A dinâmica do sistema produtivo da saúde: inovação e complexo econômico-industrial

Referências

 

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS). Caderno

de Informação da Saúde Suplementar: beneficiários, operadoras e

planos, 2011. Disponível em:

<www.ans.gov.br/images/stories/Materiais_para_pesquisa/Perfil_set

or/Caderno_informacao_saude_suplementar/2011_mes12_caderno

_informacao.pdf>. Acesso em: abr. 2012.

 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Site.

Estatísticas 2008. Disponível em: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em:

maio 2009.

 

ALBUQUERQUE, E. M. & CASSIOLATO, J. E. As Especificidades

do Sistema de Inovação do Setor Saúde: uma resenha da literatura

como introdução a uma discussão sobre o caso brasileiro. Belo

Horizonte: Federação de Sociedades de Biologia Experimental,

2000. (Estudos Fesbe, 1)

 

ANGELL, M. A Verdade sobre os Laboratórios Farmacêuticos. Rio

de Janeiro: Record, 2007.

 

ARABE, K. The future of the medical industry, 2003. Disponível em:

<http://news.thomasnet.com/IMT/archives/2003/06/the_future_of_t.h

tml>. Acesso em: maio 2009.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE ARTIGOS E

EQUIPAMENTOS MÉDICOS, ODONTOLÓGICOS E

HOSPITALARES E DE LABORATÓRIO (ABIMO). Site. Estatísticas

2008. Disponível em: <www.abimo.org.br/default_interno.asp>.

Acesso em: maio 2009.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE ARTIGOS E

EQUIPAMENTOS MÉDICOS, ODONTOLÓGICOS E

HOSPITALARES E DE LABORATÓRIO (ABIMO). Site. Estatísticas

2010. Disponível em: <www.abimo.org.br/content.php?

page=DADOS_ECONOMICOS_PT>. Acesso em: jan. 2012.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE ARTIGOS E

EQUIPAMENTOS MÉDICOS, ODONTOLÓGICOS E

HOSPITALARES E DE LABORATÓRIO (ABIMO). Site. Estatísticas

2012. Disponível em: <www.abimo.org.br/content.php?

page=DADOS_ECONOMICOS_PT>. Acesso em: jan. 2012.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO

INDUSTRIAL (ABDI). Seminário discute as aplicações da nano-

biotecnologia na saúde, 2008. Disponível em: <www.abdi.com.br/?

q=node/913>. Acesso em: mar. 2012.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO

INDUSTRIAL (ABDI). Estudo prospectivo: cadeia de equipamentos

médicos, hospitalares e odontológicos, 2009. (Série Cadernos da

Indústria ABDI). Disponível em: <www.abdi.com.br/?

q=system/files/Estudo+prospectivo+Equipamento+Medico-

hospitalar+e+Odontologico_0.pdf>. Acesso em: jan. 2012.

 

BAETAS, R. B. G.; QUENTAL, C. & BOMTEMPO, J. V. Gestão da

inovação em vacinas. In: AZEVEDO, N. et al. Inovação em Saúde:

dilemas e desafios de uma instituição pública. Rio de Janeiro:

Editora Fiocruz, 2007.

 

BARBOSA, A.; MENDES, R. & SENNES, R. Avaliação da Política

Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior para o Setor

Farmacêutico. São Paulo: Editora Febrafarma, 2007. (Estudos

Febrafarma, 13)

 

BASTOS, V. D. Inovação Farmacêutica: padrão setorial e

perspectivas para o caso brasileiro. Rio de Janeiro: BNDES Setorial,

2005.

 

BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação. Ciência,

Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional: plano de

ação 2007-2010. (PAC da Inovação). Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, 2007. (Documento lançado em 20 nov.

2007). Disponível em: <www.mct.gov.br>. Acesso em: maio 2009.

 

BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação. Indicadores

de Ciência e Tecnologia. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia

e Inovação, 2009. Disponível em: <www.mct.gov.br>. Acesso em:

maio 2009.

 

BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação. Sistema

Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, 2012.

Disponível em: <www.mct.gov.br/index.php/content/view/5709.html>.

Acesso em: abr. 2012.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Mais Saúde: direito de

todos – 2008-2011 (PAC Saúde). 1. ed. Brasília: Ministério da

Saúde, 2007. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/pacsaude/programa.php>. Acesso

em: maio 2009.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde

(SAS), 2008a. Disponível em:

<http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?

id_area=1529>. Acesso em: abr. 2010.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre

Orçamentos Públicos em Saúde. Datasus, 2008b. Disponível em:

<http://siops.datasus.gov.br/despsaude.php?escacmp=1>. Acesso

em: mar. 2008.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 1.284, 2010. Disponível

em

<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/portaria1284_070710.

pdf>. Acesso em: ago. 2010.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Mais Saúde: direito de

todos – 2008-2011 (PAC Saúde). 5. ed. Brasília: Ministério da

Saúde, 2010. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/mais_saude_direito_tod

os_5ed.pdf>. Acesso em: abr. 2012.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e

Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Relatório interno de

pesquisa, fev. 2012.

 

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Exterior. Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior.

Brasília: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Exterior, 2003. Disponível em: <www.camara-

e.net/_upload/20031126Diretrizes.pdf>. Acesso em: maio 2009.

 

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Exterior. Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), 2008.

Disponível em:

<www.desenvolvimento.gov.br/pdp/arquivos/destswf1224095287.ppt

>. Acesso em: maio 2009.

 

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Exterior. Aliceweb − Sistema Alice, 2012. Disponível em:

<http://aliceweb.desenvolvimento.gov.br>. Acesso em: jan. 2012.

 

BRASIL ECONÔMICO. Roche monta estratégia da Bioimagene para

o Brasil, 2010. Disponível em <www.multmais.com.br/noticias/roche-

monta-estrategia-da-bioimagene-para-o-brasil/>. Acesso em: 16 set.

2010.

 

BRASIL ECONÔMICO. Mais fusões e aquisições no varejo

farmacêutico, 2012. Disponível em:

<www.brasileconomico.com.br/>. Acesso em: mar. 2012.

 

BURKE, M. A. & MATLIN, S. A. (Eds.). Monitoring Financial Flows

for Health Research 2008: prioritizing research for health equity.

