A Primavera
Castilho publicou A Primavera muito novo e ela fez dele o poeta do momento, com quadros da estação escritos numa língua que o público achou logo bonita e fácil de dizer em voz alta. Esta edição de 1837 é a corrigida e aumentada pelo próprio autor, e abre com um aviso furioso contra os editores franceses que andavam a reimprimi-lo sem licença nenhuma. O volume traz ainda a dedicatória e as notas do autor sobre a composição dos poemas. Lê-se depressa e explica bem por que Castilho foi durante décadas o poeta que toda a gente conseguia recitar de cor.
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