Diva
O manuscrito volumoso que Paulo recebe é a carta em que o Dr. Amaral conta a própria vida íntima. Aos quatorze anos Emília era magra e feia, apelidada pela prima Júlia de esguicho de gente. Chamado à chácara do Sr. Duarte, no Rio Comprido, Amaral trata uma pneumonia dupla contra a vontade da doente, que o expulsa do quarto e não o deixa mais chegar ao leito. Vence a doença e recusa a recompensa do pai. Dois anos depois, de volta da Europa, encontra outra mulher: a Duartezinha dos salões de D. Matilde, em Matacavalos, rainha do baile no Cassino. Nas reuniões da tia ela lhe recusa a contradança e deixa cair a xícara de chocolate que ele acabara de lhe servir. A vingança do médico é uma conta de cem mil-réis, que Emília rasga.
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