Geneva: Global Forum for Health Research, 2008. Disponível em:

<http://announcementsfiles.cohred.org/gfhr_pub/assoc/s14888e/s14

888e.pdf>. Acesso em: maio 2009.

BURKHARDT, C. & TARDIO, S. Converging trends drive industry

consolidation. M&A analysis. Medical device & diagnostic industry,

2006. Disponível em: <www.mddionline.com/article/converging-

trends-drive-industry-consolidation>. Acesso em: maio 2009.

 

CAPANEMA, L. X. L. A indústria farmacêutica brasileira e a atuação

do BNDES. BNDES Setorial, 23: 193-216, 2006.

 

CAPANEMA, L. X. L.; PALMEIRA FILHO, P. L. & PIERONI, J. P.

Apoio do BNDES ao complexo industrial da saúde: a experiência do

Profarma e seus desdobramentos. BNDES Setorial, 27: 3-20, 2008.

 

CASTRO, M. H. L. A utilização de novas tecnologias e o aumento de

custos com a atenção a saúde: uma análise dos países

desenvolvidos. In: JORNADA DE ECONOMIA DA SAÚDE, I, São

Leopoldo, 2003.

 

COMMISSION ON SOCIAL DETERMINANTS OF HEALTH (CSDH).

Closing the Gap in a generation: health equity through action on the

social determinants of health. Final Report. Geneva: WHO, 2008.

 

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E

TECNOLÓGICO (CNPQ). Censos a partir de 2000 e base corrente.

Diretório dos grupos de pesquisa no Brasil, 2012. Disponível em:

<http://dgp.cnpq.br/censos/series_historicas/producao/producao_arq

uivos/central_producao_cta.htm>. Acesso em: 13 abr. 2012.

 

CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE SAÚDE

(CONASS). Ciência e Tecnologia em Saúde. Brasília: Conass, 2007.

(Coleção Progestores, Para Entender a Gestão do SUS, livro 4).

 

CRUZ, C. H. B. O poder de compra do Estado, 2003. Disponível em:

<www.ifi.unicamp.br/~brito/artigos/poder_compra_estado-

br_12012003.pdf>. Acesso em: maio 2009.

 

DIÁRIO DO COMÉRCIO. Philips vai ampliar a planta de Lagoa

Santa, 2011. Disponível em:

<http://diariodocomercio.com.br/index.php?

id=70&conteudoId=98392&edicaoId=986>. Acesso em: abr. 2012.

 

EDQUIST, C. (Ed.). Systems of Innovation: technologies, institutions

and organizations. London, Washington: Pinter, 1997.

 

ETTLINGER, M. The future of medical devices, 2005. Disponível

em: <www.qmed.com/mpmn/article/future-medical-devices-2025-

ad>. Acesso em: mar. 2012.

 

EVALUATE PHARMA. World preview 2016: beyond the Patent Cliff.

Relatório, 2011. Disponível em:

<www.evaluatepharma.com/EvaluatePharma_WorldPreview2016_Ju

ne2011.aspx>. Acesso em: mar. 2012.

 

EXAME. Roche eleva oferta pela Illumina para US$ 6,7 bilhões,

2012. Disponível em:

<http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/aquisicoes-

fusoes/noticias/roche-eleva-oferta-pela-illumina-para-us-6-7-

bilhoes>. Acesso em: mar. 2012.

 

EXPORTMED BRAZIL. Medical devices market opportunities for US

small and medium-sized enterprises. US Department of Commerce.

International Trade Administration Trade Development, 2004.

 

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS (FINEP). Fundo

setorial de saúde, 2008. Disponível em:

<www.finep.gov.br/fundos_setoriais/ct_saude/ct_saude_ini.asp>.

Acesso em: maio 2009.

 

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Instituto de Tecnologia em

Imunobiológicos - Biomanguinhos. Plano Estratégico 2010-2020:

Consolidar, Crescer & Inovar. Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da

Saúde. Rio de Janeiro, jun. 2011. (Mimeo.)

 

FREEMAN, C. The national system of innovation in historical

perspective. Cambridge Journal of Economics, 19(1): 5-24, 1995. FURTADO, A. & SOUZA, J. H. Evolução do setor de insumos e

equipamentos médicohospitalares, laboratoriais e odontológicos no

Brasil: a década de 90. In: NEGRINI, B. & GIOVANNI, G. (Coords.).

Brasil: radiografia da saúde. Campinas: Unicamp, 2001.

 

G1. Drogasil e Droga Raia confirmam fusão para criar líder do setor,

2011. Disponível em:

<http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/08/drogasil-e-

droga-raia-confirmam-fusao-para-criar-lider-do-setor.html>. Acesso

em: jan. 2012.

 

GADELHA, C. A. G. Biotecnologia em Saúde: um estudo da

mudança tecnológica na indústria farmacêutica e das perspectivas

de seu desenvolvimento no Brasil, 1990. Dissertação de Mestrado,

Campinas: Instituto de Economia, Universidade Estadual de

Campinas.

 

GADELHA, C. A. G. Estudo da competitividade de cadeias

integradas no Brasil: impactos das zonas livres de comércio

(Cadeia: complexo da saúde). Nota Técnica Final. Campinas:

IE/Neit/Unicamp, MCT/Finep, MDIC, 2002.

 

GADELHA, C. A. G. O complexo industrial da saúde e a

necessidade de um enfoque dinâmico na economia da saúde.

Ciência & Saúde Coletiva, 8(2): 521-535, 2003.

 

GADELHA, C. A. G. Desenvolvimento, complexo industrial da saúde

e política industrial. Revista de Saúde Pública, 40(n. esp.): 11-23,

2006.

 

GADELHA, C. A. G. Complexo Econômico-Industrial da Saúde:

produtos e insumos estratégicos para as políticas e programas de

saúde. In: Ciência e Tecnologia em Saúde. Brasília: Conass, 2007.

(Col. Progestores – Para Entender a Gestão do SUS, 4)

 

GADELHA, C. A. G. & MALDONADO, J. A indústria farmacêutica no

contexto do complexo industrial e do sistema de inovação em saúde. Trabalho elaborado para o projeto Brics, Redesist/IE/UFRJ.

Rio de Janeiro, 2007. (Mimeo.)

