A História e Suas Epidemias
Glossário
G LOSSÁRIO
Agente — Nom e ge né r ic o que de signa qua lque r e spé c ie de m ic r o-orga nism o r e sponsá ve l por a lgum tipo de inf e c ç ã o. P or e xe m plo: o a ge nte da tube r c ulose é o My c oba c te r ium tube r c ulosis, o a ge nte da f e br e tif óide é a Sa lm one lla ty phi. P ode se r um a ge nte inf e c c ioso ba c te r ia no ou vir a l, de pe nde ndo do m ic r oorga nism o c a usa dor. Água fenicada — Água que c onté m o á c ido f ê nic o, de r iva do do be nze no, de c olor a ç ã o a ve r m e lha da qua ndo e xposto à luz. Te m a pr opr ie da de de de str uir ba c té r ia s.
Amostra — P or ç ã o de m a te r ia l biológic o — c om o, por e xe m plo, sa ngue , ur ina ou qua lque r te c ido do c or po — pa r a se r subm e tido à a ná lise quím ic a , f ísic a e /ou m ic r obiológic a . Anticorpo — Um tipo de pr ote ína ( ga m a globulina ) f or m a da c om o r e sposta a um e stím ulo de de f e sa c ontr a m ic r o- orga nism os e str a nhos. Atua por m e io de sua c a pa c ida de de liga r- se a o a ntíge no que le vou à sua pr oduç ã o.
Antígeno — Qua lque r substâ nc ia que f a z pa r te de um m ic r o- orga nism o e que , a o pe ne tr a r no orga nism o, pr ovoc a a f or m a ç ã o dos a ntic or pos. Anti-sepsia — Conj unto de m e dida s de stina da s a e lim ina r m ic r oorga nism os da pe le ou m uc osa s a tr a vé s do e m pr e go de pr odutos quím ic os ( soluç õe s a nti- sé ptic a s) . O uso do te r m o a nti- se psia r e str inge - se a o te c ido vivo, e nqua nto o te r m o "de sinf e c ç ã o" a plic a - se a m a té r ia s ina nim a da s.
Assepsia — Conj unto de pr á tic a s e té c nic a s por m e io da s qua is se e vita a pe ne tr a ç ã o de ge r m e s e m loc a is ou obj e tos que nã o os c onte nha m . Bacilo — Ba c té r ia e m f or m a de ba stone te r e to. Bactéria — Mic r o- orga nism o que , de m odo ge r a l, a pr e se nta r e pr oduç ã o f or a da s c é lula s, e m nossos te c idos. É dif e r e nte do vír us, que pr e c isa a de ntr a r nossa s c é lula s pa r a usa r a s e str utur a s c e lula r e s e a ssim se r e plic a r.
Caldo de cultura — Ve r "m e io de c ultur a ". Caso — Nom e e m pr e ga do pe lo m e io m é dic o a o e studa r de te r m ina da oc or r ê nc ia de doe nç a . P ode e sta r r e la c iona do a m a nif e sta ç õe s individua is ou c ole tiva s.
Caso esporádico — Qua ndo a oc or r ê nc ia de de te r m ina da doe nç a é r a r a na r e giã o e studa da .
Cefaléia — Dor de c a be ç a .
Cepa — Um tipo e spe c íf ic o e pe c ulia r de um a e spé c ie de m ic r oorga nism o ( ba c té r ia ou vír us) . Ge r a lm e nte é ide ntif ic a do c om o a uxílio da biologia m ole c ula r.
Ciclo de transmissão — Sé r ie de f e nôm e nos r e sponsá ve is pe la tr a nsm issã o de de te r m ina da doe nç a inf e c c iosa . P or e xe m plo: o c ic lo de tr a nsm issã o da m a lá r ia e nvolve o a m a dur e c im e nto do a ge nte P la sm odium no m osquito a té sua loc a liza ç ã o na glâ ndula sa liva r, se gue - se c om a pic a da do m osquito e sua tr a nsf e r ê nc ia a o hom e m , no qua l pa ssa por um a nova tr a nsf or m a ç ã o ( a m a dur e c im e nto) , a té r e tor na r a o m osquito por um a nova pic a da . Colonização — Ato de os ge r m e s a tingir e m um se r vivo, por e xe m plo, o hom e m , r e pr oduzir e m - se e c om e ç a r e m a c onvive r e m se u orga nism o se m pr ovoc a r doe nç a s.
