A Moreninha
Quatro estudantes de medicina tomam café na casa de Leopoldo, e Augusto afirma que seu pensamento nunca se ocupou, não se ocupa nem se há de ocupar de uma mesma moça durante quinze dias. Filipe duvida, e a aposta vira termo escrito, datado de 20 de julho: se até 20 de agosto Augusto tiver amado uma só mulher por quinze dias, escreverá um romance confessando a derrota; se não, quem escreve é Filipe. No sábado, véspera de Sant’Ana, Augusto chega de batelão à ilha da avó de Filipe, a sra. d. Ana, onde estão as primas Joana, a pálida, e Quinquina, a loira, e d. Carolina, irmã de Filipe, que todos chamam a Moreninha. Fabrício, cansado do namoro romântico que Augusto lhe aconselhou, pede por carta que o amigo corteje d. Joaninha para ter pretexto de romper; Augusto recusa, e os dois combinam dois dias de guerra, com o primeiro ataque marcado para o jantar.