 

GADELHA, C. A. G. & MALDONADO, J. O papel da inovação na

indústria farmacêutica: uma janela de oportunidade no âmbito do

complexo industrial da saúde. In: BUSS, P. M.; CARVALHEIRO, J.

R. & CASAS, C. P. R. (Orgs.). Medicamentos no Brasil: inovação e

acesso. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008.

 

GADELHA, C. A. G.; MALDONADO, J. M. S. V. & COSTA, L. S. O

complexo produtivo da saúde e sua relação com o desenvolvimento:

um olhar sobre a dinâmica da inovação em saúde. In:

GIOVANELLA, L. et al. (Orgs.). Políticas e Sistemas de Saúde no

Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2012.

 

GADELHA, C. A. G.; MALDONADO, J. & VARGAS, M. A. Estudo

setorial sobre a indústria farmacêutica. Nota Técnica do projeto

‘Uma agenda de competitividade para a indústria paulista’. São

Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo

(IPT), 2008.

 

GADELHA, C. A. G.; QUENTAL, C. & FIALHO, B. C. Saúde e

inovação: uma abordagem sistêmica das indústrias da saúde.

Cadernos de Saúde Pública, 19(1): 47-59, 2003.

 

GADELHA, C. A. G. et al. Estudo da dimensão territorial do PPA.

Estudos prospectivos setoriais e temáticos. Módulo 4, tema: Saúde.

Nota Técnica Final. Rio de Janeiro: Centro de Gestão de Estudos

Estratégicos, mar. 2007.

 

GADELHA, C. A. G. et al. Complexo Econômico-Industrial da

Saúde. Relatório Final do projeto ‘PIB: perspectiva do investimento

no Brasil’. Rio de Janeiro, Campinas: IE/ UFRJ, IE/Unicamp,

BNDES, 2009.

 

GALLOUJ, F. L’innovation interactionnelle: un modele

neoschumpeterien. In: DJELLAL, F. & GALLOUJ, F. Nouvelle

Economie de Services et Innovation. Paris: L’Harmattan, 2002. GAZETA MERCANTIL. Philips implanta novo modelo de negócio no

mercado brasileiro, 2008. Disponível em:

<www.indexet.Gazetamercantil.com.br/arquivo/2008/03/19/50/Philip

s-implanta-novo-modelo-de-negocio-no-mercado-brasileiro.html>.

Acesso em: mar. 2012.

 

GELIJNS, A. C. & ROSEMBERG, N. The changing nature of medical

technology development. In: ROSEMBERG, N.; GELIJNS, A. C. &

DAWKINS, H. Sources of Medical Technology: universities and

industry. Washington: National Academy Press, 1995.

 

GELLERMANN, L. & LEONARDO, F. 3M adquire divisão de

negócios da Pomp. Companhia de Notícias, 2006. Disponível em:

<www.mmm.com/intl/br/sala_de_imprensa/download/OHES_aquisic

aoPOMP.pdf>. Acesso em: maio 2009.

 

GIOVANELLA, L. et al. (Orgs.). Políticas e Sistemas de Saúde no

Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, Cebes, 2008.

 

GUIMARÃES, J. A. A pesquisa médica e biomédica no Brasil:

comparação com o desempenho científico brasileiro e mundial.

Ciência & Saúde Coletiva, 9(2): 303-327, 2004a.

 

GUIMARÃES, R. G. Bases para uma política nacional de ciência,

tecnologia e inovação em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 9(2):

375-387, 2004b.

 

GUTIERREZ, R. M. V. & ALEXANDRE, P. V. M. Complexo industrial

da saúde: uma introdução ao setor de insumos e equipamentos de

uso médico. BNDES Setorial, 19: 119-155, 2004.

 

HEMOBRÁS. Produtos, 2012. Disponível em:

<www.hemobras.gov.br/site/conteudo/produtos.asp>. Acesso em:

abr. 2012.

 

IMS HEALTH. The global use of medicines: outlook through 2015,

2011. Disponível em:

<www.imshealth.com/deployedfiles/ims/Global/Content/Insights/IMS

%20Institute%20for%20Healthcare%20Informatics/Global_Use_of_

Medicines_Report.pdf>. Acesso em: abr. 2012.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Estatísticas da Saúde: Assistência Médico-Sanitária, 2005.

Rio de Janeiro: IBGE, Ministério da Saúde, Ministério do

Planejamento, Orçamento e Gestão, 2006.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Pintec: pesquisa industrial de inovação tecnológica 2005.

Rio de Janeiro: IBGE, 2007a.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Dados Estatísticos. Rio de Janeiro: IBGE, 2007b.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Dados Estatísticos. Rio de Janeiro: IBGE, 2009a.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Rio de

Janeiro: IBGE, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão,

2009b.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Conta Satélite da Saúde: diretoria de pesquisas,

coordenação de contas nacionais, sistema de contas nacionais

2005-2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2009c.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Projeção da População. Rio de Janeiro: IBGE, 2010a.

Disponível em:

<www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/projecao_da_populac

ao/2008/piramide/piramide.shtm>. Acesso em: dez. 2011.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Pintec: pesquisa industrial de inovação tecnológica 2008.

Rio de Janeiro: IBGE, 2010b.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Estatísticas da Saúde: Assistência Médico-Sanitária, 2009.

Rio de Janeiro: IBGE, Ministério da Saúde, Ministério do

Planejamento, Orçamento e Gestão, 2010c.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). Conta Satélite da Saúde: diretoria de pesquisas,

coordenação de contas nacionais, sistema de contas nacionais

2007-2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2012a.

 

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

(IBGE). PIA: Pesquisa Industrial Anual 2010. v. 29. Rio de Janeiro:

IBGE, 2012b.

 

INSTITUTO DE ESTUDOS E MARKETING INDUSTRIAL (IEMI).

Estudo Setorial da Indústria de Equipamentos Odonto-Médico-

Hospitalar e Laboratorial no Brasil. São Paulo: Iemi, Abimo, 2010.

 

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA).

Terceira idade e esperança de vida: o Brasil no cenário

internacional. Comunicado da Presidência, 8, 2008. Disponível em:

<www.ipea.gov.br/sites/000/2/comunicado_presidencia/08_09_18_E

xpectativaVidaSaudavel_NPresi_8_comunicado%20presidencia_1.p

df>. Acesso em: maio 2009.

