Circulação científica na criação de
‘conhecimentossignificações’ em uma
pesquisa em andamento: movimentos
de um vídeo no Google
1. Alves, Soares e Berino (2012, p. 49) lembram que “a suposição
de que as políticas curriculares são, antes de tudo, as políticas do Estado, ignora que ‘políticas’ são também práticas comuns e que é na variedade de ações cotidianas, escolhidas entre as capacidades e as possibilidades dispostas, que o poder se dispõe em redes microbianas e nas quais é também contestado”.
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2. Nas pesquisas com os cotidianos percebemos que as
dicotomias necessárias ao surgimento das ciências na Modernidade têm significado limites ao que precisamos compreender e criar nessas pesquisas. Com isto assinalamos esses termos – antes dicotomizados – escrevendo-os assim: juntos, em itálico e com aspas simples. Com frequência nós os pluralizamos e invertemos nos modos como são enunciados hegemonicamente (ex “práticasteorias”; “aprendizagemensino”; “dentrofora”). Este termo foi criado por Oliveira (2012).
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3. Esses termos utilizados serão melhor explicados em item
seguinte do texto.
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4. Nas pesquisas com os cotidianos, compreendemos que a cada
momento em que surgem conhecimentos, surgem também significações para a existência desses conhecimentos que os justificam e demonstram sua necessidade social, econômica, política etc.
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5. GRPESQ Currículos, redes educativas e imagens.
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6. A enunciação destas redes têm se modificado na medida em
que nossos processos de pesquisa avançam e que “conversas” com outros pesquisadores e outros ‘participantespensantes’ se desenvolvem.
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7. Esta ênfase – pela repetição – da expressão “práticasteorias”
que fazemos, parece-nos necessária para indicar a direção dos movimentos nelas realizados.
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8. A criação do LAB teve o apoio de um Edital do Programa de
Apoio aos Núcleos de Excelência (Pronex) – FAPERJ/CNPq, em 2001.
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9. Alves (2000) desenvolve uma ideia na qual a compreensão do
modo fácil com que os jovens se relacionam com os múltiplos artefatos culturais na contemporaneidade, os transforma em docentes, em diversas ocasiões, de seus docentes. Desse modo, ela vê a necessidade de que passemos a lidar com as figuras dos docentesdiscentes e dos discentesdocentes, nesses processos.
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10. Para Certeau (1994) os praticantes dos cotidianos para além de
consumir os produtos que são dados para o “consumo”, eles criam modos de uso e novas tecnologias para os artefatos.
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11. Para as pesquisas nos/dos/com os cotidianos as “conversas”
formam o lócus principal de desenvolvimento dos processos de pesquisa.
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12. Augé (1997, p. 127, tradução nossa) explica que “nos é
necessário falar dos mundos e não mais do mundo, sabendo que um está em comunicação com os demais, que cada um deles possui, pelo menos, imagens dos outros – imagens, eventualmente, truncadas, deformadas, falsas, imagens muitas vezes reelaboradas pelos que, as recebendo, antes as procuraram, prontos para as inventar, em traços e temas que falam, antes de mais nada, deles mesmos. Imagens cujo caráter de referência não pode ser duvidado, de modo que ninguém mais pode duvidar da existência dos outros”.
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13. A autora diria hoje: ‘conhecimentosignificações’.
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14. A autora diria hoje: os ‘praticantespensantes’.
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15. Este vídeo tem por título “Os muitos mundos das migrações e
os currículos escolares – iniciando o projeto” e pode ser
visualizado em <https://vimeo.com/218818085>.
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A cibercultura e a cultura da ciência
no currículo da Física
1. A esse respeito, ver Ferracioli (2005).
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Infográficos e o ensino de
Matemática: uma proposta de prática
pedagógica para produção do conhecimento científico na
cibercultura
1. Formas de intervenção na sala de aula que contribuem para
que o aluno mobilize seus esquemas operatórios de pensamento e participe ativamente das experiências de aprendizagem, observando, lendo, escrevendo, experimentando, propondo hipóteses, solucionando problemas, comparando, classificando, ordenando, analisando e sintetizando. (HAYDT, 2006; MARTINS, 2009)
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2. No original: “una aportación informativa, elaborada en el
periódico escrito, realizada con elementos icónicos y tipográficos, que permite o facilita la comprensión de los acontecimientos, acciones o cosas de actualidad o algunos de sus aspectos más significativos y acompaña o sustituye al texto informativo”.
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A formação de divulgadores da
ciência em um cenário em
transformação: relato da experiência
de formação de novos atores em um
projeto-piloto
1. No original: “la universidad tiene la obligación de utilizar el
nuevo escenario digital que se dibuja para suplir esa falta de conocimientos sobre ciencia y tecnologia en los médios de comunicación”.
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2. No original: “mejorar e incrementar la formación, la cultura y los
conocimientos científicos de los ciudadanos”.
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3. No original: “[…] las Unidades de Cultura Científica y de la
Innovación (UCC+i) se han convertido en uno de los agentes con mayor dinamismo en la difusión y divulgación de la ciencia y la innovación en España, realizando aportaciones clave en la mejora de la formación, la cultura y los conocimientos científicos de los ciudadanos”.
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4. No original (grifo nosso): “En la actualidad, el ‘aval científico’
viene de la mano de instituciones, científicos, técnicas o procesos muy sofisticados que, muchas veces, solo pueden ser comprendidos dentro del contexto de la comunidad científica. Una comunidad que fue progresivamente erigiendo fronteras más precisas, dividiendo el campo entre especialistas (la ciencia) y legos (la sociedad)”.
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5. No original: “[…] las estrategias narrativas constituyen
herramientas potentes a la hora de explorar cómo llegar de manera clara y eficiente a las diversas audiencias. […] desde que dan sus primeros pasos en el laboratorio, los científicos están permanentemente contando historias: cómo hicieron sus experimentos, cómo arribaron a los resultados que están presentando, cuáles son sus hipótesis y cómo han llegado a ellas. Quizás el principal desafío de comunicar los resultados de sus investigaciones al gran público sea encontrar la manera de romper la estructura tradicional de comunicación con sus pares, fundamentalmente argumentativa, y convertirla en un formato narrativo”.
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6. No original: “um texto reducido a números, anécdotas, récords y
curiosidades fáciles de retuitar em las redes sociales”.
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7. O especial pode ser acessado através do link:
<https://readymag.com/u13231263/insetos-por-que-nao/>.
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Cristiane Porto
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