A família real no Brasil: política e cotidiano (1808-1821)
Fontes e Referências Bibliográficas
Fontes e Referências
Bibliográficas
Fontes Impressas e Manuscritas
Carta de hum fiel vassallo a El rei D. João VI, relatando o estado do reino de Portugal sob o governo regencial e pedindo a volta se S. M. Documentos para a História da Independência, 1923.
[Carta] Regitrada nesta Secretaria de Estados dos Negócios do Brasil, L.° 2.º de leis, alvarás, e Cartas Régias à fl.69. Rio de Janeiro, em 16 de dezembro de 1815.
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Cartas de C. de Geine ao Intendente da Polícia.. 2 de janeiro 1821. Divisão de Manuscritos, II-33, 22, 54.
MORAES, Alexandre José de Melo, Dados sobre a chegada ao Rio de Janeiro da Família Real, problemas de habitação para a comitiva, vida social e política, hábitos da família real, volta para Portugal, falecimento de D, João VI e Pedro I como imperador, S.l, s.d, Original (transcrição feita por Cecília Coelho, maio de 2001). Divisão de Manuscritos, II-30, 23, 6,7.
Relação das festas que se fizeram no Rio de Janeiro, quando o príncipe Regente N.S e toda a sua família chegarão pela primeira vez áquella capital. Ajuntando-se algumas particularidades igualmente curiosas, e que dizem respeito ao mesmo objeto. Lisboa, Impressão Régia, 1810. Seção de Obras Raras, [36,0,21]
Ferreira. Seção de Obras Raras - DOC 37,5 1B.
Poesia em aplauso dos heróicos feitos do memorável dia 26 de fevereiro 1821, Rio de Janeiro, Imprensa Régia, 1821.
Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Portugal)
Casa Forte, Ministério dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, M.22, fl.204.
Ministério do Reino, Governadores do Reino, Registro de Cartas ao Príncipe Regente, Livro 317, Carta 466, 17.3.1817, fl.377.
Ministério do Reino, Livro 325.
Biblioteca Nacional de Lisboa
Memória sobre a Conspiração de 1817, vulgarmente chamada A Conspiração Gomes Freire; escrita e publicada por um português, amigo da justiça e da verdade, Lisboa, Imprensa Liberal, 1822.
Relação dos Acontecimentos do Rio de Janeiro no dia 26 de fevereiro de 1821 e algumas circunstâncias que o precederam e o produziram. Seção de Reservados, Cód. 10.759.
Lisboa. Punhal dos Corcundas. n.º 5, p.41. Lamentos políticos de um pobrezinho e preguiçoso que estava acostumado a manter-se à custa alheia, por O lamentador.
Documentos Impressos
“Considerações sobre o Estado de Portugal e do Brasil, desde a saída d’El Rei de Lisboa em 1807 até o presente, indicando algumas providências para a consolidação do Reino Unido”, Londres, 4 de Junho de 1822, In: RIHGB, tomo XXVI, 1863, p. 147.
FERREIRA, Silvestre Pinheiro, Memórias e Cartas Biográficas, sobre a Revolução Popular e o ministério do Rio de Janeiro desde 26 de fevereiro de 1821 até o regresso de S.M O Sr. D. João VI com a Corte para Lisboa e os votos de homens de Estado que acompanharam S.M.(2ª Parte) Anais da Biblioteca Nacional.Volume III, (fascículo I) Rio de Janeiro, Leuzinger e Filhos, 1877, Carta XXII, p.182-183.
MONCORVO, José Domingues de Attaíde. “Sobre os acontecimentos dos dias 21 e 22 de Abril de 1821 na Praça do Comércio do Rio de Janeiro. Escrita em Maio do mesmo ano por uma testemunha presencial”, in Revista Trimensal do Instituto Histórico Geográfico e Etnográfico do Brasil, tomo XXVII, parte primeira, Rio de Janeiro, Tipografia Luis dos Santos, 1864.
PONDÉ, Francisco de Paula e Azevedo. “D João VI e a emancipação intelectual do Brasil”, in RIHGB. Rio de Janeiro, tomo 279, 1968.
VIANA, Paulo Fernandes. “Abreviada Demonstração dos trabalhos da Polícia em todo o Tempo que serviu o Desembargador do Paço Paulo Fernandes Viana”, RIHGB, tomo 55, parte.1, 1892, p. 374-375.
Periódicos
Gazeta do Rio de Janeiro (1808-1821)
O Bem da Ordem (1821)
O Conciliador do Reino Unido (1821)
O Amigo do Rei e da Nação (1821)
Livros, Artigos e Teses
ALGRANTI, Leila Mezan. O feitor ausente. Estudo sobre a escravidão urbana no Rio de Janeiro (1808-1821). Petrópolis: Ed. Vozes, 1988.