 

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E

QUALIDADE INDUSTRIAL (INMETRO), 2008. Disponível em:

<www.inmetro.gov.br>. Acesso em: maio 2009.

 

KERSHNER, R. A nanotecnologia pode parecer como um daqueles

devaneios de H.G. Wells, mas pode mudar a forma com que

tratamos as doenças. Revista Universo Visual, 2007. Disponível em:

<www.universovisual.com.br/publisher/preview.php?

edicao=0307&id_mat=1576>. Acesso em: maio 2009.

 

LA FORGIA, G. M. & COUTTOLENC, B. F. Hospital Performance in

Brazil: the search for excellence. Washington: The World Bank,

2008.

LEÃO, R.; OLIVEIRA, E. & ALBORNOZ, L. Estudo Setorial: setor de

equipamentos e materiais de uso em saúde. Brasília: Secretaria de

Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de

Economia da Saúde, Coordenação Geral de Economia da Saúde,

2008.

 

Les Hôpitaux dans les 27 pays de l’Union Européenne. Paris :

Nouvelle Édition, 2008. (Collection Europe). Disponível em:

<www.dexia-creditlocal.fr/SiteCollectionDocuments/sante/Hopitaux-

Europe_Carte_FR.pdf>. Acesso em: mar. 2010.

 

LUNDVALL, B. A. Post script: innovation system research where it

came from and where it might go. In: LUNDVALL, B. A. National

Innovation Systems: towards a theory of innovation and interactive

learning. London: Pinter Publishers, 1992.

 

MAGALHÃES, L. C. G. et al. (Coord.). Evolução, tendências e

características das importações e exportações de farmoquímicos e

medicamentos: análise da balança de comércio exterior da indústria

farmacêutica brasileira 1990-2000. Nota Técnica. Brasília: MS, Ipea,

Anpec, 2002.

 

MANFREDINI, M. A. Características da Indústria de Equipamentos

Odontológicos e de Produtos para Higiene Bucal no Brasil entre

1990 e 2000, 2006. Dissertação de Mestrado, São Paulo: Programa

de Pós-Graduação em Ciências, Coordenadoria de Controle de

Doenças, Secretaria de Saúde de São Paulo.

 

MARINHO, A. Evidências e modelos sobre a coexistência de

hospitais com fins lucrativos e hospitais sem fins lucrativos no

Sistema Único de Saúde. Ipea, set. 2004 (Texto para Discussão,

1.041). Disponível em: <www.ipea.gov.br/pub/td/2004/td_1041.pdf>.

Acesso em: mar. 2010.

 

MARTINS, R. Dos aviões para o corpo humano. Carta Capital. São

Paulo, 10 set. 2008.

McKEE, M. & HEALY, J. The role of the hospital in a changing

environment. Bulletin of the World Health Organization, 78(6): 803-

810, 2000.

 

McKEE, M. & HEALY, J. (Eds.). Hospitals in a Changing Europe.

Buckingham: Open University Press, 2002.

 

MDDI ONLINE. Buyer’s market prevails for Medtech Firms, 2010.

Disponível em: <www.mddionline.com/article/buyers-market>.

Acesso em: abr. 2012.

 

MENDES, E. V. Os Grandes Desafios do SUS. Salvador: Instituto de

Saúde Coletiva/ UFBA, Casa da Qualidade, 2001. Tomos I e II.

 

MOREL, C. The road to recovery. Outlook neglected diseases.

Nature, 449: 157-182, 2007.

 

NELSON, R. R. National Innovations Systems: a comparative

analysis. New York, Oxford: Oxford University Press, 1993.

 

O GLOBO. GE e Intel anuncia joint venture para a área da saúde,

2010. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/economia/ge-intel-

anuncia-joint-venture-para-area-da-saude-2971991>. Acesso em:

ago. 2010.

 

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). A

Transformação da Gestão dos Hospitais na América Latina e Caribe.

Brasília: Opas, OMS, 2004.

 

ORGANIZATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND

DEVELOPMENT (OCDE). Health at a Glance 2007 – OECD

Indicators, 2007. Disponível em:

<www.oecdbookshop.org/oecd/display.asp?

sf1=identifiers&st1=9789264027329>. Acesso em: maio 2009.

 

PAIVA, L. Reagentes para diagnóstico de doenças infecciosas:

tendências de mercado e tecnologias diagnósticas − uma análise comparativa. Nota técnica do projeto Vice-Presidência de Produção

e Inovação em Saúde/Fiocruz. Rio de Janeiro, 2009. (Mimeo.)

 

PAMMOLLI, F. et al. Medical Devices Competitiveness and Impact

on Public Health Expenditure. Rome: CERM – Competitiveness,

Markets and Regulation, 2005.

 

PAREXEL’S PHARMACEUTICAL R&D. Statistical Sourcebook

2005/2006. Waltham: Parexel International Corporation, 2005.

 

PAREXEL’S PHARMACEUTICAL R&D. Statistical Sourcebook

2007/2008. Waltham: PAREXEL International Corporation, 2007.

 

PHARMACEUTICAL RESEARCH AND MANUFACTURERS OF

AMERICA (PhRMA). Annual Report 2011. Disponível em:

<www.phrma.org/sites/default/files/159/phrma_2011_annual_report.p

df>. Acesso em: abr. 2012.

 

PHARMEXEC.COM th . Pharmaceutical Executive.com12 Annual

Pharm Exec 50, 2010. Disponível em:

<www.pharmexec.com/pharmexec/article/articleDetail.jsp?

id=719596>. Acesso em: abr. 2012.

 

PHC CONSULTING. Top medical device companies, 2011.

Disponível em:

<www.phcconsulting.com/WordPress/2011/02/22/top-medical-

device-companies-2011/>. Acesso em: abr. 2012.

 

PHILIPS. Phillips inaugura fábrica de ressonância magnética e

tomografia computadorizada no Brasil, 2008. Disponível em:

<www.newscenter.philips.com/br_pt/standard/about/news/press/artic

le-4162.wpd>. Acesso em: abr. 2012.

 

PHILIPS. Philips investe em desenvolvimento e produção locais e

oferece a possibilidade de compra pelo Finame/BNDES, 2011.