Contágio — Tr a nsm issã o de doe nç a inf e c c iosa de um indivíduo a outr o. Contato — Um a da s f or m a s de c ontá gio de doe nç a s inf e c c iosa s. Oc or r e a tr a vé s da pr oxim ida de c om a pe ssoa inf e c ta da , que tr a nsm ite um m ic r o- orga nism o pa r a outr a . P ode se da r por m e io da tosse , c onta to c om a pe le , e spir r os, e tc .
Cultura — Cr ia ç ã o de ge r m e s c onse guida pe la inoc ula ç ã o de ste s e m um c a ldo e spe c ia lm e nte pr e pa r a do que c onte nha os nutr ie nte s ne c e ssá r ios à sua r e pr oduç ã o.
Deambular — Ca m inha r.
Desinfecção — A de str uiç ã o de todos os m ic r o- orga nism os ( e xc e to os e spor os) a tr a vé s de pr oc e ssos f ísic os ou quím ic os e m m a té r ia ina nim a da .
Deterioração clínica — Nom e que a c la sse m é dic a e m pr e ga pa r a a que le pa c ie nte que e stá e voluindo de m a ne ir a de le té r ia , se m r e sposta à s m e dida s te r a pê utic a s, pior a ndo.
DNA — Ác ido de soxir r ibonuc lé ic o, pr e se nte no núc le o da s c é lula s e r e sponsá ve l por toda s a s inf or m a ç õe s ne c e ssá r ia s pa r a a m a nute nç ã o da vida dos se r e s vivos, inc luindo sua r e pr oduç ã o. Doenças febris explosivas — I nf e c ç õe s c om m a nif e sta ç ã o súbita e viole nta e m de te r m ina da popula ç ã o.
Efeito estufa — Ef e ito pr ove nie nte da a bsor ç ã o, pe la a tm osf e r a , da r a dia ç ã o sola r que , a que c e ndo a supe r f íc ie do pla ne ta pr oduz ir r a dia ç ã o que pe r m a ne c e na s c a m a da s a tm osf é r ic a s inte r ior e s, e le va ndo, e m c onse qüê nc ia , o se u níve l té r m ic o. Emético — Que pr ovoc a vôm ito. Encefalopatia — Doe nç a inf e c c iosa ou nã o que a gr ide o siste m a ne r voso c e ntr a l.
Encefalopatia espongiforme (doença da "vaca louca") — Doe nç a inf e c c iosa que a c om e te o siste m a ne r voso c e ntr a l. O te r m o e spongif or m e é e m pr e ga do e m r a zã o do a spe c to que a ssum e o c é r e br o doe nte , c om á r e a s a m ole c ida s que le m br a m um a e sponj a . Endemia — Doe nç a que e xiste c onsta nte m e nte e m de te r m ina do luga r e a ta c a um núm e r o m a ior ou m e nor de indivíduos. P or e xe m plo, a Am a zônia é um a r e giã o e ndê m ic a pa r a a m a lá r ia . Enema — La va ge m inte stina l.
Epidemia — Doe nç a que surge r a pida m e nte num luga r e a c om e te Epidemia — Doe nç a que surge r a pida m e nte num luga r e a c om e te sim ulta ne a m e nte um gr a nde núm e r o de pe ssoa s. Epidemiologia — Estudo da s r e la ç õe s dos dive r sos f a tor e s que de te r m ina m a f r e qüê nc ia e distr ibuiç ã o de um pr oc e sso inf e c c ioso ou doe nç a inf e c c iosa num a c om unida de .
Erradicar — Extir pa r ou e xtinguir de todo; de str uir. P or e xe m plo, a va r íola f oi e r r a dic a da do pla ne ta na dé c a da de 1970; nã o há m a is a doe nç a .
Esporo — For m a na qua l o ge r m e é m a is r e siste nte , pode ndo pe r m a ne c e r vivo por m uito te m po.
