Amor Crioulo
Abel Botelho passou a vida a escrever aquilo que o naturalismo português preferia deixar de fora, e este livro nasceu dos anos em que serviu como diplomata em Buenos Aires. São quadros da vida argentina vistos por um português, com o gosto habitual do autor pela patologia social e pelo detalhe cru. Vale como literatura e vale como documento: é a América do Sul do início do século XX olhada de dentro por quem lá estava a trabalhar. O texto vem da edição corrigida, com a grafia da época mantida.
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