ALGRANTI, Leila Mezan. Livros de Devoção, Atos de censura: cultura religiosa na América Portuguesa, Ed. Hucitec e Fapesp, São Paulo, 2004.
ASSUNÇÃO, Paulo de. Ritmos da Vida: momentos efusivos da família real portuguesa nos trópicos. Rio de Janeiro. Ed. Arquivo Nacional, 2008.
BITTENCOURT, José Neves, “Iluminando a Colônia para a Corte: o museu real e a Missão Francesa como marcos exemplares da política de administração portuguesa no Brasil”, in Seminário Internacional Dom João VI: um rei aclamado na América, Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional, 2000.
CAMARGO, Ana Maria de Almeida; MORAES, Rubens Borba de. Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro, Edusp, São Paulo, 1993.
DEBRET, Jean, Baptiste. Viagem pitoresca e histórica do Brasil. Trad. e Notas Sérgio Milliet. Belo Horizonte/ São Paulo: Itatiaia/Edusp, 1989.
Diccionário BioBibliográphico brasileiro de diplomacia, política externa e direito internacional Argeu Guimarães: Rio de Janeiro: Edição do autor, 1938.
KLEIN, Herbert. The middle passage. Princeton: Princeton University Press, 1978.
KURY, Lorelai (Org.). Imperialismo e Império no Brasil. O Patriota (1813-1814). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.
LIMA, Madalena Q. Aspectos da vida cotidiana do Rio de Janeiro na visão de três viajantes estrangeiros: Debret, Rugendas e Maria Graham. Dissertação de mestrado. UERJ. 2000.
LIMA, Oliveira. D. João VI no Brasil. 3ª ed. Rio de Janeiro. Topbooks, 1996.
LYRA, Maria de Lourdes Viana. A utopia do poderoso império. Portugal e Brasil: bastidores da política (1798-1822). Rio de Janeiro: Sette Letras, 1994.
LOPES, Emílio. Festas públicas, memórias e representação: um estudo sobre manifestações na Corte do Rio de Janeiro (1808-1822). São Paulo: Ed. Humanitas FFLCH/USP, 2004.
LUCCOCK, John. Notas sobre o Rio de Janeiro e partes meridionais do Brasil, tomadas durante uma estada de dez anos nesse país, de 1808 a 1818, Trad. Milton da Silva Rodrigues, São Paulo, Livraria Martins, 1942.
LUCCOCK, John. Notas sobre o Rio de Janeiro e partes meridionais do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1975.
MALERBA, Jurandir. A corte no exílio: Civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência (1808-1821), Cia das Letras, São Paulo, 2000.
MARTINS, Ismênia de Lima. “Corte Joanina”. In: NEVES, Lúcia Bastos Pereira das; VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Joanino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
MEIRELLES, Juliana Gesuelli, Imprensa e poder na corte joanina: A Gazeta do Rio de Janeiro. Ed. Arquivo Nacional: Rio de Janeiro, 2008.
NEVES, Lúcia M. Bastos Pereira das. As representações napoleônicas em Portugal: imaginário e política (1808-1810). Tese para Professor Titular em História Moderna. UERJ. Rio de Janeiro. 2002.
NEVES, Lúcia M. Bastos Pereira das, Corcundas e Constitucionais: a cultura política da independência (1820-1822), Revam: FAPERJ, Rio de Janeiro, 2003.
NORTON, Luiz. A corte de Portugal no Brasil. São Paulo. Companhia Editora Nacional. 1938.
SANTOS, Afonso Carlos Marques dos. “A fundação de uma Europa possível” in Seminário Internacional Dom João VI: um rei aclamado na América, Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional, 2000.
SANTOS, Luiz Gonçalves dos Santos, Memórias para servir à história do Brasil. Lisboa. Impressão Régia. T.1. 1825.
SCHWARCZ, Lilia M., AZEVEDO, Paulo César de e COSTA, Ângela Márquez da. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo. Companhia das Letras, 2002.
SCHWARCZ, Lilia M. “Metrópole improvável de 46 ruas”, in 2oo anos da chegada da corte: um império nos trópicos. O Estado de São Paulo. 7 de março de 2008.
SCHWARCZ, Lilia M. O sol do Brasil: Nicolas Antoine Taunay e as desventuras artísticas dos artistas franceses na corte de D. João. São Paulo: Companhia das Letras. 2008.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Gazeta do Rio de Janeiro (1808-1822): Cultura e Sociedade: Rio de Janeiro: Eduerj, 2007.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Dicionário da História da Colonização Portuguesa no Brasil, Lisboa: Ed. VERBO, 1994.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Livro e Sociedade no Rio de Janeiro (1808-1821). Separata da Revista de História, n.º94, São Paulo, 1973.
SILVA, Paula Pinta. “Angu e empada, aipim e avelã”, in 2oo anos da chegada da corte: um império nos trópicos. O Estado de São Paulo. 7 de março de 2008.