Estafilococo — Ba c té r ia que se a pr e se nta e m a glom e r a dos se m e lha nte s a um c a c ho de uva .
Evolução (de uma doença) — Nom e e m pr e ga do pe lo m e io m é dic o pa r a de sc r e ve r c om o e stá c a m inha ndo um a doe nç a e m de te r m ina do pa c ie nte . P or e xe m plo: e ste doe nte e stá e voluindo be m , pr ova ve lm e nte e sta r á c ur a do e m br e ve .
Filariose — I nf e c ç ã o de vida à pr e se nç a de f ilá r ia s ( um tipo de pa r a sita ) no orga nism o.
Forma ativa (de um medicamento) — Substâ nc ia quím ic a na qua l a dr oga ( m e dic a m e nto) tor na - se e f ic ie nte c om o m e dida te r a pê utic a pa r a de te r m ina da f unç ã o.
Formaldeído — Soluç ã o quím ic a c om pode r de ina tiva r todos os tipos de m ic r oorga nism os, inc luindo e spor os ba c te r ia nos. P ode se r e nc ontr a do nos e sta dos ga soso, líquido e sólido.
Fungo — Orga nism o ve ge ta l se m c lor of ila c a pa z, e m a lguns c a sos, de c a usa r doe nç a s a o hom e m e a os ve ge ta is. P ode c onta m ina r obj e tos e o a m bie nte .
G ânglios linfáticos — Aglom e r a dos de te c ido linf óide ( que se a sse m e lha ou pe r te nc e à linf a ) que a dquir e m f or m a s nodula r e s, c om o gr ã os de e r vilha s, e f unc iona m c om o um órgã o de de f e sa c ontr a a ge nte s inf e c c iosos.
G erme — Mic r óbio, m ic r o- orga nism o unic e lula r c om o a ba c té r ia . Hospedeiro — É o orga nism o que hospe da o ge r m e /pa r a sita . O hospe de ir o pr opor c iona c ondiç õe s de vida a outr o orga nism o. Imunidade — Re sistê nc ia na tur a l ou a dquir ida de um orga nism o vivo a um a ge nte inf e c c ioso.
Imunodeficiência — Condiç ã o pa tológic a te m por á r ia ou pe r m a ne nte que c a usa de f ic iê nc ia do siste m a im unológic o, pr e dispondo a pe ssoa a a dquir ir doe nç a s inf e c c iosa s.
Infecção — I nva sã o, de se nvolvim e nto e m ultiplic a ç ã o de um a ge nte inf e c c ioso no orga nism o de um indivíduo, c om r e a ç ã o de te c idos e órgã os.
Infecção secundária — I nf e c ç ã o que surge pe lo f a to de o orga nism o j á e sta r de bilita do por outr a doe nç a que c om pr om e te u sua s de f e sa s. Inocular — I ntr oduzir um ge r m e e m qua lque r tipo de te c ido c om a f ina lida de de c a usa r inf e c ç ã o, r e a ç ã o de de f e sa , c om o a va c ina . Inquérito epidemiológico — Conj unto de da dos obtidos sobr e de te r m ina da inf e c ç ã o c om o pr opósito de e luc ida r sua c a usa , or ige m , e tc . Insalubre — Nã o sa lubr e , que or igina doe nç a s, doe ntio. Isolar (substância e vírus) — Ato de c onse guir se pa r a r o a ge nte inf e c c ioso dos outr os te c idos, m a nte ndo- se a pe na s o ge r m e . Lancetar — Cor ta r ou a br ir c om um a la nc e ta , instr um e nto c ir úrgic o de dois gum e s.
Latente — Que pe r m a ne c e num orga nism o se m se m a nif e sta r. Lente de imersão —Tipo de le nte de m ic r osc ópio. Letargia — Esta do pa tológic o c a r a c te r iza do por sonolê nc ia , e a té m e sm o sono pr of undo e dur a dour o, do qua l só c om dif ic ulda de e , te m por a r ia m e nte , pode o pa c ie nte de spe r ta r. Lêvedo/levedura — Ce r tos f ungos unic e lula r e s e m pr e ga dos na pr e pa r a ç ã o de be bida s a lc oólic a s pa r a o hom e m , por a pr e se nta r e m pr opr ie da de de f e r m e nta ç ã o.