Disponível em:

<www.newscenter.philips.com/br_pt/standard/about/news/press/artic

le-2011052302.wpd>. Acesso em: abr. 2012.

PhRMA. Annual Report, 2011. Disponível em:

<www.phrma.org/sites/default/files/159/phrma_2011_annual_report.p

df>. Acesso em: abr. 2012.

 

PIERONI, J. P.; REIS, C. & SOUZA, J. O. B. A indústria de

equipamentos e materiais médicos, hospitalares e odontológicos:

uma proposta de atuação do BNDES. Complexo industrial da saúde.

BNDES Setorial, 31: 185-226, 2010.

 

POLETTO, F.; POHLMANN, A. R. & GUTERRES, S. S. Uma

pequena grande revolução: os impactos da nanobiotecnologia na

saúde humana. Ciência Hoje, 43(255): 26-31, 2008.

 

PRICE WATER HOUSE COOPERS (PWC). Pharma 2020: the

vision. Which path will you take?, 2007. Disponível em:

<www.pwc.com/extweb/pwcpublications.nsf/docid/91BF330647FFA4

02852572F2005ECC22>. Acesso em: maio 2009.

 

PROFARMA/BNDES. Programa de apoio ao desenvolvimento do

complexo industrial da saúde, 2007. Disponível em:

<www.bndes.gov.br/programas/industriais/profarma.asp>. Acesso

em: maio 2009.

 

PROGENÉRICOS. Dados 2011. Disponível em:

<www.progenericos.org.br/mercado.htm>. Acesso em: mar. 2012.

 

PROJETO CARGA DA DOENÇA NO BRASIL. Escola Nacional de

Saúde Pública. Fundação Oswaldo Cruz/Fiotec, 1999.

 

QUEIROZ, S. & GONZÁLES, A. J. V. Mudanças recentes na

estrutura produtiva da indústria farmacêutica. In: NEGRI, B. &

GIOVANNI, G. (Orgs.). Brasil: radiografia da saúde. Campinas:

IE/Unicamp, 2001.

 

QUENTAL, C. M.; GADELHA, C. A. G. & FIALHO, B. C. Brazilian

health innovation system. In: TRIPLE HELIX INTERNATIONAL

CONGRESS, 30, 2000, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro,

2000. CD-Rom.

R&D SCOREBOARD/THE ECONOMICS OF INDUSTRIAL

RESEARCH & INNOVATION. EU. Industrial R&D investment

scoreboard, 2010. Disponível em:

<http://iri.jrc.ec.europa.eu/research/scoreboard_2011.htm>. Acesso

em: abr. 2012.

 

REDE UNIVERSITÁRIA DE MEDICINA. O que é telemedicina. Rede

Universitária de Telemedicina, 2008. Disponível em:

<http://rute.rnp.br/sobre/telemedicina/>. Acesso em: maio 2009.

 

REIS, C.; LANDIN, A. & PIERONI, J. P. Lições da experiência

internacional e proposta para incorporação da rota biotecnológica na

indústria farmacêutica brasileira. BNDES Setorial, Rio de Janeiro, n.

34, p. 5-44, 2011.

 

REUTERS. Sanofi offer for Genzyme set to go into extra time, 2010.

Disponível em: <http://uk.reuters.com/article/2010/12/10/uk-

genzyme-sanofi-idUKTRE6B92B120101210>. Acesso em: jan.

2012.

 

REUTERS. Johnson & Johnson vai comprar Synthes por US$21,6

bi, 2011. Disponível em:

<http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE73Q02V201104

27>. Acesso em: jan. 2012.

 

REVISTA IN. Hospital Sírio Libanês inaugura novo centro de

diagnósticos por imagem, 2008. Disponível em:

<www.revistainonline.com.br/ler_noticia_saude.asp?noticia=421>.

Acesso em: mar. 2012.

 

SALTMAN, R. B.; FIGUERAS, J. & SAKERLLARIDES, C. (Eds.).

Critical Challenges for Health Care Reform. Buckingham: Open

University Press, 1998.

 

SAÚDE WEB. Philips adquire VMI Sistemas Médicos e reforça

posicionamento no mercado de Raio-X, 2007. Disponível em:

<http://saudeweb.com.br/3959/negocios-philips-adquire-vmi-

sistemas-medicos-e-reforca-posicionamento-no-mercado-de-raio-

x/>. Acesso em: mar. 2012.

 

SAÚDE WEB. Marcando território, 2008a. Disponível em:

<http://saudeweb.com.br/10848/marcando-territorio/>. Acesso em:

mar. 2012.

 

SAÚDE WEB. Philips anuncia a aquisição da Dixtal, 2008b.

Disponível em: <www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?

cod=47895>. Acesso em: mar. 2012.

 

SAÚDE WEB. Fleury compra Labs Cardiolab por R$1,19 bi, 2011a.

Disponível em: <http://saudeweb.com.br/22557/fleury-compra-labs-

cardiolab-por-r119-bi/>. Acesso em: mar. 2012.

 

SAÚDE WEB. Hospital Samel investe R$ 2 milhões em centro de

diagnóstico por imagem, 2011b. Disponível em:

<http://saudeweb.com.br/23683/hospital-samel-investe-r-2-milhoes-

em-centro-de-diagnostico-por-imagem/>. Acesso em: mar. 2012.

 

SCHRAMM, J. M. A et al. Transição epidemiológica e o estudo da

carga de doença no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 9(4): 897-908,

2004.

 

SELAN, B.; PORTO, G. & KANNEBLEY JR., S. Parque tecnológico

de Ribeirão Preto. Relatório Setorial de Inovação Tecnológica:

indústria de produtos e equipamentos médico-hospitalares e

odontológicos brasileira. Ribeirão Preto: Fipase, 2007.

 

SHETTY, S. Global pharma market predicted to more than double in

value to $1,3 trillion by 2020: industry must transform to capitalize on

opportunities. Price Water House Coopers, 2007. Disponível em:

<www.pwc.com/extweb/ncpressrelease.nsf/docid/B4DDF30B84AB6

C55CA2572FE001EEA4A>. Acesso em: maio 2009.