SCHIAVINATTO, Iara Lis. Pátria Coroada: o Brasil como Corpo Político Autônomo 1780-1831, Ed. Unesp, São Paulo, 1999.
SOUZA, Laura de Melo e (Org.). História da Vida Privada no Brasil: Cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras: 1997.
Notas
I. A chegada da família real e as
mudanças sociopolíticas
1. Para uma análise mais detalhada sobre a Gazeta do Rio de
Janeiro ver: MEIRELLES, Juliana Gesuelli, Imprensa e poder na corte joanina: A Gazeta do Rio de Janeiro. Ed. Arquivo Nacional: Rio de Janeiro, 2008; CARDOSO, Tereza Maria Rolo Fachada Levy. A Gazeta do Rio de janeiro: subsídios para uma história da cidade (1808-1821), Dissertação de Mestrado, UFRJ, RJ, 1988 e SILVA, Maria Beatriz Nizza da, Gazeta do Rio de Janeiro (1808-1822): Cultura e Sociedade: Rio de Janeiro: Eduerj, 2007.
↩
2. BNRJ. MORÃES, Alexandre José de Melo, Dados sobre a
chegada ao Rio de Janeiro da Família Real, problemas de habitação para a comitiva, vida social e política, hábitos da família real, volta para Portugal, falecimento de D, João VI e Pedro I como imperador, S.l, s.d, Original (transcrição feita por Cecília Coelho, maio de 2001). Divisão de Manuscritos, II-30, 23, 6,7.
↩
3. Sobre a importância da Gazeta do Rio de Janeiro, ver:
CAMARGO, Ana Maria de Almeida e MORAES, Rubens Borba de, Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro, Edusp, São Paulo, 1993. MEIRELLES, Juliana Gesuelli, Imprensa e poder na corte joanina: A Gazeta do Rio de Janeiro.Ed. Arquivo Nacional: Rio de Janeiro, 2008., CARDOSO, Tereza Maria Rolo Fachada Levy, A Gazeta do Rio de janeiro: subsídios para uma história da cidade (1808-1821), Dissertação de Mestrado, UFRJ, RJ, 1988 e SILVA, Maria Beatriz Nizza da, Gazeta do Rio
de Janeiro (1808-1822): Cultura e Sociedade: Rio de Janeiro: Eduerj, 2007.
↩
4. Atualmente há uma discussão importante na historiografia se
realmente houve um projeto cultural acerca da vinda da Missão Francesa para o Brasil. Maiores informações ver Schwarcz (2008).
↩
5. BNRJ. Relação das festas que se fizeram no Rio de Janeiro,
quando o príncipe Regente N.S e toda a sua família chegarão pela primeira vez áquella capital. Ajuntando-se algumas particularidades igualmemte curiosas, e que dizem respeito ao mesmo objeto. Lisboa, Impressão Régia, 1810, p.10. Seção de Obras Raras, [36,0,21].
↩
6. Ferreira. BNRJ, OR/ DOC 37,5 1B.
↩
7. Para o debate historiográfico sobre esse tema, consultar, entre
outros: PONDÉ, Francisco de Paula e Azevedo, “D João VI e a emancipação intelectual do Brasil”, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico, Rio de Janeiro, tomo 279, 1968, p.114. LIMA, Oliveira, Dom João VI no Brasil, 3ª ed., Topbooks, 1996. ALEXANDRE, Valentim, Os sentidos do Império: questão nacional e questão colonial na Crise do Antigo Regime Português, Edições Afrontamento, Lisboa, 1993; LYRA, Maria de Lourdes Viana. A utopia do pode- roso império: Portugal e Brasil:bastidores da política (1798-1822), Rio de Janeiro, Sete Letras, 1994. MAXWELL, Kenneth, Pombal: paradox of the enlightenment, Cambridge University Press, Cambridge, 1995. BITTENCOURT, José Neves, “Iluminando a Colônia para a Corte: o museu real e a Missão Francesa como marcos exemplares da política de administração portuguesa no Brasil”, in Seminário Internacional Dom João VI: um rei aclamado na América, Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional, 2000, p. 114-121.
↩
IV. Revolução do Porto e a volta da
Família Real para Portugal
1. Documento direcionado à Joaquim Antonio Xavier A. da Costa,
assinado por Manoel Fernandez Thomaz, importante dirigente do governo interino.
↩
2. Lisboa. Punhal dos Corcundas. n.º 5, p. 41. Lamentos políticos
de um pobrezinho e preguiçoso que estava acostumado a manter-se à custa alheia, por O lamentador.
↩
3. Na publicação do periódico a assinatura do Regente datava de
22 de fevereiro de 1821, folha 132 do Livro 8°.
↩
4. Ver edições de n.ºs 5, 6 e 7
↩
Você terminou A família real no Brasil: política e cotidiano (1808-1821)
Juliana Gesuelli Meirelles
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