Meio de cultura — Conj unto de nutr ie nte s pr e pa r a dos e m c ondiç õe s quím ic a s e f ísic a s pr opíc ia s à r e pr oduç ã o de ge r m e s. Mortalidade (taxa de) — P e r c e nta ge m de m or te s e m um a c om unida de e m de te r m ina do pe r íodo.
Mucosa — Me m br a na f ina c om m uc o que r e ve ste nosso siste m a dige stivo, r e spir a tór io, ur iná r io e se xua l. Mutação — Muda nç a , a lte r a ç ã o, m odif ic a ç ã o, tr a nsf or m a ç ã o. No se r hum a no, pode se r de signa da pa r a de sta c a r a s a lte r a ç õe s no f e nótipo ( m a nif e sta ç ã o a pa r e nte do ge nótipo, ou c onj unto de ge ne s) dos dif e r e nte s povos. Nos ge r m e s, é e m pr e ga da e m r e f e r ê nc ia à s m uda nç a s ge né tic a s que os tor na m m a is a gr e ssivos, c om m a ior c a pa c ida de de c a usa r inf e c ç ã o e m or te a o indivíduo inf e c ta do. Necropsia — Exa m e m é dic o da s dif e r e nte s pa r te s e te c idos de um c a dá ve r.
Necrose — Mor te que oc or r e e m um te c ido ou órgã o. P or e xe m plo, ne c r ose do pé é o m e sm o que ga ngr e na de sse m e m br o. Nicho ecológico — P or ç ã o r e str ita de um há bita t onde vive m de m a ne ir a ha r m ônic a dif e r e nte s tipos e e spé c ie s de a nim a is e ve ge ta is. Ozônio — Gás azul e pálido, oxidante e reativo, que é um a variedade do oxigênio. Na atm osfera, tem por função bloquear a entrada das radiações solares deletérias às form as vivas.
Pandemia — Epidem ia que se dissem ina a partir de um a área restrita e atinge outros territórios, nações e continentes.
Parasita — Anim al ou vegetal que se nutre de outro ser vivo. Parede celular — Estrutura quím ica que reveste as células, protegendo-as das alterações quím icas e físicas deletérias do m eio.
Patogênico — Capaz de produzir doença. Período de incubação — Período de tem po que vai desde a entrada de um germ e no organism o até o início dos prim eiros sintom as da doença que causa. Período puerperal — Período pós-parto — com preendido entre o parto e a com pleta reversão das alterações provocadas pela gravidez no organism o da m ulher (aproxim adam ente seis sem anas).
Peste septicêmica — Form a de infecção pela bactéria Yersinia pestis, que se caracteriza por sua dissem inação e reprodução na corrente sangüínea. Poder de invasão — Capacidade do germ e de invadir o organism o, causando doença.
Profilaxia — Conj unto de m edidas em pregadas para evitar determ inada doença infecciosa.
Puérpera — Mulher que pariu recentem ente. Purgativo — Substância com capacidade de provocar diarréia. Purulento — Que contém pus, que segrega pus. Pústula — Vesícula cutânea que contém pus. Q uarentena — Isolam ento im posto a portadores ou supostos portadores de doenças contagiosas. Durante a peste de 1347, instituiu-se um período de quarenta dias. Com o isso prej udicava as relações com erciais, o tem po de isolam ento foi sendo reduzido. Hoj e em dia, esse tipo de isolam ento engloba um a série de m edidas que visam prevenir a dissem inação da doença em questão. Em alguns casos, ainda se recom enda o afastam ento da pessoa enferm a por um certo tem po.
Radioterapia — Form a de tratam ento em pregada em doenças tum orais, que faz uso dos raios X ou de outra form a de energia radiante. Receptores — Substâncias quím icas celulares que os germ es reconhecem e utilizam para atacar e invadir um a célula.