 

SHORTELL, S. M.; GILLIES, R. R. & DEVERS, K. J. Reinventing the

American hospital. Milbank Quarterly, 73(2): 131-160, 1995. SINDUSFARMA. Indicadores Econômicos 2012. Disponível em:

<www.sindusfarmacomunica.org.br/indicadores-economicos>.

Acesso em: abr. 2012.

 

SINDUSFARMA. Site. Disponível em:

<www.sindusfarmacomunica.org.br>. Acesso em: abr. 2012.

 

SLOAN, F. A. Not-for-profit ownership and hospital behavior. In:

CULYER, A. J. & NEWHOUSE, J. P. (Eds.). Handbook of Health

Economics. New York: North-Holland, Elsevier, 2000. v. 1B.

 

SPIGOLON, J. L. Reengenharia dos hospitais. In: Estratégias para o

fortalecimento do setor hospitalar filantrópico. Porto Alegre, 2002.

(Mimeo.).

 

TEMPORÃO, J. G. O Complexo Industrial da Saúde: público e

privado na produção e consumo de vacinas no Brasil, 2002. Tese de

Doutorado, Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de

Janeiro.

 

TEMPORÃO, J. G. & GADELHA, C. A. G. A Estruturação do

mercado de vacinas no Brasil e a Consolidação do Segmento

Público. In: AZEVEDO, N. et al. (Orgs.). Inovação em Saúde:

dilemas e desafios de uma instituição pública. Rio de Janeiro:

Editora Fiocruz, 2007.

 

THE ECONOMIST. The pharmaceutical industry. Beyond the pill,

2007. Disponível em:

<www.economist.com/business/displaystory.cfm?

story_id=10026788>. Acesso em: abr. 2012.

 

THE ECONOMIST. Racing down the pyramid, 2008. Disponível em:

<www.economist.com/node/12601852>. Acesso em: mar. 2012.

 

THE GUARDIAN. Big Pharma self-medicates in a bid to lift ailing

returns, 2008. Disponível em:

<www.guardian.co.uk/business/2008/jul/27/glaxosmithklinebusiness.

pharmaceuticlas>. Acesso em: mar. 2012.

THE WORLD MEDICAL MARKET FACT BOOK 2008. Great Britain:

Espicon Business Intelligence. 2008.

 

THE WORLD MEDICAL MARKETS FACT BOOK 2010. Great

Britain: Espicon Business Intelligence. 2010.

 

TRUSHEIM, M.; AITKENY, M. & BERNDTZ, E. Characterizing

markets for biopharmaceutical innovations: do biologics differ from

small molecules? Forum for Health Economics & Policy, 13(1), 2010.

 

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP) &

AGÊNCIA BRASILEIRA

 

DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL (ABDI). Relatório de

acompanhamento setorial: equipamentos médicos, hospitalares e

odontológicos, 2009. Volume II. Projeto: Boletim de Conjuntura

Industrial, Acompanhamento Setorial, Panorama da Indústria e

Análise da Política Industrial. Disponível em

<www.abdi.com.br/Estudo/Equipamentos%20M%C3%A9dicos%20-

%20%20fevereiro2009.pdf>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. BNDES e saúde elaboram plano a indústria

farmacêutica, 2007.

 

Disponível em: <http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?

NOTCod=367146>. Acesso em: mar. 2010.

 

VALOR ECONÔMICO. Hypermarcas compra Mantecorp, 2010a.

Disponível em: <www.valor.com.br/arquivo/694553/hypermarcas-

compra-mantecorp>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Farmacêuticas planejam aporte de R$ 3

bilhões no país em 2010. Valor Econômico, 17 fev. 2010b.

Disponível em: <www1.valor.com.br/arquivo/808755/farmaceuticas-

planejam-aporte-de-r-3-bilhoes-no-pais-em-2010#ixzz1zQxnhB3q>.

Acesso em: mar. 2012.

VALOR ECONÔMICO. Novartis vai investir US$ 3 bilhões em

aquisições, 2011a. Dsiponível em:

<www.valor.com.br/arquivo/191435/novartis-vai-investir-us-3-

bilhoes-em-aquisicoes>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Sanofi-Aventi compra Genzyme por US$

20,1 bi, 2011b. Disponível em:

<www.valor.com.br/arquivo/873061/sanofi-aventis-compra-genzyme-

por-us-201-bi>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Americana Amgen compra a farmacêutica

Bergamo, 2011c. Disponível em:

<www.valor.com.br/arquivo/881757/americana-amgen-compra-

farmaceutica-bergamo>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Consolidação no setor farmacêutico será

acelerado, aponta KPMG, 2011d. Disponível em:

<www.valor.com.br/empresas/1018286/consolidacao-no-setor-

farmaceutico-sera-acelerada-aponta-kpmg>. Acesso em: mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Cresce venda de software para gestão de

hospitais, 2011e.

 

Disponível em: <http://publicidade-

valordigital.valor.com.br/empresas/203439/cresce-venda-de-

software-para-gestao-de-hospitais>. Acesso em: jul. 2011.

 

VALOR ECONÔMICO. Telemedicina em saúde pública ganha

recursos adicionais, 2011f. Disponível em www.valor.com.br/.

Acesso em: mar. 2011.

 

VALOR ECONÔMICO. Múltis vão produzir equipamentos médicos

de alta tecnologia no Brasil, 2012a. Disponível em:

<www.valor.com.br/empresas/2504906/multis-vao-produzir-

equipamentos-medicos-de-alta-tecnologia-no-brasil>. Acesso em:

mar. 2012.

VALOR ECONÔMICO. Quadro instável, 2012b. Disponível em:

<www.valor.com.br/especiais/2592394/quadro-instavel>. Acesso em:

mar. 2012.

 

VALOR ECONÔMICO. Por que GE, Philips e Siemens passarão a

fabricar mais equipamentos médico-hospitalar no Brasil, 2012c.

Disponível em: <www.valor.com.br>. Acesso em: mar. 2012.

 

VARGAS, M. A. et al. Reestruturação na indústria farmacêutica

mundial e seus impactos na dinâmica produtiva e inovativa do setor

farmacêutico brasileiro. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA

POLÍTICA, XV, 2010, São Luís. Disponível em:

<www.sep.org.br/artigos?conference=15&title=&author=vargas>.

Acesso em: abr. 2012.

