A Balada de Adam Henry
Agradecimentos
Este rom ance não teria sido possível sem sir Alan Ward, m em bro do Tribunal de Recursos, um m agistrado de grande sabedoria, hum or e com paixão. Minha história tem origem num caso a que ele presidiu no Tribunal Superior na década de 1990 e em outro no Tribunal de Recursos na década de 2000. No entanto, m eus personagens, suas opiniões, personalidades e circunstâncias não guardam nenhum a relação com quaisquer das partes envolvidas naqueles casos. Tenho um a grande dívida de gratidão para com sir Alan, por m e aconselhar sobre diversas tecnicidades j urídicas, assim com o sobre o cotidiano de um j uiz do Tribunal Superior. Tam bém lhe sou grato por dedicar seu tem po à leitura de um rascunho do livro, fazendo com entários. Quaisquer erros cabem a m im .
Recorri tam bém a um a sentença soberbam ente form ulada por sir Jam es Munby em 2012, em bora, tam bém nesse caso, m eus personagens sej am fictícios e não tenham a m enor sem elhança com os participantes do j ulgam ento em questão.
Agradeço os conselhos de Bruce Barker-Benfield, da Bodleian Library, e de Jam es Wood, do Doughty Street Cham bers. Sou grato, adem ais, por haver lido “Managing Without Blood”, um ensaio am plo e profundo de Richard Daniel, advogado e testem unha de Jeová. Mais um a vez agradeço a Annalena McAfee, Tim Garton Ash e Alex Bowler pela leitura atenciosa e pelas úteis sugestões.
Ian McEwan