Replicação — Processo de duplicação de m olécula ou germ e. Reservatório — Nom e genérico atribuído a qualquer form a viva que alberga um m icroorganism o, de onde este parte para infectar outros seres. RNA — Ác ido r ibonuc lé ic o, c onstituinte do núc le o de de te r m ina dos m ic r oorga nism os, r e sponsá ve l por toda s a s inf or m a ç õe s pa r a sua sobr e vivê nc ia .
Sangria — P e r da de sa ngue de f or m a na tur a l ou pr oposita l; ne ste c a so, oc a siona da pe los m é dic os a o la nc e ta r a s ve ia s supe r f ic ia is dos br a ç os. Semear (gota de líquido) — Espa lha r substâ nc ia c onte ndo ba c té r ia s pa r a que se r e pr oduza m .
Sílica — Dióxido de silíc io.
Sinal — Alte r a ç õe s c línic a s e vide nc ia da s pe lo e xa m e m é dic o que indic a m um a doe nç a . P or e xe m plo, os sina is c línic os im por ta nte s da m a lá r ia sã o o a um e nto do f íga do e ba ç o.
Sintoma — Conj unto de se nsa ç õe s a que a pe ssoa se r e f e r e qua ndo se Sintoma — Conj unto de se nsa ç õe s a que a pe ssoa se r e f e r e qua ndo se c onside r a e nf e r m a . P or e xe m plo, os sintom a s da m a lá r ia sã o dor e s pe lo c or po, f e br e , m a l- e sta r, c a la f r ios e dor e s de c a be ç a . Sorologia — Estudo dos sor os do sa ngue de pa c ie nte s. P or r e a ç õe s quím ic a s, obté m - se o dia gnóstic o de inf e c ç õe s, c om o a Aids. Supuração — Ato de supur a r, de pr oduzir pus. Surto — Apa r e c im e nto r e pe ntino de de te r m ina da doe nç a . Se m e lha nte à e pide m ia .
Taxa de mutação — Fr e qüê nc ia c om que de te r m ina dos ge r m e s sof r e m sua s m uta ç õe s.
Tratamento de suporte — Tr a ta m e nto e m pr e ga do nã o dir e ta m e nte c ontr a o a ge nte inf e c c ioso, m a s sim pa r a m e lhor ia da s c ondiç õe s bá sic a s à vida do pa c ie nte . P or e xe m plo, no tr a ta m e nto da f e br e a m a r e la nã o se dispõe de um a dr oga que m a te o vír us; por ta nto, a dota -se um tr a ta m e nto de supor te a dm inistr a ndo- se sor o pa r a hidr a ta ç ã o, oxigê nio, dr oga s pa r a m a nte r a pr e ssã o a r te r ia l, e tc . Trauma —Tr a um a tism o, le sã o a c ide nta l, que pode va r ia r e m e xte nsã o, inte nsida de e gr a vida de .
Ulcerar — Ca usa r ne c r ose e m pe le ou m uc osa , a c om pa nha da de inf la m a ç ã o, c om f or m a ç ã o de f e r ida que e xpõe os te c idos a ba ixo da pe le ou m uc osa .
Vetor — Qua lque r f or m a de vida que tr a nsf ir a um a ge nte inf e c c ioso a o hom e m . P or e xe m plo, o ve tor que tr a nsm ite a de ngue é o m osquito Ae de s a e gj pti.
Vigilância sanitária — P r e c a uç õe s, c uida dos e pr e ve nç õe s a dota dos pa r a a m e lhor ia da s c ondiç õe s bá sic a s de higie ne que e vite m doe nç a s. Virose — Qua lque r inf e c ç ã o c a usa da por vír us. Virulento — Te r m o ge né r ic o e m pr e ga do pa r a de signa r o pode r que c e r tos ge r m e s a pr e se nta m de c a usa r doe nç a s. Vírus — Age nte inf e c c ioso que c onté m a pe na s se u m a te r ia l ge né tic o, DNA ou RNA, e nvolto num a e str utur a quím ic a . P or ta nto, nã o a pr e se nta e str utur a s pa r a se r e pr oduzir, se ndo- lhe ne c e ssá r io e ntr a r e m um se r vivo pa r a r e plic a r- se .