 

VIANA, A. L. & ELIAS, P. E. Saúde e desenvolvimento. Ciência &

Saúde Coletiva, 12, supl.: 1.765-1.776, 2007.

 

WORLD BANK. Base de dados, 2012. Disponível em:

<http://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.CD/countries?

display=default%20%28acesso%20em%20abril/2012%29>. Acesso

em: abr. 2012.

 

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Europe HFA, Database,

jan. 2009. Disponível em: <www.euro.who.int/hfadb>. Acesso em: 14

fev. 2009.

 

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Global health

observatory data repository, 2010. Disponível em:

<http://apps.who.int/ghodata/?theme=country>. Acesso em: abr.

2012.

 

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). European HFA,

Database, January, 2012a. Disponível em: www.euro.who.int/hfadb.

Acesso em: abr. 2012.

 

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Site. Disponível em:

<www.who.int/en>. Acesso em: 2012b.

Notas

 

 

Pesquisadores vinculados ao Grupo de Inovação em Saúde da

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação

Oswaldo Cruz (GIS/Ensp/Fiocruz), cadastrado no diretório de

grupos de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento

Científico e Tecnológico (CNPq) como Grupo de Pesquisa sobre

o Complexo Econômico-Industrial e Inovação em Saúde..

↩

 

1. Adotou-se neste estudo a terminologia Complexo Econômico-

Industrial da Saúde, ou seu acrônimo CEIS, ao invés de

Complexo Industrial da Saúde (CIS), para demarcar uma visão

que abrange, além da produção industrial, a de serviços

(justamente o subsistema que confere interdependência a toda

a produção em saúde) e está consoante com a formulação

original sobre o Complexo Produtivo da Saúde, conforme

proposto por Gadelha (2003). A opção por não adotar o termo

CIS se dá em função do sentido restritivo com que as políticas

nacionais o têm empregado, que exclui dessa base produtiva o

segmento consumidor e demandante, ou seja, os serviços para

onde escoam a produção dos segmentos industriais.

↩

2. Tanto a Política para o Desenvolvimento Produtivo quanto o

Mais Saúde e o PACTI da Inovação já não estão mais em vigor.

São, contudo, registrados neste texto por representarem um

marco no reconhecimento do caráter estratégico do complexo

da saúde no âmbito de setores estratégicos nacionais. Todas

essas macropolíticas e diretrizes setoriais foram atualizadas,

mantendo e ampliando o protagonismo da saúde.

↩

3. Na perspectiva teórica aqui adotada considera-se inovação

como um processo técnico-econômico, político e social

coevolutivo em torno do qual ocorre o processo de

desenvolvimento dos setores produtivos e das economias

nacionais.

↩

4. O ponto percentual restante refere-se à participação das

instituições sem fins lucrativos.

↩

5. A organização da atividade de pesquisa baseada em critérios

teórico-metodológicos ou disciplinares é a mais conhecida e

mais utilizada até hoje. Todavia, alguns autores têm mostrado

que setores de aplicação ou de atividade ganharão crescente

importância como forma de organizar a atividade de pesquisa

científica e tecnológica (Conass, 2007).

↩

6. No Brasil, a participação de medicamentos éticos situa-se em

torno de 90% do mercado, o que revela o papel dos médicos na

demanda setorial (Bastos, 2005).

↩

7. Segundo Angell (2007), P&D é uma parte relativamente

pequena dos orçamentos das empresas farmacêuticas,

comparativamente às despesas com marketing e

administração. Ao relacionar o número de medicamentos que

entraram no mercado em 2002 nos EUA com o que a indústria

alega ter gasto em P&D, a autora sugere que o valor

efetivamente gasto em P&D pela indústria depois dos impostos

(as despesas de P&D são totalmente dedutíveis) se situaria em

cerca de US$ 175 milhões para cada medicamento.

↩

8. Em 1999, a Lei 9.787 instituiu o medicamento genérico no país,

de acordo com as normas internacionais adotadas por países

da União Europeia, EUA, Canadá, além da Organização

Mundial da Saúde (OMS). Essa lei foi regulamentada pela

Resolução 391, do mesmo ano, e apresentava todos os

critérios sobre produção, ensaios de bioequivalência, de

biodisponibilidade, registro, prescrição e dispensação de

medicamentos genéricos. Em janeiro de 2001, foi publicada a

Resolução 10, em substituição à Resolução 391. O objetivo foi

dar maior agilidade ao processo de registro de medicamentos

genéricos e melhorar o fluxo das análises. A norma agregou

informações, revisou pontos da resolução original e preencheu

lacunas, como a regularização do registro de genéricos

importados (Anvisa, 2008).

↩

9. Em âmbito mundial, conforme destacado na seção anterior, o

aumento das pressões competitivas no segmento de

medicamentos genéricos também tem levado à intensificação

do número de fusões e aquisições entre as empresas que

atuam neste segmento. Tal movimento de consolidação tem

origem, em grande parte, na necessidade de ganhos de escala

que vem sendo imposta pelas crescentes pressões

competitivas no mercado de medicamentos genéricos.

↩

10. A conformação histórica da indústria farmacêutica no Brasil tem

sido abordada em diversos trabalhos recentes (Queiroz &

Gonzáles, 2001; Gadelha et al., 2007; Bastos, 2005;

Capanema, 2006, entre outros). Para o escopo deste trabalho,

destacam-se as características vigentes até o final do século

passado, que envolvem alto dinamismo da produção de

medicamentos finais, domínio do mercado pelas empresas

líderes do oligopólio mundial e realização restrita das atividades

de maior densidade tecnológica, com destaque para a reduzida

participação na oferta da produção de ingredientes

farmacêuticos ativos (IFAs ou fármacos) e pela quase

desprezível realização de atividades de P&D, com exceção das

realizadas no âmbito dos produtores públicos mais capacitados

em biotecnologia – a Fiocruz e o Butantan – no campo das

vacinas e reagentes para diagnóstico e de algumas iniciativas

privadas para a produção de farmoquímicos que foram

abortadas pelas políticas liberais dos anos 90, relacionadas

sobretudo ao comércio exterior e à adoção da legislação de

propriedade intelectual em 1996, sem que fossem aproveitadas

as flexibilidades previstas pelo Trips para os períodos de

transição.

↩

11. Em 2007, o valor médio da produção anual no segmento

farmoquímico era de aproximadamente R$ 12 milhões, ao

passo que no segmento de medicamentos esse valor era de

cerca de R$ 45 milhões.

↩

12. A fim de permitir a comparação ao longo do período analisado,

considerou-se o valor de transformação industrial a preços

constantes de 2007.

↩

13. De acordo com Gadelha e colaboradores (2009), a importância

dessa entrada do setor público na biotecnologia moderna nos

anos 90 ganha ainda mais destaque quando se considera o

contexto neoliberal em que as iniciativas biotecnológicas mais

sofisticadas eram desativadas, como ocorreu no caso da venda

e posterior interrupção da produção de insulina por engenharia

genética da Biobrás.

↩

14. De acordo com dados do GIS/Ensp/Fiocruz sobre a balança

comercial do CEIS.

↩

15. As compras de medicamentos de componente especializado

concentram grande parte da demanda de produtos biológicos e

totalizavam R$ 3,2 bilhões em 2010, ou cerca de 30% do

montante total de compras do MS. De acordo com dados do

DECIIS/SCTIE/MS, a análise do perfil atual da aquisição de

medicamentos do componente especializado da assistência

farmacêutica por parte do MS revela que, em 2010, a aquisição

de biofármacos representou 3,70% do volume em unidades de

medicamentos adquiridas e 31,97% do valor das aquisições em

reais (Brasil. Ministério da Saúde, 2012).

↩

16. Tal avaliação foi feita com base em um conjunto de entrevistas

que envolveu empresas de grande porte como Aché, Medley e

Eurofarma, que ocupam posições de liderança no mercado

farmacêutico nacional. Para maiores detalhes sobre a

metodologia e escopo desse estudo, ver

http://www.ipt.br/atividades/pit/notas/files/Industria_Farmaceutic

a.pdf.

↩

17. As considerações gerais, a menos que sejam especificadas,

sempre procuram captar a dinâmica destes segmentos mais

intensivos em inovação, sejam apresentados como “a indústria

de equipamentos”, de “equipamentos ou materiais” ou do

“subsistema”, muitas vezes não se aplicando aos segmentos

menos densos em conhecimento.

↩

18. A distribuição percentual da composição do mercado mundial

por tipo de produto em 2009 é a seguinte: material de consumo,

17%; diagnóstico por imagem, 24%; ortopédico, 17%;

odontológico, 6%; outros equipamentos, 36% (The World

Medical Markets Fact Book, 2010).

↩

19. As vinte maiores empresas controlam 70% da produção

mundial (ABDI, 2009).

↩

20. Entre as empresas estrangeiras com atuação no Brasil incluem-

se GE, Philips, Toshiba, Siemens, Kodak, Shimadzu, Becton

Dickinson, Baxter, Edwards Lifesciences, Johnson & Johnson,

3M, Saint Jude e Fresenius (Exportmed Brazil, 2004).

↩

21. Devido a mudança metodológica da Pesquisa Industrial de

Inovação Tecnológica (Pintec/IBGE) – 2008, não se dispõe

dessa informação para esse ano para o segmento de

equipamentos médicos.

↩

22. As previsões apontam para a seguinte distribuição do mercado

brasileiro por tipo de equipamento: material de consumo,

22,5%; diagnóstico por imagem, 21,8%; odontológico, 4,4%;

ortopédico, 22,0%; outros, 29,3% (The World Medical Markets

Fact Book, 2008).

↩

23. A mudança do sistema analógico para o digital por parte das

instituições de saúde deve representar oportunidades de

negócios da ordem dos US$ 300 milhões, segundo o Hospital

Sírio-Libanês (In, 2008).

↩

24. Em maio de 2010, a Portaria n. 1.284 do Ministério da Saúde

atualizou a anterior. De acordo com a nova portaria, os critérios

utilizados na seleção desses produtos foram: aderência aos

programas desenvolvidos pelo MS; nível de produção nacional;

número de fabricantes no país; destacado índice de queixas

técnicas ou eventos adversos notificados à Anvisa associados a

produtos nacionais; demanda técnica para certificação de

produtos.

↩

25. Itens definidos a partir de discussões realizadas com a Abimo.

↩

26. Para uma abordagem atualizada das políticas e sistemas de

saúde, ver a coletânea recentemente organizada por Giovanella

e colaboradores (2008), que abrange conceitualmente as

dimensões de proteção social e econômica e desenvolve uma

análise histórica da experiência brasileira.

↩

27. O Brasil se encontra a grande distância desses países em

termos de disponibilidade de equipamentos, maior se

considerados apenas os equipamentos disponíveis para o SUS,

e ainda maior quando consideradas as regiões menos

desenvolvidas do país (Brasil. Ministério da Saúde/Datasus,

2009).

↩

28. Note-se que não houve a inversão entre os gastos públicos e

privados no período, mas sim expansão proporcional dos

gastos públicos em relação ao privado; atualmente aqueles

respondem por 44% do gasto total em saúde no Brasil (IBGE,

2012a).

↩

29. Na realidade, as políticas nacionais estabeleceram como

prioridade o Complexo Produtivo da Saúde em uma versão

restrita em relação ao conceito original (Gadelha, 2003), não

considerando o segmento de serviços, que é justamente o que

confere caráter interdependente a toda produção em saúde.

↩

30. Para os dados sobre os financiamentos ocorridos desde a

criação do programa, ver o capítulo 3.

↩

31. O pacote do presidente Barack Obama, mencionado no capítulo

2, é ilustrativo dessa dupla inserção da área de saúde, que, em

conjunto com educação e energia sustentável, responde pela

maior parte das despesas públicas previstas. Nos Estados

Unidos, US$ 20 bilhões são destinados ao uso de tecnologia de

informação em saúde, US$ 10 bilhões ao National Institutes of

Health (NIH) e USS 1 bilhão a estudos de avaliação tecnológica

para avaliar o custo-benefício das novas tecnologias em saúde

(GIS/Ensp/Vice-Presidência de Produção e Inovação em

Saúde/Fiocruz).

↩

Você terminou A dinâmica do sistema produtivo da saúde: inovação e complexo econômico-industrial

Carlos A. Grabois Gadelha

Livros como este

Depois do livro

Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.