Essas bactérias são descritas em O Quinto Milagre — Em busca da origem da
vida, de Paul Davies (São Paulo: Cia. das Letras, 2000, cap. 7) e O futuro da
vida, de Edward Wilson (Rio de Janeiro: Cam pus, 2002, cap. 1).
Vej a, sobre ancestrais hum anos, As sete maiores descobertas científicas da
História, de David Eliot Brody e Arnold R. Brody (São Paulo: Cia. das Letras,
1999, parte 5).
Ver Contágio — História da prevenção das doenças transmissíveis, de R. A.
Martins (São Paulo: Moderna, 1997).
ROSEN, George. Uma história da saúde pública. 2. ed. São Paulo: Unesp: 1994,
cap. 2.
Idem , ibidem .
A "peste de Xerxes" é apresentada na Encyclopedia of plague and pestilence,
de George C. Kohn (NovaYork: Facts on File, 1995).
KARLEN, Am o. Man and microbes — Disease and plagues in History and
modem times. Nova York: Sim on & Schuster, 1996, cap. 4. ANTUNES, José Leopoldo Ferreira. Hospital — Instituição e história social. São
Paulo: Letras e Letras, 1991, cap. 3.
Idem , ibidem , cap. 6.
Essa grande perseguição é descrita em detalhes em Epidemics and history —
Disease, power and imperialism, de Sheldon Watts (Londres: Yale University
Press, 1997, cap. 2).
NETO, Jônatas Batista. História da Baixa Idade Média. São Paulo: Ática, 1989, cap.12.
13. ROIO, José Luiz Del. Igreja medieval — A cristandade latina. São Paulo:
Ática, 1997, cap. 4.
CHARLE, Christophe, VERGER, Jacques. História das universidades. São
Paulo: Unesp, 1996.
47. As perseguições aos j udeus são detalhadas em Um espelho distante — 0
terrível século XIV, de Barbara W. Tuchm an (Rio de Janeiro: José Oly m pio,
1999, 3. ed., cap. 5), e em O fim do mundo, de Otto Friedrich (Rio de Janeiro:
Record, 2000, livro II).
16. ZINSSER, Hans. Rats, lice and history — Little, brown and company. Boston:
Back Bay Books, 1963, cap. 14.
KIPLE, Kenneth F. Plague,pox & pestilence. Londres: Phoenix Illustrated,
1999, cap. 24.
KOHN, George C. Encyclopedia of plague and pestilence. Op. cit.
BUENO, Eduardo. A viagem do Descobrimento —A verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Obj etiva, 1998, cap. 2. CROSBY, W. Alfred. Ecological imperialism. Cam bridge: Cam bridge University
Press, 1993, cap. 4.
Idem , ibidem .
VELHO, A. O Descobrimento das Índias — O diário da viagem de Vasco da
Gama. Rio de Janeiro: Obj etiva, 1998.
BUENO, Eduardo. A viagem do Descobrimento —A verdadeira história da
expedição de Cabral. Op. cit. cap. 3.
24. MAXWELL, Kenneth. Chocolate, piratas e outros malandros. São Paulo:
Paz e Terra, 1999, p. 57.
BUENO, Eduardo. Capitães do Brasil — A saga dos primeiros colonizadores.
Rio de Janeiro: Obj etiva, 1999, p. 136.
A. A. de Alm eida Prado refere-se aos relatos históricos sobre a doença
naquela época e aos achados arqueológicos em As doenças através dos séculos
(São Paulo: Médico Editora, 1944, p. 94).
WATTS, Sheldon. Epidemics and history. Op. cit. cap. 4.
28.COOK, Noble David. Born to die - Disease and New World conquest, 1492-
1650. Cam bridge: Cam bridge University Press, 1998, cap. 1.
Idem , ibidem , cap. 1.
Idem , ibidem , cap. 4.
STADEN, Hans. A verdadeira história dos selvagens, nus e ferozes devoradores
de homens. Rio de Janeiro: Dantes, 1998, cap. 33, 34. BUENO, Eduardo. Capitães do Brasil —A saga dos primeiros colonizadores. Op. cit. p. 114.
CONRAD, Robert Edgar. Tumbeiros — O tráfico escravista para o Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 198S, cap. 1.
BARSTOW, ANNE LLEWELLYN. Chacina de feiticeiras — Uma revisão
histórica da caça às bruxas na Europa. RIO DE JANEIRO: JOSÉ OLYMPIO,
1995, CAP. 1.
KIPLE, Kenneth F.Plague, pox & pestilence. Op. cit. cap. 5. Dava Sobel, em A filha de Galileu — Um relato biográfico de ciência ,fé e amor (São Paulo: Cia. das Letras, 2000, cap. XX), descreve as dificuldades de locomoção na Itália dadas as barreiras municipais impostas por causa das epidemias de peste.
PERRAULT, Gilles. 0 livro negro do capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 433.
ROSEN, George. Op. cit. p. 159.
DEBRÉ, Patrice. Pasteur. São Paulo: Scritta, 1995, cap. 10.
COS T A, S í l v i o. Comuna de Paris — O proletariado toma o céu de assalto.
G o i â n i a : E d i t o r a U CG , 1 9 9 8 .
HOCHSCHILD, Adam. O fantasma do Rei Leopoldo — Uma história de cobiça,
terror e heroísmo na África colonial. São Paulo: Cia. das Letras, 1999, cap. 1. Hochschild, em O fantasma do Rei Leopoldo (Op. cit.), descreve o processo ocorrido no Congo, assim como as atrocidades sofridas pela população. As descrições do tráfico negreiro e seus números são detalhados em
Tumbeiros, de Robert Edgar Conrad (Op.cit.). CHALHOUB, Sidney. Cidade febril — Cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Cia.das Letras, 1996, cap. 1.
Rodolpho Telarolli Júnior descreve, em Poder e saúde — As epidemias e a formação dos serviços de saúde em São Paulo (São Paulo: Unesp, 1996), a propagação da febre amarela no interior paulista pelas vias ferroviárias.
Onildo Reis David, em O inimigo invisível — Epidemia na Bahia no século XIX (Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia/EDUFBA, 1996), pormenoriza a epidemia de cólera vivida na Bahia em 1855. SOOTHILL, W. E.A History of China. Londres: Benns Sixpenny Library, 1929. CHING, Fan Shuh. The population of Hong Kong. Hong Kong: Committee for International Coordination of National Research in Demography, 1974. Em seu capítulo no livro Instituto Adolfo Lutz — 100 anos de laboratório de saúde pública (São Paulo: Letras & Letras, 1992), José Leopoldo Ferreira Antunes fornece a descrição do centro da cidade de São Paulo. Idem , ibidem .
Mike Davis, em Holocaustos coloniais (Rio de Janeiro: Record, 2002), descreve as catástrofes globais que ocorreram em 1877 em decorrência do rigoroso fenômeno El Nino.
PIPES, Richard. História concisa da Revolução Russa.Rio de Janeiro: Record, 1997, cap. 10.
Pete Davies, em Catching cold (Londres: Michael Joseph, 1999), descreve a trajetória de tropas americanas acometidas pela gripe espanhola de 1918. Control of infectious diseases. MMWR 48 (29): 621-29, 1999. No cap. 9 de As dez maiores descobertas da medicina, de Meyer Friedman e Gerald W. Friedland (Op. cit.), são descritas as etapas da descoberta da penicilina.
CORNWELL, John. O papa de Hitler — A história secreta de Pio XII. Rio de Janeiro: Imago, 2000, cap. 16.
PENNA, Carlos Gabaglia. O estado do planeta — Sociedade de consum o e
degradação am biental. Rio de Janeiro: Record, 1999, cap. 1. Stephen H. Schneider, em Laboratório Terra — 0 jogo planetário que não podemos nos dar ao luxo de perder(Rio de Janeiro: Rocco, 1998), descreve as variações da temperatura do planeta associadas ao aumento da concentração de dióxido de carbono.
Dados da Organização Mundial de Saúde.
ARBEX JR., José,TOGNOLLI, Cláudio Júlio. O século do crime. São Paulo: Boitempo Editorial, 1998, cap.l.